Arquivo

Arquivo da Categoria ‘Arcade’

O que Golden Axe, Rambo e Conan têm em comum?

Nota: Se você chegou até aqui procurando pelo factóide espalhado por aí de que as vozes do jogo são gravações de prisioneiros americanos no corredor da morte, saiba que essa história é uma bela de uma lorota. Confira abaixo de onde foram retirados os sons de verdade.

Antes que você pense que esta é apenas uma loucura conspiratória, existem sim provas concretas de que os jogos da série e esses filmes possuem algo em comum. E, apesar de não ser nenhuma novidade – principalmente para os fãs dos jogos de Mega – é bom documentar minuciosamente aqui no Passagem Secreta esta pequena curiosidade. Calma: não é nada relacionando Stallone, Schwarzenegger, Ax Battler e Death Adder não! Ou o Gillius Thunderhead e Gandalf…

A conversão de Golden Axe para Mega Drive é praticamente perfeita, com apenas uma coisa ou outra retirada para caber nas limitações do console de 16-bit. Dos elementos que não entraram nas versões domésticas, podemos citar os variados gritos de dor dos inimigos assim que morrem. Na versão de Mega, há apenas um efeito de voz para a morte de todos os personagens normais; no Arcade, são variados sons de pânico e dor. Mas o mais interessante é que esses sons são os mesmos utilizados no filme Rambo: Programado Para Matar (First Blood), de 1982. Duvida? Olha a comparação:

 

Leia mais…

As 5 dicas e truques (quase) impossíveis de fazer nos jogos antigos

 

Qualquer um que acompanhou o processo evolutivo dos games até os dias de hoje pode confirmar a afirmação: Não existem mais os cheat codes como antigamente. As infames sequências de botões, artimanhas, gambiarras, e qualquer outro tipo de procedimento que habilitava coisas mágicas nos games deu lugar, em sua maior parte, às palavras-chaves, ao destravamento de troféus, entre outras coisas não tão legais quanto decorar um punhado de setinhas e números. Até revistinhas “Só Dicas” existiam na época, e as pessoas compravam! Sem dúvida, não há nada mais recompensador do que a primeira vez que um jogador utilizava de uma sequência dessas para trapacear; é uma sensação que mistura a inflação do ego e o perigo de estar fazendo algo proibido.

Apesar de muitos desses códigos de botões serem fáceis de usar no jogo, e até mesmo de decorá-los a ponto de levar na nossa memória para o resto da vida (como o da foto que ilustra o post), alguns desses truques eram simples demonstrações sádicas de poder dos programadores sobre os gamers,  misturando o conceito de cheat com uma verdadeira façanha da vida real. Desde aqueles que demandam reflexos incrivelmente rápidos até aqueles que exigem queimar o seu videogame, selecionamos as dicas e truques mais difíceis de reproduzir nos jogos. Então, pegue o controle 2, vire de cabeça pra baixo, aperte todos os botões, retire e coloque o cartucho duas vezes, jogue o controle na parede e, no rebote, aperte Start ao mesmo tempo em que segura A no controle 1! E clique em “Continuar lendo”.

Leia mais…

Videocast – Retrospectiva Galaxy Force

Esse é o terceiro vídeo que faço para o blog… Consequentemente, posso declarar que temos um Videocast, certo? Bem, veremos! A ideia é fazer pelo menos um vídeo por mês referente a algum tema pouco conhecido dos games, que mereceria pelo menos um pouquinho de destaque entre a galera da Babosfera Retrogamer. Mas é claro que não dá pra prometer nada, ainda mais porque editar vídeo é algo muito cansativo, apesar de prazeroso. Sem mais delongas, vamos direto ao tema.

Galaxy Force é um jogo bastante lembrado entre os fãs da Sega. Mas eu duvido muito que poucos tenham de fato jogado o Arcade, que está anos-luz à frente das conversões lançadas para Mega Drive e Master System, que são as mais conhecidas. Aliás, deve ter até fã da SST Band aqui que mal tem ideia de como é esse jogo (#prontofalei). No vídeo a seguir, fiz questão de lembrar a série, assim como tratar dessas péssimas adaptações, com algumas curiosidades e piadinhas.

Leia mais…

O Fatality de Shang Tsung (Mortal Kombat – Arcade)

Shang Tsung's Fatality Glitch

No final de Outubro de 2010 foi criado, pelo membro KZDUARDO, um tópico na comunidade do Orkut Segredos e Rumores dos Games em que o mesmo mostra em vídeo um suposto fatality do último chefe do jogo Mortal Kombat de Arcade. O vídeo foi criado por outro membro, o Adriano (A7dsreivaenno no Youtube).

