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O que você jogou em 2012? Versão do Flavio Master

Início de ano sempre tem aquele ar de retrospectiva, onde você fica olhando o que acertou, o que errou, como melhorar e o blá blá blá de sempre. Mas no final, sempre penso igual ao Marcos: mesmo tendo um monte de videogames, cadê o tempo pra jogar? E ainda, quando eu tenho tempo, cadê mais gente pra jogar comigo? Afinal, vai demorar pro meu pequeno padawan crescer e, como old gamer que sou, jogar on-line com japinhas que decoram o tempo do frame de jogos de luta e te batem sem deixar tempo de pensar é absolutamente broxante.

Oldgamers

Assim sendo, é impossível ficar longe dos detestados (pelo Marcos) jogos casuais, mas isso não me impede de soprar a poeira dos meu VGs velhos de guerra de vez em quando. À lista, senhoras e senhores.

Zombie Island (Facebook)

Pois é, não precisam me zoar (muito), mas joguei isso muito durante 2012. É deplorável, eu sei, mas, além de ter recebido o convite de um amigo próximo, é que eu realmente achei que o mundo ia acabar em 2012, então…

ZI1

O que chamou a minha atenção foi a premissa, pois curto muito zumbis e jogos com essa temática. Mas comprei gato por lebre. O objetivo do jogo é criar uma cidade, construir coisas, plantar, fazer receitas, abrir novas ilhas e tal. “Colheita Feliz”, alguém aí disse? Pois é isso mesmo, só que com zumbis. E seu objetivo final é fazer uma poção pra virar um ser humano de novo. Putz!

ZI2Na real, até que por ser um jogo totalmente on-line, que você nem precisa instalar e que pode ser acessado esporadicamente de qualquer computador, sem prejuízo ao seu status de jogador e sem ter que instalar em outro terminal, nem é tão mal, considerando ser um jogo casual. O problema é que, para evoluir a partir de certo momento, ou você convida 9982379282983573570352 amigos pra participarem aliados a você, ou pode preparar seu cartão de crédito internacional pra ficar comprando atualizações, construções e materiais, do contrário seu jogo absolutamente não sai do lugar. Para pessoas pouco populares e pobres, como é meu caso (leia-se “pão-duro”), ambas as opções estão fora de questão. E se este tambem é seu caso, é melhor nem começar!

Bom: O visual, a temática e a musiquinha (até você se encher dela).

Ruim: Ter que pagar para evoluir. Ou então ter muitos amigos mais à toa que você.

Quem poderá gostar: Adolescentes com muito tempo disponível e que saem adicionando Deus e o mundo no Facebook.

Status: Abandonado por falta de amigos e de verbas (mentira, mesmo que eu estivesse “abonado”, não ia gastar grana com isso!).

 

Marvel: Avengers Alliance (Facebook)

Resolvi dar mais uma chance ao Facebook. Dessa vez, num game de super heróis. Embora tenha sido lançado bem próximo do filme, minha motivação principal foi que curto quadrinhos desse tipo a muito tempo,mesmo que hoje em dia não colecione mais. E, por um bom tempo, até que o joguinho esteve dentro das minhas expectativas.

MAA1

Embora não seja um jogo muito dinâmico, lembra muito as lutas dos jogos RPG de turnos, o que chamou muito minha atenção. São sempre lutas que incluem você, representado por um agente da SHIELD, e mais 2 super heróis à escolha. No decorrer do jogo, você vai evoluindo juntando pontos de experiência. Nas batalhas, você consegue dinheiro (compra de itens), SHIELD points (compra de evoluções) e Command Points (compra de heróis). A cada evolução do seu personagem, você recebe uma barra de ouro, que pode ser usada para comprar itens especiais ou evoluir as naves de seu porta-aviões. Ter aliados não é tão essencial quanto no outro jogo, mas é recomendável, pois eles podem te dar dinheiro e points, além da possibilidade de te ajudarem nas batalhas com um chamado de socorro. Há também o sistema de PvP, onde seu time pode duelar com o de outro jogador. Embora não seja em tempo real, pode te ajudar na evolução e a coletar pontos e itens.

MAA2O motivo de eu largar esse game de lado… na verdade são dois. Um, aquilo que o Marcos já citou na resenha dele: falta de objetivo. Evoluir, evoluir e evoluir sem um razão, chega uma hora que perde a graça. Dois, EU NÃO PAGO PRA JOGAR GAMES DO FACEBOOK, PO**A! Rolou um verdadeiro engodo aqui. Começaram a sair campanhas especiais prometendo novos jogadores, evoluções e tal, mas para conseguir bons resultados nas campanhas, adivinhe? Cartão de crédito na veia. Até aí, dane-se, dá pra passar sem isso. Mas o sistema de PvP ficou absurdo: se um cara compra a tal arma badass modafóca que custou 100 realetas, ele pode ser nível 1 de evolucão que enche de porrada um jogador nível 80. O troço ficou tão absurdo que na última vez que joguei, com meu glorioso time de nível absurdamente alto, os jogadores nível 3 do meu adversário se desviavam de TODOS os meu ataques, independente se eram físicos, místicos ou elementais, até me derrotar por completo. Desisti de vez depois dessa e prometi a mim mesmo nunca mais chegar perto desses jogos mercenários do Facebook. Arre!

