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Review – Sega Dreamcast Collection (PC)

Não é surpresa para ninguém afirmar que a Sega mantém sua sobrevivência lançando e relançando diversos de seus jogos clássicos nos consoles da geração vigente. Também é quase certo dizer que isso já foi feito tantas vezes com os mesmos games de Mega Drive que o conceito já se tornou saturado, mesmo com a implementação de novidades como Leaderboards e Achievements; coisas que a gratuidade dos emuladores não possui – apesar da ausência desses extras nas versões para PC. No entanto, uma surpresa vinda da empresa de Sonic The Hedgehog alegrou os seus mais ávidos e viúvos fãs, com o lançamento de Sega Dreamcast Collection para o Xbox360 e Windows.

A coletânea possui quatro jogos que marcaram o último console da empresa: Sega Bass Fishing, Space Channel 5 Part 2, Sonic Adventure e Crazy Taxi. Enquanto não se pode contestar o quão esses jogos são considerados clássicos, apenas um deles é considerado novidade nos sistemas, enquanto que os outros já tiveram lançamentos anteriores para o PC e consoles.  Será que esse game vale a pena por este relançamento? Confira essa análise em “primeira mão” do Passagem Secreta, da versão para PC!

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Comprar ou não comprar?

Primeiro de tudo, é necessário ressaltar a importância de uma coletânea desse tipo. Enquanto que todos aqueles relançamentos de jogos de Mega Drive sejam inúteis para muita gente acostumada com os emuladores do console, a coletânea de Dreamcast pode ser mais interessante para os retrogamers por apenas um motivo: Se você não tiver o console de verdade, emular um Dreamcast é algo muito mais chato que emular Mega Drive, exigindo a Bios do console, configuração de plugins etc; e, ainda assim, o resultado não é satisfatório, com glitches gráficos e sonoros. O pulo do gato do Dreamcast Collection é que os jogos são conversões, ao invés de emulações; assim eles trabalham melhor e exigem menos do sistema operacional. Aí os requisitos recomendados:

Sistema: Windows XP (SP 3) / Vista (SP 2) / 7
Processador: Dual Core 2,6 GHz
Memória: 1 GB / 2 GB (Vista & Windows 7)
Vídeo: 512 MB com suporte a Shader Model 3.0
Placa de som compatível com DirectX

Apesar do exigido acima, os jogos rodaram numa boa no meu notebook encardido, que tem um AMD Turion Dual Core 2.2 ghz e uma ATI Radeon 4200HD. Tudo na resolução máxima (1280×720) sem queda de frames ou travadas.

Para a venda dos jogos porém, parece haver algum tipo de mal entendido quanto ao lançamento para Windows; enquanto que o site da Sega informa que o jogo está disponível via download, pode-se encontrar por aí diversas capinhas do jogo em formato DVD-Rom, que por enquanto só parece estar disponível na Europa. Na verdade, vale ressaltar que é mais fácil encontrar o jogo de forma ilegal por aí do que uma loja que o venda. Só dar uma Googlada por “Sega Dreamcast Collection download” e vocês vão entender bem o que quero dizer (nota: os jogos já estão à venda no Steam).Apesar da seleção de jogos controversa, vamos aguardar que o jogo saia em alguma rede via Steam logo para que ninguém seja obrigado a se sentir desconfortável baixando jogos crackeados – se alguém aqui se sentir assim.

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Instalação

O arquivo de Setup presente no DVD dá o direito de escolha de quais jogos instalar. No total, todos os games ocuparam 4.15 GB, o que não é muito, considerando o quão grande os jogos mais atuais são.

Após instalado, o executável traz um menu interessante que permite a escolha dos jogos, que possuem configurações de vídeo e controles individuais, além dos respectivos manuais em formato .pdf.

