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Record e os games que podem te transformar num maníaco assassino

No último domingo (24/04), a emissora universal do reino do segundo lugar, mais conhecida como Rede Record, apresentou ou seu “Fantástico cover”, o Domingo Espetacular, uma reportagem a respeito dos jogos violentos, com muita ênfase propriamente nos FPS. Motivo: o “Atirador de Realengo”, Wellington Menezes de Oliveira, teria feito o que fez influenciado pelos jogos violentos no computador. A reportagem despertou a ira por parte dos gamers, que mesmo antes da reportagem ir ao ar, apenas após a chamada, já começaram a retaliação via Twitter (#GamersContraR7). A hashtag chegou a ser bloqueada, mas parece que já está ativa de novo.

O que haveria nessa tal reportagem? Claro que o mais provável é que a TV tenha despejado mais um monte de entulho ideológico na sala de quem viu, mas achei mais sensato assistir a tal matéria e depois dar meu voto de apreciação… ou depreciação! Aceitam me acompanhar nessa?

O vídeo acima tem a reportagem completa, cerca de 10 minutos. Sugiro que assistam antes dessa discussão, pra que ninguém diga que somos uns “istas idiotas” que saem criticando sem saber do que se trata. Vamos lá!

Antes de tudo é bom lembrar que a mídia sensacionalista e babaca simplesmente ADORA ficar procurando culpados em momentos  como esse, onde há impacto a nível nacional e tudo mais, ao invés de tentar entender e se propor a combater a causa, e não o efeito. É como o nosso excelentíssimo senador José Sarney querer fazer um novo referendo sobre armas de fogo justamente quando um doido entra atirando numa escola e a Record, a meu ver, aproveita para simplesmente atacar algo que, direta ou indiretamente, está “roubando audiência” do bispo Macedo. Enfim, vamos à reportagem.

 

01m 50s – Mateus da Costa Meira atira em pessoas no cinema

É mencionado o Atirador do Cinema, Mateus da Costa Meira, que dizia ouvir vozes na cabeça e que por isso disparou em pessoas num cinema, em 1999. A ênfase da Record foi que Costa Meira, “era adepto aos jogos violentos”, mas não mencionou o jogo (ou jogos) nem a influência de nenhuma outra mídia para essa ação. Nem saber que ele fez o que fez durante uma seção do filme Clube da Luta, que é mencionado na reportagem (e, por sinal, violento pra cara**o) parece ser uma causa plausível.

Aliás, tanto Costa Meira quanto Wellington Menezes tiveram seus distúrbios identificados como “Transtorno de Personalidade” e a razão desse transtorno foi apontada como outras causas: problemas familiares, deslumbramento, ausência de referências, vozes na cabeça, raciocínio ilusório, etc. A relação de Costa Meira com os jogos foi levantada posteriormente pelos advogados de defesa, no  decorrer do processo judicial, quando viram que seu cliente ia ser condenado de qualquer maneira, alegando que ele teria sido influenciado pelo jogo Duke Nukem 3D. Mas era óbvio que isso já era uma tentativa de eximir o atirador, e pelo jeito o juiz do caso percebeu claramente, já que não colou. Mesmo assim, as vendas do game, lançado quase 4 anos antes,  foram proibidas.

 

03m 40s – Psicanalista Soraya Hissa de Carvalho afirma que o anormal é quando você não consegue parar

De fato, faz bastante sentido. Mas é intencional que não se mencione que isso se aplica a QUALQUER COISA?

Tudo feito com exagero, de modo desmedido, pode  e vai causar algum efeito anormal na pessoa, principalmente se ela já tiver uma tendência a qualquer tipo de transtorno de personalidade: videogame, TV, futebol, bebida, computador, trabalho, exercício físico, estudos, tudo mesmo pode levar a um surto mental. No caso de Wellington Menezes, já foi repetido inúmeras vezes em outras reportagens de TV que o “gatilho” de seu transtorno foi o atentado de 11 de Setembro nos EUA, a ponto de seus vídeos e cartas emularem idéias de fundamentalistas islâmicos.

 

05m 48s – Em Counter Strike, você controla um esquadrão de terroristas

Embora eu não seja adepto dos games de FPS, não preciso ser nenhum conhecedor da série CS pra saber que o pessoal da Record ignorou (ou fez questão de ignorar) o que até a Wikipedia sabe: “É um jogo de tiro em primeira pessoa baseado em rodadas no qual equipes de contra-terroristas e terroristas combatem-se até a vitória”. Será que esse repórter nunca teve infância pra ter brincado de Polícia e Ladrão, Pique Ajuda, Detetive e Assassino? Ou quem jogou essas coisas são aqueles que hoje são meliantes, traficantes de drogas e assassinos? Ou, ainda, só quem jogou Keystone Kapers é que foi corrompido?

Inclusive, CS foi outro game que teve vendas suspensas por aqui por mais de 1 ano, entre janeiro de 2008 e junho de 2009. O motivo do juiz para a proibição foi a fase CS Rio, ou seja, “enquanto estiverem matando em outros lugares que não seja na ‘cidade maravilhosa’, tudo bem”.

