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Palavra-chave: ‘Resident Evil’

Passagem Secreta para um Universo Alternativo – E se… o Dreamcast não tivesse falhado?

Lá vamos nós para outra viagem à realidades paralelas, dessa vez num ponto do tecido tempo-espaço onde o Dreamcast se tornou o mais aclamado videogame já feito pela humanidade (putz, que exagero!). Venha com a gente e veja o que aconteceria se o último console da Sega não tivesse falhado, e mais, se tivesse bombado fodásticamente.

Legal é que o logo do Dreamcast já tem cara de vórtice temporal

Ao passado, mais especificamente em 1998…

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Buteco da Capcom! Um “bar temático” com games no menu

E se você acha que é algum tipo de locadora, pode esquecer. Dia 25 de janeiro os japoneses que sempre tem acesso às coisas mais iradas do mundo em primeira mão poderão almoçar um prato de macarrão de arroz Phoenix Wright e comer um cérebro de zumbi Resident Evil de sobremesa. Estou falando do Bar Capcom, o primeiro restaurante com temática gamer.

Mensagem do poster: “Zumbis querem comer seu cérebro, então pegue sua arma e dê um jeito de defendê-lo”

 

E sim, jamais chegará ao Brasil, o país do carnaval, onde videogame é coisa de criança, então, a menos que você possa estar no Japão nesta ocasião, trazemos a notícia pra você.

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Categories: notícias, variedades

Game.com finalmente ganha um emulador!

Poucos conhecem esse videogame aqui no Brasil, mas o Game.com (pronunciado Game com) era um videogame desenvolvido pela americana Tiger Electronics (a mesma que desenvolvia os minigames que a Tec Toy lançava aqui inclusive adaptações da Sega, Mortal Kombat e Street Fighter II) lançado em 1997 e considerado de 5ª geração (32 bits), possuia tela preto e branco (tal qual o GameBoy, mas nesse mesmo ano sairia a versão colorida do console da Nintendo) e na BIOS havia uma calculadora, Paciência (Solitaire) e calendário, agenda de telefones, além de um dispositivo de acesso a internet.

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Categories: Game.com

Passagem Secreta para um Futuro Alternativo – E se… A Capcom tivesse lançado seu próprio console?

Preparem-se para mais uma viagem a um universo paralelo, onde imaginamos: o que aconteceria se a história dos games fosse diferente? Voltando de novo à era dos 16 bits, na época da grande batalha dos consoles que se seguiu entre as décadas de 80 e 90, o que podemos imaginar se uma das maiores empresas de games, a CAPCOM, tivesse metido o pé na jaca e entrado nessa disputa?

Não deixe de ver esse vídeo para entrar no clima:

Entre aqui no nosso De Lorean e vamos voltar outra vez no tempo, na época em que Mega Drive e Super Nintendo se degladiavam para nosso delírio!

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Maratona Passagem Secreta Game Movies – House of The Dead (2003)

A grande saga do Passagem Secreta continua, dessa vez passando por um momento complicadaço! Chegamos finalmente ao mais baixo nível que poderíamos, pois é a vez de House of the Dead,  um filme com o selo de qualidade Uwe Boll!


Este é mais um filme de games de zumbi. Se, assim como eu, você não gostou do filme anterior da maratona, prepare-se, pois você vai sentir muita saudade dele…

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Game Movies: Novo filme de Tekken, desta vez japonês e em animação 3D. Por que será?

Ainda não parei pra assistir o filme live action de Tekken, lançado ano passado. Mas das poucas partes que vi, só pude chegar à conclusão que é melhor deixar pra sofrer quando chegar a hora de assistí-lo na Maratona Game Movies

E pelo visto no Japão a opinião não foi muito diferente. A versão estadunidense com atores reais foi um completo fiasco de público não só na terra do sol nascente como em todos os países onde foi exibido ou mesmo lançado em DVD. Fãs da franquia, como este que vos fala, ficaram indignados e, admitamos, com muita razão.

Tentando lavar a honra do game na outra mídia, produtores optaram pelo formato de computação gráfica (o famoso CG) para um novo filme de Tekken, possivelmente em Digital 3D, intitulado Tekken Blood Vengeance. Será que agora vai?

