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Review de prateleira: Master System Evolution e a "involução" da espécie

Apenas para situar os mais novos e os desinformados, o Master System é o console da geração 8 bits da SEGA, que fez bastante sucesso no Brasil. Divulgado massivamente pela Tec Toy, empresa parceira da SEGA em terras tupiniquins, foi sonho de consumo de muita gente, mesmo com a entrada do Mega Drive e do Super Nes oficialmente no mercado, consolidando a marca e o produto. E mesmo com o aparecimento de novos videogames e tecnologias, o console ainda foi fabricado por aqui por bastante tempo. Eu disse “foi”? Então o que é isso que está na prateleira da loja com o nome de Master System Evolution? O 8 bits da Sega está vivo e bem? Então, se eu sou um colecionador que evita jogar no console para não estragar nada, ou sou apenas um apaixonado cujo console estragou, posso tirar meus cartuchos da caixa de papelão e voltar aos bons tempos?

Como não queremos que ninguém, em especial nossos leitores, sejam feitos de trouxas ao comprar uma coisa que não é bem o que parece, decidi fazer um test drive, aproveitando que o vendedor mala saiu pra lá para vender TVs LCD com conversor digital, e contar pra vocês a curta experiência de jogo que tive na versão atual do Master System, comparando com o videogame que já conhecemos. Vale a pena ou não? Veja a seguir e tire suas próprias conclusões…

Master System clássico, a lenda, o mito!

Primeiramente é bom lembrar que a Tec Toy foi transformada em Tectoy e, definitivamente, já não é mais a mesma. Desde a morte de Daniel Dazcal, fundador e presidente da Tec Toy, o foco de mercado da empresa, que se baseava em brinquedos eletrônicos (Zillion, Pense Bem, Armatron, Canetas Questron) e videogames (Master System, Mega Drive), mudou radicalmente, sendo direcionado hoje para DVDs, karaokês e jogos de celular. Mas isso é assunto para outro artigo, então vamos direto ao nosso teste.

Sou um entusiasta do MS desde a primeira versão. Além das qualidades do console, sempre curti o design, o acabamento em acrílio preto e vermelho, com formas geométricas harmônicas, bem diferente daquele “caixote” da concorrência. E quanto a isso não há o que falar, o MS Evolution ficou até bem bonito com a carcaça preta que traz o Sonic estampado, dando um ar moderno para algo que, na verdade, é retrô. Mesmo que alguns puristas torçam o nariz, de fato é muito melhor que o visual “sanduicheira grill” que a Tectoy deu para o atual Mega Drive. Outra coisa boa é a saída A/V, que não existia no Master System III, ao invés da jurássica saída RF para antena (por sinal, aposentada de vez), facilitando a interligação do videogame às TVs atuais e com melhor qualidade de áudio e vídeo que o método antigo.

E, infelizmente, os elogios terminam aqui.

Master System Evolution, a… evolução?

Passemos ao joystick. Eu não curtia muito o controle original, aquele quadradão com dois botões, sendo que o Pause ficava no console, o que sempre achei uma bola fora, pois apertar pausa no desespero em videogames de cartucho que não tinham SAVE possivelmente resultava em pau no jogo e começar tudo de novo, depois de exaustivas horas seguidas batalhando pra chegar ao final. Por isso, achei até interessante quando lançaram a versão baseada no modelo do 6-Pad do Mega Drive, mesmo que ainda sem um salvador botão de pausa. No joystick do Evolution, ainda baseado no 6-Pad, puseram finalmente o Pause/Start, o que é ótimo, mas no geral, nada de novidades. Pelo contrário, a piora é visível. Os plásticos estão cheios de quinas e nenhum arremate foi bem feito. Existem sobras da injeção de plástico em todos os cantos e as quinas não foram bem aparadas, o que deixa o periférico desconfortável e , acreditem, perigoso. Sem exagero, dependendo da forma como você joga, pode se cortar nas quinas do controle. O direcional também ficou muito ruim, bastante parecido com o daqueles controles paraguaios do Mega Drive que se encontram por aí, dando uma

Controle capenga. De que adianta ter pausa?

impressão que pode quebrar à toa enquanto você joga. Na verdade, o controle inteiro parece ser bem frágil e feito com material de baixa qualidade, dando indícios de que não é algo durável. Se mesmo com tudo isso você, colecionador, pensa em usá-lo no seu Master System para não correr o risco de danificar os originais, lamento, mas segundo informações colhidas pelo xará Flávio “Teclado” Cerqueira, da comunidade Master System no Orkut, o controle é diferente tanto em pinagem quanto em estrutura e por isso não se adapta aos modelos antigos.