 

05m 55s – Duke Nukem é “um jovem que bebe, joga e se envolve com dançarinas de strip-tease“

Essa é a Record, minha gente, fenomenal nas suas descrições! Já viram uma definição mais precisa de Duke Nukem? [ironic mode off]

Taí, descrição essa que se aplica a boa parte da galera que vai pro Carnaval, pra boate, pro baile funk, pra calouradas e mais um monte de eventos que as TVs e outros veículos de comunicação não só divulgam, como dão cobertura e paparicam forte. Serve até mesmo para aqueles velhotes ricos tarados que vão pra cassinos clandestinos ou no exterior.

O problema, então, é o videogame, e não quem faz essas coisas de fato? Ou ainda, o grande problema de jogar Duke Nukem é ESSE? Tá mais fácil de resolver do que eu pensei!

 

07m 03s – Controle da família

8m 37s – Jogos violentos alteram o comportamento dos adolescentes

10m 17s – Conversar é importante

Até que enfim uma parte onde a Record acertou. Talvez os gamers mais jovens vão torcer o nariz pra mim agora, mas é fato que os games tem classificação indicativa de idade, igualzinho a filmes, animações, programas de TV e até alguns produtos de consumo e só vão assistir ou fazer uso deles se os pais não estiverem atentos. Via de regra, não é recomendado MESMO!

Cabe aos pais saberem o que o filho anda fazendo e educá-lo. A ausência de parâmetros paternos e valores, atribuídos apenas à escola e a uma ou outra instituição, realmente é um reflexo da sociedade capitalista, brasileira e de vários outros países atualmente, e que pode, sim, culminar em tragédias similares a esta. Se o pai ou a mãe estão se lixando para o que os filhos andam jogando ou fazendo o dia inteiro, não dá pra despejar apenas nos games a causa de todos os problemas futuros, oriundos da irresponsabilidade e ausência paternas, que o sujeito vai certamente apresentar.

A Record não é a única emissora a fazer esse tipo reportagem culpando os games por isso ou aquilo. Desde o advento da geração 8 bits que videogames são demonizados. Quem se lembra da reportagem “A Febre do Videogame”, feita pela Globo, em 1991? Nessa reportagem, descobrimos que Sonic na verdade é um gato (?!?) e que Mario Bros. é um jogo muitíssimo violento. Não entendeu? Saca só:

O que incomoda, e muito, é esse “jornalismo marrom” praticado pela Record, com esse sensacionalismo barato que se aproveita de uma situação de tal comoção nacional para catar migalhas de audiência, correndo atrás de alguém para culpar sem conhecimento de causa suficiente para isso. É sobre essa atitude infundada, parcial, leviana e de baixo nível que lanço meu voto de repúdio. Big fail, Record.

Flavio Master

Retrogamer assumido, técnico em eletrônica, leitor de livros e quadrinhos, empreendedor individual, eventual colecionador de videogames e amante da cultura gamer em geral. Mas apanho um monte pra usar um tablet…

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  1. Anônimo
    28, abril, 2011 em 16:54 | #1

    Caramba, o Mario é um bombeiro enfezado que sai quebrando tudo, e ainda por cima come dinheiro pra ganhar mais uma vida… Mario é o jogo mais violento que existe, vou ir jogar Doom mesmo! [/irônia]

  2. 28, abril, 2011 em 18:22 | #2

    Toni Ricardo Cavalheiro! Não o vejo desde… essa reportagem! Ele era meu ídolo 🙂 E esse Christian Zaharic era da Ação Games não era? Acho que ele fez até uma propaganda de um joystick da Dynacom, "o joystick dos feras" ou coisa assim, rs

    Rapaz, muito bom seu post, mostrou que não é de hoje que eles tratam com um medinho o videogame. Essa pintada de Mario como um maldoso, foi a coisa mais deslocada que já vi numa matéria tendenciosa sobre videogame, disputa pau-a-pau com a da tal "TV Rec".

    A matéria da… Record (que nome bobo esse pra uma TV, putz…), a parte de Duke Nukem é o "melhor momento" mesmo: ali que você vê que estão totalmente perdidos no que estão falando. Edição, música de fundo, palavras fortes de jornalista com voz bonita… isso tudo está morrendo, não funciona mais, não convence.

    Ah, e o detalhe: esse povo de TV é o mais famoso consumidor de zonas, drogas e etc. Que beleza, hein, devem ter pensado "que babaca esse povo que joga videogame, a gente não precisa disso pra nos estimular a consumir drogas, a gente já consome por natureza". Já pensou se Osama Bin Laden (tá escrito certo?) jogasse videogame, será que ele iria preferir Kirby ou Counter Strike?

    Assim como a televisão brasileira reflete o povo que tem, o jogo que a pessoa joga reflete um pouco de sua persona, de seus interesses – só que no videogame, A GENTE ESCOLHE O QUE QUER JOGAR – desculpa o caps, mas é que isso muda TUDO. Se for adulto, o cara pode escolher o que quer. Imagino um playboy, todo descolado, faz racha na rua… esse cara "meio violento" talvez não chegue em casa louco pra jogar Kirby. E sim Black Ops. Uai, eu entendo isso. Ele não assistiria "E o Vento Levou" e sim certamente iria curtir mais um "Velozes e Furiosos". Paciência, ele é ADULTO, ele decide o que quer…

    … já crianças devem ter os pais acompanhando, OBVIAMENTE, como em qualquer outra atividade – a matéria fala nisso como se fosse uma novidade: "pais, no caso específico do videogame, você deve acompanhar seu filho, monitorar os jogos que ele joga! Em todas as outras coisas, como por exemplo, filmes, ele pode assistir Exorcista e Instinto Selvagem numa boa! Mas no videogame não, estamos combinados?" Que loucura, e que incoerência implícita.