O único problema nessa seção é que não há possibilidade de refletir o esquema de controle do Dreamcast que compartilhe do mesmo layout de botões no joypad USB. No meu caso, usei um controle bem parecido com o de PS2, e essa opção cairia como uma luva, já que não sei como os comandos funcionavam versão original de Dreamcast. Outro problema é que essa configuração dos comandos só serve para quem usa o controle; ou seja, quem só tem o teclado terá que se contentar com o que é delimitado pelo jogo, sem permitir customização.

Após as configurações, o controle funcionou bem, reconhecendo os dois analógicos que ele possui. Alguns dos jogos têm a opção de vibração, mas não surtiu efeito algum em meu joypad.

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Seleção de jogos

Como é fácil perceber, as escolhas não foram muito felizes, uma vez que o Dreamcast possuiu um suporte absurdo da Sega, com jogos espetaculares que poderiam ter entrado nessa coleção em favor de Sega Bass Fishing, por exemplo. Todos eles foram convertidos com algumas melhorias gráficas, com resultados variados. Vamos então meter o malho avaliar cada um deles?

Sonic Adventure (ou Sonic Adventure DX)

Em uma coletânea de jogos da Sega, não pode faltar Sonic, certo? Então, infelizmente, essa é a maior enganação do pacote. Esse game teve uma versão para PC lançada em 2003, chamada de Sonic Adventure DX: Director’s Cut, com alguns modos extras. Apesar do pacote e do texto de divulgação dar a entender que a versão presente na coleção seja baseada na original de Dreamcast, o que temos na verdade é o mesmo jogo lançado anteriormente.”Ah, mas dessa vez com maior compatibilidade e gráficos em alta resolução, não é?” Não!

Essa “borda” em volta da tela é do jogo mesmo!

Assim como o criticado relançamento feito no ano passado para a PSN e a XBLA, o jogo manteve a proporção 4:3, o que mostra um certo desleixo da empresa ao preservar esse game. Por alguma razão, não houve a possibilidade de reformatá-lo para os monitores widescreen, mas também não há a opção de “esticar” a imagem para caber na tela. Os gráficos bem datados ficam ainda mais velhos dessa forma. O engraçado é que o trailer exibe imagens do jogo no formato 16:9, preenchendo a tela toda…

Clique nas fotos para ver na resolução original

Por incrível que pareça, aliás, é a primeira vez que eu jogo Sonic Adventure. Dá para ver que, graficamente, o jogo impressionava muito para a época; afinal de contas, estamos falando de 1998, ano em que Ocarina of Time e Metal Gear Solid eram o padrão. Além disso, a ruptura com os jogos de Mega Drive não se deu apenas na apresentação 3D; eles modificaram a jogabilidade, elaboraram uma história, um novo universo, novos amigos, uma nova trilha sonora, colocaram olhos verdes de possuído pelo demônio…

…e uma boca. E dentes!

Todas essas ideias pareceram bastante promissoras na época, mas o fato é que agora são o principal motivo da degradação atual do personagem. Sem falar na jogabilidade: me bastou apenas 5 minutos de jogo para morrer através de um glitch. Apesar de aclamado na época, Sonic Adventure é um jogo quebrado, faltando o acabamento presente em títulos como… Super Mario 64. É engraçado como eles retiraram do mercado todos os jogos 3D do ouriço, mas fazem questão de rememorar o que deu origem à bagunça toda.

Por essas e outras, esse é meu jogo menos favorito do Sega Dreamcast Collection. Vamos ao próximo.

Crazy Taxi

Outro jogo já disponível para PC, cuja versão foi lançada em 2002. Na coletânea, porém, o game recebeu um tratamento um pouco melhor. Apesar de, basicamente, esta versão ser igual à anterior, o suporte a widescreen foi adicionado ao jogo; mesmo que, aparentemente, a imagem foi esticada para caber na tela, ao invés de uma reformatação completa. E essa foi a única melhoria gráfica do jogo, mantendo os mesmos carros quadrados, a construção de cenário, as texturas dos prédios em baixa resolução, e por aí vai. Os controles são ótimos, apesar de, por alguma razão, me sentir mais confortável controlando o carro com as setinhas do teclado.

