Street Fighter EX Plus Alpha na sua versão para Super NES foi eleito com uma enorme vantagem em relação aos outros jogos. O resultado final detalhado está aqui embaixo. Logo após a análise do jogo e os cenários e dos personagens dele você poderá escolher o próximo jogo da jornada, agora com somente jogos de NES. Como Street Fighter ganhou esta, ele não aparece nesta enquete.
É a nova maratona do Passagem Secreta onde irei fazer uma viagem pelos jogos que marcaram a pirataria. E o que são considerados jogos piratas? São todos aqueles produzidos sem a licença da empresa que criou o videogame, muitas vezes totalmente originais (como os da Camerica), os jogos feitos com personagens de outras empresas utilizados sem licença (como os Street Fighters para NES) ou mesmo um hack de jogos oficiais (como os Futebol Brasileiro de SNES). Todos eles entram na categoria de jogos que serão analisados nesse blog.
Por mais que as revistas brasileiras falassem que jamais falariam de jogos piratas, elas sempre acabavam falando, principalmente a Ação Games. A SuperGamePower chegou a falar, ainda que rapidamente do Divine Sealing (Mega) e o Strip Fighter (TG16) mas aqui falaremos somente das matérias completas em si. Os jogos citados serão melhor detalhados no futuro aqui mesmo no Passagem. Clique nas imagens para ampliá-las.
PS: Ainda faltam algumas revistas mas assim que elas foram escaneadas, me comprometo a atualizar este artigo e avisá-los.
Volto a falar de um assunto que gosto demais: os piratas, hacks e assim por conseguinte. Na América do Sul houve produção de jogos tanto de forma legal quanto ilegal de games durante o período dos 16 bits tanto no Brasil, quanto na Argentina e no Peru. Na Argentina há de se considerar três jogos que foram emulados: dois hacks, um de futebol e um de corrida e um original, de truco! A propósito, antes que alguém comente, é possível que a origem do futebol argentino, brasileiro de SNES sejam peruanas, com a narração bizarra feita lá. Topdos os jogos citados aqui foram vendidos na Argentina e em outros países da América do Sul.
O nome parece muito estranho, não? Mas é a verdade: O hacker bielo-russo Kabal_MK pegou o jogo Ultimate Mortal Kombat 3 de Mega Drive e teve a insana ideia de colocar todos os personagens que já existiam nos quatro Mortal Kombat desse console. E mais ainda: ele resolveu acrescentar os movimentos novos do Mortal Kombat Trilogy (como o Red Shadow Kick do Johnny Cage ou o Reverse Lighting Toss do Rayden).
Eu sempre fui fã de games piratas. Isso me despertou a curiosidade sobre este vídeo no Youtube, bastante interessante:
Trata-se da adaptação de games que foram lançados de forma pirata para o NES para o formato de MUGEN (criador de games de luta, assim como o RPG Maker para RPGs e OpenBOR para Beats’n'Up). E é uma versão diferente, que mistura os games Street Fighter II e Street Fighter III, Fatal Fury Special e o curioso World Heroes, todos de NES, ao contrário do normal dos jogos de MUGEN que são centrados nas versões de 16/32 bits. Os personagens disponíveis são:
Ryu, Ken, Chun Li, Guile, Blanka, Dhalsim, Honda, Zangief, Balrog, Vega, Sagat, M. Bison, Akuma, Sheng Long, Akuma, Haggar, Dan, Terry Bogard e Sean. Todos com sprites de 8 bits.
Essa é uma boa para quem curte jogar até esgotar todos os achievements de cada game: o hacker Cinossu, do site Sonic Retro – que contém uma série de outros romhacks muito legais do Sonic – produziu uma versão do primeiro jogo do personagem com suporte a estatísticas online no recém-inaugurado Retro Channel, que será testado enquanto os usuários o utilizam com esse game. Mas não são apenas pontuações e tempos que o sistema armazena. O jogo também possui 50 achievements para serem destravados. O mais legal é que o site não revela exatamente o que deve ser feito para conseguir tal achievement, deixando a tarefa de descobrí-los para os jogadores. Após cada novo objetivo ou recorde batido, o game envia resultados como número de inimigos atingidos, tempo e anéis pegos para o site, que associa ao login que você especifica na própria rom.