    O mais legal é que a tal TV (aberta, fechada, semi-aberta, o diacho que for), esse "streaming goela abaixo" está assustada e realmente sem força – agora é pra valer, estão mesmo perdendo audiência e etc.

    Não sei se precisamos de mais gente jogando videogame, mas precisamos de menos gente assistindo TV – isso é uma certeza.

  3. 28, abril, 2011 em 18:38 | #3

    Por mim eu proibiria todos os jogos considerados violentos aqui no brasil.

    Mas infelizmente pra algumas pessoas jogos livres pra todas as idades,são considerados idiotas pra elas.

    Mas eu concordo com isso tambem:

    "O que incomoda, e muito, é esse “jornalismo marrom” praticado pela Record, com esse sensacionalismo barato que se aproveita de uma situação de tal comoção nacional para catar migalhas de audiência, correndo atrás de alguém para culpar sem conhecimento de causa suficiente para isso. É sobre essa atitude infundada, parcial, leviana e de baixo nível…"

  4. Celio Alves
    28, abril, 2011 em 18:48 | #4

    É uma pena que a maioria dos brasileiros (os mais desinformados) levam jornalismo marrom à sério!

    É por isso que os "videogueimes" são banalizados pela população e esquecidos pelos governantes, cujo esquecimento incentiva o aumento absurdo dos preços dos mesmos (seja por culpa dos impostos ou por culpa do atacado/varejo), que por sua vez gera a pirataria desenfreada.

  5. 28, abril, 2011 em 19:03 | #5

    Quanto ao vídeo do Globo Reporter,duas coisas:

    1º Sonic é um gato heroí ?!?!?!

    2º Mario é tão violento assim?

    3º Mario come moedas?!

    4º Mario é bombeiro?

    5º "Vamos matar e morrer varias vezes"?!

    Dei umas belas risadas com esse vídeo!

  6. Celio Alves
    28, abril, 2011 em 19:24 | #6

    @Adam Alencar

    É uma matéria feita por quem "entende" de games, não é mesmo?

    [ironic mode on]

  7. 28, abril, 2011 em 20:28 | #7

    Isso não termina e não vai terminar tão cedo. Tentam controlar as coisas aqui no Brasil, pois grande parte do povão só quer o clássico futebol, cachaça e carnaval (quando não coisa pior). Devo estar sendo pessimista demais, mas essa é uma guerra meio perdida, considerando que a imprensa oficial, mesmo que de mui equivocadamente, forma a gigantesca parcela de opinião no país. Que minhas palavras sejam refutadas por ações positivas e que eu me engane no meu pessimismo, assim honestamente espero…

  8. 28, abril, 2011 em 20:28 | #8

    Record, você me faz rir! hahahaha!

    As duas reportagens são unicas, bobagem feita por quem não sabe nada!

    Mas o post ficou foda! 😀 Great job dudes!

  9. Daniel Gomes
    29, abril, 2011 em 04:06 | #9

    Até hj eu tenho medo de entrar num cinema e acabar atirando em todo mundo, joguei DOOM, Half Life, Duke Nukem 3D, RoTT, Marathon, Wolf3D, Quake… quer dizer, eu sou um caso sério de pessoa problemática!

  10. Flavio Master
    29, abril, 2011 em 05:42 | #10

    @Cosmonal

    Uma matéria de telejornal pode demonizar qualquer coisa. Como eu disse, tudo em excesso, especialmente para alguém que já tem uma tendência ao Transtorno de Personalidade Esquizóide, pode levar o sujeito a cometer um absurdo como esse, mas responsabilizar exclusivamente os videogames é um oportunismo sensacionalista idiota.

    @Adam Alencar

    Essa reportagem da Globo, de 1991, é dividida em três partes. As duas primeiras, com a tal repórter Neide Duarte, são toscas de doer, com um monte de opiniões parciais, infundadas e patéticas. A terceira parte, porém, é muito boa, feita por um correspondente no Japão falando como os videogames tem valor naquele lugar, como influenciam cultura, tecnologia e mercado. Chega a parecer outra matéria.

    @Robson Vieira

    O videogame não está no cerne da cultura brasileira, diferente de países como EUA e Japão. Em futebol e Carnaval, todos os excessos são perdoados sob a justificativa escrota da "paixão". Não sei se a "guerra" está realmente perdida, mas a resposta dos gamers e a manifestação massiva no Twitter no mínimo chamaram a atenção, mostrando que não é todo gamer que é um alienado cultural que passa o dia em casa jogando games violentos e se preparando para cometer um homicídio coletivo.

    @Daniel Gomes

    Depois da reportagem da Globo, estou com medo de sair por aí pulando nos outros e os matar com bundadas na cabeça. Se eu conseguir tirar minha gordice do chão, é claro. 😛

  11. 29, abril, 2011 em 06:06 | #11

    @Flavio Master

    Pra mim os tres vídeos são meio toscos!

    Menos algumas partes do terceiro vídeo.