Os originais de Arcade e Dreamcast tinham como principal característica a trilha sonora de bandas como Offspring e Bad Religion, o que dava um ar bem mais cool ao game. Na conversão de 2002, elas foram trocadas por outras bandas menos conhecidas. E, nessa restauração da coleção, as músicas são mais genéricas do que nunca. Ainda bem que podemos contar nessas horas com o Winamp, por exemplo, para um acompanhamento sonoro mais apropriado. Outro fator retirado está nas propagandas de cadeias de lanchonetes e estabelecimentos, como Pizza Hut e Kentucky Fried Chicken. Os novos destinos foram trocados por nomes mais genéricos, como esse abaixo:

Mas essas alterações não atrapalham a experiência do jogo, que sempre foi divertido. Mesmo que a diversão não seja duradoura, dada a pouca longevidade do game.

Sega Bass Fishing

Jogos de pesca são raramente vistos em um console, justamente porque a premissa é tão chata quanto na vida real.  Mas a Sega, como sempre inovadora, desenvolveu em 1997 o arcade Sega Bass Fishing, que contava com uma vara de pescar de verdade para um controle realista e uma diversão exótica. No ano seguinte o game foi convertido para o Dreamcast, e, apesar de ter sido adaptado para jogar através do controle convencional, foi lançado junto com ele o Sega Fishing Controller, um dos acessórios mais bizarros de todos os tempos, considerado abominável, ridículo, perturbador! Até chegar o Wii e popularizar esse tipo de coisa com outros controles bestas.

Assim, o console da Nintendo também recebeu uma versão do game, com compatibilidade com Wiimote para aqueles que não desejaram comprar o controle de pesca dedicado ao jogo.

E a versão de PC? Já foi lançada em 2001, numa adaptação direta do Dreamcast. Só que sem o acessório especial. E, dez anos depois, a mesma coisa ocorre.


Se você consegue vencer a falta de vontade de jogá-lo, é necessário ter a paciência de entender o que se passa e de como o game funciona sem o acessório especial. Você escolhe uma isca, o lugar aonde jogá-la e, uma vez dentro d’água, pode controlar a corda da vara de pesca (e é bem difícil descobrir isso). Quando um peixe morde a isca, inicia-se a verdadeira batalha épica entre o homem e a natureza; ou seja, a tentativa de puxar a corda de volta sem que o peixe solte dela. Uma barrinha do lado da tela mostra a tensão da corda, o que serve para medir a briga com o animal maritmo. O objetivo é capturar uma certa pesagem de peixes (tipo, 11 libras) para passar de fase, antes que o tempo esgote. E assim vai.

Ô louco, meu! Brincadeira!

Enquanto é uma experiência interessante, não posso classificar como algo divertido. E a graça acaba depois de um tempo, porque o jogo não tem muita variação nas animações, nos gráficos, em nada. O som é uma porcaria, aliás. É quase vergonhoso ver a Sega colocando um jogo direcionado a nicho em uma de suas coletâneas. E com grande parte da experiência original cortada, já que não há um controle apropriado para jogar. Altamente dispensável.

Space Channel 5 Part 2

Esse é o jogo pelo qual todo o pacote vale. Space Channel 5 Part 2 é um dos jogos mais divertidos, estilizados e criativos de todos os tempos Concebido no fim do Dreamcast e convertido posteriormente para o Playstation 2, o game sofreu de uma divulgação muito modesta, fazendo com que poucos pudessem de fato conhecer Ulala de uma forma que não seja através de cameos nos outros jogos da Sega. SC5P2 é basicamente um jogo de ritmo, exigindo que se repita a sequência de botões que o jogo pede que você aperte em sincronismo com a música. Mas tudo é executado de forma tão bem feita que se torna uma experiência muito divertida, com um script muito legal e uma trilha sonora espetacular. E, é claro, tem o Michael Jackson!