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Categories: notícias

Review – Sega Dreamcast Collection (PC)

Não é surpresa para ninguém afirmar que a Sega mantém sua sobrevivência lançando e relançando diversos de seus jogos clássicos nos consoles da geração vigente. Também é quase certo dizer que isso já foi feito tantas vezes com os mesmos games de Mega Drive que o conceito já se tornou saturado, mesmo com a implementação de novidades como Leaderboards e Achievements; coisas que a gratuidade dos emuladores não possui – apesar da ausência desses extras nas versões para PC. No entanto, uma surpresa vinda da empresa de Sonic The Hedgehog alegrou os seus mais ávidos e viúvos fãs, com o lançamento de Sega Dreamcast Collection para o Xbox360 e Windows.

A coletânea possui quatro jogos que marcaram o último console da empresa: Sega Bass Fishing, Space Channel 5 Part 2, Sonic Adventure e Crazy Taxi. Enquanto não se pode contestar o quão esses jogos são considerados clássicos, apenas um deles é considerado novidade nos sistemas, enquanto que os outros já tiveram lançamentos anteriores para o PC e consoles.  Será que esse game vale a pena por este relançamento? Confira essa análise em “primeira mão” do Passagem Secreta, da versão para PC!

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Categories: artigos, Dreamcast, PC, reviews, sistema

Maratona Game Movies: Tomb Raider

E vamos para mais uma etapa da Via Crúcis gamer a qual o blog percorre sem desistir! Em 2001, a série  Tomb Raider já estava em seu quinto game, sendo um enorme sucesso de público e crítica; muito disso graças à popularidade de Lara Croft, a primeira musa poligonal da história, e protagonista dos games da franquia. Diante dessa aceitação, seria interessante capitalizar em cima disso através de outras mídias que não os games, certo? E por que não aproveitar-se de melhor forma para isso senão através de um filme? Foi o que pensaram os produtores que, apesar de não obterem como resultado um filme bom do ponto de vista crítico, encheram os bolsos de dinheiro com a arrecadação enorme que a aventura obteve nos cinemas. Descubra como isso aconteceu!

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Categories: Maratona Game Movies

Pokemon: “O Mistério da música de Lavender Town” desvendado aqui

No fim do ano passado, surgiu na rede uma história sombria envolvendo uma das versões de Pokemon de Game Boy e a morte de um garoto que acabou jogando demais o cartucho. Pelo fato de ter aparecido em diversos blogs, fórums e comunidades no Orkut, muitos acabaram acreditando no rumor – principalmente devido à riqueza de detalhes e as provas apresentadas para sustentar a história, principalmente na parte que se refere à música assustadora do jogo. Porém, não é bem assim. O Passagem Indisc… digo, Secreta, sempre correndo atrás dos maiores segredos dos games, procura nesse artigo destrinchar tudo relativo à farsa da música de Lavender Town, e provar que aquilo que lhe fez perder o sono durante alguns dias não passa de um belo (e realmente belo) de um conto fabricado. Por isso, veja aí nossa matéria investigativa, a fim de desmistificar o [música de suspense] Mistério de Lavender Town!

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Categories: creepypasta, Game Boy, segredos

Imagem: Híbridos de jogos com filmes

Para quem não conhece, o SomethingAwful.com é dedicado ao melhor do alívio cômico da Internet, e é atualizado constantemente com artigos e notícias que tratam dos assuntos bizarros que cercam este universo midiático maravilhoso ao qual estamos mergulhados. Apesar da maioria deles consistir em tópicos relacionados à cultura americana (ou seja, as piadas não são dirigidas a nós), existem diversas sessões segmentadas a diferentes tipos de humor, e pelo menos uma delas acaba encontrando a parte de favoritos do navegador. No meu caso, foi com a Photoshop Phriday. Geralmente a cada semana, os membros do fórum do site se reúnem para postar diferentes montagens sobre um determinado assunto – tratado com todo o sarcasmo possível, obviamente. Muitos desses temas são absurdos, e é fácil dizer que vários deles são relacionados a games. Algumas galerias são geniais, além de muito engraçadas. A que eu mais gostei é justamente da que dá título ao post, que mistura filmes clássicos com jogos de mesmo valor. Confira algumas das imagens:

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Categories: humor, variedades

Night Trap

 

Produção

Inicialmente, o projeto foi designado pela Hasbro para um protótipo de console chamado NEMO, que era baseado em fitas VHS que possuíam várias pistas de gravação e reprodução. Filmado em 1987, o jogo nunca foi lançado, já que o console nunca chegou às lojas. Todas as filmagens foram arquivadas, até que, no início dos anos 90, a Sega lançou um add-on para o seu console de 16-bit, que permitia ler mídias óticas, com muito mais capacidade de armazenamento que os cartuchos convencionais. O CEO da Digital Pictures, Tom Zito, viu no acessório sua mina de ouro, já que finalmente poderia ter vídeo digital em “alta” qualidade de forma acessível às massas para ser manipulado, jogado, consultado, etc. – vale lembrar que jogos em FMV eram raros; Dragon´s Lair, lançado em 1983 nos arcades, por exemplo, tinha como mídia o LaserDisc, cujo player tinha um tempo máximo de utilização. Assim, iniciaram-se os projetos para vários jogos baseados em FMV, começando com Night Trap.

