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R360 G-LOC: O simulador de combate aéreo definitivo da Sega

Na época de ouro dos Arcades, os frequentadores não pagavam apenas para jogar games mais avançados tecnicamente do que os encontrados em casa; havia ali a presença de diversas máquinas prometendo novas experiências e aventuras, ao custo de alguns poucos centavos. No pioneirismo desse laboratório encontrava-se a Sega, que, desde Space Harrier e seus controles analógicos passando por Outrun e o conceito do force feedback no volante, procurava sempre imergir os jogadores através de novas e criativas formas com os seus games que utilizavam tecnologia avançada. O ápice disso pode ser representado na cabine R360, lançada em 1991, e que se tornou conhecida por um dos poucos arcades que causavam medo e pânico aos que se aventuravam nela. Quer saber por quê? Então abaixe a barra de segurança, coloque o cinto, levante o nivelador, e caso se sinta mal, lembre-se do botão de emergência!

Apelidada pela Sega de SDMS, de Servo Drive Movement System, a cabine consistia em um avançado sistema hidráulico que permitia com que girasse em todas as direções de seu próprio eixo – daí o nome comercial R360. Sua forma, similar a de um giroscópio, também possuía um posto para ser ocupado por um instrutor, que precisava estar sempre presente para monitorar a sessão de jogo. Além disso, a máquina também continha sensores de movimento ao seu redor e também em sua parte inferior, para que, caso detectasse qualquer presença próxima à cabine durante o jogo, parasse imediatamente seu funcionamento a fim de evitar acidentes fatais, como esmagamento ou decapitação!

A presença constante de uma pessoa treinada auxiliando a sessão de jogo se dá não somente para instruir a quem paga para se aventurar na cabine, como também para monitorar caso a pessoa aperte o botão de emergência, por qualquer motivo. Ao apertar esse botão, a máquina imediatamente para seu funcionamento, não importando a posição em que esteja; ou seja, se a cabine estava de cabeça para baixo enquanto disparou o alarme, o jogador ficará suspenso até que o atendente, através de um comando em seu posto, decida retornar a máquina ao seu eixo normal.

E justamente por possuir um mecanismo de emergência, significa que a experiência pode não ser tão agradável assim, não é mesmo? Veja o que acontece quando uma mãe desnaturada ri do sofrimento de seu filho:

Jogos utilizados

O sistema foi utilizado em três jogos da Sega: Wing War, Rad Mobile (!) e o primeiro onde foi usada a tecnologia, G-Loc (acrônimo para G-Force induced Loss of Councioness, termo usado para caracterizar a perda de consciência causada pela alta força da gravidade em determinado espaço aéreo. ). Produzido por Yu Suzuki e lançado em 1990, o game era uma espécie de sucessor espiritual de After Burner, com gráficos avançados que simulavam mais ainda um ambiente tridimensional através dos efeitos especiais aplicados em sprites 2d, processados pela placa Y Board. Com conversões posteriores para vários consoles, destacando as de Master System e Mega Drive (que foi portado pela Probe Entertainment, com uma nova trilha sonora composta por Matt Furniss), o jogo nunca conseguiu sobrepassar o sucesso de After Burner, ainda mais porque sua jogabilidade era mais tranquila, tirando muito do ambiente de combate aéreo do original e se apresentando mais como um jogo de pontaria, cujo objetivo era derrubar um número de inimigos dentro do tempo estipulado.

A versão R360 apresenta dois modos: O Experience Course, que consiste em apenas assistir ao jogo, ou seja, a CPU controla o caça; e o Fighting Course, colocando o jogador no controle da aeronave para derrotar os inimigos que aparecem na tela. O vídeo a seguir gravado do emulador  MAME mostra o Experience Course, que só pelas imagens dá uma ideia de quão vestiginoso R360 G-Loc pode ser. O som não é muito preciso, com alguns samples de bateria destoando nos canais laterais, mas dá para ter uma ideia da coisa toda. Cuidado para não convulsionar com os efeitos de luz, quando a aeronave explode, na marca de 1:30min:

Vale lembrar que os movimentos da cabine não seguiam exatamente aos do avião no jogo; caso isso acontecesse, as chances de provocar uma verdadeira perda de consciência, derrame ou lesão seriam ainda maiores. Mas não há duvidas de que, ainda assim, a experiência é altamente arriscada, já que, dentro da cabine de jogo, o monitor CRT apresentava uma imagem mais borrada do que o normal, devido à rotação do campo magnético da tela causado pelos movimentos da cabine. Junte isso a todo o resto descrito acima, e no fim das contas as pessoas pagavam caro para sair passando mal.