Como, sabidamente, Shang Tsung não tem fatality (assim como Goro, o penúltimo chefe), o que acontece aqui é um bug ou glitch em que o personagem, sob determinadas condições controladas pelo jogador, faz o inimigo dar o golpe fatal. Veja o vídeo a seguir e logo depois a transcrição adaptada de sua legenda:

Leia mais…

Categories: Arcade, segredos

I’m Sorry (Sega, 1985)

É inegável dizer que a sátira está presente em grande parte dos jogos atuais. Seja sutil ou bem direta, o conceito de ironizar ou tratar de forma sarcástica determinado assunto ou figura dentro de um game é uma prática cada vez mais comum. No entanto, são raríssimos os jogos destinados somente a isto, ou seja, o personagem, a história e até mesmo a jogabilidade são concebidos com a intenção de sacanear uma coisa só. E quando é com política então?

O interessante é que um dos primeiros jogos a fazer isso data de 1985, com uma indústria gamer ainda em expansão. E – não se surpreendam – através de uma iniciativa da Sega, sempre no limite da subversão. Desenvolvido em parceria com a Coreland, I’m Sorry é um jogo de arcade que coloca você no controle do ex-primeiro ministro japonês Kakuei Tanaka, envolvido na época em uma série de casos de corrupção. Leia mais…

Categories: Arcade, reviews

Sega irá lançar coletânea completa das músicas de seus arcades

Uma das coisas mais legais da Sega of Japan é que ela tem buscado rememorar trilhas sonoras de seus jogos mais clássicos, através de diversos lançamentos comemorativos. Através de seu departamento sonoro chamado Wavemaster, coletâneas como os boxes comemorando os 20 anos de After Burner e Outrun; o álbum do Alex Kidd; dentre outros lançamentos fizeram a alegria dos fãs de Game Music, que poderiam colecionar suas trilhas favoritas em edições de luxo.

Após um lançamento pífio contendo as melhores músicas dos melhores jogos de 32x, a Wavemaster anuncia um projeto mais ambicioso: o Sega System 16 Complete Soundtrack Vol 1. O álbum de três discos cobre uma parte dos jogos mais clássicos da empresa, que utilizavam a famosa placa de System 16, cujo chip FM YM2151 era responsável por gerar os sons da máquina. Na lista, estão os jogos Sega Yakyuu League, Fantasy Zone, Quartet, Sega Joshi Pro Wrestling, Action Fighter, Alex Kid The Lost Stars, Dunk Shoot, Time Scanner, Alien Syndrome, SDI, Bullet. Enquanto que alguns desses já tiveram seu devido relançamento em coletâneas anteriores, outros jogos são inéditos, todos recebendo o tratamento de mixagem e masterização de primeira linha, reduzindo os ruídos “naturais” dos sintetizadores FM e trazendo uma qualidade sonora até mesmo melhor que o dos sistemas originais. Além disso, há versões exclusivas de alguns temas, nunca ouvidas antes, e encarte de luxo, contendo comentários dos compositores, como o Katsuhiro “Funky KH” Hayashi e Hiroshi “HIRO” Kawaguchi.

Infelizmente, não há nenhum arrange ou remix feito pela [H.] ou por algum outro artista, mas vale a pena colecionar, principalmente se for fã da Sega. O título estará disponível na Amazon.jp no dia 16 de agosto, custando 3675 ienes – ou 74 reais, desconsiderando o frete.

Só quero ver o que irão preparar para os 20 anos do Sonic…
 
Fonte: Gamewatch
Categories: Arcade, game music, notícias

A incrível coleção de arcades de Michael Jackson

Que Michael Jackson gostava de games todo mundo já sabe. Que ele fez um filme chamado “Moonwalker“, que se tornou game em várias plataformas também. O que talvez nem todos saibam é que ele tinha uma coleção enorme e impressionante de arcades dos mais diversos tipos e épocas – e que provavelmente poucas pessoas chegaram a conhecê-la de fato.

Leia mais…

Categories: Arcade, artigos, curiosidades

Versão de Magical Sound Shower cantada por Hatsune Miku no Vocaloid

Antes, uma breve explicação: Vocaloid é um software musical capaz de sintetizar vozes apenas digitando a letra da música e sua respectiva composição. Lançado em 2004 pela Yamaha, o aplicativo conquistou o Japão. Diversos vídeos são postados no Youtube e no Nico Douga (site de vídeos japonês) com inúmeras versões de músicas famosas feitas no Vocaloid. O software possui várias versões, uma para cada “cantor” que, no caso, são personagens que dão nome ao respectivo lançamento do programa. A personagem de maior sucesso se chama Hatsune Miku.