  12. 29, abril, 2011 em 07:06 | #12

    Não tenho como ver os vídeos, mas o da Globo eu já tinha visto e dado muita risada.

    Agora, falar que isso é coisa de brasileiro é mais ingenuidade que tudo. Ou vocês acham que isso não acontece em nenhum outro lugar do mundo?

    Proibir nunca é solução. Filmes, o coitado sempre comparado aos games, tem classificação indicativa, mas uma criança pode ir ver um filme para maiores de 16 anos acompanhado.

    Eu gosto de futebol. Muitos gamers gostam de futebol. Só que futebol é um esporte e não era pra envolver violência, e é totalmente diferente e impossível de comparar com videogames.

    Eu acredito que videogames, ao contrário do que a maioria acha, não são banalizados pela grande parte da população. Todo mundo hoje já jogou alguma coisa, seja pelo computador, pelo Dynavision ou pelo PS3! Isso porque não tem como banalizar algo que NÃO É o suprasumo da tecnologia e algo digno de coroa e cetro. Esse é um ponto que eu nunca vejo ninguém falar. Não tiro os méritos da minha educação pelos jogos, mas os videogames foram feitos pra isso: diversão e comunhão com o próximo. Não pra educar, ser a coisa mais importante na sociedade ou ter uma elevação espiritual. Assim como TV, filmes e etc!

    Concordo com o Cosmonal, a TV está perdendo chão. Mas é muito pouco. Os videogames, a não ser que haja algo extremamente secreto, não vão desbancar a tv, não no estado atual. Se fosse assim o cinema teria deixado de existir já faz uns 50 anos. E o rádio a uns 80. Todo mundo ainda ouve rádio e muita gente ainda vai no cinema, só não vai mais porque o preço é alto.

    O jornalismo de todas as emissoras são muito parecidos. Eu assisto muito jornal e desde a faculdade vejo que as matérias são todas feitas muito parecidas. Isso não é da Record exclusivamente, apesar do cunho religioso que ela tem e emite subliminarmente. Sempre vai se procurar um culpado. O heavy metal já passou por isso! Ou ninguém lembra dos inumeros casos? Além de Columbine que misturou Doom com Marilyn Manson e Rammstein – tudo que eu ouvia e jogava na adolescência.

    Acho que ficar de protestinho pelo twitter é ridículo. Seria mais correto mandar email para a redação, jornalista responsável pela matéria, jornalista responsavel pelo centro de jornalismo da record e mandar pro papa também. Fazer uma carta e pedir direito de resposta, sei lá. E na carta escrever CORRETAMENTE, com base e propriedade, sobre os games, a história bonita de superação e envolvimento que se deu nesses 40 anos, desde o SpaceWar! até *insira o nome de algum jogo novo aqui*. Twitter ainda não é visto como algo oficial. Email é. Carta também. Reclamar no twitter é muito pouco e não tem como explicar direito tudo.

    Pqp, juro que no próximo post eu não escrevo um livro.

  13. 29, abril, 2011 em 07:12 | #13

    O fato é que todos os jogos, se fizermos uma "Super-Interpretação" podem virar extremamente violentos.

    Observem:

    Super-Mario: Homem mata tartarugas (Risco de extinção), come cogumelos para se achar maior que os outros (Uso de drogas) e mata um criminoso em forma de Dragão-Tartaruga (Risco de extinção) para salvar uma princesa (Que provavelmente era estuprada constantemente pela tartaruga).

    Viu?

    Que mais…

    Hmm..

    Pokemon: Jogo onde crianças aprendem que rixas entre animais é legal, e que elas podem andar pelo mundo, conversando com estranhos. Deus do céu, o jogo é uma desgraça para a infância.

    Zelda: Você é um elfo (Criatura da tradição Nórdica, que sabemos ser pagã) que deve salvar uma princesa chamada Zelda que foi raptada pelo DEMÔNIO. Para ter poder, você pode pegar um símbolo pagão chamado Triforce.

    Qualquer jogo gente.

    E claro né, não podia faltar…

    Sonic: Ouriço azul (Provavelmente uma alucinação de algum produtor japonês viciado em heroína) que vive andando com uma raposa menor de idade (Pedofilia), mata robos (Luddito anti-progressista) e vai atrás do dono de uma das maiores fábricas de tecnologia de seu mundo (Terrorismo).

    É claro que disfarçar os problemas como falta de amparo familiar; fanatismo religioso; as faltas de algumas famílias brasileiras; pobreza e política é fácil. Afinal, o Brasil é lindo e não tem problema algum. O problema é aquele jogo que nós ou nossos filhos jogam e que podem nos transformar em psicopatas em potencial.

    Qualquer dia farei uma matéria jornalística sobre o assunto.

    Obrigado.

  14. 29, abril, 2011 em 07:41 | #14

    @Kurt

    "Acho que ficar de protestinho pelo twitter é ridículo. Seria mais correto mandar email para a redação, jornalista responsável pela matéria, jornalista responsavel pelo centro de jornalismo da record e mandar pro papa também. Fazer uma carta e pedir direito de resposta, sei lá. E na carta escrever CORRETAMENTE, com base e propriedade, sobre os games, a história bonita de superação e envolvimento que se deu nesses 40 anos, desde o SpaceWar! até *insira o nome de algum jogo novo aqui*. Twitter ainda não é visto como algo oficial. Email é. Carta também. Reclamar no twitter é muito pouco e não tem como explicar direito tudo."