A trilha sonora desta versão especial do game foi composta por Takenobu Mitsuyoshi, muito antes de gritar “Game Over yeaaah” ou “Daytonaaa” em outros arcades. A música do percurso, chamada Earth Frame G, foi arranjada pela SST Band e inclusive tocada ao vivo no Game Music Festival ’93:

Por que não emplacou?

As razões para que máquinas desse tipo sejam raras hoje em dia se dão à baixa presença dela nos centros de entretenimento já naquela época. Não se pode dizer que foi um fracasso, mas a aquisição de uma cabine dessas provocava diversos inconvenientes; alguns óbvios, outros nem tanto:

  • A máquina era enorme, e pesada;
  • O custo para comprar, transportar e manter era absurdamente alto, refletindo no custo de cada ficha, estimado (vagamente) em 5 dólares;
  • A presença de um funcionário instrutor era necessária o tempo todo;
  • Os sensores de movimento ocasionalmente paravam de funcionar, o que poderia causar uma catástrofe;
  • As pessoas esqueciam de retirar seus pertences pessoais antes de entrar na cabine, ou seja, várias coisas aconteciam quando esta virava de cabeça para baixo

No final das contas, R360 significava mais um brinquedo digno de parque de diversões do que de fato um jogo. Mas, hoje em dia, é algo cult – especialmente se for visto da coleção de arcades do Michael Jackson – e muito desejado pelos colecionadores de arcade que podem arcar com os custos e possuem espaço disponível para abrigar algo desta magnitude. A máquina até mesmo foi homenageada no RPG Segagaga, com o R720, que leva o protagonista ao espaço para a batalha final contra os consoles da empresa, em estilo shmup, homenageando Thunder Force.

Além disso, a tecnologia representa um momento da Sega que, apesar de até hoje continuar apresentando formas esdrúxulas de jogo, era muito mais empenhada em oferecer diversão que, como a Supergame descreveria, é “totalmente radical”!

Referências: Wikipedia, System 16.com

Jornalista de games, editor de vídeo e estudante de Audiovisual, escreve atualmente para a Revista OLD! Gamer. Além dos joguinhos, também dá pitacos sobre cinema, TV e tecnologia; sempre acreditando que a ironia é a melhor forma de sinceridade. Ouve Game Music e trilhas sonoras de filmes durante a maior parte do tempo, mas jura que é uma pessoa legal. Seguista, badernista e exorcista.

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Categories: artigos, curiosidades
  1. 17, julho, 2011 em 21:44 | #1

    Eu acho que vi um desse em um shopping aqui em SP (acho que foi no Eldorado).

    • 9, janeiro, 2014 em 12:13 | #2

      Ainda existe esse R360 ou essa máquina já não está mais entre nós???

      • 22, janeiro, 2014 em 15:31 | #3

        O Michael Jackson tinha um desses, dado pela própria Sega. Provavelmente já foi leiloado.

        Não sei se aqui no Brasil ainda há algum em funcionamento em alguma casa de arcade ou shopping.

  2. 18, julho, 2011 em 05:56 | #4

    Pô, sempre tive curiosidade de ver o G-Loc dos arcades, valeu isso daí! Hi-tech mesmo o negócio, coisa bem Sega 32x – precisa de uma pessoa acompanhando a jogatina? Putz, deve ser o único jogo de arcade com essa necessidade ever! Não pouparam nem o "fire" de After Burner. Ah, e chutando aqui sobre os tom tom de bateria "muito stereo", imagino que seja todo pra esquerda e todo pra direita pra garantir que sejam ouvidos na barulheira da jogatina, sei lá! Mas tinham uns tom tom desse jeito em outros jogos da Sega, então sempre imaginei que era algo por aí.

    haha, eu lembro desse "totalmente radical" da Supergame, rs… seria um sonho isso aparecer em Salvador, já me dava por realizado com After Burner (sim! Uma máquina full de After Burner aportou em Salvador!) e um Rad Mobile (sim! Uma máquina de Rad Mobile aportou em Salvador!). Space Harrier do arcade tinha controles analógicos é? Cool!

    • Deco
      5, março, 2013 em 18:13 | #5

      Vc tb frequentava o Ponto do Barra… Legal… Bons tempos!

