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Maratona Game Movies: Tomb Raider

E vamos para mais uma etapa da Via Crúcis gamer a qual o blog percorre sem desistir! Em 2001, a série  Tomb Raider já estava em seu quinto game, sendo um enorme sucesso de público e crítica; muito disso graças à popularidade de Lara Croft, a primeira musa poligonal da história, e protagonista dos games da franquia. Diante dessa aceitação, seria interessante capitalizar em cima disso através de outras mídias que não os games, certo? E por que não aproveitar-se de melhor forma para isso senão através de um filme? Foi o que pensaram os produtores que, apesar de não obterem como resultado um filme bom do ponto de vista crítico, encheram os bolsos de dinheiro com a arrecadação enorme que a aventura obteve nos cinemas. Descubra como isso aconteceu!

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A concepção para as telonas

Primeiro de tudo, é interessante ressaltar que tipo de adaptação seria se o projeto caísse nas mãos erradas. Desde 1998, havia interesse em fazer uma aventura para os cinemas utilizando o universo do jogo de aventura 3D, e até mesmo um script foi escrito por Brent V. Friedman, cujo histórico anterior vem da produção do roteiro de… Mortal Kombat: A Aniquilação! Para completar, no ano seguinte, Steven E. Souza também escreveu um roteiro para o projeto, mas que foi rejeitado pela Paramount, por razões que posso especular apenas olhando seu passado de diretor e produtor de Street Fighter: A Última Batalha. No fim das contas, o script final não aproveitou nenhuma das ideias desses dois “gênios”, uma vez que os créditos de roteiro não os incluem. Podemos agradecer?

Já naquela época, a ideia de adaptar um games para o cinema não era bem vista, principalmente devido às bombas anteriores – com exceção do primeiro Mortal Kombat. Várias pessoas pagaram para ver como Tomb Raider se sairia, e o diretor Simon West tinha um trabalho mais difícil em mãos – pelo menos mais difícil do que os falhos, porém bem sucedidos Con Air: A Rota de Fuga e A Filha do General, dos quais dirigiu antes de embarcar no projeto. No fim das contas, e, assim como esses filmes citados, Tomb Raider se mostrou bem aceitável pelos suas ótimas sequências de ação e excelente elenco, apesar da história quebrada.

É impossível não falar de Angelia Jolie no papel de Lara Croft, que não poderia ter maior representante do que essa atriz. Ela estava começando a se tornar bem conhecida naquela época, principalmente pelo seu papel em O Colecionador de Ossos, de 1999. Não somente seus atributos físicos serviram como atrativo para o público, como também representavam a heroína da melhor forma possível. Fica muito fácil julgar que Jolie praticamente levou o filme nas costas, não apenas por apresentar uma atuação condizente com a personagem e com a trama – apesar do sotaque inglês fajuto –  como também por executar grande parte de suas cenas de ação, trazendo credibilidade na maior parte das cenas. E, é claro, essa mulher inspira sexo, apesar de Lara Croft estar (um pouco) acima disso, tendo outros interesses na vida.

Mas o elenco de apoio não deixa barato, com excelentes escolhas. Começando por Daniel Craig que, cinco anos antes de sua controversa escolha para o papel de James Bond, está no filme como um equivalente masculino – porém menos competente – de Lara Croft. Além, é claro, do fato de o filme deixar de forma subentendida que eles já tiveram um caso anteriormente. E ele faz um bom trabalho, servindo tanto como alívio cômico em alguns momentos, como também como um antagonista; mesmo que de forma temporária. O mais interessante é que, enquanto Angelina Jolie nasceu nos EUA e interpreta no filme uma personagem de origem britânica, com Daniel Craig acontece o contrário, tendo que interpretar um mercenário americano apesar de sua origem britânica. Ainda assim, a atuação de Craig nesse sentido é bem convincente, conseguindo forçar um sotaque de forma mais eficiente do que Jolie conseguiria durante as cenas do filme.