    Na mosca, cara!

    Eu acho o seguinte: a Recópia se aproveitou de uma polêmica e simplesmente jogou no ventilador. Justamente pelo fato da matéria ser injusta, tendenciosa e equivocada, ela vai provocar o resultado esperado, ou seja: as pessoas vão assistir e comentar a respeito justamente por ser ruim. E isso deve ter dado uma audiência desgraçada, e está dando até agora. Ou ninguém se lembra da palhaçada que foi o ET Bilu, no ano passado? Eles sabiam que tinham um material tão ridículo em mãos que decidiram levar ao ar mesmo assim, pela polêmica.

  15. Celio Alves
    29, abril, 2011 em 08:39 | #15

    @Rafael Fernandes

    "Eu acho o seguinte: a Recópia se aproveitou de uma polêmica e simplesmente jogou no ventilador. Justamente pelo fato da matéria ser injusta, tendenciosa e equivocada, ela vai provocar o resultado esperado, ou seja: as pessoas vão assistir e comentar a respeito justamente por ser ruim. E isso deve ter dado uma audiência desgraçada, e está dando até agora. Ou ninguém se lembra da palhaçada que foi o ET Bilu, no ano passado? Eles sabiam que tinham um material tão ridículo em mãos que decidiram levar ao ar mesmo assim, pela polêmica."

    Na mosca, cara! [2]

    Eu concordo contigo, acho que eles já sabiam que muitos iam torcer o nariz pela matéria mas ainda assim iriam conseguir altos índices de audiência, tanto com os gamers, com os anti-games e com aqueles que não entendem nada disso (embora eu mudei de canal depois de 2 minutos ao ver o teor da matéria).

    Por pior que seja, esse "jornalismo" estilo João Kleber (quem se lembra dele?) continua sendo um dos modos mais fáceis de conseguir pontos extras de audiência, pois talvez se eles apresentassem uma matéria do tipo "Os benefícios de jogar videogame" ou "A tecnologia através dos games" não teriam tanta audiência assim.

  16. Celio Alves
    29, abril, 2011 em 09:06 | #16

    @Kurt

    "Acho que ficar de protestinho pelo twitter é ridículo. Seria mais correto mandar email para a redação, jornalista responsável pela matéria, jornalista responsavel pelo centro de jornalismo da record e mandar pro papa também."

    Acho que deveriam também mandar um email para as softhouses, que tiveram imagens dos seus jogos divulgados na reportagem.

  17. Erik Serra
    29, abril, 2011 em 11:29 | #17

    Essa guerra entre TV x Videogame ainda vai ter outros capítulos, podem ter certeza. Não é de hj q a TV é uma "merda" e perde audiência a cada dia no nosso país. E eles sempre apelaram com sensacionalismo para "achar o bode expiatório" da coisa…

    Eu tenho a seguinte opinião: são os pais de cada uma dessas crianças da "nova geração de brasileiros" q são os verdadeiros culpados. Vejam bem: eu comecei a ir pra escola com 7 anos, em 88. Sempre fui um cara "quietão" e vire e mexe vinha algum "neguinho" me zuar por usar óculos, ter aquele jeitão de nerd. Nunca revidei nda contra ninguém. Mas isso era algo "normal", aonde têm um ambiente com tantas pessoas "diferentes". E nesse msm ano eu comecei a jogar o Atari do meu velho…

    E é nisso que eu quero tocar. Antes, se demorava a se colocar as crianças na escola. O aprendizado vinha de casa, do pai, mãe, irmão mais velho, avó, etc…. Hj em dia as crianças já vão pra escola com 3 ou 4 anos. Os pais acham q a escola tem o "dever" de dar a educação básicas aos pequenos, o que é muito leviano da parte destes. Escola é pra aprender os ensinamentos "científicos", por assim dizer. A partir dessa mudança é que as coisas começaram a desandar pros jovens brasileiros…

    Melhor parar por aqui, já escrevi um livro!

  18. 29, abril, 2011 em 12:24 | #18

    Record sem noção! Haha. A mim não influencia…

    Esse segundo vídeo é nostalgia pura!!

    Ótimo artigo!

    VAlew!

  19. 29, abril, 2011 em 15:56 | #19

    Cara, a mídia de massa vai toda para o inferno. Eu nem me esquento mais com essas coisas. Mesmo que proíbam a jogatina, sempre tem a internet e um jeitinho maroto de conseguir os jogos. Se a sociedade quiser acreditar nesse lixo, azar o dela.

    Esse tipo de reportagem é muito comum na Record e também nas novelas que eles fazem, altamente catastróficas e violentas. O motivo? O dono da emissora é dono da Universal e quer que todo mundo corra para a igreja dele achando que o apocalipse está próximo.

    Sem ofensas aos seguidores da Universal, mas não estou dizendo nenhuma mentira. Já peguei várias vezes aquele jornalzinho que eles distribuem na rua e ele sempre diz que catástrofes como os tsunamis são prenúncio do final dos tempos.

  20. 29, abril, 2011 em 15:58 | #20

    O fato é que tem gente que tem a "cabeça" fraca e qualquer coisa influencia!