  3. Erik Serra
    18, julho, 2011 em 06:26 | #6

    Muito bacana e interessante a matéria. Eu não sabia de algumas informações (essa de ter um instrutor foi foda, imagine se todo arcade tivesse um? "meu filho, vc está fazendo o "haduke" errado!!!"). Também não sabia dessa que o jogo não acompanha os movimentos do "gabinete" (ficaria até meio estranho isso, mas dá pra entender o porq vendo o primeiro vídeo). Enfim, a Sega sempre esteve a frente em relação à Arcades e HW em geral….

    Pena estar esquecida (mas ainda com criatividade) desse segmento.

  4. 18, julho, 2011 em 07:09 | #7

    Conhece a história do cara da Sega que ficou preso dentro desse treco? O Suzuki contou ao Gamasutra:

    http://www.gamasutra.com/view/news/33332/gdc_2011

    **

    As a final anecdote, Suzuki discussed the construction of the R-360 cabinet for G-LOC: Air Battle, which could rotate in 360 degrees. There were a few near-death experiences. “When I first made that, Sega made the electronics with two axes,” Suzuki said.

    “When the sample was made, I was asked to get on it," explained Suzuki. "I found this giant contraption in front of me. I was strapped to it, and then everyone else had to rotate the thing. It was a 5 story building, and I was on the roof. I was scared! I was told not to eat before I sat on that wheel!”

    He was told not to sit on it by himself, and never work alone on the device, “because it was dangerous!” he said. “Don’t program it alone, was the edict. But one programmer didn’t follow the rules, and the safety lock didn’t trip. So he was stuck in there upside-down all night until someone found him the next day. He was kind of a showpiece!”

    **

    LOL!

  5. 18, julho, 2011 em 07:17 | #8

    A Nintendo não deixava nem ter sangue em Mortal Kombat e a Sega tinha isso… Bons tempos 😀

  6. Roberto Stelling
    18, julho, 2011 em 07:28 | #9

    No início dos anos 90 tinha uma máquina no Playland do Barra Shopping, ela ficava no segundo andar. Nossa, sentia muito cagaço só de passar ao lado e ver gente rodopiando lá dentro. Só que hoje tenho vontade de experimentar.

  7. 18, julho, 2011 em 10:19 | #11

    @Cosmonal

    É porque esses samples de bateria, nas versões da música presentes nas trilhas sonoras por aí, não estão tão "estéreo" assim, o que dá uma estranheza. Mas vai ver isso deve ter sido para simular um efeito 3D mesmo – o que mesmo assim é esquisito.

    @Erik Serra

    É, na verdade a Sega do Japão ainda lançá vários arcades legais, como essa máquina de mijo que citei no fim do post. Pena que, com a praticamente falência do mercado e da empresa no Ocidente, essas máquinas dificilmente vêm para cá, e, quando vem, são a preços horrorosos!

    @Orakio “O Gagá” Rob

    Haha, não lembrava dessa história, valeu por compartilhar! Fico me perguntando como que o cara não morreu depois de passar a noite toda de cabeça para baixo…

    @Heider Carlos

    A Sega era hardcore! Yeaaaah!

    @Roberto Stelling

    Lembro muito vagamente dessa máquina por lá, porque era muito novo na época… Mas agora você me confirmou que ela existia mesmo lá no Playland, legal! Bons tempos que eu passava lá… Hoje em dia só tem o andar de baixo.

  8. pedro12
    18, julho, 2011 em 15:57 | #12

    É,até que era inovador,mas isso devia pesar uns 90 quilos ou mais.

    Bons tempos em que a Sega metia medo na Nintendo.Houve até uma vez que a Nintendo,com medo (sei lá se ela estava com medo) satarizou o Sonic no Donkey Kong Country 2.

  9. 18, julho, 2011 em 16:40 | #13

    Eu tenho SEGAGAGA no meu Dreamcast, mas ainda não cheguei nessa parte que aparece o R-720 (É bem no final que ele aparece…) Alémdomais, EU NÃO CONSIGO PASSAR DO Chapter 3! É muito dificil…

  10. 18, julho, 2011 em 16:50 | #14

    Ah, Sega… Odeio ser velho e ficar lembrando quando a Sega era foda e fazia coisas bizarras e sensacionais!

  11. 18, julho, 2011 em 17:23 | #15

    @pedro12

    Nem lembrava dessa sátira, é mesmo genial!