Anunciado como “o game de Hollywood”, os custos de produção totalizaram-se em 1.5 milhão de dólares, um absurdo para a época. Apesar da revolução que causou, é muito difícil dizer que todo esse valor tenha retornado para a empresa, que deixou de fazer filmes e, hoje em dia, trabalha apenas com pós-produção.

História

“Meu nome é Simms, Comandante do esquadrão SCAT. Missão nº 130. Cinco adolescentes estão  indo passar o fim de semana numa casa onde reside o Senhor Victor Martin; a senhora Sheila Martin; e seus dois filhos Jeff e Sarah. Sua missão: proteger essas meninas do que quer tenha acontecido com o grupo de garotas anterior; elas desapareceram após passar uma noite na casa dos Martin! Na noite passada, um de nossos agentes conseguiu entrar na casa. Ele encontrou um estranho sistema de segurança… Câmeras escondidas estão espalhadas por todos os cômodos da casa, e há também uma série de armadilhas. Nosso agente conseguiu infiltrar-se neste sistema, permitindo que você controle essas câmeras e as armadilhas; porém, o sistema só poderá ser ativado com o código de acesso correto. Nesse momento, o código é de cor Azul, e você está no controle das armadilhas. Mas qualquer um dentro da casa pode mudar esse código, a qualquer momento, então fique atento.

Temos um esquadrão de prontidão, e essa é a Kelly, uma de nossas melhores agentes secretas.


Ela está junto com as outras garotas. Estou colocando a vida delas em suas mãos; nem pense em fazer besteira. Se você não é esperto ou corajoso o suficiente para esta missão, dê o controle a alguém que seja. As garotas devem aparecer a qualquer momento no quintal”

Depois desse briefing como introdução do game, dá até aquele frio na barriga; realmente, a pressão deve ser muito grande numa situação dessas. E o Comandante é bem impaciente: se demorar muito a apertar o Start, ele lhe desconecta e é Game Over logo no início. Caso contrário,  começa o jogo. A família Martin conversa sobre os preparativos para receber as garotas, assim como Victor e Sheila dizem que precisam sair por uns instantes, para fazer uma entrega aos Augers. Mas, quem são eles? Também apelidado de Augs, são as vítimas de vampiros que são deixadas à beira da morte; ou seja, criaturas fracas cujo nível de sangue no corpo é suficiente apenas para sobreviver, sem poder se tornar um vampiro.  Assim, esses “monstros” vagam procurando por sangue, esperando que um dia saiam dessa condição. Os Martin fazem um trabalho de caridade, dando a eles o que precisam: sangue das vítimas que vão visitar-lhes.

O plano era de utilizar as armadilhas da casa para pegar as garotas, drenar seu sangue, e levar aos Augers. Mas, as coisas começam a dar errado quando eles, famintos, começam a invadir a residência dos Martin à procura de vítimas. E é aí que entra o jogador: as armadilhas agora são utilizadas para capturá-los, ao invés de usarem nas meninas.

Jogabilidade

Como um bom jogo baseado em filme, não há quase alguma. Existem seis cômodos da casa sendo vigiados. Em cada um deles, ocasionalmente (ou em horas demarcadas, caso queira entender assim) alguns Augers aparecem. Assim que a barra de captura atingir o nível máximo, basta apenas apertar o B, que a armadilha será ativada, e o Aug será capturado. Caso deixe passar algum deles, ele irá para a lista de “possíveis”, e um efeito sonoro irritante será tocado. Em certos momentos, os moradores da casa mudam a cor do código de acesso. Então, é preciso ficar atento também em quando e para qual cor eles será modificada, bastando apertar o A para se adaptar às novas condições de segurança da casa. Caso há muitos Augs não capturados, o Comandante Simms aparece, lhe chama de irresponsável, e é desconectado do jogo, tendo que começar novamente.