Agora, por que preferiram adaptar o segundo jogo da série? O primeiro Space Channel 5 possuía cenários pré-renderizados (no estilo dos primeiros Resident Evil) e que não se sairiam muito bem na adaptação para a nova resolução – até porque já na época do Dreamcast eles eram considerados de baixa qualidade. Além disso, a precisão exigida por esse jogo era enorme, gerando um desafio frustrante para aqueles que não conseguiam entrar com a sequência de botões no ritmo certo. A sequência consertou todas esses problemas, tornando a premissa bem mais desafiodora e divertida, sem frustrações ou embaraços visuais, com cenários renderizados em tempo real.

Os gráficos são simples, porém coloridos e com um excelente design, distrativo o suficiente para não perceber as limitações visuais. Dá para perceber que esse é o jogo aonde a Sega se esforçou mais para converter para o PC, com um campo de visão realmente mais aberto no modo Widescreen, e beneficiando-se bastante com a resolução HD. O visual fica bem melhor comparando com as apresentações anteriores, sendo esta a versão definitiva de SC5P2. A única ressalva  está nas FMVs que contam a história durante os estágios, que continuam na mesma resolução de antes. Aparentemente, a empresa não armazenou essas animações em uma definição de imagem que permitisse uma futura restauração. Ou faltou orçamento ou faltou vontade para trazê-los com uma imagem melhor. Assim, esses filminhos são bem embaçados e serrilhados, mantendo o aspecto de tela 4:3.

Essa versão para Windows se baseia totalmente na original lançada em 2002 para o Dreamcast e Playstation 2, mantendo os segredos, fases bônus e etc. O único problema dessa conversão está no fato de que, se seu PC não for potente, qualquer pequena travada pode fazer perder a sincronia dos efeitos sonoros e comandos do jogo com a música, o que é crítico num game desse tipo. Quando isso ocorre, a solução é carregar a fase novamente ou tentar passar daquele segmento, já que o game volta ao normal na parte seguinte – quando o programa carrega um novo arquivo musical e sincroniza tudo de novo.

Mesmo com essa falha, Space Channel 5 Part 2 é uma ótima conversão. Apesar do clima “alegre” do jogo, é uma das experiências mais divertidas que existem por aí, e que vale a pena tentar.

Acho que ela se empolgou…

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E então, vale a pena?

Sega Dreamcast Collection só é recomendado para quem nunca jogou Space Channel 5 Part 2. Os outros jogos podem ser obtidos de forma mais fácil por aí, sem diferença significativa em relação às versões presentes nessa coletânea. Os fiascos ficam por conta de Sonic Adventure, que além de ser um jogo originalmente falho, foi apresentado de forma ruim; e da escolha de Sega Bass Fishing para a lista de jogos, quando conhecemos coisa muito melhor por aí. Além disso, não existem motivos para jogá-los novamente; pelo menos na versão de PCs, já que esta não possui Achievements e Leaderboards, o que é um ponto negativo que já havia desapontado muita gente nos relançamentos de games do Mega Drive para Windows.  Minha especulação é a de que a empresa preferiu escolher jogos anteriormente portados para o PC  para não enfrentar dificuldades na conversão, devido ao baixo orçamento do projeto. Ainda assim, espero que a aceitação seja boa e estimulante para a empresa restaurar alguns clássicos do 128-bit, como Outtrigger, Jet Set Radio, Daytona USA 2001, Chu Chu Rocket

Atualização: Game já está a venda no Steam; tanto o pacote inteiro quanto cada jogo vendido de forma separada. Agradecimentos ao Antideus por ter apontado!