    @GabrielTH

    Poxa vida, espero não ter causado nenhum spoiler. Aliás, você tá jogando em japonês? Aí fica complicado né ^^

    @Kurt

    Coisas bizarras e sensacionais que valeram sua ruína, vale ressaltar 😛

  12. 18, julho, 2011 em 17:49 | #16

    E eu achando que as máquinas de arcades do F355 Challenge eram parrudas.

  13. 19, julho, 2011 em 07:56 | #17

    @Rafael Fernandes

    Pois é, tô jogando em japônes com um detonado em inglês… Fica super dificil…

  14. pedro12
    19, julho, 2011 em 08:56 | #18

    @Rafael Fernandes

    É,foi sensacional a sátira!Isso aparecia na tela final do game,quando aparecia um pódio com o Mario em primeiro,Diddy Kong em segundo e Yoshi em terceiro.Em frente desse pódio tinha uma lata de lixo,que tinha a arma do Earthworm Jim e os sapatos do Sonic ao lado com a placa “No hopers“ que significa perdedores.É surreal!

    Mas a Sega tinha cabeça pra fabricar arcades,ao contrário de hoje que ela fabrica games controlado à urina.

    Só uma palavra ao “urina game“:FAIL.

  15. 19, julho, 2011 em 18:21 | #19

    @GabrielTH

    Aí nem tem graça… Eu estou esperando sair a tradução feita pelos fãs, que espero ainda estar vivo para jogá-la.

    @pedro12

    Haha, que isso… A Sega tem vários arcades legais… Ainda lá no Japão pelo menos! Tem o… o… Esqueci ^^

  16. 19, julho, 2011 em 19:04 | #20

    @Rafael Fernandes

    O que valeu a ruína foi o péssimo timing do Dreamcast e a falta de títulos pro dito cujo. Sem contar o 32x/Sega CD. Mas aí foi uma leitura ruim do mercado, pq até a NIntendo queria um periférico de CD.

    Eu culpo o Dreamcast.

  17. 20, julho, 2011 em 10:05 | #21

    Rapaz, eu acho que também vi uma dessas em algum shopping de SP a long, long time ago…

    E era coisa de 4 ou 5 fichas pra rodar 1 partidinha!

    Coisa de louco XD

    Excelente matéria maninho XD

  18. 20, julho, 2011 em 12:48 | #22

    Puts, ano passado eu tinha visto um desses no shopping

  19. 21, julho, 2011 em 08:31 | #23

    Puxa…fiquei com dor de barriga só de pensar em ir em um desses………..seria legal se ninguem entrasse lá antes de comer! XP

  20. Adam Alencar
    21, julho, 2011 em 08:32 | #24

    Ou seja teriam de limpar a maquina depois de jogar!

  21. 21, julho, 2011 em 09:18 | #25

    @Sabat

    Valeu, tio Sabat ^^

    @Thiago

    Qual shopping? Aonde? Aonde? Aonde?

    @Adam Alencar

    Nossa, imaginei a cena agora… Imagina se a pessoa tá de cabeça pra baixo e…

  22. Adam Alencar
    21, julho, 2011 em 11:50 | #26

    <blockquote cite="#commentbody-4235">

    Rafael Fernandes :@Sabat Valeu, tio Sabat ^^

    @Thiago Qual shopping? Aonde? Aonde? Aonde?

    Por que a vontade de achar ele?

  23. 21, julho, 2011 em 16:00 | #27

    @Adam Alencar

    Porque eu quero morrer

  24. Adam Alencar
    21, julho, 2011 em 17:23 | #28

    <blockquote cite="#commentbody-4226">

    @pedro12 Haha, que isso… A Sega tem vários arcades legais… Ainda lá no Japão pelo menos! Tem o… o… Esqueci ^^

    Esqueceu do Daytona USA?

  25. 21, julho, 2011 em 17:52 | #29

    @Adam Alencar

    Não, mas na verdade eu estava me referindo aos de hoje em dia mesmo, que ela anda produzindo! Tem muita coisa boa, mas esqueci de alguns deles.

    Aliás, me lembrei desse aqui, do Rambo…

  26. Adam Alencar
    22, julho, 2011 em 06:49 | #30

    @Rafael Fernandes

    Nunca tinha ouvido falar antes,muito bom alias,comparado ao game de urina!

