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Aqui e Agora: Daytona USA, BGS 2011 e fail no futebol



Estreando uma nova seção do blog, a ideia aqui é a de trazer uma crítica simples – às vezes óbvia, outras vezes polêmica – sobre as notícias e fatos da semana relacionados a games e as pessoas que falam a respeito. Pense num Twitter com (muito) mais de 144 caracteres: é a premissa por trás disso tudo. Comentários, curiosidades e links serão abordados nessa salada aqui, por isso, não espere regularidade. Vamos lá então…

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E Daytona USA finalmente será lançado em HD para a Xbox Live e PSN. Quem diria, hein? Depois de anos de desleixo com o  jogo que é simplesmente o arcade mais lucrativo de todos os tempos, a Sega finalmente revive este clássico de corrida cuja última versão foi lançada lá para o Dreamcast, com o Daytona USA 2000. E é até surpreendente isso; lembram daquele tal de Sega Racing Classic? Esse na verdade era o nome de um relançamento do game para os arcades, com gráficos em HD e outras quinquilharias. Porém, por questões de direitos autorais, o uso da palavra “Daytona” não estava permitido. Agora, me parece que eles finalmente conseguiram.

Essa foto é tão 2006, época de reinado do Orkut…

 

A Sega anunciou algumas coisas especiais nessa conversão, como gráficos em widescreen 16:9 e modo online para até 8 jogadores. A primeira novidade nem é tão interessante assim, já que o arcade original de 1993 já tinha essa opção de formato de tela, então não deve ter dado trabalho algum para a equipe responsável em resgatar o clássico. Já o modo online parece ser bem interessante; até porque, se não lançassem dessa forma, o jogo seria considerado curtíssimo. Aliás, li há algum tempo atrás que, durante o desenvolvimento do jogo, o Yu Suzuki pretendia inicialmente linkar até 40 arcades em rede para simular uma corrida de verdade! Agora, imagina atualmente uma corrida online de Daytona USA entre 40 pessoas, e a quantidade de trolls que andariam na contra-mão só para esculhambar a corrida. Sem falar no lag. Ia virar um Destruction Derby.

Ainda assim, mesmo com o modo online, acredito que o relançamento do jogo só servirá para satisfazer 3 minutos de nostalgia, dada sua longevidade. Depois, vai todo mundo voltar para o Forza ou Gran Turismo. Pelo menos a Sega terá mais grana para pagar suas dívidas.

Outra característica que a empresa frisou no trailer está na presença da clássica trilha sonora original. Tudo bem que ela está ficando cada vez mais cult com o passar dos anos, mas temo que a gritaria do Takenobu Mitsuyoshi enjoe rapidamente os jogadores. Isso sem falar que, se usarem as versões originais, serão timbres e samples de 1993, o que fica um tanto ultrapassado. Talvez eles possam surpreender com a possibilidade de escolher versões remixadas ou arranjadas, mas… Duvido muito.

Um adendo pós publicação do post: Como bem alertado pelo Gagá neste comentário, o jogo também terá um modo Karaoke, de acordo com o comunicado da Sega e da lista de achievements que vazou. Se for o que estamos pensando, aí sim, ponto para a Sega por incentivar constrangimento através de seus jogos!

Mas acho mesmo é que eles deveriam aproveitar para fazer uma promoção, organizando uma festa com o primeiro lugar na Leaderboard, com direito à presença do músico, totalmente bêbado, gritando “Daytona” a qualquer um que pedisse.

Ops…

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E a Brasil Game Show 2011? Ora, o evento foi um sucesso impressionível, todo mundo fala bem. Mas que tal falar das coisas chatas, Brasil? Bem, no primeiro dia que fui, na sexta-feira, foi bem tranquilo, principalmente na parte da manhã, onde pude jogar muitas coisas sem fila (como vocês puderam conferir no post do nosso tio, o Gagá). O grande problema, porém, é que em vários estandes presentes no local, as pessoas não paravam de jogar, e não havia ninguém presente para expulsá-las. As pessoas estavam tentando jogar e zerar o Gears of War 3 ali, acredito eu, porque elas não sairiam nem a base de chute. Com certeza isso foi um agravante conforme o dia foi passando, e a lotação do local aumentando. Lá pelas 16 horas da tarde, o Centro de Convenções Sul-América começou a se tornar tão pequeno quanto foi no ano passado; porque, se aumentaram o espaço, agora utilizando os três andares, aumentaram também o número de empresas exibidoras, cada uma com seu esporro sonoro próprio, vale ressaltar. No fim do dia, já não era possível transitar tão bem quanto pela manhã, com filas incríveis para se fazer qualquer coisa, muito devido à falta de espaço ou investimento para inserir mais máquinas ou postos de jogo. Havia apenas dois postos para jogar Street Fighter VS Tekken