Como o pai de Lara Croft, ninguém melhor do que o próprio pai de Jolie: O aclamado ator Jon Voight (mais conhecido por papéis de presença ou vilanescos) traz uma atuação interessante, apesar de não ter muito o que mostrar como o bom velhinho que motiva Lara Croft em sua busca pelo objetivo da história. Outras escolhas interessantes estão em Iain Glen como o vilão Manfred Powell, Noah Taylor como o nerd Bryce, e Chris Brice como o mordomo Hillary; em suma, atores que fazem um bom trabalho, mas pouco conhecidos a ponto de não ofuscar Jolie, que toma o filme para si em alguns momentos – no bom sentido.

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Entre na sala, mas deixe o cérebro do lado de fora!

A história, como disse anteriormente, não é grande coisa, e serve apenas como pretexto para as cenas de ação do filme. Em resumo, um grupo que deseja conquistar o mundo chamado Illuminati (sempre eles) está à procura do Triângulo da Luz, que concede àquele que o possui o poder de controlar o tempo. Devido ao uso deste amuleto para o mal em épocas ancestrais da raça humana, foi decidida sua divisão em duas partes, que seriam escondidas em dois lugares distintos do planeta. Assim, os Illuminati contratam Manfred Powell, cuja incumbência é a de recuperar as duas partes do amuleto antes do alinhamento planetário, que ocorreria em uma semana. Concomitantemente, Lara Croft recebe a mesma tarefa através de uma carta do seu pai (desaparecido desde quando Lara era uma criança), que revela um relógio escondido em sua mansão, essencial para a manifestação dos poderes do Triângulo, que talvez possa trazer seu pai de volta.

Seria mais eficiente ter criado a Internet. “Poder”? Bah!

Definitivamente, não é uma trama interessante ou profunda, sendo bastante mal explicada durante o filme, que sofre de problemas de ritmo e edição que só tornam as coisas mais difíceis e chatas de compreender. A maior parte dos elementos do roteiro são absurdas, e possuem diversos buracos que tiram toda a graça do filme – se você refletir demais a respeito disso.

Mas então, porque o filme foi um sucesso tão grande? Porque ele diverte! A premissa do script de Tomb Raider não está em contar uma história muito complexa, e sim servir apenas como pano de fundo para as cenas de ação e para o humor digno de cartoon. É praticamente como em alguns dos filmes clássicos de James Bond, aonde as locações exóticas, manobras e momentos de ação são destacados em detrimento da história. Só para se ter uma ideia, o filme inicia com uma sequência de ação em que Lara está atrás de um artefato, mas precisa enfrentar um robô cheio de armamentos mortais. Ela praticamente destrói o ciborgue, consegue obter o amuleto, e tudo se revela uma simples simulação em sua mansão. Qual o sentido disso? Para quê alguém destruiria um robô assim? Lara Croft é treinada em todas as artes marciais, pratica Bungee Jumping dentro de casa, sabe atirar como ninguém, tem um telescópio gigante, coloca o pé em cima da cadeira e fica estirada em um leilão, faz um pouso de páraquedas dentro de um carro… E por quê? Ela é rica, oras!

No fim, todas as ações da heroína no filme satisfazem esse contexto

Por isso, é altamente aconselhável desligar seu senso crítico antes de assistir este filme, e se deixar levar pela aventura. Muitos dos espectadores que assistiram em 2001 fizeram isso, e saíram satisfeitos pelos momentos de ação, que não decepcionam. Além da cena de abertura, existem diversos momentos legais, como a batalha dentro da mansão de Lara, ou então o próprio clímax. Tudo com um humor leve, sem se levar muito a sério, o que funciona de alguma forma.

Aliás, eu assisti esse filme no cinema, e é realmente interessante como naquela época eu me impressionava com os monstros renderizados em CGI; até rever o filme para essa análise e constatar que existe coisa muito melhor nos jogos atuais dessa geração gamer. Mesmo assim, os efeitos especiais são muito bem elaborados, sendo mesclado de forma infalível com os elementos da cena. Ainda bem, pois se a história não é suficiente, pelo menos a ação deve ser bem feita!