Curiosamente, o console é bem leve, não parece ter muita coisa dentro. É claro que o peso em si não diz nada, mas é obvio que houve uma redução significativa de componentes e processadores. Considerando o Mega Drive fabricado atualmente, que hoje usa um chip FPGA com um emulador do sistema e algumas roms gravadas na memória, é certo que o MS Evolution usa a mesma tecnologia, sem falar na quase inexistência de transformadores de tensão dentro de equipamentos eletrônicos hoje em dia. Contudo, embora seja prático e barato para quem fabrica, o uso desse sistema de roms nativas num single chip que emula o sistema original tem certos aspectos que desagradam a qualquer colecionador ou gamer nostálgico.

Saída A/V. O console é peso-pena.

O principal é a completa impossibilidade de usar cartuchos, pois um processador muito simplificado (e barato), como provavelmente é o que eles usam, não conseguiria rodar estes jogos. Segundo, não há outra forma de inserir jogos diferentes do que está na memória, seja por USB, cartão SD, Memory Stick, nada, de forma que você estaria comprando um produto que é aquilo ali e pronto. E terceiro, quase sempre a emulação fica devendo, e muito, para o processamento normal do sistema, tornando a experiência de jogo uma tortura para quem curtia o game.

Pensando nisso, hora de testar o gameplay do bichinho.

Na tela, o emulador nos dá a opção de escolher os jogos em ordem alfabética. Conforme anúncio, são 132 jogos. Poderia ser uma boa gama de títulos, não fosse pelo fato de que 67 desses títulos não são jogos do

Emulador com índice…

Master System. Foram feitos pela própria Tectoy, geralmente cópias safadas de jogos do Atari 2600 ou simplesmente games bobinhos, num nível “Teletubbies” mesmo. Para quem conhece, estariam quase todos na mesma classificação do abominável 20 em 1, jogo detestado por “20 em cada 1” fãs do Master e que saiu em cartucho quando o videogame ainda era fabricado com certa decência, prometendo 20 jogos num único cartucho, quando na verdade se tratava apenas do mesmo jogo com  fundo ou personagens diferentes.  Outros 8 jogos também não são do Master, mas de seu precursor, o SG-1000, um videogame mais pro nível do (de novo) Atari 2600 do que para a geração 8 bits como a conhecemos, o que reduz nossos títulos a 57 jogos efetivamente do Master System na memória do Evolution.

Como é o que temos, melhor testar algum jogo, e resolvi pegar logo Shadow Dancer (The Secret of Shinobi, por aqui), um jogo que exige bastante do console, tanto graficamente quanto em áudio, por ter vozes digitalizadas. Eu nunca imaginei imaginei a possibilidade de LAG (aquele famoso atraso de

…mas nem todos os jogos são do Master System.

processamenteo de informação) num jogo de 8 bits, mas é justamente o que acontece. A movimentação do personagem parece ser alguns milissegundos mais atrasada do que o normal, além do efeito de quebra de sprites (quando some uma parte do que está na tela) ficar mais evidente e constante. O mesmo acontece com o som, que parece ter sofrido um redução de pistas de áudio; no jogo em questão, a música está muito mais “bip-bip” que o normal, sem uma definição decente, e a voz do ninja ao invocar o ninjutsu foi reduzida a apenas um chiado agudo muito chato. Como cereja do bolo, trocar de jogos é um saco. Não há um botão “menu”, “sair”, Ctrl Alt Del ou qualquer outra opção, só desligando o bicho e ligando de novo. Se sua paciência permitir, é claro.

E tudo isso (?!?) pela bagatela de R$ 199,00? Que tal, vale ou não vale?