Ainda assim, saí satisfeito. No sábado, tive de ir à senzala, enquanto que no domingo tinha a pretensão de ir e ficar apenas um pouquinho, uma vez que tinha uma trouxa de trabalhos pendentes em casa para resolver.

Oh boy, que inferno.

Chegando lá, a fila simplesmente tomava conta de todo o perímetro do centro de convenções. Era algo inacreditável. Chegando às 11h, entrei apenas meia hora depois. Isso porque já havia comprado ingresso antes; dois amigos meus que ainda teriam de comprar as entradas só conseguiram adentrar por volta de meio-dia e pouco.

Lá dentro, um purgatório. Filas por todos os lados, barulheira ainda maior, sangue, suor e cerveja. É de desistir de viver, de colocar todos os planos por água abaixo ao presenciar toda aquela lotação.

E aí você vê imagens da CET-RIO com retenções no estande de Batman Arkham City, na altura do Cinema 6D…

 

Agora, sinceramente, muita gente pode encarar o excesso de gente como um sucesso estrondoso do evento, muito além da conta, que o mercado de games nacional é enorme, vai ter gente jogando dinheiro pro alto e num sei o quê mais. Acredito que não. Acho mesmo um absurdo ter um ano para organizar uma coisa, esperando um certo número de pessoas ainda maior, e não ter estrutura ou magnitude suficiente para abrigar todos os frequentadores. O que mais vi ali foram pais levando seus filhos para o evento, o que deve ter sido uma experiência desastrosa, devido a qualquer jogo ali em demonstração estar abarratodo de gente. Acredito ter sido humanamente impossível para qualquer um naquele dia jogar mais de 10 games “quentes” durante todo o dia, devido à duração das filas.

E eu ainda não entendo como ninguém apareceu reclamando. O tempo de espera para qualquer coisa dava pra pagar umas 20 contas no banco. Com exceção, claro, do terceiro andar e o espaço de arcades…

Que traz um orgulho de ser retrogamer que vocês não têm ideia

 

Enquanto escrevia para a coluna, recebi um comunicado institucional do evento, informando mais um recorde de público: na sexta, compareceram 9,5 mil pessoas; no sábado e domingo, média de 25 mil.

Thank you Rio, but our Castle is now in São Paulo.

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Recentemente, foi lançada mais uma atualização para as duas gigantes do futebol virtual: Pro Evolution Soccer e Fifa. E a cada ano, eles trazem diferenças significativas em relação à versão anterior, muito mais para justificar a necessidade de lançar um novo game (ao invés de um simples DLC pago) do que para trazer mudanças realmente efetivas. Digo isso porque elas nem sempre funcionam. E vejam só: O Kotaku BR acaba de postar um artigo, de nome É a temporada da decepção no futebol virtual. Que coisa hein.

Uma pessoa, duas representações. É, acho que videogames são arte mesmo…

 

Eu sempre pendia mais para o lado da Konami, então se fosse para jogar um ou outro, preferiria o PES, não somente porque a versão original em português tem a narração do Sílvio Luiz, como também cada nova versão sofre diversas modificações e hacks, para ficar mais do nosso jeito. Mas o miolo dos games, isto é, a jogabilidade, infelizmente é imutável, e dela nunca simpatizei muito, perdendo sempre para a CPU de forma vergonhosa. Por isso, ainda fico com os games de futebol antigos, que eram simples o suficiente para proporcionar uma boa simulação, tais como os Fifa do 16-bits, Super Sidekicks 3 de Neo Geo, Sensible Soccer, etc.