E a trilha sonora? A parte incidental composta originalmente para o filme, infelizmente, é quase imperceptivel; Graeme Ravell não fez algo muito memorável nesse sentido. Nas cenas de ação, porém, a edição sonora utilizou de uma série de músicas eletrônicas de artistas consagrados, imediatamente reconhecíveis para aqueles aficionados pela cena musical. Destaque para logo no início, quando Lara Croft enfrenta o robô ao som de um remix da música Absurd, de Fluke, que sincronizou de forma perfeita com a cena. (lembrando que essa música é bastante conhecida por sua presença a trilha de Wipeout). Fatboy Slim também dá as caras com a música Illuminati, que sonoriza a cena em que Lara enfrenta seus inimigos dentro de sua mansão.

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Conclusão

Tomb Raider Movie utiliza apenas dos elementos básicos do jogo para apresentar uma história totalmente original que, enquanto não é tão interessante ou detalhada, serve como contexto para as cenas de ação, que divertem o suficiente para satisfazer a exibição – dependendo do ponto de vista. E é claro, tem a Jolie, com uma presença em cena absurda, além de seus dotes físicos cobiçados – e exagerados. O filme arrecadou mais de 250 milhões de dólares nas bilheterias do mundo todo, sendo superado apenas por Prince of Persia: The Sands of Time e Resident Evil: Afterlife. Porém, se ajustarmos para a inflação atual, o filme de Lara Croft ainda é o mais rentável de todas as adaptações filme-jogo, além de ser o filme mais lucrativo de ação estrelado por uma mulher.

Qual o segredo dessa aceitação toda? Qual foi a fórmula de Simon West para o sucesso de um filme consideravelmente mediano? Simplesmente dar ao público aquilo que ele quer: um bom elenco, muita sensualidade, cenas de ação bacanas e o fato primordial: não ter descaracterizado Lara Croft e aquilo que ela representa nos games. Assim, Tomb Raider conseguiu agradar os gamers e a massa em geral, apesar do fato de que sua história fraca provocou uma série de críticas negativas ao filme. Mas é só assistir com o cérebro desligado, que fica tudo certo!

Pior defeito: não ter sido filmado em 3D

No mesmo ano, Final Fantasy: The Spirits Whitin prometia revolucionar a animação gráfica, baseadas na bela impressão que as CGs dos games da série havia causado nos jogadores na época. Orçamento estourado, promessas de um filme espetacular… Será mesmo? O Marcos Valverde vai ficar com o pepino de julgar! Aguardem!

Jornalista de games, editor de vídeo e estudante de Audiovisual, escreve atualmente para a Revista OLD! Gamer. Além dos joguinhos, também dá pitacos sobre cinema, TV e tecnologia; sempre acreditando que a ironia é a melhor forma de sinceridade. Ouve Game Music e trilhas sonoras de filmes durante a maior parte do tempo, mas jura que é uma pessoa legal. Seguista, badernista e exorcista.

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  1. 17, fevereiro, 2011 em 22:49 | #1

    Ô Agente 00, se ta bonzinho demais hoje fi XD kkkkkkkk

    Rapaz, eu até hoje me pergunto como, como meu Deus em sã conciência, esse filme conseguiu faturar tanto! não me leve a mal, mas eu detestei esse trem aí kkk

    Eu o considero um dos piores filmes que eu já vi em minha vida, sendo superado apenas pela sua própria continuação e pela tosqueira generalizada As Panteras 1 e 2! Logo atrás dele vem os filmes da linha Resident Evil (todos menos o primeiro que é engolível), isso levando em consideração só filmes com patamar de produção hollywoodiana e de orçamento relevante!

    Pois é: eu não consigo assistir um filme sem deixar guardado na gaveta o meu olhar crítico kkk eu sempe procuro um algo mais nos filmes que assisto, e este foi um dos casos em que eu não achei absolutamente nada, somente péssimas idéias, um clichê atrás do outro, um monte de cenas de ação fisicamente impossíveis, outras lotadas de cabos de sustentação que deixavam as cenas tão falsas quanto o jogo do Sonic para SNES kkkk

    Eu procuro acreditar que esse sucesso todo se deve ao fato de que a nossa vitaminada Jolie estava em fase de ascenção meteórica assim como a popularidade do jogo, que ainda não havia caido no desgosto do povo, e a combinação destes 2 fatores + a possibilidade de finalmente estar aparecendo um filme que poderia vir a ser uma adaptação descente de algum jogo para os cinemas foi o que levou o público a lotar as salas de exibição.