Eis que surge o GRANDE problema de Night Trap: NÃO DÁ PRA ACOMPANHAR AS CENAS, PORQUE O JOGADOR TEM QUE CAPTURAR OS AUGS! Isso fica muito perceptível na cena principal do jogo, quando as garotas cantam e dançam o tema do filme; enquanto você assiste aquilo, embasbacado com a cafonice que só os anos 80 podem proporcionar, há vários Augs sendo perdidos! Os produtores poderiam solucionar isso simplesmente tirando um pouco da simultaneidade dos acontecimentos, mas eles devem ter feito isso de forma com que o game durasse mais – já que isso induz a menos Augs capturados, e mais “Game Overs”. No fim das contas, acabou virando um tiro no pé; aposto que muita gente que comprou o jogo na época só pôde ver várias cenas na íntegra quando alguém editou tudo e postou no Youtube.

Vale lembrar que o sistema de armadilhas na casa não serve para o jogador pegar apenas os Augers, não: o jogo lhe dá a opção de fazer algumas gracinhas, como capturar as meninas, outros personagens e, em um dos melhores finais alternativos da história dos games, a própria protagonista! É mais compensador até que o melhor final que se pode ter.

E, como jogo, Night Trap é um péssimo filme. Em alguns lançamentos do jogo, o texto da embalagem anunciava como uma paródia do gênero de filme dos anos 80 apelidado como  “garotas em apuros”. E é mais ou menos isso; o nível de atuação é péssimo, há poucos atores de verdade no elenco – digo, pessoas que tiveram uma carreira artística depois de ter trabalhado no jogo  – a música é cafona, os efeitos especiais são horrendos, e as cenas de ação são mal coreografadas; no fim das contas, é tão ruim que chega a ser bom. É difícil assumir que toda a breguice das cenas me deixou feliz – e achar as meninas carismáticas e bonitas. Dá até vontade de sair andando na rua igual aos Augs… Mentira.

Falando nas meninas, o elenco é estrelado por Dana Plato, que ficou famosa no final dos anos 70 com o seriado Arnold, que passa atualmente no SBT. Infelizmente, após o seriado, a atriz nunca mais decolou na carreira – até falecer em 1998.

Noooooofffa miiiga!

 

Gráficos

Sega CD

O jogo tem várias revisões para alguns consoles, com alterações de qualidade no vídeo.  Apesar de ser um dos primeiros em trazer vídeo digital para um console, Night Trap teve uma série de limitações técnicas; começando pelo próprio algoritmo de compressão de vídeo utilizado. Na época, não existiam codecs como Mpeg, Divx, Xvid, etc, e os codecs existentes exigiam um poder de processamento que os consoles e computadores da época estariam longe de alcançar. Além disso, a leitura de disco do Sega CD era em 1x, limitando o tráfego de dados entre o leitor de disco e o buffer de memória. Em resumo, devido a tudo isso, a versão para Sega CD contava com o vídeo ocupando apenas um quarto da tela, com 64 cores simultâneas a 15 frames por segundo. Impressionava por pouco tempo, e logo se tinha a impressão de que não era grande coisa assim.

 

Em 1994, o jogo foi relançado para o outro add-on da Sega: o 32X. Agora, a tela era maior, com direito a 16.000 cores, e uma interface de jogo mais moderna. A definição de imagem ainda deixava a desejar; além disso, o game requeria o

Sega-CD e o 32X ao mesmo tempo… Quem tem isso?

No mesmo ano, a versão com melhor imagem até hoje foi lançada para o 3DO. A definição de imagem é bem

maior comparada à do 32X, com imagens mais nítidas e com um contraste melhor.  De todas, é a que ganha disparado em qualidade de imagem, apesar de ainda não ser muito – comparando com a qualidade de imagem de um VHS, por exemplo.

No ano seguinte, foi lançada uma versão para PCs, anunciada como Director´s Cut. No entanto, nenhuma filmagem foi modificada ou adicionada, comparando com as versões anteriores. A resolução é maior, mas o número de cores é reduzido comparado ao 3DO. Em compensação, foram adicionados dois botões úteis para pausar ou salvar o jogo.

Há um rumor de que, em 1997, houve um relançamento da Activision (que havia adquirido o catálogo de jogos da igital Pictures) com qualidade semelhante a de um DVD. Porém, a tiragem foi  limitadíssima, logo as chances são muito pequenas de se adquirir esta versão. Além disso, ninguém confirmou esse rumor.