Mas o jogo de futebol do qual nunca largo é o International Superstar Soccer de 64. Produzido pela KCEO, divisão da Konami de Osaka que também foi responsável por ISS Deluxe de SNES (Winning Eleven e posteriormente PES seriam produzidos pela KCET, de Tóquio), foi sem dúvida o jogo que estabeleceu novos parâmetros do futebol virtual. Os motivos são bem simples: Oferecia um nível decente de simulação, mas focando na jogabilidade de arcade, com controles simples e ainda assim profundos o suficiente para passar dias aprimorando. E ainda tinha um modo de customização que, enquanto limitado tecnicamente na época, era o suficiente. Hoje em dia, se bobear, os jogos mais modernos permitem até que você perca tempo dando uma de Niemeyer e resolva construir seu próprio estádio de futebol.

E o que falar do narrador? Nunca vi um cara mais empolgado que esse:

E o melhor é que na versão japonesa, tem um outro mais maluco ainda:

Anyway, pode-se ver que os gráficos de ISS 64 são horrorosos hoje em dia, os jogadores têm cara chapada, sem olhos (típico da Konami na época), com animações pouco variadas e sem transição. Mas a jogabilidade é sólida e o jogo é divertido, principalmente no multiplayer (que me traz várias memórias…). E é isso que importa mais e que me mantém jogando esta porcaria por mais de 10 anos. Às vezes jogo ali um Bomba Patch para ver se um dia começo a gostar, mas… Não dá.

Agora, vem a pergunta do Seu Madruga: O que vale mais? Gráficos ou jogabilidade? Realismo ou diversão? Um gol contra ou um oitavo?

Levou consigo todas as respostas…

Jornalista de games, editor de vídeo e estudante de Audiovisual, escreve atualmente para a Revista OLD! Gamer. Além dos joguinhos, também dá pitacos sobre cinema, TV e tecnologia; sempre acreditando que a ironia é a melhor forma de sinceridade. Ouve Game Music e trilhas sonoras de filmes durante a maior parte do tempo, mas jura que é uma pessoa legal. Seguista, badernista e exorcista.

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  1. 14, outubro, 2011 em 17:54 | #1

    Ah, Rafael, eu consegui jogar a marca de 19 títulos na BGS… Além de ter tomado uma surra lamentável no Mario Kart DS no wi-fi com completos desconhecidos aleatórios. Fiz até um artigo no meu blog sobre o que joguei lá.

    • 14, outubro, 2011 em 18:01 | #2

      Parabéns, tu é muito perseverante! Eu não tenho paciência para filas, então nem me preocupei em constatar quanto tempo estava levando para algum jogo importante na feira.

      Ou então fui muito azarado em pegar as piores filas e horários para jogar.

  2. Talude
    14, outubro, 2011 em 18:50 | #3

    BE DÁ IBAGENS! BE DÁ IBAGENS!

  3. 14, outubro, 2011 em 19:05 | #4

    Isso pq o Rafael falou no email que era uma coisa rápida. Olha o tamanho do post! ahahaha

    BE DÁ IBAGENS!

    Eu era fã do Winning Eleven do PSX. Amava, tinha um que a capa era o Valderrama (winning like a boss), mas eu gosto de jogar no multiplayer os de PS2, tem um que eu não sei que ano é, acho que é de 2009, bomba patch. Jogo sempre com o Palmeiras. Até ganho algumas, mas eu sou ruim.

    O PES do PS3 eu gostei, de 2010, mas gostava mais do Be a Star (é esse o nome do modo?) pq meu jogador era um lateral direito nervoso. Hehehehe. Mas se vc joga de atacante o jogo fica muito fácil. Mas enfim… No International Superstar Soccer do SNES/MD eu sou ruim pra carlaho, sempre perco.

    E GOGO DAYTONA. YEAH OOOH YEAH AHHH

  4. 14, outubro, 2011 em 19:56 | #6

    Você esqueceu de mencionar a parte mais importante do relançamento de Daytona: o jogo vai ter um modo karaokê para todo mundo soltar a franga! Vai ser uma espécie de "Daytona USA meets Just Dance": você lá acelerando e seu amigo ao lado cantando no microfone e fazendo coreografias! Imperdível!

    • 14, outubro, 2011 em 19:21 | #7

      Que b…, esqueci disso! Valeu por alertar. Mas ainda tem que ver como vai ser isso aí, já pensou se for isso mesmo que você falou? Aí sim!

      • kurtrizzo
        15, outubro, 2011 em 12:53 | #8

        Mano, é sério isso? É zueira né? Pelamordedeus.

        PORRA, SEGA!