Bom: Sistema de jogo, imagens (nem dá pra chamar de gráficos, eu acho), ambientação.

Ruim: Ter que pagar pra ser possível aguentar uma missão especial. E se seu adversário no PvP pagou, PqP!

Quem poderá gostar: Quem curte quadrinhos de super heróis e está disposto a bancar a ladroagem nas missões especiais.

Status: Abandonado for ever and ever pela picaretagem mercenária deste joguinho.

 

Tekken 4 (PS2)

Pro inferno com os jogos de Facebook , vamos falar de videogame “raiz” agora.

Sou fã inverterado da série Tekken. Joguei (e tenho) todos os de PSX (Tekken 1, 2 e 3) e também os mais recentes, no Xbox (Tekken 6, Tekken Tag 2). Dos de PS2, tenho Tekken 5 e Tekken Tag Tournament, mas percebi duas coisas: havia jogado Tekken 4 muito pouco no arcade e me faltava esse título. Providenciei a compra e parti pra porrada poligonal!

tekken_splash_bg

Alguns personagens foram incluídos aqui, como a voluptosa Christie Montero e seus improváveis trajes de lutadora de capoeira, o fanfarrão Craig Marduk, o boxeador Steve Fox e até uma desnecessária cópia da Xiaouyu (já bastava uma). Mas as adaptações gráficas ficaram muito estranhas, o que era pra ser melhoria visual acabou ficando bizarro. Todas as mulheres e homens de cabelos grandes parecem estar de peruca e ainda colocada do avesso na cabeça. Se não foi isso, todo mundo tem o cabelo com vida própria! Alguns trajes de personagens ficaram muito espalhafatosos, sendo virtualmente impossível dar porrada em alguém com tantos penduricalhos presos em você.

tekken4lAqui também foi a primeira vez que todos os personagens falaram ou vocalizaram de alguma maneira, mas todo mundo fala inglês. Alguns personagens marcantes fazem falta, como os robôs Jack e o boneco de madeira Mokujin. Outras coisas chatas são as fases “morro acima” de alguns cenários, que sempre confundem a gente durante a luta. O pior, contudo, é o último chefe. Não que ele seja impossível de ser vencido, apelão ou fácil. É que ver o velho Heihachi Mishima de fralda-de-sumô-fio-dental te faz ter vontade de lavar os olhos com água sanitária!

Tekken 4 não é um bom jogo, no máximo é razoável em comparação aos títulos anteriores e posteriores. Diria que é o pior da série. Claro, é superior ao 1 e 2 em termos de jogabilidade e tem cenas em CG muito mais atraentes, mas o visual do jogo causa mais incômodo até mesmo que as versões quadradonas. Ficou realmente muito inferior a Tekken 3 e mesmo a Tekken Tag, o título anterior da série no Ps2. Pelo

Pô, Nanco, isso é sacanagem!

Pô, Nanco, isso é sacanagem!

menos a Namco aprende com seus erros, tanto é que em Tekken 5 tudo isso foi corrigido.

Bom: Alguns aspectos da jogabilidade.

Ruim: Gráficos muito estranhos, poucos personagens novos,

Quem poderá gostar: Só quem gosta muito da série ou de jogos de luta, fora isso, esqueça.

Status: Vencido, e um monte de vezes para habilitar todos os jogadores.

 

The House of the Dead: Overkill (Wii)

Nunca gostei de jogos FPS, tipo os CS e Call of Duty da vida. Não sei dizer se aqueles jogos do arcade em que você tem armas, mas a tela “anda” pra você, se enquadram nessa categoria. É desse tipo de jogo de tiro que eu gosto, o que levou a uma das minhas aquisições relacionadas a videogames em 2012, uma Wii Zapper.

wii zapper

Apesar do nome tirado a fodão, é apenas um suporte em forma de arma de fogo onde você encaixa o Wii Remote e o Nunchuck. Mas admito que a sensação de imersão no jogo muda bastante!

HOTDO

Este jogo é um “prequel” dos demais games da série, feito pela Sega exclusivamente para o Wii (não sei ao certo, mas parece que há uma versão para PS3). Mostra a primeira missão do Agente G, personagem que figura em todos jogos. Em Overkill, tiraram um pouco do clima sério do game, mas o que parece ruim acabou tornando a coisa muito divertida. Parece até que você está num filme de zumbis do Tarantino, a la grindhouse. Jogando com 2 players, seu ajudante é o detetive Washington, o estereótipo do parceiro policial negro afrodescendente, uma mistura de Denzel Washington com Samuel L. Jackson, responsável principal pelos quase 200 palavrões em menos de 3 horas de diálogo no jogo. Chegando ao final, você desbloqueia a sexy Varla Guns, que aparece durante o jogo e forma um bizarro triângulo amoroso com os dois valentões.

HOTDO1O principal diferencial em relação ao jogo do arcade está na possibilidade de juntar pontos, que valem para melhorar ou comprar armas. Também tem jogos de treino e mini games, que podem ser jogados por até 4 jogadores, fora personagens secretos e um jogo com acréscimos (“Director’s Cut”) quando você chega ao final. