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O que você jogou em 2012?

Games que joguei em 2012

Se você está lendo este post significa que o ano de 2012 está acabando, o mundo não terminou dia 21/12 e o Passagem Secreta milagrosamente renasceu das cinzas após seguidos problemas no segundo semestre. E, mais uma vez, mesmo que tardiamente mas cumprindo com o prometido, estamos (dessa vez apenas eu, raios!) participando de mais um meme: os jogos que mais joguei no ano de 2012.

Todos que me acompanham aqui e nas redes sociais sabem como eu reclamo da falta de tempo para jogar – motivo pelo qual ainda não abracei a nova geração de videogames. Sabendo que só a praticidade de um portátil unida a uma penca de emuladores poderia me salvar, no final de 2010 comprei um Dingoo. Decisão que não poderia ser pior, já que depois de um mês de jogatina, ele resolve dar os mais variados problemas possíveis e imagináveis para logo depois “morrer”.  No ano de 2011, como vocês puderam ver, minha jogatina foi bem deprimente.

Eis que 2012 chega e tomo a melhor decisão ever: comprar um PSP! Eu, que acompanho os videogames desde o Atari2600 e havia parado no Psx em termos de console, pude conhecer algumas séries mais recentes como God of War, Assassin´s Creed e jogar emuladores diversos com toda a qualidade e facilidade características do notável portátil da Sony. Consegui, finalmente, voltar ao mundo hardcore dos games (viva os botões!).

Chega de blá blá blá, segue a lista dos principais jogos que joguei em 2012 e algumas palavras com as impressões que tive sobre cada um deles (nada de reviews por hora) para que cada leitor possa ter o interesse (ou não) de jogá-los no futuro.

 

God of War – Ghost of Sparta (PSP)

gow

 

 

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Este foi um dos primeiros jogos que rodei no meu PSP e, logo de cara, o que impressiona são os gráficos. São soberbos, incríveis, lembram em alguns momentos algum jogo da série para PS3 (ok, exagero, eu sei). Este game (como toda a série, aliás) não traz nada de muito novo aos videogames, mas ele executa muito bem aquilo que propõe. É um game de ação frenético, com bastante apelo visual. O seu caminho, muito linear às vezes, é recheado de Quick Time Events (sequência de ação resumida ao aperto de um ou mais botões), alguns puzzles simples e vários inimigos gigantescos –  um dos pontos altos do game.

 

Bom: os gráficos.

Ruim: muito linear

Quem poderá gostar: fãs de ação ou mitologia.

Status: vencido.

 

Undead Knights (PSP)

Undead Knights

 

 

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O game me atraiu inicialmente pela sua apresentação: uma batalha medieval em que os invasores de um castelo transformam seus oponentes em zumbis, criando rapidamente uma legião que, inevitavelmente, leva à queda do inimigo. Undead knights é um ótimo game de ação, com cenários em 3D, e você tem a possibilidade de controlar três personagens com a habilidade de transformar seus oponentes em zumbis. Estes são rápidos, habilidosos e obedecem aos seus comandos. Como resultado, você vê-se envolvido em batalhas com uma penca de inimigos e zumbis aliados se digladiando numa deliciosa bagunça perfeitamente fluída (poucas vezes o frame rate cai). Junte a tudo isso vários combos e golpes especiais e a diversão está garantida.

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Bom: sistema de jogo, muitos personagens na tela.

Ruim: história confusa, jogo curto.

Quem poderá gostar: quem curte games de ação, especialmente com muitos personagens simultâneos.

Status: vencido.

 

Legend of Mana (Psx)

Legend of Mana

 

 

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Na época mais hardcore da minha vida, durante a era Playstation 1, em que eu jogava vários RPGs em sua língua de origem, o temido Japonês, eu já havia jogado este maravilhoso game. Naquele tempo consegui chegar muito próximo de terminá-lo, mas a língua nipônica me venceu num de seus puzzles finais. Esta é uma redenção minha (Battletoads, me aguarde!) com o jogo americano, sem revista ou detonado e… cara, como está difícil zerar isso! O jogo é completamente não-linear, contém mais de 60 eventos – muitos deles escondidos ou secretos, onde no final de alguns você ganha artefatos que, com os quais, cria novos estágios no seu mapa-múndi customizável. Apesar de não ser fácil, o jogo é repleto de sistemas automáticos de criação e customização de armas, pets, NPCs e magias, o que facilita os menos experientes. Os cenários são desenhados à mão e são extasiantes, equiparando-se ao divino som deste game.

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Bom: gráficos e músicas.

Ruim: ficar perdido nos labirintos e travado no jogo é uma constante.

Quem poderá gostar: qualquer adorador de um bom RPG japonês.

Status: mais da metade do jogo e travado, pra variar.

 

flOw (PSP)

flOw

 

 

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Alguma vez você olhou num microscópio para ver detalhes invisíveis a olho nu, como por exemplo bactérias?  Tenho certeza que sim. A visão de bactérias enxergadas por um microscópio resume o aspecto visual deste game. flOw é um game diferente de tudo o que você já viu ou jogou. O próprio conceito de jogo é distorcido aqui: não há enredo, informações de jogo como pontos, vida, fase, etc. Nada. Você controla uma espécie de organismo rudimentar como uma bactéria ou ameba e precisa absorver os outros organismos alguns muito menores e outros gigantescos, para crescer e evoluir para outra espécie. O ambiente em que seu microscópico ser vive é estruturado em vários níveis de profundidade, que podem ser acessados usando um portal azul para subir (voltar) e um vermelho para descer. A equipe que criou este jogo indie (a mesma dos fantásticos Flower e Journey) teve um cuidado excepcional em criar uma experiência imersiva e totalmente fora dos padrões.

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Bom: originalidade.

Ruim: a falta de um objetivo claro e de variedade.

Quem poderá gostar: quem gosta de jogos calmos e descomplicados ou indie games inovadores.

Status: vencido.

 

Lost Regnum (Warriors Of The Lost Empire) (PSP)

Lost Regnum

 

 

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Talvez este seja o game que mais joguei em 2012 e a maior surpresa também. Desconhecido pelo grande público, é um ótimo RPG Action e tem suas músicas compostas por um tal de Yuzo Koshiro (alguém aí conhece? ^^). O jogo se passa durante um período medieval e tem todo um ar de fantasia.  Você faz parte de uma equipe de mercenários contratados para livrar uma cidade dos monstros que a infestaram, após o imperador Hadrianus enlouquecer e sumir, causando um enorme caos. Lost Regnum tem um sistema de jogo afiadíssimo, com sistemas complexos de magia, refinamento de armas, habilidades, armaduras e itens pra Final Fantasy nenhum botar defeito. As batalhas, no entanto, são em tempo real e bem difíceis. Prepare-se para passar por algumas das batalhas contras chefes mais épicas de sua história como gamer, onde muita estratégia, habilidade extrema e perfeição de configuração de armas são pré-requisitos. Ah, sim, as músicas de Yuzo Koshiro! São pesadas, sombrias, ambientais e cumprem muito bem o seu papel, fechando com chave de ouro esta pérola do PSP.

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Bom: sistema de jogo impecável.

Ruim: fases de aspecto muito semelhante.

Quem poderá gostar: quem curte RPGs bem complicados ou RPG-Actions.

Status: venci no modo Hell 😀

 

Luxor – Pharaoh´s Challenge (PSP)

Luxor

 

 

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Não sou tão fã assim de puzzles , preferindo jogá-los de maneira casual entre uma partida ou outra de algum outro game mais complicado. Mas este game é tão bem feito e tão viciante que me custou algumas boas semanas a fio de jogatina. A ideia aqui é a mesma criada pelo Bust a Move (o puzzle, não o game de dança): juntar três ou mais bolinhas da mesma cor, de modo que as mesmas desapareçam. Mas aqui a dinâmica é diferente: elas aparecem em fileiras móveis e você precisa além de raciocínio rápido, uma mira muito boa. Os combos, os poderes especiais, os efeitos visuais e a ambientação egípcia fazem a diferença e dão um charme todo especial a este título.

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Bom: diversão altíssima.

Ruim: o fator replay poderia ser melhor.

Quem poderá gostar: jogadores despretensiosos ou fãs de puzzles.

Status: vencido.

 

Tekken 6 (PSP)

Tekken 6

 

 

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Tekken 3 sempre foi um dos games de luta preferidos por mim na geração Psx, junto a The King of Fighters 8. Um jogo extremamente divertido e exuberante, desde a apresentação incrível em CG até os extras, que me prenderam ao jogo por meses, algo incomum em se tratando de um gênero do qual não curto tanto. Dito isto, me pergunto: por quê Tekken 6 não consegue fazer o mesmo? Os gráficos são excelentes, estão entre os melhores do sistema. As CGs são tecnicamente ótimas, mas não possuem o carisma imediatista de outrora – talvez pelo fato de eu pouco me importar com a história da série.  A jogabilidade simples e com resultados exuberantes (vulgo: “como raios eu dei essa sequência de golpes!?”) está lá, intacta, mas uma coisa que estraga uns 60% dos jogos de luta que conheço também: um último chefe altamente irritante, apelão e desproporcional ao contexto do jogo, quando uma apelação ou um surto de raiva é mais eficiente que técnica para derrotá-lo. Alguns personagens e extras descartáveis juntam-se neste pacote.

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Bom: gráficos.

Ruim: alguns personagens sem carisma, último chefe %¨*(=#&¨.

Quem poderá gostar: fãs de jogos de luta, seu primo de 8 anos que adora marretar os botões.

Status: venci (aquele maldito chefão final).

 

Azure Dreams (Psx)

Azure Dreams

 

 

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Podemos dizer que Azure Dreams é um RPG-Action, numa tentativa grosseira de atribuir um rótulo ao jogo. Grosseira porquê este subgênero é incapaz de resumir um game que é na verdade um RPG de ação em tempo real  e por turnos (lembrando muito Vandal Hearts, do mesmo Psx), que mistura características de Pokemon (captura de monstros, criados como familiares e usados em batalhas) e até as melhora (fundir monstros, criando novas criaturas mais poderosas), Diablo (dungeon em níveis, labirintos aleatórios) e até simulação de namoro (você pode conquistar as garotas do jogo :P). A tentativa da Konami de criar seu Pokemon pode espantar muitos jogadores logo de cara devido aos gráficos medianos e músicas ruins mas, aos mais insistentes, é revelado um sistema de jogo fantástico, único e com tantas possibilidades e segredos escondidos que, não à toa, junto a Parasite Eve 2 e Diablo, é um dos games que mais joguei de 1998 pra cá.

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Bom: sistema de jogo único.

Ruim: som irritante, tutoriais desnecessários na primeira partida.

Quem poderá gostar: quem gosta de Pokemon ou Vandal Hearts ou ainda RPGs estratégicos.

Status: vencido inúmeras vezes mas ainda descobrindo seus segredos mais cabulosos.

 

Dragon´s Lair (PSP)

Dragon´s Lair

 

 

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Não sabia o que esperar deste game que, quando lançado em 1983 em laserdisc, estava anos à frente do seu tempo. Pra quem não conhece (merece uns cascudos!), Dragon´s Lair é praticamente uma animação interativa onde comandos simples do joystick definem o destino imediato do personagem Dirk o destemido numa missão de resgate da princesa Daphne, raptada por um dragão – uma fábula jogável, portanto. Posso dizer certamente que esta versão para PSP foi uma experiência agradável. O jogo continua divertido e sobrevive ao tempo devido ao carisma dos personagens, à variedade de situações que Dirk passa, à engenhosidade da aventura, aos inimigos, às inúmeras mortes, ao som competente e vozes muito boas, à simplicidade do jogo e a dinâmica como tudo acontece. Dinâmica esta que faz com que, quando morremos, um desafio diferente seja posto à nossa frente, driblando assim a frustação e a repetitividade que este tipo de jogo invariavelmente causaria. Não há muitos extras além da possibilidade de assistir ao jogo como um desenho.

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Bom: personagens carismáticos, divertido e simples.

Ruim: não há muito replay, jogo curto.

Quem poderá gostar: quem quer um desafio simples e divertido.

Status: vencido em um dia.