        • 16, outubro, 2011 em 16:05 | #9

          Não, ninguém aqui imaginou um cara levando um "Game Over" no game e o "amigo" ao lado cantando "GAAAMEEE OOVEEERRRR YYYYYYYEEEEEEEAHHHHHHHHHHH!!" mais empolgado que o Takenobu Mitsuyoshi e levando uma surra.

          • 16, outubro, 2011 em 18:23 | #10

            Hahaha, mas se bem que o "Game Over Yeaaah é do Sega Rally"… O do Daytona USA é mais "cantável"


            Eu quase morri quando um dia Mitsuyoshi resolveu cantar esse negócio no twitter, provavelmente sob efeito do mesmo saquê que tomou ali! ^^

            • 16, outubro, 2011 em 22:56 | #11

              Verdade, me lembro deste também. Se bem provavelmente este seria irritante de igual maneira, dependendo do nível de saquê dos envolvidos.

              • Christian
                29, outubro, 2011 em 23:12 | #12

                Cai aqui aleatoriamente pesquisando Sobre Daytona USA, e gostei do Blog.

                Mas uma observação, o modo Karaoke, nada mais é do que o jogo normal com a Musica normal só que sem vocal, e com as letras aparecendo na tela, só isso.

                • 29, outubro, 2011 em 23:53 | #13

                  Ah, que coisa ridícula então, valeu por esclarecer! E por incrível que pareça, era justamente o que eu imaginava… Se não me engano, havia um modo semelhante na versão de Sega Saturn… Não sei o porquê da Sega ter anunciado isso como uma coisa revolucionária!

  5. Talude
    14, outubro, 2011 em 23:06 | #14

    O melhor deste post é saber que o Rafael curte Sensible Soccer como eu, que adoro a versão de Mega Drive.
    KCET é um nome bem sugestivo para uma produtora.

    Joguei muito pouco Daytona USA, mas a pista real é muito f*: http://en.wikipedia.org/wiki/Daytona_Internationa

    • 15, outubro, 2011 em 23:04 | #15

      O pior é que faz taaanto tempo que não jogo o Sensible Soccer (não sei porquê, nunca parei para jogar em algum emulador) que não devo lembrar de mais nada =X

  6. Eduardo Casola Filho
    14, outubro, 2011 em 23:13 | #16

    Uma boa nova esta do retorno do Daytona para os games

  7. kurtrizzo
    15, outubro, 2011 em 12:53 | #17

    Esqueci de mencionar como o Messi está com cara de retardado na versão do PES.

  8. 15, outubro, 2011 em 14:43 | #19

    Tá ai um gênero(esportes) que prefiro nos consoles atuais por serem verossímeis ao esporte real.

    Agora Daytona USA em HD e com modo online, pode até que seja divertido pegar o DualShock 3 e jogar no analógico. Veremos!

    • 15, outubro, 2011 em 23:04 | #20

      Ah comigo não tem jeito, já tentei bastante jogar os games mais modernos, mas acabo sempre voltando para os antigos…

  9. 15, outubro, 2011 em 16:04 | #21

    Eu tinha visto o tópico ontem e ao vê-lo hoje novamente há algumas mudanças sutis… O "BE DÁ IBAGENS" do pessoal pelo visto teve certo efeito, pois ao menos uma imagem ali eu não tinha visto antes.
    Hahaha! O tabuísmo foi removido! Estava engraçado, mas foi melhor assim.

    Desconhecia aquele vídeo do Mitsuyoshi! Ele simplesmente confirma minhas hipóteses de que ele fez o serviço de dublagem em Daytona totalmente embriagado.
    Quanto ao jogo, seu pessimismo tem fundamento, já que ele é "muito Arcade" pro gosto dos jogadores de hoje. Para mim ele será como o OutRun Online Arcade: no primeiro mês o multiplayer fervilhará, no segundo já não haverá alma viva nos servidores para que possa competir com você. Triste situação.