Jornalista de games, editor de vídeo e estudante de Audiovisual, escreve atualmente para a Revista OLD! Gamer. Além dos joguinhos, também dá pitacos sobre cinema, TV e tecnologia; sempre acreditando que a ironia é a melhor forma de sinceridade. Ouve Game Music e trilhas sonoras de filmes durante a maior parte do tempo, mas jura que é uma pessoa legal. Seguista, badernista e exorcista.

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  1. 27, fevereiro, 2011 em 21:09 | #1

    Sem dúvida, a resenha mais rápida (em relação a tempo de lançamento) aqui no Passagem :)

  2. 27, fevereiro, 2011 em 23:34 | #2

    Realmente as escolhas da SEGA para essa coletânea foram péssimas, mas uma dúvida vocês não tiraram no texto, a versão do PC tem algum Achievement e suporte a Games For Windows Live ou isso é algo que só a versão do Xbox360 vai ter ? Pois a SEGA realmente parece fazer a versão PC de má vontade, depois reclamam que os jogadores desta plataforma não compram seus jogos…

    • 28, fevereiro, 2011 em 04:30 | #3

      Putz, bem lembrado, ia falar disso no texto mas esqueci! A versão de PC não tem achievements nem Leaderboards, ou seja, nada!

  3. 28, fevereiro, 2011 em 07:49 | #4

    podiam ter colocado tanto game legal…. tipo Skyes of Arcadia (@.@)… mas nãããão, vamos colocar todos os outros que não são tão legais.
    Eu gostei bastante do Sonic Adventure no PS3…. =) achei que graficamente, ainda chuta bundas de vários games do PS2… é tudo muito bonito e trabalhado… o que me leva aquela velha rixa de sempre: "se a sega tivesse feito o Dreamcast com DVD, ele estava no páreo com o PS2 até hoje"….. e sabemos que é verdade! :(

    • 28, fevereiro, 2011 em 08:11 | #5

      Isso é verdade, o DVD foi crucial para a galera comprar o PS2. Pena que o pessoal da Sega não teve essa visão na época!

  4. 28, fevereiro, 2011 em 09:31 | #6

    Putz, sem Achievementes ?! essa seria a ÚNICA razão para eu comprar essa coletânea. Fico triste pela Sega continuar fazendo tudo nas coxas, enfim, é menos um produto deles que entrará em minha lista de prioridades.

    Valeu por tirar essa dúvida =)

  5. 28, fevereiro, 2011 em 15:31 | #7

    Eu tenho o Sonic Adventure DX no meu notebook, e afirmo que o jogo é feio mesmo. Cheio de serrilhados, sem a opção de tirá-los! Nem sequer um mísero patch a Sega lançou ¬¬''

  6. Lucas Arreguy
    28, fevereiro, 2011 em 16:34 | #8

    Sinceramente…sou muito mais de colocar no lugar do Sega Bass Fishing…o Jet Grind Radio..pois é um jogo que foi e é original(são poucos os jogos desse gênero)…
    Só não baixo porque desses 4 jogos, tenho 3 no meu Dreamcast(sim, tenho 16 anos e tenho um DC)
    ps: Queremos Crazy Taxi com Offspring e Bad Religion!!!(sim, tenho 16 anos e curto rock n' roll)

  7. 28, fevereiro, 2011 em 19:19 | #9

    Haha! Acho que como eu especulei ali no tópico, o Sega Bass Fishing entrou na lista porque já tinha versão anterior para PC, então eles não teriam muito trabalho para apresentar nesse pacote. Ainda assim existem outros jogos que saíram pra DC e PC que poderiam ter sido reutilizados ao invés do Bass Fishing, como o Typing of The Dead. Mas, se o Space Channel 5 Part 2 recebeu uma conversão nova, então já podemos ter esperança para no futuro jogar o Jet Grind (Set) Radio!