 

Echo Night (Psx)

Echo Night

 

 

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Outra grande surpresa positiva de 2012! À primeira vista o game pode sugerir um Resident Evil em primeira pessoa, mas essa descrição passa MUITO longe de suas características. Echo Night é um excelente Adventure em que você não usa armas, apenas foge e, muitas vezes, sua única defesa contra seus inimigos – fantasmas – é acender a luz. A trama é complexa e a sensação que tive é a de estar jogando um livro de Agatha Christie. Você é Richard Osmond, e logo no início recebe a notícia do desaparecimento de seu pai. Logo você descobre o seu envolvimento com um navio desaparecido misteriosamente, o Orpheus. Seu pai estava investigando o assassinato de várias pessoas por um vilão possuidor de um poderoso artefato: uma faca com uma pedra vermelha cravada, que confere ao seu dono poderes inimagináveis, desde que a mesma seja alimentada com sacrifícios humanos. Além de investigar o paradeiro do seu pai, você deve procurar a pedra azul, único artefato que poderá o protege-lo da pedra vermelha. Richard tem a estranha habilidade de ir ao passado para buscar informações, itens ou alterar o futuro (algo como o filme Efeito Borboleta) apenas olhando um retrato ou um quadro, por exemplo. Usando esta habilidade você entra no drama pessoal de cada fantasma que encontra pelo caminho para libertá-los e avançar no game: a noiva que perdeu seu anel de casamento que iria entregar ao seu amado, este partindo a uma viagem sem volta ao Orpheus; o pai que busca pela filha soterrada numa mina abandonada; a assustadora cena da tumba do cemitério, entre outras. A passagem de tempo é real: anoitecer, entardecer, chuva, etc. e a dublagem é muito boa. Echo Night é, enfim, outra pérola perdida no tempo.

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Bom: roteiro, história, personagens.

Ruim: a face estranha de alguns personagens, muito parado às vezes.

Quem poderá gostar: com história bem complexa e alto desafio, além do ritmo arrastado, nem todos gostarão. Quem curte um bom Adventure certamente curtirá o game.

Status: tentando vencer, praticamente no final do game.

 

 

Menções honrosas:

 

Super Mario 64 (N64)

Diddy kong Racing

Plants vs Zombies (PC)

Portal (PC)

Angry Birds Space (Android)

The Punisher (Arcade – CPS1)

Sonic CD (Mega-CD)

Heavy Nova (Mega-CD)

 

E agora eu pergunto: o que VOCÊ jogou em 2012?

Por este ano é só, pessoal! Um maravilhoso 2013 a todos o leitores do Passagem Secreta!

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Conheça os participantes do meme “O que você jogou em 2012?

– Gamer Caduco (http://gamercaduco.com/)
– Vão  Jogar! (http://vaojogar.com.br/)
– Revista Game Sênior (www.gamesenior.com.br/)
– Video Game.etc (http://videogame.etc.br/)
– The Twosday Code (http://yoritoshi.wordpress.com/)
– Passagem Secreta (http://passagemsecreta.com/)
– Gagá Games (http://www.gagagames.com.br/)
– Cosmic Effect (http://cosmiceffect.com.br/)
– Edi (FZ2D) Retro Reviews (http://edireviews.blogspot.com/)
– Forum SEGA Forever (http://segaforever.forum-livre.com/)
– Fúria: blog sobre games (http://furia94.wordpress.com/)
– Zir0 Video Game Nerd (http://emulaziro.blogspot.com/)
– Espaço João Roberto (http://espacojoao.blogspot.com/)

Idealizador e criador do Passagem Secreta, vencedor do prêmio Top Blog, cientista da computação, pós-graduado em Educação, professor e, nas horas vagas, gamer.

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  1. Talude
    31, dezembro, 2012 em 18:44 | #1

    Será que faço a minha listinha tb? 🙂

    • 31, dezembro, 2012 em 18:55 | #2

      Você quem sabe! Lá no Gagá Games mais de um membro participou do meme. Como eu já estava preparando uma lista assim antes de ficar sabendo do meme, foi mais fácil.

  2. leandrobelmont
    31, dezembro, 2012 em 19:57 | #8

    Legend of Mana…o seu final é de chorar cara. toda vez que o termino, não seguro asa lágrimas. zera ele e você vai me entender

    • 1, janeiro, 2013 em 13:49 | #9

      Devo estar a uns 70 ou 80% do jogo concluídos. Se o final for do mesmo naipe das duas aberturas do game (link do vídeo no post) deve ser espetacular.