    Já a BGS, bem, era inevitável que uns caras iriam para lá causar algum transtorno. Espero que melhorem na próxima edição, mas sinceramente sou pessimista nesse ponto. :p

    Hahahaha! Eu rio demais com aquela cara do Messi em Pro Evolution Soccer 2012! O Kurt achou ele um "retardado", mas eu diria que ele parece mais como quem viu um fantasma, totalmente assustado, ou ainda que ele se parece com un ganado de Resident Evil 4, com essa cor de pele! xD

    Assim como o nobilíssimo Rafael "licenciado para matar" Fernandes não larga International Superstar Soccer de Nintendo 64, posso dizer que apeguei-me a J. League Jikky? Winning Eleven 2000 da mesma maneira. Joguei esse título "como se não houvesse amanhã"! E a narração do Jon Kabira obviamente era algo que incentivava a jogatina. Júbilo Iwata e Kashima Antlers FTW! Ah, vale lembrar que o Vasco da Gama também é um time selecionável nesse jogo, porém como ele não é licenciado, aparece com o nome de ?????????? (Rio de Janeiro). Bons tempos…

    É isso! Chega! :p

    • 15, outubro, 2011 em 15:43 | #22

      Mais tarde leio tudo e todos, só me permitam um comentário mais autista do que qualquer outra coisa aqui:

      Parece que o sistema de comentários do blog está entendendo Hiragana (um dos três alfabetos japoneses) novamente. Confere?

      Alguém avise o Koichi Namiki por favor!

      [autista mode-off]

      • 15, outubro, 2011 em 15:58 | #23

        Hahahaha!

        Vamos fazer um teste aqui:
        ???????????????????
        ???????????????????

        Bem, pode avisar o Koichi Namiki que os três alfabetos japoneses (hiragana, katakana e kanji) estão sendo exibidos corretamente! xD

    • 15, outubro, 2011 em 23:05 | #24

      "VASCURO DA GAMUMA"

    • kurtrizzo
      17, outubro, 2011 em 19:57 | #29

      Zumbi, tá aí, não tinha pensado nisso. Zumbis (do RE1) são retardados.

  10. 16, outubro, 2011 em 17:04 | #30

    Até que vejo com bons olhos (pleonasmo detectado) o relançamento de games antigos com supostas melhoras ou novos recursos significativos. Do contrário, pareceria apenas aquelas jogadas pra justificar a proteção a um game muito antigo.

    Ano que vem a BGS será em SP e eu já estou intimando os meus colegas daqui a irem. Acho bem válido apontar os erros de organização do evento e elogiar o que deve ser elogiado para que haja uma melhora substancial com o passar dos anos (assim espero).

    Idéia: por que a organização, ao invés de deixar um hiato daquele disponível aos jogos de arcade, não cria um espaço para os retrogamers possam se encontrar, instalar seus consoles e jogar partidas multiplayer?

    • Talude
      17, outubro, 2011 em 18:27 | #31

      Eu estou achando bizarro o Sonic Generations, já que mesmo tendo as fases antigas e tal, o Sonic clássico terá golpes novos que não tinha quando o jogo foi lançado.

  11. 17, outubro, 2011 em 18:36 | #32

    Muito legal a idéia da "cobertura" da semana. Acho engraçado vocês reclamando de BGS cheia demais, BGS, que não dava pra testar os jogos… 😛 Ah, como eu queria ter a oportunidade de enfrentar esses probleminhas, mas aqui em Salvador o máximo que pode acontecer é… nada.

    Depois de pegar o Radiant Silvergun na Live, o próximo certamente será o Daytona — nele certamente terei mais sorte pra encontrar gente online. Em Radiant Silvergun… não dei sorte dia nenhum pra jogar um multiplayer, tentei vários dias (ok, é bem menos relevante o MP de RS do que um Daytona).

    • 17, outubro, 2011 em 21:46 | #33

      E Cosmonal acaba de cumprir sua cota diária de mumbling rambling sobre sua cidade!

      • 17, outubro, 2011 em 21:57 | #34

        Ok, concordo que já virou mimimi mesmo, broken record.

        Vou mudar o lado do disco então. Agora, a crítica será para toda a Bahia!

  12. danielgfm
    19, outubro, 2011 em 09:54 | #35

    Engraçdo que a SEGA conseguiu de volta o nome Daytona USA, que antes tinham retirado o nome devido a direitos autorais. Só espero que todas as músicas estejam lá, pois a coletanea DC para o PC, eles tiveram de tirar as musicas do jogo original, o que tornou a experiência menos interessante.

  13. danielgfm
    19, outubro, 2011 em 11:35 | #37

    Aconteceu isso um tempo atrás. A SEGA tinha perdido, de alguma forma, os direitos de ter o título no arcade do jogo, daí quando ela foi relançar o jogo colocou o nome Sega Racing Classic. Creio que eles retomaram a marca e daí puderam colocar no Daytona USA neste novo-velho título.