O que faz falta mesmo é um lançamento em DVD, que faça jus à toda a glória das filmagens originais, como aconteceu com outros jogos em FMV como Dragon´s Lair e Mad Dog´s McCree. Mas, pelo que afirmou Tom Zito, não se sabe a quem pertence os direitos de cópia de Night Trap.

Som

Independente do lançamento, a qualidade sonora é um pouco precária: o áudio, além de mono, é um pouco distorcido, gerando certa dificuldade em compreender os diálogos, cujo nível de atuação bate de frente com o do primeiro Resident Evil. Vale destacar a trilha sonora, igualmente cafona, com músicas de suspense, de ação… Mais o maior destaque fica para a música-tema de Night Trap, que toca na infame cena da sala de estar, e nos créditos finais em uma versão estendida. Com um arranjo jazzístico sintetizado espetacular e uma letra magnífica – que fala sobre o amor entre meninos e meninas  – a canção só nos faz pensar em como as Paquitas lidariam com uma situação como essa. Fica aí a dica.

Love is easy by the light of day
You get the  boys to play away
Thoughts are down when darkness falls
Passion  burns and danger calls
So don't go out if you dare
You better be  good
You better beware
NIGHT TRAP!
That boy will find you
NIGHT  TRAP!
Watch out behind you
NIGHT TRAP!
Girls if you driving a  ride
You'll be caught in the night

 

Conclusão

Jogar Night Trap atualmente é uma experiência única…  A cafonice dos anos 90 reproduzida aqui pode tanto atrair, quanto afastar os jogadores, pois é a única coisa que se pode encontrar aqui. Como dito anteriormente, o game é um filme B para (tentar) assistir. Falhando tanto no aspecto de entreter como jogo e filme, a produção é considerada como um dos piores jogos de videogame de todos os tempos, da qual não discordo, mas também não iria tão longe.

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Retronatal: Jack in the Dark

Por: mcs

Estamos participando do Retronatal, meme elaborado pelo Sabat do blog Retroplayers, onde o objetivo é cada blog/site participante citar um jogo que se passe na época do Natal ou que  contenha elementos natalinos.

O jogo que escolhi é o Jack in the Dark (PC). Pra quem não conhece, Jack in the Dark é um pequeno game promocional criado pela Infogrames com o objetivo de divulgar o segundo jogo da série Alone in the Dark (PC) (espécie de pai de Resident Evil). Foi distribuído gratuitamente durante o natal de 1993, pouco antes do lançamento de AitD 2. Contendo a mesma engine utilizada pelo seu “irmão” famoso, serviu como uma prévia do game. Futuras versões em CD de AitD 1 e 2 continham este game no pacote.

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Esta loja parece ser bem interessante.

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Grace em Alone in the Dark 2

Neste curto e divertido game, você controla a garota de 8 anos Grace Saunders, a mesma que aparece em boa parte de Alone in the Dark 2. A história se passa na noite de Halloween, onde a garota, vestida a caráter com roupa de bruxa e perdida pelas ruas da cidade grande, já enfeitadas para o Natal, entra por acaso numa pequena loja de brinquedos chamada “The Little Toy Store”. Logo que entra, a porta fecha-se e ela percebe que está trancada na macabra loja e precisa descobrir uma maneira de sair dela. Os brinquedos parecem ter vida própria e são seus inimigos. Eles estão encantados por um outro brinquedo, o One-Eyed Jack (daí o nome do jogo), inimigo que fica numa caixa. Jack, além de controlar todos os brinquedos da loja, ainda raptou o Papai Noel em pessoa! Só derrotando-o é que Grace conseguirá escapar deste lugar e salvar o Papai Noel.

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One-eyed Jack, seu maior inimigo no jogo.

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Explore o local e consiga itens bem úteis.

A partir daí o jogo passa-se basicamente dentro da tal loja e não há combates, apenas puzzles a serem resolvidos. Todos os elementos que fizeram o nome Alone in the Dark estão presentes, como o clima do jogo (apesar do tom infantil), os gráficos caprichados, os movimentos, a coleta e uso de itens, a exploração de cenários, os livros explicando o enredo, telas de menu, entre outros. Imperdível para quem é fã da série (como eu) ou quer jogar um game com clima natalino misturado com halloween divertido, descompromissado e fácil.

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Um feliz natal a todos que visitam o Passagem Secreta!

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Blogs participantes até o momento do Retronatal:

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