Conclusão

Conforme mencionamos, a Tectoy já deixou de manter interesse por videogames faz tempo. O videogame produzido hoje realmente não é o Master System, e só está em linha porque certamente é bem barato de se produzir, considerando tudo que já mencionei (circuitos pobres, material inferior, jogos próprios, etc.). Claro que há uma grande parcela de culpa da parte do governo federal e de seus impostos abusivos sem nenhum incentivo em contrapartida, mas nada disso é desculpa para a Tectoy lançar um videogame tão caro e ruim.

No fim das contas, adquirir um MS Evolution é completamente fora de hipótese para colecionadores ou admiradores do verdadeiro Master System, a menos que você seja um colecionador MUITO hardcore. Mal e mal dá pra aceitar como presente de avó desinformada que acha que, por uma “pechincha” (levando em conta os preços de VGs da geração atual), está dando ao neto o formidável videogame que ele tanto queria, ou, no máximo, de pais gamers que tem um pirralho que adora destruir seus brinquedos. Master System Evolution é a INVOLUÇÃO do console.

Vale ou não vale esse “precinho camarada”?

Avaliação Final

Gráficos: 3/10
Som: 2/10
Design: 8/10
Joystick: 3/10
Safadeza do fabricante: 20 em 1!
Geral: 2/10

Flavio Master

Retrogamer assumido, técnico em eletrônica, leitor de livros e quadrinhos, empreendedor individual, eventual colecionador de videogames e amante da cultura gamer em geral. Mas apanho um monte pra usar um tablet…

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Categories: Master System, reviews
  1. 2, janeiro, 2011 em 11:52 | #1

    O interessante desse Master System são duas adaptações de jogos de Game Gear feitos pela TecToy mesmo: Sonic Triple Trouble (fraquinho) e o Sonic Drift 2 e só isso de legal a mais. Preferiria um Master System com cartucho.

    • Flavio Master
      2, janeiro, 2011 em 12:47 | #2

      De fato, mas de que adiantam adaptações pessimamente emuladas?

  2. 2, janeiro, 2011 em 12:18 | #3

    Putz, então quer dizer que nem pra apoio pra papel ele serve? Poooxa…

    Enfim, sempre quando vejo algum lançamento exótico desses da Tectoy, me pergunto porque eles ainda fazem isso. Será que vende mesmo? Vale a pena o desenvolvimento disso? É claro que fica muito complicado a gente exigir que os consoles venham com hardware original (já que só Deus sabe se todos os componentes ainda são fabricados), mas pelo menos poderiam trazer uma representação decente do que o console representava! Mais uma bola fora para a Tectoy e para o mercado de games nacional que, se por um lado não possui produtos interessantes, investindo pouco, por outro tem consumidores exigentes demais a ponto de engolir uma coisa dessa.

    • Flavio Master
      2, janeiro, 2011 em 13:01 | #4

      Cara, eu vou além. O MS Evolution, em todo caso, é um conceito de videogame antigo e que só atrai as atenções dos admiradores da plataforma. Se pensarmos no Zeebo, o lançamento mais atual da Tectoy que não usa nenhum tipo de mídia física, mas também não abre espaço para que você use qualquer interface para salvar seus jogos ou dados, aí realmente bate a dúvida sobre a aplicação da estratégia de mercado da ex-grande empresa brasileira de games. Me custa acreditar que eles apostam MESMO nesses modelos falidos de fabricação e distribuição.

  3. 2, janeiro, 2011 em 12:57 | #5

    Rapaz, ótimo review. Toda vez que vou num supermercado e vejo ele (e os trocentos Mega Drives) fico com vontade de comprar, pelo fato de colecionar. Mas uma voz me dizia sempre "não, isso não vale a pena nem pelo colecionismo…". Bom, essa voz era você, taí. E também descobri hoje que não sou um colecionador hardcore :p

    Fecha a conta e passa a régua com esses consoles da Tectoy. Ainda bem que ela mudou a grafia, pra gente lembrar com orgulho da Tec Toy.

  4. 2, janeiro, 2011 em 13:07 | #6

    Sempre, mas sempre eu disse que a Tectoy era um lixo…

  5. 2, janeiro, 2011 em 16:21 | #7

    Muito bom review, Flavio.

    Se alguém da Tectoy quiser mostrar uma outra opinião, ou corrigir alguma informação ou dado, se for o caso, o blog está de portas abertas e a publicará de muito bom grado.