    Lembro de um tempo atrás foi encontrado na casa de um Pedófilo centenas de DVDs de desenhos infantis e quadros dos Ursinhos Carinhosos. Logo adulto que curte Discovery kids é criminoso, segundo a tese de games e violência da Record.

    Massss uma emissora que tem como proprietário um televangelista que permite que outros televangelista faltem com respeito a imagens sagradas para uma determinada religião não tem muita credibilidade… Fora que esse televangelista é café com leite pois conta com o CHEAT do dinheiro infinito (dízimo) para bancar sua emissora!

  21. 29, abril, 2011 em 16:21 | #21

    Se remasterizasem o jogo Contra pro NES para o 3D,ele iria ficar extremamente violento e dificil.

    Mas como os graficos do NES são meio…fraquinhos assim dizendo…não fica tão violento.

    Agora uma lista de jogos pro Nes que ficariam violentos se o remasterizasem para o 3D:

    Contra,Super Contra,Castlevania 1 e 2,e etc.(na verdade eu conheço um monte de jogo pra NES só não sei os nomes! XD )

  22. 29, abril, 2011 em 18:43 | #22

    Pelo menos o ET bilu tinha uma mensagem hiper positiva: BUSQUEM CONHECIMENTO!

    Assisti o vídeo, agora tenho propriedade pra meter o pau!

    O que me chamou atenção e é uma falácia extrema foi aos 7m40s. O moleque ficou agressivo. Opa, claro, é adolescente, porra! Eu mesmo era agressivo quando moleque, não com meus pais, mas com colegas, e tenho certeza que meu problema era HORMÔNIOS.

    Vocês tbm devem ter exemplos de galera que jogava CS na lan house por horas e não sai por aí dando tiro em ninguém. Aliás, muitos dos meus amigos querem é virar POLICIAL, o que segundo a matéria deveria ser o contrário.

    Por mais que eu tenha odiado a matéria, sei que isso é comum. Eu me pergunto se não tem NENHUM jornalista lá dentro que jogue videogame. Numa redação ninguém tem peito de bancar alguma coisa com o editor-chefe se você for um bosta.

    Nisso lembrei de uma matéria no CQC sobre videogames serem proibidos por uma lei. A grande falha foi por ter pegado uns moleques zé ruelas pra conversar com o senador. Foi frustrante pra mim. Podia ter pego o gagá pra entrevistar, aí sim ia ficar bom hahaha

    O problema do gamer no brasil é que ele é bunda mole e fica só no virtual.

    Eu critico porque não faço parte desse universo atual de gamers. Eu gosto de jogo antigo e ninguém vai me proibir de joga-los. Posso continuar no contra ad aeternum. Por isso alguém pode me criticar por falar isso, mas po, aqui é democracia. Acha email, os senadores tem emails, redações de jornais e etc. Mete o pau mesmo, não tem que ter vergonha. Acha rídiculo? Não vá no twitter. REPITO: não vá xingar mto no twitter. Não resolve. E o jogo justo mostra que ações tentam pelo menos auxiliar na melhora da imagem dos gamers.

    Agora faz um post sobre Crash Bandicoot aí, Rafael! Cansei de ficar xingando muito no passagem secreta. A sorte do gagá é que o blog dele não funciona no meu trabalho. Só consigo ler e não consigo comentar lá.

  23. 29, abril, 2011 em 19:47 | #23

    @Erik Serra

    Acho que o problema também é que hoje em dia nossa sociedade tá em uma ridícula tendência politicamente correta. A própria televisão está sofrendo censura e classificação etária impensável há alguns anos atrás. Os games, mais realistas do que nunca, também são alvo desse pessoa. E, se um dia o mercado de games no Brasil for para a frente, com certeza por causa dessas pessoas os jogos violentos serão os menos priorizados para produção.

    @Kurt

    Lá no Gagá, você ia xingá-lo de inveja, porque ele fica tirando onda com os leitores do blog que não têm um Sega Saturn!

  24. 29, abril, 2011 em 19:58 | #24

    – Achei lindo o menino que começou a responder a mãe por causa dos games, foi à psicóloga e hoje se diverte de maneira saudável jogando paci?ncia e pintando no paint. É um exemplo de vida.

    – Duke Nukem é “um jovem que bebe, joga e se envolve com dançarinas de strip-tease e de repente sai atirando nos inimigos". Por que esqueceram de falar que são ALIENS?

    Aliás, eu jogava Duke Nukem com meu irmão quando tinha 6 anos, e atirava deliberadamente nas tais dançarinas de strip-tease. Eu sou uma psicopata. Rezem pra nunca me encontrar na rua.

  25. 29, abril, 2011 em 20:45 | #25

    @Rafael Fernandes Só fico com inveja se ele tiver o NiGHTS original!

  26. 30, abril, 2011 em 04:17 | #26

    @Kurt

    Eu tenho.

  27. 30, abril, 2011 em 06:52 | #27

    @Patty K

    INVEJA

  28. Celio Alves
    30, abril, 2011 em 10:36 | #28

    @Patty K

    INVEJA [x2]

    Tenho Saturn mas não tenho Nights nem original e nem o alternativo. ;/

  29. Flavio Master
    30, abril, 2011 em 12:42 | #29

    @Israel – Tio Goiabinha

    Vocês sabiam que River Raid (aquele do Atari), pelo menos a bem pouco tempo, era proibido na Alemanha, como um game que "conduz à violência e ao pensamento errático"? O ponto é exatamente esse, tudo que é apresentado de forma parcial e tendenciosa como "algo ruim" pode acabar levando essa pecha. E se o indivíduo não tem senso crítico, opinião própria, a informação, ainda que errada, acaba se tornando a "verdade suprema".