    Eu não recomendaria este filme kkk mas isso é apenas uma opinião crítica XD os fãs que decidam se gostam ou não!

    • 18, fevereiro, 2011 em 04:15 | #2

      Olha, não vou discordar de você, mas não achei o filme tãããão desagradável assim. Ele só é bobinho, depende muito de como você vai assistir o negócio. Claro que tem partes ali que são um pé no saco (principalmente os diálogos), mas eles não condenaram o filme pra mim! Dou uma nota 6! rs

      Mas tenho que concordar contigo quanto à arrecadação: Acho que realmente a Jolie ajudou em muito nisso aí. Até porque ela praticamente leva o filme inteiro nas costas.

      @Cyber Woo

      Caraca, até o Mario Brothers é melhor? Rapaz, parece que esse filme vai dividir opinião mesmo!

  2. 17, fevereiro, 2011 em 23:04 | #3

    Não há nem como discordar da sua opinião Sabat!
    Mas nem a belissima Jolie salvou o filme, é idiota ao extremo!
    Até o prince of persia da Disney que é ruim, não conseguiu ser pior que tomb raider!
    Alias, os dois filmes são horriveis, prefiro o Mario Brother com o Leguizano, ao menos eu conseguia rir.

    • 18, fevereiro, 2011 em 19:08 | #4

      Opáaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa POP da Disney é PIOR que Tomb Raider sim!!! Eu gosto do filme, basta desligar o cérebro e tá de boa!!!

      • 19, fevereiro, 2011 em 09:09 | #5

        Eu acho o POP novo 200 vezes melhor que os 2 Tomb Rider XD Diria que é um filme que com poucos ajustes, se tornaria excelente, o diretor e o roteiro se perdem no último terço do filme com aquele apareciento escroto dos ninjas-assassinos do deserto kkk Mas mesmo asism, roteiro e história de ambos são incomparáveis! Cenas de ação então, POP todo baseado em tecnicas de LeParkour enquanto TR é todo cabeado kkkk

        Esse negócio de desligar o cérebro não funciona comigo não kkkkk ta sempre ON!

  3. 18, fevereiro, 2011 em 03:09 | #6

    Eu amei o primeiro filme, me diverti bastante e curti a trilha sonora.
    No segundo eu achei algumas coisas meio forçadas e fora de contexto.
    Boa Matéria!!

  4. 18, fevereiro, 2011 em 05:15 | #7

    Eu curti esse filme. Fui assistir nos cinemas com aquela expectativa de "vai ser uma merda", e de fato o filme não é lá grande coisa, mas diverte bastante. Esse é um dos filmes que conseguiu fazer uma boa adaptação sem descaracterizar a protagonista. Eu até me divirto com o filme do Mario Bros, mas entre os dois sou mais Tomb Raider, porque apesar da história fraca, o filme se mantém fiel ao jogo na medida do possível.

  5. 18, fevereiro, 2011 em 05:41 | #9

    Aparecendo para dar uma de mala musical – Eu nunca vi esse filme, porque eu nunca fui fã dos jogos da série. Nunca vi graça de verdade e olha que eu tentei jogar, pois o hype por causa dos peitos de piramide da personagem foi avassalador na época e só dava peão jogando esse game nas locadoras ou em cópias de R$5.

    Mas a trilha sonora desse filme é muito boa, sendo o filme deveras ou não quem escolheu as faixas sabia o que estava fazendo. Além dos artistas citados rola Basement Jaxx, Chemical Brothers, Moby, BT (eta meu programa na Rádio Gamerstation que fiz especial desse cara :P) e uma banda que fui conhecer bem nessa época, o Leftfield com a faixa Song of Life que é meio dark, até queria ver no filme aonde tocaram ela pois certeza que foi em alguma cena dentro de uma caverna ou algo do tipo caustrofobico.