  8. 2, março, 2011 em 04:56 | #10

    A propósito, perguntaram o pq de Sonic Adventure não receber suporte a Widescreen: Foi comprovado (via emulação) que nas cenas por exemplo, se esticar a tela, é possível perceber elementos ocultos, como personagens esperando a hora de entrar em ação. E também porque eu não ligo PORRA NENHUMA pra Widescreen, Widescreen é o caralho, isso só fez diminuir o tamanho da tela nos jogos que eu tenho aqui no PS2! Então morram todos vcs que pediram Widescreen em Sonic Adventure!

    Achievements é outra palhaçada dessa nova geração. E ainda dizem que é motivo pra ser fator replay… Porra, o que me faz jogar um jogo de novo é a qualidade dele e não os Achievements! Quer dizer que se o jogo for um porre (Tipo Transformers: Revenge of the fallen), vc irá jogá-lo só por causa dos Achievements. É sinal de que tem alguma coisa errada aí champs.

    Quanto a escolha de games, exceto pelo Sega Bass Fishing (ainda jogarei um jogo de pesca por mais de 30 segundos), as escolhas são até boas, mas a coletânea só vale mesmo pelo inédito Space Channel 5 part 2 no pc.

    E a dúvida que não quer calar: É Jet Grind ou é Jet Set, haha!

    • 2, março, 2011 em 05:46 | #11

      Calma cara, cê tá revoltado!

      Mas então, não sabia disso, que legal! Me lembra bastante alguns filmes antigos que, quando foram remasterizados para o Widescreen, tiveram várias tomadas de câmera vazando na cena, equipe de produção… hehe

      Então cara, os jogos dessa coleção que tem suporte a Widescreen também tem a opção de jogar normalmente, então acredito que quem tem monitor 4:3 não vai jogar com tarjas pretas, ou algo assim.

      Agora, quanto a achievements… Muitos deles são inúteis, mas não há como duvidar de que eles são essenciais hoje em dia, e motivam alguns a jogar o game. E tem os leaderboards também. Por mais imbecis que essas implementações possam parecer nesses jogos, é uma coisa que está presente na versão XBLA, mas não na de PC, ou seja, ponto negativo para a CEGA.

      Eu queria mesmo era jogar Typing of The Dead no Windows 7 aqui… =(

  9. 3, março, 2011 em 18:04 | #12

    pra mim todos o jogos são bons menos Space Channel 5 Part 2
    muito ruim chatooo

    e ainda tenho Dreamacst jogos são bons e o melhor é Sonic Adveture 1 e 2

  10. 4, março, 2011 em 13:41 | #13

    O pacote chegou ao Steam. Dá para comprar os jogos individualmente também:
    http://store.steampowered.com/sub/7522

  11. 5, março, 2011 em 07:54 | #14

    Por que que a SEGA decaiu tanto???

    • 5, março, 2011 em 21:53 | #15

      Depois que Yu Suzuki disse recentemente numa entrevista ao site 1Up que o motivo por estar sumido do mercado desde 2002 é por reprovação sistemática das suas idéias pela Sega, ouso dizer que, depois de quase falir e ser comprada pela Sammy, da antiga Sega só sobrou mesmo o nome.

      Gostaria de estar falando besteira mas, pra isso, ela tem que provar que estou errado.

  12. PJ
    9, novembro, 2011 em 11:29 | #16

    Que escolhas absurdas!!! Pesca? Sério? Jogos já lançados anteriormente para PC? Dança? Não podiam ser uns tipos de jogos mais populares tipo Skies of Arcadia, Phantasy Star Online, Sonic Adventure 2 (incrível que esse nunca teve uma versão PC!!!), Ecco the Dolphin, Headhunter, Virtua Fighter 3…. tinha toda uma gama de escolhas… mas quem sabe futuramente… quem sabe…

    P.S.: Quanto ao Sonic Adventure DX, teve uma melhora gráfica MUITO grande da versão original pro DX, logo não dá pra dizer que o jogo “impressionava para a época” com base no DX. Agora, sério, eu zerei e não morri por causa de glitch nenhum, nem fui incomodado. Muito bom o jogo.

