Infelizmente eu era muito novo para lembrar, mas parece que o SBT também teve seu programa de games, apresentado pelo (até então) garoto-propaganda da emissora: Gugu Liberato, que na época fazia esse e uns outros 50 programas na rede do Senor Abravanel.
Diferente de outras atrações relacionadas a videogames, os registros são escassos, e o único vídeo disponível é esse trecho retirado de uma reportagem sobre os 25 anos de carreira do apresentador.
http://www.youtube.com/watch?v=ge9p6oxgNX8
O programa, patrocinado pela Tectoy, tinha quadros envolvendo competições entre jogadores, outras brincadeiras, e o quadro do Chroma-Key ilustrado acima.
Publicidade, cheia de gírias descoladas
Apesar de parecer bem tosco, devia ser muito divertido assistir nas tardes de domingo essa jóia, ainda mais com os característicos ataques do Gugu gritando “Pontoooooooooo!”
Mais uma do College Humor. Como o nome já diz, o vídeo mostra alguns jogos com um modo de dificuldade um pouco abaixo do convencional. É tão estúpido que não dá para não rir. E ainda tem uma pitada de humor negro no final!
Muito antes do WiiMote, Kinect ou PS Move, lá estava a Sega experimentando com novas tecnologias. Como todos sabemos – e a empresa aprendeu com o tempo – nem sempre o pioneirismo traz bons resultados, e um dos maiores exemplos está noSega Activator. O sensor de movimentos vinha até com uma fita VHS demonstrativa ensinando como executar os comandos referentes ao controle convencional, o que já é suficiente para explicar a dificuldade de jogar com esse acessório. Um round de Eternal Champions era o suficiente para exaurir todas as forças do pobre jogador.
De qualquer forma, imagens valem mais do que palavras. Esse vídeo é do programa Siskel & Ebert At The Movies. Como o nome já diz, o programa foca em críticar os lançamentos cinematográficos; mas Roger Ebert – o irmão do Jô Soares no vídeo – havia declarado na época que videogames não eram uma forma de arte. Olhando atualmente, é fácil dizer que ele estava bem enganado; porém, já o tentavam convencer do contrário, apresentando-lhe o acessório. O resultado é uma das coisas mais ridículas que já vi, tão engraçado quanto os nerds dançando com o Kinect ou o Shigeru Miyamoto com um WiiMote sofrendo interferência. Prepare-se:
Confira as memórias, curiosidades sobre a trilha sonora, e o remix exclusivo de uma das melhores músicas de Phantasy Star III, que estreou no programa Mega Drive For Life, da Rádio GamerStation, e contou com a participação de Eric Fraga, do blogCosmic Effect.
Já imaginou como seria se a onda dos crossovers de games de lutas tivesse passado pelo NES? E que houvesse um jogo no qual os times seriam os personagens da CAPCOM, Nintendo, Konami entre outros? Então veja o excelente vídeo “The King of Famicom” (versão em Inglês):
Agora… será que alguém poderia ter a gentileza de criar este game!?
O criativo nome deste post na verdade é o nome de um “indie” game que está fazendo barulho lá fora. Ele está disponível na Xbox Live por mísero $1,00 (um dólar, ou 80 MSP). É um jogo de zumbis, como já diz o título – lembrando Geometry Wars. Eles aparecem infinitamente e sua missão é sobreviver até acabar a música, em torno de uns 13 min.
E aí chegamos ao ponto chave do jogo. Além de ter um nome dos mais criativos (“Eu Fiz um Game com Zumbis!!!”), a alta diversão, o que mais chama a atenção do game é a música. Num estilo trash forçado (o cantor é muito engraçado!), ela interage com o game, mudando de estilo – por exemplo techno ou hard rock – de acordo com o cenário e inimigos, além da letra ser projetada durante o tiroteiro. E a maior parte da letra você já deve ter imaginado qual é…
A música é muito legal e marcante e vai ficar martelando no seu cérebro muito tempo depois de escutá-la. Não vou me surpreender se ela virar hit nos próximos VGL (Video Game Live). Sem dúvida “I MAED A GAM3 W1TH Z0MBIES 1N IT!!!1″ é uma ótima surpresa!
Todo mundo que joga algum game na vida tem sua personalidade refletida na maneira como joga, assim como sua experiência no game também ajuda a definir que tipo de jogador ele é.
No game de tiro em primeira pessoa on-line Counter Strike (CS) isso fica ainda mais evidente. É exatamente este apelo do qual os hilariantes vídeos da Flash Deck Animations , parodiando o CS, se aproveitam.
Usando sticks (palitos), vários tipos de gamers jogando CS são representados de maneira muito engraçada. Impossível não rir com o camper que escuta Britney Spears enquanto espera seu inimigo, o pobre e esforçado jogador com lag, o noob (newbie) que fica mais perdido que qualquer um, o hacker que sempre tenta trapacear no game, o jogador de CS profissional, etc. Veja:
Meu personagem preferido? Dumbass, lógico!! Me matei de rir com ele! Qual o seu preferido? Comentem pessoal!