  6. 2, janeiro, 2011 em 17:26 | #8

    Fala Flávio, blz? Putz cara, que coincidência, eu acabei de fazer uma matéria falando sobre um outro produto da TecToy, o Mega Drive 4, mas eu falei bem, rsrs, da um pulo lá e confere, abraço!

    Link direto> http://tinyurl.com/26szh8w

    • Flavio Master
      3, janeiro, 2011 em 08:43 | #9

      Ganhando é mais fácil falar bem, né, Leo? rsrsrs. Mas mesmo esse modelo MD4 seu tem a emulação tosquinha, só naõ posso falar do Guitar Idol porque não testei.

      Uma coisa que já achei ruim nesse esquema do MD4 é a assistência. Uma pessoa certa vez comentou conosco que tinha comprado um, mas a guitarra quebrou acidentalmente. Como ele não conseguiu achar avulsa, ligou para o SAC da Tectoy. A resposta: não tem a guitarra avulsa! Se quer outra, compra outro MD4! É um tremendo absurdo, e fico chateado da inépcia e pouco caso da Tectoy, que nem se dá ao trabalho de responder o que mandamos em seu blog ou comunidade do Orkut. Por sso, reforço o que o MCS já disse: se alguém da Tectoy quiser mostrar uma outra opinião, corrigir alguma informação ou dado, se for o caso, o blog está de portas abertas e a publicará de muito bom grado.

      • 5, janeiro, 2011 em 05:35 | #10

        hahah é… ganhando tudo fica lindo. mas falando sério, os jogos clássicos rodaram muito bem e o Guitar Idol realmente me impressionou, talvez porque não esperava nada, sei lá.
        mas com certeza esse master eu ainda ei de testar pelo menos pra poder dizer que concordo com vc, hehe XD

    • 17, janeiro, 2011 em 11:57 | #11

      Mega Drive 4? Acho que é esse daqui:

      Sinceramente, a emulação dele, como mostra a vídeo-análise é uma droga. O que vale a pena mesmo é o game da guitarra. Seria um ótimo produto se fosse vendido como tal (só o Guitar Idol), não deveria profanar o nome "Mega Drive" com uma emulação tão ruim e jogos de celular.

  7. Marlon Vienna
    2, janeiro, 2011 em 18:49 | #12

    minhas congratulações pelo excelente review,quase caí na tentação de adquirir um desses masters novos por colecionismo … mas nunca vi sequer um só review isento elogiando tais modelos, devem ser bem lixo mesmo.

  8. 2, janeiro, 2011 em 19:29 | #13

    2 comentários rápidos que me ocorreram agora:

    1 – Por R$ 199 (ou menos) você compra um Dingoo (importado), que é espetacularmente melhor que qualquer emulador travestido de videogame, como esse aí.

    2 – Imagino o Flavio na loja falando ao vendedor: "obrigado, só estou analisando o aparelho para escrever sobre ele" no meu blog. 😀

  9. 3, janeiro, 2011 em 09:18 | #14

    Olha só gente..meus primos possuem o "excelente" Mega Drive 4 com 87 jogos na memória…é uma porcaria…os "Novos" jogos(Sim City, The Sims, Fifa 08 e Need for Speed) são tudo conversões de celular…o Fifa 08 dá pra fazer gol de TIRO DE META!!!
    Eu fiz e me impressionei…as emulações são horríveis, um controle que é uma elipse(olhem o formato dele)…
    Excelente review

  10. 3, janeiro, 2011 em 16:12 | #15

    Bem que a TecToy poderia lançar um console híbrido Mega Drive-Master System, já que eu acredito ser impossível eles lançarem um videogame com entrada de cartucho e voltarem a produzí-los, também porcuraria a empresa atual dona de alguns jogos de ambos consoles e publicaria-os, como o Street Fighter II e os Mortal Kombat.

  11. 16, janeiro, 2011 em 11:21 | #17

    Mesmo que não tivesse todos esses problemas de emulação e joystick, iria achá-lo um lixo, bem como o Mega Drive 4. É simplesmente um emulador e com poucos jogos. Não tem como colocar seus jogos preferidos (os 2 não tem um RPG, por exemplo) e são cheios de jogos criados só para aumentar o número na propaganda.

  12. 17, janeiro, 2011 em 09:53 | #18

    Muito legal o review. Acho que é o primeiro review de prateleira da história!