    XD

  27. 26, julho, 2011 em 06:46 | #31

    hahahahah, cara o video da mãe rindo do desespero do filho é genial, hahahahaha

    Cara animal a matéria, eu nunca entrei num desse, mas morria de vontade, não lembro de ter visto ele aqui em Sorocaba, só qdo ia pra Sampa mesmo, mas dai na correria não ia nele.

    Rafa, aproveitando a deixa… cade o QG Master no blogroll? Qdo ainda era http://passagemsecreta.wordpress.com/ a mil anos atrás o QG tava lá… agora sumiu =S

  28. 26, julho, 2011 em 08:40 | #32

    @Leo S.

    Vixe, isso aí é fora da minha alçada. Acho que o que ocorreu foi que vocês não atualizaram lá quando avisou que o endereço do blog migrou, aí ele acabou retirando.

    Se ele não ver o comentário aqui, eu aviso a ele ^^

  29. 26, julho, 2011 em 08:42 | #33

    Boa Rafa, valeu!!! =D

  30. 26, julho, 2011 em 21:57 | #34

    @Rafael Fernandes

    Ele quem Rafa? 😛

    @Leo S.

    Tudo bom Leo?

    Cara, depois que migrei o blog, 90% dos parceiros mantiveram a parceria com o antigo passagemsecreta.wordpress.com (versão antiga e "morta" do blog), numa época em que precisávamos muito retomar as visitas, que cairam para quase 0 (normal, ao se migrar um blog do WP).

    Fiz então uma campanha aqui e no Twitter, avisando e relacionando todos os blogs que ainda precisavam atualizar a parceria. Depois de alguns meses, uns 80% atualizaram, o resto não. O QG Master deve ter pertencido a este segundo grupo.

    Todos os que tinham parceria com o site no WordPress ainda a tem por lá (salvo algum erro), mas parcerias com o passagemsecreta.com, só linkando para o passagemsecreta.com (nada mais justo, não é verdade?).

    Ainda tem alguns blogs que não atualizaram parceria, é só me dar um alô, como o Léo, que eu prontamente linko aqui!

    Vou atualizar o link do QG Master Léo, abraço.

  31. 27, julho, 2011 em 06:39 | #35

    @mcs

    Fala Marcos, perfeito bixo, tem toda razão, depois da mudança eu tava meio sumido devido a correria e creio que não atualizei, reparei o erro depois. Justíssimo seu procedimento!

    Valeu por atualizar o QG aqui, abração!!!

  32. 27, julho, 2011 em 07:01 | #36

    @mcs

    Ora, "ele" é o moço que toma conta dessa joça aqui, ué!

  33. Flavio Master
    27, julho, 2011 em 16:15 | #37

    Eu lembro de algumas máquinas como a de Rad Mobile, o primeiro G-Loc e algumas outras, que já davam uns bons trancos no jogador. Essa eu já tinha ouvido falar, mas nunca vi mesmo. Jogar arcades já foi mais divertido.

  34. Vagner
    14, setembro, 2011 em 01:10 | #38

    Morram de inveja, pois eu joguei nesse simulador… e nao foi pouco…
    Numa das vezes consegui até aterrisar no porta avioes…
    pena que não se vê mais dele por aki…
    se aluem souber onde tem uma dessas, me avisem. Vou gostar de matar a saudade e mostrar pra essa molekada de hoje como é que a gente se divertia… e como!!!

  35. Marcos
    30, janeiro, 2012 em 14:14 | #39

    [………….. Morram de inveja, pois eu joguei nesse simulador… e nao foi pouco…
    Numa das vezes consegui até aterrisar no porta avioes…
    pena que não se vê mais dele por aki…
    se aluem souber onde tem uma dessas, me avisem. Vou gostar de matar a saudade e mostrar pra essa molekada de hoje como é que a gente se divertia… e como!!!………………… ]
    A melhor que pilotei no Brasil nunca teve nada igual , o interessante um monte de amigos cada uma na garagem e dar varias volta ao mundo pelo FSX ..heheheh

  36. helisonbsb
    26, fevereiro, 2014 em 15:04 | #40

    nunca vi o arcade de g-loc,,,mas lembro de fotos e resenhas em revistas da época,,,se eu não estiver enganado era a ação games e super game,,,bons tempos!!!!acho que pelo menos o que predominou aqui onde moro mesmo foram jogos da snk, namco e sega,,,estilo luta e corrida,,,,só me lembro de ter visto a muito tempo o arcade de after burner,,,show!!!!saudades

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