    @Kurt

    É fato que o Twitter não é a melhor ferramenta pra isso, mas essa movimentação toda é, no mínimo, bem perceptível. É como eu disse no post e vocês reiteraram, mesmo que seja idiota, essas reportagens no mínimo chamam a atenção e, consequentemente, faturam uma certa audiência (a menos que você assista no Você Tubo, como foi meu caso…:P). É a manifestação daquela famosa máxima, "falem bem ou falem mal, mas falem de mim".

  30. 30, abril, 2011 em 15:43 | #30

    @Flavio Master

    <blockquote cite="#commentbody-3094">

    Flavio Master :

    @Israel – Tio Goiabinha

    Vocês sabiam que River Raid (aquele do Atari), pelo menos a bem pouco tempo, era proibido na Alemanha, como um game que “conduz à violência e ao pensamento errático”? O ponto é exatamente esse, tudo que é apresentado de forma parcial e tendenciosa como “algo ruim” pode acabar levando essa pecha. E se o indivíduo não tem senso crítico, opinião própria, a informação, ainda que errada, acaba se tornando a “verdade suprema”.

    @Kurt

    É fato que o Twitter não é a melhor ferramenta pra isso, mas essa movimentação toda é, no mínimo, bem perceptível. É como eu disse no post e vocês reiteraram, mesmo que seja idiota, essas reportagens no mínimo chamam a atenção e, consequentemente, faturam uma certa audiência (a menos que você assista no Você Tubo, como foi meu caso…:P). É a manifestação daquela famosa máxima, “falem bem ou falem mal, mas falem de mim”.

    Praticamente toda emissora de TV raramente fala dos games e quando fala, o assunto é só sobre imposto sobre os games ou pra falar de jogos "considerados" violentos, e a proibição deles no mundo.

  31. 30, abril, 2011 em 16:21 | #31

    Esta imagem abaixo é uma resposta a "Globo Reporter,a febre dos vídeo games 1991"
    http://2.bp.blogspot.com/-ziENViAFanw/TbDEnhw4yxI

  32. 1, maio, 2011 em 10:01 | #32

    <blockquote cite="#commentbody-3073">

    Kurt :

    Agora faz um post sobre Crash Bandicoot aí, Rafael! Cansei de ficar xingando muito no passagem secreta. A sorte do gagá é que o blog dele não funciona no meu trabalho. Só consigo ler e não consigo comentar lá.

    Fica ameaçando não que eu ligo para a Record e "denuncio" que um primo meu matou o gato dele afogado por influência do Crash Bandicoot 😛

  33. 1, maio, 2011 em 10:03 | #33

    <blockquote cite="#commentbody-3076">

    Patty K :

    Aliás, eu jogava Duke Nukem com meu irmão quando tinha 6 anos, e atirava deliberadamente nas tais dançarinas de strip-tease. Eu sou uma psicopata. Rezem pra nunca me encontrar na rua.

    Essa menina promete… aposto 20 pratas que vai ser dona do melhor retroblog do Brasil daqui a uns cinco anos ^_^

    <blockquote cite="#commentbody-3077">

    Kurt :

    @Rafael Fernandes Só fico com inveja se ele tiver o NiGHTS original!

    Eu não gosto de NiGHTS 😛

    *oh oh… será que cometi uma heresia?*

  34. 1, maio, 2011 em 10:27 | #34

    <blockquote cite="#commentbody-3104">

    Orakio “O Gagá” Rob :

    <blockquote cite="#commentbody-3076">

    Patty K :

    Aliás, eu jogava Duke Nukem com meu irmão quando tinha 6 anos, e atirava deliberadamente nas tais dançarinas de strip-tease. Eu sou uma psicopata. Rezem pra nunca me encontrar na rua.

    Essa menina promete… aposto 20 pratas que vai ser dona do melhor retroblog do Brasil daqui a uns cinco anos ^_^

    Se não for presa antes por homicídio…

  35. 1, maio, 2011 em 10:41 | #35

    @Rafael Fernandes

    A cereja do bolo: o retroblog dela vai apresentar versões originais ao piano de clássicos da game music, executadas pela própria 🙂

  36. 1, maio, 2011 em 16:19 | #36

    @Cosmonal

    Que tal a musica "Go straight" do Streets of rage 2 em Saxofone?

  37. 2, maio, 2011 em 06:24 | #37

    Alias,falando em maníacos assassinos,o OSAMA BIN LADEN MORREU!

    Isso mesmo morreu!Com 3 tiros no corpo e depois jogaram ele no mar.

  38. 2, maio, 2011 em 06:27 | #38

    @Adam Alencar

    Borreu! Borreu o bebê!

  39. Flavio Master
    2, maio, 2011 em 07:46 | #39

    @Adam Alencar

    Pela lógica da Record, Bin Ladden devia ser um grande jogador de Counter Strike, o que fez ele extravsar suas frustrações "videogueimicas" nas Torres Gêmeas.