  13. 17, janeiro, 2011 em 17:01 | #19

    Eu possuo um desses super ultra master system, porém o meu e um pouco mais antigo e possui emulação de uns quase 100 jogos e a entrada pra cartucho que infelizmente não existe desde 2008 se não me engano. O menu e parecido com esse.

    Só comprei na epoca para jogar Phantasy Star 1 sentado no sofá. A se tivesse o dingoo nessa epoca nunca ia gastar aqueles 250.

    E o maldito 20 em 1 já existe a muito tempo o desgraça.

  14. Fabio
    18, janeiro, 2011 em 14:40 | #20

    É graças a esses MS Involution, Mega Drive 4 da vida q eu vou continuar com meus emuladores no PC e me divertindo muito + só pagando a conta de energia. rsrs 8)

  15. 14, março, 2011 em 13:40 | #21

    Como a galera já disse aí, compensa mais comprar um dingoo, que pelo visto emula muito melhor e ainda tem saída pra TV.

  16. Luiz Filipe Lannes de Almeida
    27, novembro, 2011 em 02:15 | #22

    No estado que moro Espírito Santo ele tá 130,00 no shopping, porque ninguém compra. Eu acho ele bonito, e no preço bom se levar em conta que são mais de 100 jogos e 2 controles.

  17. Ricardo
    6, dezembro, 2011 em 09:50 | #23

    E eu que estava pensando em comprar um desses!
    Muito obrigado pelo review! Acho que vou tentar comprar um Dingoo. Ou também é uma má idéia?

    • 6, dezembro, 2011 em 22:01 | #24

      Se você se importar muito com emulação e se sentir incomodado com glitches sonoros e ocasionais quedas de frame-rate, então digo que o Dingoo não é uma boa ideia.

      Eu sou um desses e fiquei um pouco insatisfeito com o Dingoo. Até porque esses jogos foram feitos para serem jogados em telas grandes, no portátil acho que não dá muito certo.

    • Flavio Master
      9, dezembro, 2011 em 18:19 | #25

      Bom, no meu caso, fiquei extremamente satisfeito com o Dingoo. Infelizmente, ele não é aquele negócio "botou a rom, jogou". Dependendo do jogo são necessárias algumas pequenas "tretas" pra rodar tudo e até um sistema operacional paralelo, o Dingux. Mas no geral gostei bastante, até porque o portátil não é só um videogame, é um pequeno conjunto multimídia, já que dá pra ver filmes, escutar música, ler e-books e tudo mais. E vem com o cabo pra ligar na TV!

  18. joao vitor
    14, abril, 2012 em 01:33 | #26

    ate que a master sistem3 foi muito bom mais gostaria que eles inventacem um de cd e poder fazer uma boa concorrencia com a playstation uo voutar as lojas com os video games com jogos antigos e modelos mais rezistente com o jogo que tinha no master sistem 3 ali sim que era um video game maneiro ai que saudades da queles tempos ai tectoy pensa no caso e fabrica modernos com aquele jogos antigos que nimguem superava voces vouta ai e vas concorrencia com a merda da playstation vamos ver se voces nao ganha essa e mostrar pros troxas que voces nao e lixo

  19. joao vitor
    14, abril, 2012 em 01:40 | #27

    ai tectoy bola pra frente e mostra pros troxas que voce pode

  20. joao vitor
    14, abril, 2012 em 01:44 | #28

    nao deixe eles falar mal de voce porque eu sou seu fan eternamente e tem muitos mais fans

  21. bruno
    10, novembro, 2013 em 14:12 | #29

    ms 1 the best

  22. bruno ferreira
    10, novembro, 2013 em 14:24 | #30

    eu acho que eles deveriam aumentar a capacidade de processamento desse novo"console" para evitar lags
    e introduzir um slot de sd card para o mesmo (como fizeram com o md player), desta forma eles dariam alguma chance para os saudosistas apaixonados pelo master system colocar jogos de verdade da plataforma, como por exemplo: Ghost's, Mickey mouse, Aírton Senna entre outros clássicos.
    mesmo se eles aumentassem o preço do produto final ainda era jogo adiquirir o master system Evolution.
    sou um retro gamer apaixonado por master system.

