Passagem Pirata está de volta! O vencedor da enquete anterior foi o jogo Futebol Descentralizado #93 para Super NES, mas como não há tanta coisa assim a falar do jogo, resolvi falar de mais dois jogos que foram feitos no Peru e que abrangem o campeonato peruano também. Fico devendo o Fútbol Peruano 97 que é baseado no International Superstar, mas o falarei em um futuro post no qual cobrirei os piratas do International Superstar Soccer Deluxe.
Antes da última rodada, classificavam dois times e quem liderava era o Japão com 5 pontos e 3 gols de saldo e em segundo lugar, Arábia Saudita, com a mesma quantidade de pontos. Atrás, na sequência, todos com 4 pontos: Coreia do Sul, Iraque e Irã. Em último lugar, a Coreia do Norte com 2 pontos. Essa última fase foi toda disputada em Doha, no Catar. Na época, a vitória valia 2 pontos e não 3, como atualmente.
UPDATE: O grande Johnny “ManoGalo” fez a tradução da linha do tempo! YAY!
Zelda é uma das franquias mais bem sucedidas da história. Arrisco até a afirmar que é a melhor – pelo simples motivo de Ocarina of Time ser sempre lembrado como um dos melhores jogos de todos os tempos. Nem sempre foi assim, mas não vamos contar com aquelas porcarias lançadas pela Phillips nos anos 90.
Fato é que nunca ninguém tinha explicado a linha do tempo da história. O que vem depois do Link’s Awakening? E onde se encaixa o Ocarina of Time e Majora’s Mask? Todos os jogos estão interligados em uma única história?
A história é dividida no Ocarina of Time, que serve de base para 3 diferentes ramos. E como neste link (sem trocadalhos), os melhores jogos são aqueles onde Link falhou ao tentar selar Ganon.
E, para quem não sabe, isso tudo não foi inventado por fanboys malucos e com muito tempo em mãos. Essa linha do tempo faz parte do livro que comemora os 25 anos de Legend of Zelda (esse jogo é mais velho do que eu, pqp). E um dos supervisores desse livro é Eiji Aonuma, o diretor das séries. Ou seja…
Não sou o maior entendedor da franquia, porém sei da importância dessa linha do tempo e das intermináveis discussões entre os fanboys sobre onde cada jogo se encaixa. Seria esse o fim dessas discussões? Espero que os comentários me provem o contrário.
É sempre interessante quando pessoas se dedicam a experimentos como esse, não somente porque trazem uma nova abordagem de músicas imutavelmente clássicas, como também reafirmam de que a diferença entre os chips sonoros do Mega Drive e Super NES eram mais questão de gosto do que por parecer técnico – apesar do console da Nintendo levar realmente uma certa vantagem neste último aspecto.
Diante das discrepâncias de som entre os dois consoles, o misterioso Mixer Productions adaptou as músicas de Donkey Kong Country originalmente eternizadas por David Wise no Sony SPC700 do Super Nintendo para o Yamaha 2612 do Mega Drive. Utilizando timbres de jogos como Ristar e Ecco the Dolphin aliados aos samples (sons pré-gravados) de diversos outros jogos do console da Sega, o músico fez uma transição muito interessante das faixas, que, apesar de contarem com recursos de produção musical muito mais avançados e eficientes que os artistas em 1994 teriam à disposição para o Mega Drive, ainda nos fazem pensar como seria uma possível adaptação naquela época.
“Não foi uma transição fácil, já que vários sons incidentais de grande parte da trilha sonora original não são apropriados para o chip de som do MD” declarou no arquivo .txt que acompanha o álbum. “Mas, com a ajuda do VOPM, o Ultimate Genesis Soundfont, e de vários samples digitais que possuo, acredito ter feito um bom trabalho”
Se quiser tirar a prova, basta ver o vídeo abaixo, com um Megamix contendo todas a maioria das faixas presentes no álbum. É interessante ouvir o tema principal do jogo e perceber sons de Streets of Rage… Apesar de que, em outras faixas, os timbres parecem muito estridentes, tirando aquela suavidade ambiente presente na trilha original.
O canal no Youtube da Mixer Productions conta com muita Game Music, seja original ou remixada. Lembrando também que ele já fez a adaptação da trilha de Donkey Kong Country 2, além de várias outras experimentações semelhantes. Basta apenas acompanhá-lo ali ou no Facebook
Este post é parte do especial “20 anos de Super Nintendo” que comemora os 2o anos de lançamento do console. São ao todo cinco posts, onde cada membro do site comenta sobre os três games mais importantes do console em sua vida, sendo organizados por um índice geral.
A Nintendo nunca foi minha empresa favorita, muito menos os jogos que saiam na época me interessavam tanto quanto aqueles da sua concorrente SEGA. Não sei dizer o porque – afinal, quem sabe dizer? – mas de certo tudo que joguei do SNES foi depois de me tornar um velho e chato. Então minha visão dos jogos vem descarregada totalmente de uma nostalgia, já que não tive contato algum com um SNES até os meus 13 anos. E nunca fui o feliz dono de um. Mas isso não é problema!
Este post é parte do especial “20 anos de Super Nintendo” que comemora os 2o anos de lançamento do console. São ao todo cinco posts, onde cada membro do site comenta sobre os três games mais importantes do console em sua vida, sendo organizados por um índice geral.
Minha história com o Super Nintendo enquanto console, se resume em um jogo: International Superstar Soccer Deluxe. Joguei muito tanto ele quanto as muitas versões piratas que circulavam por aí. Esses jogos eu só joguei com o uso de emulador, apesar de já conhecê-los a partir de revistas e todos são muito bons. Se na época tivesse um Super Nintendo, com certeza teria todos eles.
Este post é parte do especial “20 anos de Super Nintendo” que comemora os 2o anos de lançamento do console. São ao todo cinco posts, onde cada membro do site comenta sobre os três games mais importantes do console em sua vida, sendo organizados por um índice geral.
Cá estou, Flavio Master, na segunda etapa de nossas homenagens ao 16 bits da Nintendo. Está na cara que não vai dar pra lembrar dos games mais queridos de todos, até porque já está mais do que provado que a maioria de nós são uns “Seguistas lazarentos”, mas é impossível ignorar um console com a projeção e a história na cultura gamer que o SNes teve. E minhas escolhas são baseadas menos em parâmetros técnicos e mais na emoção e diversão que estes jogos me proporcionaram, embora alguém possa achar que estou pagando de alternativo ou imitando o Talude. Enfim, chega de conversa mole, ao post!
Admito que o 16 bits da Nintendo nunca foi meu preferido, mas não dá pra ignorar que o sucesso do bichinho é bastante justificável, com games memoráveis e adaptações incríveis. Sempre me batia aquela ponta de inveja quando a discussão com os Nintendistas chegava ao tópico “jogos de luta”, onde o Super Nintendo sempre se mostrava competente e superior. Como fã incondicional desse gênero, me vi obrigado a comprar um depois de um tempo de relutância. E, claro, logo vi que o SNes não se resumia apenas a jogos de porrada.
Street Fighter EX Plus Alpha na sua versão para Super NES foi eleito com uma enorme vantagem em relação aos outros jogos. O resultado final detalhado está aqui embaixo. Logo após a análise do jogo e os cenários e dos personagens dele você poderá escolher o próximo jogo da jornada, agora com somente jogos de NES. Como Street Fighter ganhou esta, ele não aparece nesta enquete.