  40. 2, maio, 2011 em 10:24 | #40

    O foda é que a Record faz tudo parecer horrível. Vi ontem uma matéria sobre autista, por causa de uma esquete ridícula do Comédia MTV que ninguém viu nem ia ver se não fosse pelo alarde da própria MTV a respeito disso. Aí na hora me lembrei da matéria dos games.

  41. 2, maio, 2011 em 10:26 | #41

    @Orakio “O Gagá” Rob

    Faz isso com o Sonic laranja não!

  42. 3, maio, 2011 em 11:45 | #42

    <blockquote cite="#commentbody-3094">

    Flavio Master :

    @Israel – Tio Goiabinha

    Vocês sabiam que River Raid (aquele do Atari), pelo menos a bem pouco tempo, era proibido na Alemanha, como um game que “conduz à violência e ao pensamento errático”? O ponto é exatamente esse, tudo que é apresentado de forma parcial e tendenciosa como “algo ruim” pode acabar levando essa pecha. E se o indivíduo não tem senso crítico, opinião própria, a informação, ainda que errada, acaba se tornando a “verdade suprema”.

    @Kurt

    É fato que o Twitter não é a melhor ferramenta pra isso, mas essa movimentação toda é, no mínimo, bem perceptível. É como eu disse no post e vocês reiteraram, mesmo que seja idiota, essas reportagens no mínimo chamam a atenção e, consequentemente, faturam uma certa audiência (a menos que você assista no Você Tubo, como foi meu caso…:P). É a manifestação daquela famosa máxima, “falem bem ou falem mal, mas falem de mim”.

    Não sabia essa do River Raid. Agora sei.

    A mídia, se a pessoa não tiver um mínimo de senso crítico, acaba arrastando as pessoas para uma opinião qualquer, por mais sem fundamento que ela seja. Parece que é a inversão daquele famoso pensamento: "O que é bom a gente mostra; o que é ruim a gente esconde".

  43. igor
    4, maio, 2011 em 13:01 | #43

    pô mais uma dessas materias malucas e non-sense feito por pessoas que só sabem de por culpa em tudo sem nem ao menos saber do que se trata

  44. 5, maio, 2011 em 06:45 | #44

    @igor

    O pior é que eles não pesquisaram antes falar dos games…

    Exemplo:

    <blockquote cite="#commentbody-3062">

    Kurt :

    Não tenho como ver os vídeos, mas o da Globo eu já tinha visto e dado muita risada.

    Agora, falar que isso é coisa de brasileiro é mais ingenuidade que tudo. Ou vocês acham que isso não acontece em nenhum outro lugar do mundo?

    Proibir nunca é solução. Filmes, o coitado sempre comparado aos games, tem classificação indicativa, mas uma criança pode ir ver um filme para maiores de 16 anos acompanhado.

    Eu gosto de futebol. Muitos gamers gostam de futebol. Só que futebol é um esporte e não era pra envolver violência, e é totalmente diferente e impossível de comparar com videogames.

    Eu acredito que videogames, ao contrário do que a maioria acha, não são banalizados pela grande parte da população. Todo mundo hoje já jogou alguma coisa, seja pelo computador, pelo Dynavision ou pelo PS3! Isso porque não tem como banalizar algo que NÃO É o suprasumo da tecnologia e algo digno de coroa e cetro. Esse é um ponto que eu nunca vejo ninguém falar. Não tiro os méritos da minha educação pelos jogos, mas os videogames foram feitos pra isso: diversão e comunhão com o próximo. Não pra educar, ser a coisa mais importante na sociedade ou ter uma elevação espiritual. Assim como TV, filmes e etc!

    Concordo com o Cosmonal, a TV está perdendo chão. Mas é muito pouco. Os videogames, a não ser que haja algo extremamente secreto, não vão desbancar a tv, não no estado atual. Se fosse assim o cinema teria deixado de existir já faz uns 50 anos. E o rádio a uns 80. Todo mundo ainda ouve rádio e muita gente ainda vai no cinema, só não vai mais porque o preço é alto.

    O jornalismo de todas as emissoras são muito parecidos. Eu assisto muito jornal e desde a faculdade vejo que as matérias são todas feitas muito parecidas. Isso não é da Record exclusivamente, apesar do cunho religioso que ela tem e emite subliminarmente. Sempre vai se procurar um culpado. O heavy metal já passou por isso! Ou ninguém lembra dos inumeros casos? Além de Columbine que misturou Doom com Marilyn Manson e Rammstein – tudo que eu ouvia e jogava na adolescência.

    Acho que ficar de protestinho pelo twitter é ridículo. Seria mais correto mandar email para a redação, jornalista responsável pela matéria, jornalista responsavel pelo centro de jornalismo da record e mandar pro papa também. Fazer uma carta e pedir direito de resposta, sei lá. E na carta escrever CORRETAMENTE, com base e propriedade, sobre os games, a história bonita de superação e envolvimento que se deu nesses 40 anos, desde o SpaceWar! até *insira o nome de algum jogo novo aqui*. Twitter ainda não é visto como algo oficial. Email é. Carta também. Reclamar no twitter é muito pouco e não tem como explicar direito tudo.

    Pqp, juro que no próximo post eu não escrevo um livro.

    ….

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