  14. 19, outubro, 2011 em 16:58 | #38

    Deram uma garibada no Messi do FIFA, ele foi fundido com o Andy Garcia.

  15. Flavio Master
    23, outubro, 2011 em 22:40 | #39

    Interessante esse lance da Brasil Game Show, mas não ter monitores pra organizar a coisa e controlar o tempo de jogo foi uma bola fora sem tamanho…

  16. Tangerina Pokan
    28, outubro, 2011 em 11:13 | #40

    Comprei o Daytona,divertido sempre é,mas esperava mais é claro.
    O jogo no emulador de Model 2 na minha tv fica com gráficos melhores (!!) o carro fica enorme com os rodões de fora.
    Enfim.
    Essa versão do PS3 tem algo estranho na pista conforme você vai avançando parece que tem uma onda de choque correndo na sua frente é muito estranho.
    Ainda não venci nenhuma vez online só fico em 2 ou 3,também não fiz último em nenhuma.
    Sinto que logo vou abrir um streak de vitórias.

  17. 28, outubro, 2011 em 21:33 | #41

    "Onda de choque"?? Queria saber do que isso se trata exatamente…

    Mas e os controles, como são? Deveria ser melhor a versão de console nesse sentido em comparação com o emulador (já que o arcade usa volante), não?

  18. RafaMalaman
    2, novembro, 2011 em 22:26 | #42

    Hoje em dia, os gráficos de International Super Star Soccer 64 podem parecer toscos. Porém, na época, impressionavam – e bastante.

    Só vi jogo de futebol com qualidade melhor de texturas e modelos na geração PS2.

    • 3, novembro, 2011 em 09:09 | #43

      Estou procurando até hoje a versão 2000 desse ISS para o PS2. Me parece que os gráficos melhoraram muito, mas veja só, tem queda no framerate. Mas ainda estou à procura para ver como que se saiu.

      • RafaMalaman
        3, novembro, 2011 em 17:40 | #44

        A versão PS1 desse International Super Star Soccer (só saiu no Japão com times da J.League) é uma bomba. É um verdadeiro festival de polígonos estourados e quedras de frame, o que mostra que o Nintendo 64 tinha, sim, potencial pra fazer gráficos bem melhores que os de PS1. Mas ele foi muito pouco utilizado, pela baixa capacidade dos seus cartuchos em comparação com os CDs.

        • 3, novembro, 2011 em 22:13 | #45

          Eu acho que joguei essa versão com os times internacionais no PS1 mesmo! Se não me engano, o nome é ESPN International Superstar Soccer 2000, mais "achável" que a versão de PS2. Pena que joguei na casa do meu amigo que estava com o canhão de leitura já bem desgastado, trazendo loadings horríveis nos menus e travadas após os gols – parece que a comemoração era carregada pelo CD na hora mesmo.

  19. tangerina pokan
    1, dezembro, 2011 em 08:25 | #46

    Nossa só vi hoje sua pergunta.
    Bom o jogo tem uma "coisa" que vai correndo mais a frente do carro,como se fosse uam onde de choque,um fantasma…algo estranho.
    Os controles são ótimos no jogo de PS3,sem reclamações.Joguei muito já e consegui bons resultados online.Quando acontece LAG é muito engraçado porque os carros dos outros ficam se teletransportando para fora do cenário!
    Comparando melhor eu vacilei,os gráficos no PS3 estão mais limpos sim e sem construção.Mesmo assim acho pouco gente,esperava algo um pouco melhor.

    Bom o jogo tem esses modos novos criados mas faltou mas ousadia.As mesmas 3 pstas (invertidas) de 1994 é pouco.

    Poderiam fazer uma versão em que pegasse logo todas as pistas dos daytonas e enfiasse umas novas.
    Quanto aos carros até hoje os da CCE são os mais "carismáticos",gostaria que tivesse mais opção de diferenciação,mas o bom de ser só o Horent é que vencer depende só da sua habilidade no volante já que todos jogam com carros iguais.

    Não sabia que tinha Hornet rosa! 😛

    Apesar dos pesares eu acho que os 20 dilmas reais compensam o jogo pois mesmo só com as 3 pistas o negócio é bem divertido,online +10 pontos de diverção 😀

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