E finalmente me tornei um gamer atualizado, coisa que não acontece desde que… nasci. Mas, mesmo com um XBox 360 em mãos, o espírito retrô não será deixado de lado; muito pelo contrário. Agora é hora de conhecer novos jogos velhos da melhor forma possível, ou seja, em cores, alta definição e tela panorâmica! Esse é o caso de Daytona USA, do qual nunca tive muitas oportunidades para jogar decentemente, fora uma ficha ou outra nos arcades e emulações porcas no computador. Será então que um jogo manjadíssimo e curto, mesmo com algumas melhorias, pode ainda divertir e valer os 10 dólares investidos? Continuar lendo…
Um mundo misterioso, uma pessoa sem lembranças… peraí, eu já vi este filme antes!
Concurrence é o nome de um jogo indie promissor que poderá ser lançado ainda no final de 2011. Sua demo foi criada em abril deste ano por Alexander Klingenbeck (vulgo mode7), na Monthly Adventure Game Studio Competition (MAGS), uma competição de games criados pela ferramenta Adventure Game Studio.
O game segue a mesma linha de jogos como Out Of This World (Another World) e Flashback (além de Prince of Persia, Oddworld, entre outros.), onde o gênero plataforma ganha novas dimensões com uma maior precisão da movimentação do personagem, narrativa envolvente e ambientação cinematográfica.
Um dos raros jogos de GBA que não é em inglês e nem tem opções de línguas, sendo disponível But somente o francês e trata-se de um jogo difícil de encontrar, mesmo em sites que disponibilizam somente jogos para GBA. “Tir et but” termo que vem do francês “Chute e gol” e que tem o desprentisioso subtítulo “Edition Champions du Monde” (Edição campeões de mundo) que refere-se ao título da França, campeã em 1998 (em cima do Brasil, com aquele gol de Zidane, lembra-se?) ainda que o jogo tenha sido lançado em 2002, ano da Copa do Mundo Japão-Coréia na qual o Brasil seria campeão (e a França eliminada na fase de grupos).
Mais de 10 horas e 100 GB de imagens brutas. Aproximadamente 15 horas de edição. 8 horas de upload. 5 minutos de gargarejo. Todo esse esforço árduo para proporcionar a vocês mais um Videocast para o Passagem Secreta!
Dessa vez, a ideia é analisar cada jogo dessa franquia que deixa saudades: Road Rash, um dos games de corrida mais alucinantes das gerações passadas. Por isso, o vídeo acabou sendo o mais longo até agora, com 20 minutos de duração – o que ainda assim é bem rapidinho, não é? Mas fiquem tranquilos, porque antes que o tédio caia sobre a montagem, trago uma piadinha para quebrar o gelo! Nem preciso falar do ritmo de montanha russa da edição, aliás!
Como o Youtube me deixou de castigo por 6 meses devido ao infame vídeo do Street Fighter, tive que dividir o Videocast em duas partes para caber na limitação de 15 minutos do site. Alternativamente, porém, upei a versão sem interrupções no Vimeo, para quem quiser assistir por lá.
Não é surpresa para ninguém afirmar que a Sega mantém sua sobrevivência lançando e relançando diversos de seus jogos clássicos nos consoles da geração vigente. Também é quase certo dizer que isso já foi feito tantas vezes com os mesmos games de Mega Drive que o conceito já se tornou saturado, mesmo com a implementação de novidades como Leaderboards e Achievements; coisas que a gratuidade dos emuladores não possui – apesar da ausência desses extras nas versões para PC. No entanto, uma surpresa vinda da empresa de Sonic The Hedgehog alegrou os seus mais ávidos e viúvos fãs, com o lançamento de Sega Dreamcast Collection para o Xbox360 e Windows.
A coletânea possui quatro jogos que marcaram o último console da empresa: Sega Bass Fishing, Space Channel 5 Part 2, Sonic Adventure e Crazy Taxi. Enquanto não se pode contestar o quão esses jogos são considerados clássicos, apenas um deles é considerado novidade nos sistemas, enquanto que os outros já tiveram lançamentos anteriores para o PC e consoles. Será que esse game vale a pena por este relançamento? Confira essa análise em “primeira mão” do Passagem Secreta, da versão para PC!
Apenas para situar os mais novos e os desinformados, o Master System é o console da geração 8 bits da SEGA, que fez bastante sucesso no Brasil. Divulgado massivamente pela Tec Toy, empresa parceira da SEGA em terras tupiniquins, foi sonho de consumo de muita gente, mesmo com a entrada do Mega Drive e do Super Nes oficialmente no mercado, consolidando a marca e o produto. E mesmo com o aparecimento de novos videogames e tecnologias, o console ainda foi fabricado por aqui por bastante tempo. Eu disse “foi”? Então o que é isso que está na prateleira da loja com o nome de Master System Evolution? O 8 bits da Sega está vivo e bem? Então, se eu sou um colecionador que evita jogar no console para não estragar nada, ou sou apenas um apaixonado cujo console estragou, posso tirar meus cartuchos da caixa de papelão e voltar aos bons tempos?
Como não queremos que ninguém, em especial nossos leitores, sejam feitos de trouxas ao comprar uma coisa que não é bem o que parece, decidi fazer um test drive, aproveitando que o vendedor mala saiu pra lá para vender TVs LCD com conversor digital, e contar pra vocês a curta experiência de jogo que tive na versão atual do Master System, comparando com o videogame que já conhecemos. Vale a pena ou não? Veja a seguir e tire suas próprias conclusões…
Esse é um dos maiores exemplos de como um joguinho em Flash consegue ser tão simples e, ao mesmo tempo, tão cativante e satírico.
O artigo a seguir contém alguns spoilers, então, caso prefira jogar o game antes, vá em frente! Mas não esqueça de voltar aqui.
You Have to Burn The Hope é um game de plataforma, criado pelo estudante Kian Bashiri, com o objetivo de parodiar os jogos e seus clichês, aliado à baixa dificuldade que grande parte deles apresenta atualmente. E ele acertou na mosca: O jogador é colocado no controle de Hero, um personagem simples que pode saltar e lançar martelos. Como se o nome do game já não fosse suficiente para dizer ao jogador o que ele deve fazer para concluí-lo, existem várias dicas colocadas na fase conforme o personagem se aproxima de seu confronto final com o Grining Colossus, um chefe de proporções gigantescas que não pode ser derrotado por ataques normais, apenas pelo método que o jogo lhe descreve. Continuar lendo…
É inegável dizer que a sátira está presente em grande parte dos jogos atuais. Seja sutil ou bem direta, o conceito de ironizar ou tratar de forma sarcástica determinado assunto ou figura dentro de um game é uma prática cada vez mais comum. No entanto, são raríssimos os jogos destinados somente a isto, ou seja, o personagem, a história e até mesmo a jogabilidade são concebidos com a intenção de sacanear uma coisa só. E quando é com política então?
O interessante é que um dos primeiros jogos a fazer isso data de 1985, com uma indústria gamer ainda em expansão. E – não se surpreendam – através de uma iniciativa da Sega, sempre no limite da subversão. Desenvolvido em parceria com a Coreland, I’m Sorry é um jogo de arcade que coloca você no controle do ex-primeiro ministro japonês Kakuei Tanaka, envolvido na época em uma série de casos de corrupção.Continuar lendo…