Essa era uma missão ingrata, assisti o filme com os olhos mais críticos possíveis, mas depois de sentar no artigo por um tempo e pensar no que escrever, resolvi defender esse filme.
Ok, você pode reclamar o quanto quiser, mas Resident Evil 2 não é tão ruim assim.
Silent Hill é uma das maiores séries de jogos de terror (ou Survival Horror, como preferirem) de todos os tempos e, se isso já não bastasse, também foi base para uma das melhores adaptações de games para filmes que se tem notícia. Toda essa fama fez com que Silent Hill possuísse uma legião de fãs espalhada pelo mundo, incluindo este que vos escreve.
O que poucos sabem, porém, é que a Silent Hill retratada no filme “Terror em Silent Hill” (2006) foi baseada, segundo o roteirista do filme, Roger Avary, numa cidade real chamada Centralia, Pensilvânia, no nordeste dos Estados Unidos. Não só o filme, mas também os jogos possuem muitas coincidências em relação a esta cidade, como veremos.
Centralia, além de estar repleta de histórias macabras, foi palco de uma grande tragédia, responsável por destruir a cidade. Hoje, além de ser uma das cidades fantasmas mais assustadoras e perigosas do mundo, não consta na grande maioria dos mapas existentes.
Nesta matéria, trago para o nosso leitor todas as informações sobre essa “Silent Hill real”, daquela maneira que vocês já estão acostumados: juntando relatos de antigos moradores da cidade, publicações antigas, pesquisas, livros e jornais; tudo para descobrir o que aconteceu no local e trazer a melhor informação possível. Preparado para uma viagem? Continue lendo.
A ROM com a versão preliminar do Sonic The Hedgehog de Mega Drive é uma espécie de Santo Graal dos fãs do personagem. De acordo com Yuji Naka, após usarem esse protótipo para apresentar o game em um evento, o cartucho deu chá de sumiço e nunca mais foi encontrado. Desde então, o único material que serve como prova de que esta versão existiu baseia-se em fotos das revistas de videogames da época, que mostram cenários de fundo, elementos de fase e várias outras coisas de forma diferente em relação ao que conhecemos na versão final. Até hoje, várias demos e versões protótipo dos jogos do Sonic foram desvendadas, adquiridas e publicadas na Internet; menos esse protótipo, cuja revelação poderia trazer sérios problemas a quem o adquiriu, afinal de contas, o cartucho originalmente foi roubado, não é?
Mesmo após muitos anos de não ser mais produzido, o Atari continua ganhando novos títulos a partir do site AtariAge e a partir do videogame Atari Flashback 2+, todos feitos com produções caseiras (os chamados homebrew) assim como muitos hacks. Todos os jogos abaixos foram anunciados durante a CGE 2010.
Essa é uma dica para quem curte emulação e já se desfez dos consoles originais. Já imaginou ter um arcade com todos os emuladores de todos os consoles existentes, e todos os jogos, com direito a um menu mostrando a artwork e um vídeo do gameplay de cada um deles? Isso existe! O Hyperspin é um projeto cujo objetivo é reunir em um só lugar todos os jogos de todos os consoles, numa interface super fácil de acessar. É o frontend definitivo para os retrogamers.
Como se pode ver pelo vídeo, a interface é super bem feita – produzida em Flash – e torna o acesso aos jogos muito mais fácil. É uma ótima para quem deseja experimentar os jogos interessantes de um sistema sem precisar ter que entrar em cada game para conferir.
O sistema ainda permite uma compatibilidade legal para montar o seu próprio arcade. Ia ficar genial colocar um desses no boteco, não é?
O interessante é que o Hyperspin não se limita apenas a emuladores; dependendo das configurações, ele também pode servir até mesmo de media center. Tudo customizável.
Todos os temas, vídeos, imagens e roms compatíveis estão disponíveis para baixar, assim como tutoriais que mostram como montar a sua própria interface e, caso queira, até seu próprio tema para um jogo específico – você pode trocar o vídeo do gameplay de Altered Beast por este vídeo, por exemplo. Já aviso logo que não é para qualquer um: o Hyperspin completo, com tudo, ocupa mais ou menos uns 1.7 Terabytes, isso excluindo alguns sistemas mais modernos. Mas também dá para colocar apenas os consoles desejáveis; no meu caso, só peguei os emuladores e frontends de Mega Drive, Super Nintendo, Arcade, e alguns outros.
Caso se interesse, tutoriais em português é o que não faltam, como esse aqui
Já imaginou como seria se a onda dos crossovers de games de lutas tivesse passado pelo NES? E que houvesse um jogo no qual os times seriam os personagens da CAPCOM, Nintendo, Konami entre outros? Então veja o excelente vídeo “The King of Famicom” (versão em Inglês):
Agora… será que alguém poderia ter a gentileza de criar este game!?
Fantasy Zone é, sem dúvida, mais uma de tantas franquias da Sega que, após um período de sucesso, é enterrada e nunca mais revisitada – talvez seja até melhor assim. O original para arcade, lançado em 1986, tornou-se rapidamente um grande sucesso, comendo as fichas de jogadores no mundo inteiro. Após de convertido para todos os consoles da época, acompanhando todo esse sucesso, foi lançado 2 anos depois uma continuação para Master System. Após alguns outros spin-offs para o mesmo console, e uma versão exclusiva para o Mega Drive, a série caiu na obscuridade para ser apenas referenciada em alguns jogos da própria Sega, como Phantasy Star IV e Sonic Adventure. Nada além disso.
Com a cena retrô cada vez mais em alta, foram relançados atualmente os jogos da série para o Virtual Console, do Wii, e numa coletânea para PS2 da série Sega Ages, com direito até a uma ótima surpresa, que será abordado nesse especial de três partes sobre a série.
O clássico de Mega Drive é um dos casos raros de diferentes versões lançadas durante o tempo, justamente pela polêmica envolvendo o uso de certos personagens que não estavam autorizados a serem utilizados pela Sega.
Quase 20 anos depois, o jogo foi relançado para o Virtual Console, do Wii, com uma última alteração questionável de um certo ponto de vista.