    E sem ver o filme a pergunta é, sem peitinhos, será que rolaria o filme ?

    • Flavio Master
      19, fevereiro, 2011 em 06:40 | #10

      Se não tem peitos em 3D (sem que o filme seja em 3D), então não estamos falando de Lara Croft.

      Aliás, alguém já viu aquela versão hackeada do jogo pra PC feita por algum cyber tarado, em que ela passa a aventura toda sem roupa?

  6. 18, fevereiro, 2011 em 14:49 | #11

    Bem que a Lara Croft poderia colocar o modormo dela na geladeira, como acontece no Tomb II 🙂

  7. 18, fevereiro, 2011 em 17:09 | #12

    Eu passei beeeeeem longe desse filme, alias nessa época aí eu ainda estava traumatizado com mortal kombat/street fighter e passava longe de qualquer adaptação cinematográfica; fosse jogo, quadrinhos, tv ou qualquer outra coisa… A mesma coisa digo do final fantasy q vai se falado semana que vem… Nessa época (e até bem pouco tempo) se a história fosse "nada a ver com a original" o filme ia ser sempre ruim (isso na minha cabeça)… É que o passagem secreta é um blog de games, mas seria legal ver esse tipo de maratona falando de adaptações não necessariamente de games (como batman, spider man, etc)… No mais ótima análise (embora como disse não assisti esse filme ainda)

    • 18, fevereiro, 2011 em 17:41 | #13

      Ih rapaz… Então é só seguir bem à risca o que eu falei: desligue o cérebro, ou esqueça da vida ou até assista bêbado, se não você vai achar um filme fraco! rs

  8. 18, fevereiro, 2011 em 18:35 | #14

    Muito bacana o texto! Pensei que você iria destruir o filme, mas foi bem imparcial e apresentou muito bem os pontos ruins e bons do filme! Adorei mesmo! =D

    Na época que eu assisti o filme, eu já era muita fã da Lara e da série Tomb Raider, e estava babando pra ver como seria o filme! Depois de assistir e do encanto todo, ficou sendo como um dos meus filmes preferidos por muito tempo, ahuahuahau! Mas dêem um desconto, eu era criança e ter visto uma Lara na telona tão fiel a original me deixou maravilhada! Inclusive, foi justamente nesse filme que me tornei fã incondicional da Jolie! Amo essa mulher, pqp, como pode ser tão linda!?! Enfim! =P

    E também, tive muito hype com esse filme pois, como poucos sabem, sou muito fã da banda U2, e eles ficaram responsáveis pela música tema do filme, Elevation. "E o Kiko?". Então! O The Edge, membro da banda, aparecia contracenando com a Lara no clipe, durante as cenas fo filme mesmo. Imaginem a criança aqui quando viu isso…

    "OH MY FUCKING GOD, THE EDGE ESTÁ NO FILME, MORRI!!1!onze!!1"

    Algo bem nesse gênero mesmo! Mas só depois, um pouco antes de assistir o filme é que descobri que o clipe na verdade é apenas uma montagem e que The Edge não estava no elenco do longa! Pelo menos eu tive a decepção a tempo, né! XD

    Olhem aí o clipe:

    Bom, fico por aqui, e no aguardo da próxima análise! Parabéns! =D

    • 18, fevereiro, 2011 em 20:30 | #15

      Nossa, imagina se eu tivesse metido o malho no filme!

      Eu vi o filme no cinema, e, apesar de não ter sentido tanta empolgação como você naquele momento (rs), eu achava que o filme ia cair muito feio no meu conceito ao rever para essa análise. Mas até que curti o filme novamente; é só não dar muito valor a algumas coisas como atuação e roteiro, e se deixar levar… E é claro, lembrar de admirar a Jolie a cada cena do filme, hehe

      Agora, eu vi o clipe e realmente é uma das melhores montagens vídeo-clipe/filme que já vi (e olha que vejo bastante delas, como as dos filmes do James Bond). Dá pra enganar direitinho, porque as cenas são muito bem encaixadas. Sem dúvida é um exemplo de como uma música pode ajudar a promover o filme, se feito da forma certa!

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