  23. 22, novembro, 2013 em 20:17 | #31

    Concordo com tudo que vc falou, esse MS Evolution é apenas um fraco emulador de jogos da tectoy embutido numa caixa de plástico preta que do verdadeiro master system não tem nada. Pra um colecionador de verdade vale muito mais a pena gastar esses 199 reais num Master System usado do que nesse lixo e ainda sobra pra comprar alguns cartuchos.

  24. Nathan
    17, outubro, 2014 em 17:50 | #32

    minha mãe me deu um master desses, ela achou no lixo e ta funcionando O_o'
    até que eu gostei do video-game por nunca ter tido um Master, mas de fato não vale os 199 que a tec-toy pede.
    o pior é que o meu veio sem controles (pq tava no lixo…) e controle do mega drive n tem botão Pause, e assim como a guitarra do Mega Drive 4, os controles do MS Evolution n vendem separado e n tenho como jogar Sonic Drift 2 t-t

    • 17, outubro, 2014 em 22:28 | #33

      Sério que vc achou o console no lixo? E funcionando ainda por cima?

      o0

    • Talude
      18, outubro, 2014 em 21:46 | #34

      Achou por um preço justo. Tenta entrar em contato com a Tec Toy em relação aos controles.

  25. Eduardo
    4, dezembro, 2014 em 19:15 | #35

    acabei de comprar um em um leilão por 70 mangos, perdi meus 70 mangos? hehe

  26. julio
    30, setembro, 2015 em 20:23 | #37

    po eu acabei de comprar ele :c

  27. Alexandre
    21, janeiro, 2016 em 21:58 | #39

    E aí? O Master System Evolution está no mercado até hoje! Deu certo essa propaganda negativa que vcs que se dizem "retrogamers" fizeram pelos blogs afora? 199 reais é preço de puta, e vcs reclamam, tenho certeza que gastam pelo menos 5 vezes mais comprando aquele smartphone inútil só por causa de propaganda, enchendo os bolsos de grandes corporações estrangeiras. Geração modinha

    • 30, janeiro, 2016 em 20:25 | #40

      Isso aqui não é propaganda negativa não cara, é só a opinião do Flavio. Preferimos sermos honestos do que ganhar dinheiro, já recusei ganhar uma boa grana em troca de divulgação de algo que eu considerei enganação, então relaxa cara.

      Eu não gosto muito dessa alcunha "retrogamer", mas se o pessoal nos classifica assim, aceitamos. Mas não somos exclusivamente retrogamers, é bom que se diga.

      Aliás, o primeiro jogo de videogame que eu joguei foi Adventure, do Atari 2600. Até escrevi sobre um Easter Egg dele na revista WarpZone nº 4, que acabou de sair (jan 2016). Então acho que o pessoal tem razão.

      PS.: se sair algum fight entre vocês, não esqueçam de registrar. Quem sabe não vira uma matéria pra descontrair um pouco? 😛

  28. Lucas Menezes
    28, julho, 2016 em 02:47 | #41

    È melhor ir no Mercadolivre e comprar um Polystation mesmo……

  29. Luiz Carlos
    9, setembro, 2016 em 23:00 | #42

    Olá, eu gostaria de fazer uma observação, eu tenho um MD Play da Tectoy, e testei ele conectando com o cabo de áudio e vídeo na minha TV de alta definição e tanto a imagem quanto o áudio não ficaram legais, aliás, o aúdio ficou com bastante ruído, e a imagem muito mal definida. Testei o mesmo aparelho conectando numa antiga TV de tubo, e a imagem e o aúdio ficaram excelentes, sem nenhum tipo de problema, e o áudio cristalino e sem ruído. Aliás, eu acredito que a mesma regra se aplica também a essas versões do Master System e Mega Drive atuais que a Tectoy lança. Estes aparelhos (mesmo que emulando consoles originais) só vão ficar bons ao se jogar em TVs de tubo. Por fim, parabéns pelo excelente site.

  30. Tiago Garcias
    20, outubro, 2016 em 09:58 | #43

    Cara eles deixaram muitos jogos bons para tras… se pelo menos esse console tivesse a opção de cartão de memoria seria bom pois as fitas do MS estão em extrema extinção, e quando se acha alguma boa não baixa de 100 R$. Vale mais a pena comprar aparelhagem para fazer repro dos cartuchos.

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