  3. diegop
    1, janeiro, 2013 em 13:39 | #10

    Esse Warriors of the Lost Empire me interessou… Talvez procure saber mais sobre o game. Ótima lista de games de 2012, aliás. Legend of Mana é, com certeza, um dos melhores RPGs do PSX! XD

    • 1, janeiro, 2013 em 13:47 | #11

      Se achar o Lost Regnum pode pegar pra jogar de boa, já que, logo no início, há opção de textos em Inglês, Japonês ou Mandarim.

      Jogaço, um dos melhores que passaram pelo meu PSP.

  4. Dactar
    1, janeiro, 2013 em 21:29 | #12

    Gostei da sua lista Marcos.Eu também tenho um PSP e este ano de 2012 fiquei na pura e interessante emulação dos 8 e 16 Bit no próprio portátil sagrado da Sony mesmo,já em 2013 pretendo jogar mais os nativos do PSP e da nova geração também.
    Não vou postar lista,apenas deixo meu último jogo zerado há 3 dias,muito bom por sinal:

    Akumaj? Special: Boku Dracula-kun ou "Dracula Kid" do NES.

    • 1, janeiro, 2013 em 22:20 | #13

      Cara, o "Kid Dracula" ou "Castlevania Jr." como chamávamos o jogo aqui, é um dos meus preferidos de NES! Adoro as músicas, o desafio e a ironia do jogo com o clássico da Konami.

      Ao ter esse leque tão grande de jogo para jogar no PSP, prometi a mim mesmo que daria preferência a jogar jogos que pouco ou nunca joguei (seja ele de qual sistema for) ou resolver pendências (jogos que não consegui zerar no passado).

      Apesar de já se passar um bom tempo, ainda falta eu conseguir rodar alguns emuladores de maneira satisfatória. Ainda não consegui rodar games de NES, Master System, CPS2 e alguns outros sistemas. Preciso me dedicar a isso agora em Janeiro…

      • Dactar
        2, janeiro, 2013 em 00:21 | #14

        Legal que vc também conhece Kid Dracula,assino embaixo o que disse sobre o game,muito bom mesmo.
        Resolver pendências e descobrir novas pérolas é o que há na emulação,também sigo essa linha.O "ruim" é quando algum amigo blogueiro faz um puta review de algum clássico e dá aquela vontade de jogar de novo…e acabo rejogando um pouquinho he he he.

        Eu tive o PSP Fat o Slim e agora estou com o PSPGO(sim,por incrível que pareça me adaptei melhor com ele,os botões L,R são ótimos)
        Pra cada época e sistema tinha uma versão de EMU que rodava melhor,por isso é só testando pra ver qual é a do seu PSP e qual roda beleza.
        No NES uso NesterJ 1.12 Plus 0.61 RM
        No Master uso MasterBoy v2.02
        No CPS2 tem que fazer "cache" para algum jogos mas no geral roda lindamente.
        Boa sorte e boa jogatina em 2013.

  5. 2, janeiro, 2013 em 22:23 | #16

    Aew, bacana você ter conseguido botar ordem na casa e participar do meme 😀

    Os jogos que você jogou parecem bons, mas a maioria eu não conheço, acho que nunca nem peguei um PSP nã mão, hwa hwa hwa.

    E eu achei que só eu conhecia o Bust a Move de dança, rzs.

    • 2, janeiro, 2013 em 23:45 | #17

      Passei boa parte do dia 31-12 terminando esta matéria, pra mim foi questão de honra publicá-la ainda em 2012 depois de tudo o que o site (e eu particularmente) passou.

      Muita gente usa o PSP exclusivamente para emulação, já que ele faz isso com perfeição e tem uma tela linda, mas ele também possui alguns games bem interessantes.

      Vale lembrar que todos os jogos de Playstation 1 que cito na matéria rodei no PSP. (meu velho Psx está morto faz bastante tempo).

      E olha outro jogo que adoro sendo citado aqui, o Bust a Move (de dança e japonês, muito melhor que a versão americana)!

  6. Flavio Master
    18, janeiro, 2013 em 22:09 | #18

    Esse Dragon's Lair (foi mal, mas eu detestava o desenho) é igual aquele do Sega-CD?

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