Qualquer fã da Sega conhece muito bem o Takenobu Mitsuyoshi, compositor de Game Music que não somente transitou pelas trilhas sonoras mais memoráveis da empresa nos anos 90 (de Virtua Racing até os principais temas de Shenmue) como também possui uma distinta porralouquice, sempre buscando uma oportunidade para cantar e executar suas estripulias. O cara é uma figura mesmo.
Além disso, ele também é o compositor/cantor/gritador de Daytona USA, que saiu recentemente para a XBLA e PSN, “remasterizado em alta definição”. Dentre os destaques desta releitura, há o suporte a widescreen, jogo online até 8 jogadores e um modo Karaokê, que, como o leitor Christian bem apontou, consiste apenas na corrida normal com as músicas em versão instrumental acompanhadas das letras surgindo na tela, para que todos possam cantar. Meh.
De qualquer forma, é mais uma chance do showman da Sega brilhar. E, através deste vídeo, ele mostra a que veio. Ao som de “The King of Speed”, o músico tenta jogar, cantar e fazer palhaçadas em frente à câmera. O resultado é indescritível, é melhor vocês assistirem:
“E de novo esse blog voltou a falar do Sonic o tempo todo?”, você deve se perguntar. Mas dessa vez é por uma boa causa. Os 20 anos do personagem não somente são uma comemoração importantíssima de uma franquia que sobreviveu em grande estilo aos trancos e barrancos, como também marcam a celebração de um jogo que finalmente faz jus a este aniversário e se redime de todas as falhas anteriores.
Tomb Raider é um dos games que ganhou mais de uma adaptação para o cinema, diria eu que por mérito de sua voluptosa protagonista, mas também pela qualidade do jogo em si, que sempre despertou a atenção dos gamers em geral desde sua aparição no Sega Saturn. No filme, quase tudo do jogo foi dispensado para dar atenção justamente à desenvoltura da personagem principal, na pessoa da Angelina Jolie, que encarnava bem a personagem, mas como o roteiro não ajudava em nada, o primeiro filme sobreviveu e o segundo falhou miseravelmente. Já falamos disso aqui nas resenhas da Maratona Game Movies, você pode ler sobre Tomb Raider e Tomb Raider: A Origem da Vida e vai entender direitinho do que estamos falando.
Pois bem, para a maioria isso seria um motivo suficiente pra nunca mais se aventurarem a fazer outro filme da franquia, mas não é o que pensa Graham King, dono da GK Filmes e produtor de oscarizáveis como Diamante de Sangue e Os Infiltrados, que comprou os direitos para uma nova produção e já prometeu para 2013! E aí, Jolie volta para o papel?
Essa é uma história já conhecida no underground: Doom plagiou algumas músicas de metal em seu jogo. A set list de covers é grande e muito boa – pra quem é fã do estilo musical como quem vos fala.
Na Nova Zelândia acontece a Copa do Mundo de Rugby, sendo que durante a mesma edição realizada em 1995 a Electronic Arts a partir do seu selo canadense que até então estava nascendo ainda, a EA Sports (ao menos, na época, a sede da empresa ficava no Canadá) lançou dois jogos com o mesmo tema: Rugby para o Mega Drive. Enquanto o tema era o mesmo para ambos, eles não eram exatamente iguais.
Se existisse um prêmio para a comunidade mais produtiva de material envolvendo uma franquia de games, com certeza seria a de Mortal Kombat. Utilizando os sprites ripados dos jogos mais clássicos da série, alguns fãs desocupados – não necessariamente nessa ordem – conseguem criar diversos vídeos e animações que povoam os sites de humor e blogs de games, incluindo este espaço aqui, já que não é de hoje que abordamos trabalhos relacionados a Mortal Kombat.
Os vídeos abaixo foram produzidos por Steve Williams, mais conhecido pela animação da corrida entre diversos personagens dos games – que, como a gente lembra bem, apareceu em todo lugar. Uma marca comum que ambos os trabalhos possuem está na utilização bem criativa – e trabalhosa – dos personagens, criando situações absurdas e bem engraçadas, além de perfeitamente bem elaboradas.
Agora que já praticamente escrevi um review do cara, vamos lá. O primeiro é essa disputa de Ping-pong entre Johnny Cage e Baraka. O resultado saiu até no jornal:
À medida que os games foram evoluindo, novos temas consideravelmente mais “adultos” passaram a ser abordados nos jogos. Inevitavelmente, o erotismo está dentre as novas tendências de roteiro dos games atuais. Cada vez mais presentes e explícitas, as cenas de sexo podem servir tanto à proposta de avançar ou adicionar algum elemento à trama – como visto em Heavy Rain - como também a de ser apenas um minigame, uma experiência efêmera que apenas quebra o gelo – como no caso da série God of War, por exemplo. No entanto, não é de hoje que os desenvolvedores procuravam diversas formas de representar a libertinagem através das limitações tecnológicas. Às vezes, a coisa era bem sutil; em outras, nem tanto. Confira uma lista com cinco dos momentos mais devassos do retrogaming! Mas antes, claro, tire as crianças da sala.