    • igor m
      9, abril, 2012 em 17:54 | #17

      o sonic adventure 2 tem uns contratos de exclusividade com a nintendo e por isso nunca foi lançado pra PC::'(

  13. PJ
    9, novembro, 2011 em 11:33 | #19

    @mcs Não foi o contrário? A Sega comprou a Sammy.

  14. 6, junho, 2012 em 11:23 | #21

    Quem criou essa pobre (para nao dizer outra coisa) analise? É… dizer que sonic foi seu menos favorito, sendo que temos Sega Bass Fishing, Crazy Taxi e Space channel na disputa… e o pior nao foi dizer que foi o menos favorito, o pior foi o motivo que se deu para escrever tamanha bobagem. Cara, sinto repugna ao dar meu comentário a uma análise rídicula e sem nexo de quem nunca ao menos jogou sonic adventure antes." Além disso, a ruptura com os jogos de Mega Drive não se deu apenas na apresentação 3D; eles modificaram a jogabilidade, elaboraram uma história, um novo universo, novos amigos, uma nova trilha sonora, colocaram olhos verdes de possuído pelo demônio…" Filho da mãe … vc se quer conhece a historia desse desenho? Ja pesquisou ? 1 ou 2 anos antes desse jogo sair para dreamcast, a trama de chaos e as esmeraldas ja eram desenho animado nos canais fechados só dai deram origem ao jogo. Elaboraram? faça-me um favor… escreva sua analise sobre godfather, explicando o pq do jogo ser tao ruim(MENOS FAVORITO KK), afinal, eles elaboraram uma história, um novo universo para Don Corleone e transformaram em jogo para o ps2. (brincadeira viu gente, to so sendo ironico). Sobre os Glitches eu nao vo nem comentar , ne? Nem sei pq to me limitando a comentar essa porcaria.

    • 6, junho, 2012 em 18:41 | #22

      Olha o Rafael ganhando outra fã.

      :]

    • 6, junho, 2012 em 22:18 | #24

      Quanto ódio no coração, calma! Eu simplesmente não gostei do jogo; aceite, é a vida! Se todos pensassem igual, ela seria bem chata.

      Eu adoraria gostar de cada jogo do Sonic, mas esse Adventure aí… Não rolou não.

  15. Milton
    7, junho, 2012 em 01:29 | #25

    Verdade seja dita… já fizeram muita porcaria com a marca Sonic. Sonic mais atletico, mais gordinho, mais rápido, mais lento, com visual mais roqueiro… tudo isso colaborando para a perda da identidade do porco espinho.
    Veja se isso aconteceu com o Mario Bros? Ele desde sempre foi o velho e bom gorducho encanador que encanta a todos.

    Essa mudança constante no visual, incluindo jogos bizarros como Sonic Pinball e Sonic the Fighters, me fez perder a vontade de jogar os últimos lançamentos. O Sonic mais recente que joguei foi o Sonic Rush do DS. Na minha opinião um excelente jogo, embora pareça mais um passeio ao parque do que algo realmente desafiante, devido a baixa quantidade de inimigos no cenário. E pra variar… mexeram mais uma vez no visual do personagem. ¬¬

  16. 7, junho, 2012 em 07:40 | #26

    Verdade… O Mario é extremamente versátil, e ainda assim não perde a identidade. Ninguém mexe na aparência dele. Já com o Sonic, não rola muito isso. Se bem que alguns jogos desses dos quais ele estrela tem sido muito bons, como o Sonic & Sega All Stars Racing ou o Superstars Tennis.

  17. Alessandra
    11, fevereiro, 2013 em 16:27 | #27

    Poxa eles não capricharão poderiam ter colocados jogos mais legais tipo Soul Calibur, Cannom Spike etc aaaaaaaaaaaaaaaa

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