No último domingo (24/04), a emissora universal do reino do segundo lugar, mais conhecida como Rede Record, apresentou ou seu “Fantástico cover”, o Domingo Espetacular, uma reportagem a respeito dos jogos violentos, com muita ênfase propriamente nos FPS. Motivo: o “Atirador de Realengo”, Wellington Menezes de Oliveira, teria feito o que fez influenciado pelos jogos violentos no computador. A reportagem despertou a ira por parte dos gamers, que mesmo antes da reportagem ir ao ar, apenas após a chamada, já começaram a retaliação via Twitter (#GamersContraR7). A hashtag chegou a ser bloqueada, mas parece que já está ativa de novo.
O que haveria nessa tal reportagem? Claro que o mais provável é que a TV tenha despejado mais um monte de entulho ideológico na sala de quem viu, mas achei mais sensato assistir a tal matéria e depois dar meu voto de apreciação… ou depreciação! Aceitam me acompanhar nessa?
O vídeo acima tem a reportagem completa, cerca de 10 minutos. Sugiro que assistam antes dessa discussão, pra que ninguém diga que somos uns “istas idiotas” que saem criticando sem saber do que se trata. Vamos lá!
Creepypastas de jogos estão ficando cada vez mais constantes. Ainda bem. Além do caso da música de Lavender Town, outra história que ganhou bastante fama é a do cartucho amaldiçoado do Zelda: Majora’s Mask, de Nintendo 64. Para quem tem preguiça de ler, basicamente uma pessoa comprou um cartucho de uma criança chamada Ben, que morreu afogada num lago, e de alguma forma está amaldiçoando o jogo. Já fizeram até um curta metragem baseado na história, pelo amor de Deus.
Mesmo com toda a falsidade da coisa toda, acho muito impressionante e legal a criatividade que alguns têm em pregar peças e nos assustar – sem contar a habilidade para modificar as ROMs e fazer os vídeos. E ainda por cima usando os jogos para isso! Ainda estou aguardando um jogo baseado totalmente nessa forma de metalinguagem, que consterna através do imprevisto, do aleatório. A parte final de Metal Gear Solid 2 chegou perto nesse sentido – pelo menos dentre os jogos que conheço. Aliás, parece que a pessoa que idealizou a história do Majora’s Mask está produzindo um jogo totalmente baseado nessa experiência, para os PCs. Vamos ver no que vai dar.
Enquanto isso, eis que então surge mais um ser desocupado com espírito de porco, e faz algo semelhante no Super Mario 64. O vídeo tem algumas coisinhas toscas, mas o final é tenso! Só queria que fosse mais longo. Bem, assista, preferencialmente com as luzes apagadas, sozinho em casa, e com um copo d’água em cima da TV, para qualquer urgência.
Sonic CD é um dos jogos mais controversos da série, porque não se chega a um consenso se de fato pode ser considerado como um game bom ou ruim. Tanta discordância de opiniões e o fato de não ter sido produzido pelo Yuji Naka apenas contribuíram para ser ofuscado pelos jogos do Mega Drive, mais populares e acessíveis – até hoje, quando a maravilha tecnológica da emulação possibilitou que muitos o considerassem o melhor da série clássica. Pessoalmente, não gosto do design de fases extremamente confuso e da trilha sonora da versão americana, que é horrenda e desprovida de qualquer inspiração. Mas o objetivo não é discutir sobre o jogo, mas sobre um segredo bem assustador que ele possui…
Em meados do ano passado caiu na rede um suposto trailer de um próximo filme de Mortal Kombat. Na verdade, era apenas um video produzido por Kevin Tancharoen, um diretor de filmes pouco alardeados, mostrando um universo onde Reptile era um psicopata deformado de nascença, Baraka era um cirurgião rastafari maluco que implanta lâminas no próprio corpo, Shang Tsung é um empresário corrupto e Jhonny Cage um ator maconheiro que morre logo de cara, enquanto Scorpion, membro de um grupo de assassinos mercenários, é o herói da história. Igualzinho ao jogo, né?
NOT!!!
Embora Tancharoen estivesse descaradamente cantando um filme para o cinema ou série de TV, a Warner, detentora dos direitos cinematográficos da franquia, aprovou apenas a produção de uma web-série, de forma que, para o bem ou para o mal, Mortal Kombat Legacy, lançado no dia 12 de abril de 2011, já é uma realidade.
Um dos maiores baratos do Mega Drive é que ele continua vivo através da cena homebrew, que consiste na produção independente de jogos e aplicativos para o console. Vários jogos e projetos grandiosos – como o RPG Pier Solar – viram a luz do dia através do 16-bit, que continua sendo explorado pelos programadores retrôs pela sua facilidade em programar e dispositivos de segurança mais frouxos. Assim, temos o lançamento de games que nunca exploraram o potencial completo do videogame durante sua vida útil, e esse é o caso de Crazy Bus, que consegue ir tão fundo como nenhum jogo jamais foi! Prepare-se para chorar!
Como prometido, a empresa postou no Facebook do ouriço o vídeo promovendo a comemoração de 20 anos do seu personagem principal. Basicamente, podemos até encarar como um teaser, já que apenas mostra uma animação em CG com o ouriço (em sua forma atual) correndo por diversas paisagens reconhecíveis aos fãs. Taí o vídeo upado no Youtube:
Um dos projetos mais aclamados da Internet teve sua versão final lançada no último dia 3, para surpresa e alegria dos fãs retrogamers. Em relação aos jogos anteriores, o game não deve absolutamente nada, muito pelo contrário: é o mais próximo que se pode conseguir de uma versão definitiva da série, reunindo o melhor de cada jogo da franquia e adicionando novos elementos à jogabilidade que só aumentam a diversão e longevidade do remake. E o melhor de tudo: é gratuito!
Milhares de análises e comentários aclamando o game virão com o tempo, então nada melhor que apresentá-los na especialidade desta casa: através de uma vídeo-análise! Para aqueles que estão com preguiça de baixar (por causa dos “gigantescos” 200 MB de peso) ou de jogar de frente para o computador, assistam este vídeo e descubram porque esse game é um verdadeiro must-play!