Dada a devida proporção do fenômeno, a Sega lançou para o PSP o Project Diva, um jogo de ritmo baseado em canções que utilizam os arranjos do Vocaloid. Estrelando Hatsune, o game teve uma ótima receptividade, tendo inclusive um port para os arcades.

Como o jogo é da Sega, não podia faltar uma música clássica de algum jogo da empresa. E a escolha não poderia ser melhor: Magical Sound Shower, uma das músicas mais icônicas da empresa – e uma das mais remixadas/rearranjadas/assoviadas/whatever – tem sua versão para o jogo. Parece que foram aproveitados alguns arranjos da versão que a SST Band fez para a música, em 1987, porque a percussão e o piano são praticamente idênticos

Confira o videoclipe, e sinta a brisa (tente evitar relacionar as letras em japonês com palavras em português, por favor)

Na trilha sonora do jogo, há uma versão estendida, que termina com uma referência a um outro jogo da Sega. Tente descobrir qual:

Magical Sound Shower – Kusemono (from Swantone) feat. Miku Hatsune

Bandas de Game Music: S.S.T Band

Muito antes do oc-remix, muito antes das bandas covers… Havia a SST Band!

 

A ideia desse especial é mostrar que. no Japão, o mercado de Game Music já existe desde os seus primórdios – tanto que, a partir da segunda metade dos anos 80, as próprias empresas desenvolvedoras de jogos patrocinavam seus músicos para formarem bandas, e assim, rearranjar com instrumentos mais próximos à nossa realidade aquelas canções que entravam na mente através dos sintetizadores limitados dos consoles e das placas de arcade.

Nessa primeira matéria, um especial de duas partes sobre a banda pioneira: a S.S.T Band, da Sega.

Veja as bios dos integrantes, e os vídeos e músicas de seus shows ao vivo, que levavam vários gamemaníacos ao delírio!

Miniaturas de Games

Por morarmos num país aonde os games são tratados oficialmente como lixo futilidade, ao contrário do Japão, basta a nós, pobre gamers brasileiros, ficar babando pelo que sai neste país.

Uma das várias e interessantes bugigangas baseadas nos games são as chamadas “gashapon” – ou miniaturas. Neste caso, são chaveiros ou miniaturas de alguma tela ou personagem dos games mais famosos, bem fiéis aos mesmos.

Veja as imagens abaixo (e clique para ampliar):

.

Chaveiros de Personagens de games:

Eu quero um chaveiro do Mario!

Leia mais…

Categories: Arcade, Nes, Nintendo DS, variedades

Em busca de Sheng Long

Em março de 1991 foi lançado o que para muitos foi o maior jogo de arcade de todos os tempos: Street Fighter 2. Nos meses a seguir, uma febre mundial tomou conta dos fliperamas do mundo inteiro, algo nunca visto nem antes nem depois do game. Em 1992, no auge da febre, um rumor se espalhou de forma espantosa no mundo todo: a lenda de um lutador secreto, mais poderoso que qualquer outro. Seu nome era Sheng Long.

Revistas especializadas garantiam que ele existiria, o seu nome aparecia no game, no manual do game, todo mundo conhecia alguém que dizia ter um primo ou amigo que viu ele. Para muitos foi apenas uma lenda, para outros, realidade, mas com certeza este foi um dos maiores rumores da história dos games de todos os tempos. Até que ponto tudo não passou de boato? O que havia de real? A lenda virou mesmo realidade? Qual a história real de Sheng Long? Descubra todas as respostas a seguir.

>>  Ler a matéria completa  <<

Categories: Arcade, segredos, Super Nes

Fantasy Zone II DX – Review

Após o lançamento de Fantasy Zone para o Arcade e suas milhares de conversões para todos os consoles da época, a Sega decidiu dar continuação à saga de Opa-Opa. No entanto, a decisão da plataforma que abrigaria o jogo foi um tanto questionável: Fantasy Zone II: The Tears of Opa Opa foi lançado para o Master System, considerado um retrocesso técnico em relação à placa System 16, que abrigava grande parte dos jogos de Arcade da Sega na época. Apesar do jogo possuir um dos melhores gráficos para o console, nem de longe chegava a todo o potencial que poderia ter sido alcançado caso o jogo tivesse sido concebido originalmente para os fliperamas. Assim, apesar da continuação ter sido um sucesso, os fãs da série encararam FZ II como uma oportunidade perdida de uma continuação que fizesse jus a seu predecessor no quesito técnico.

Acompanhe o review desta excelente continuação para Arcade/Playstation 2

 

Categories: Arcade, Playstation 2, reviews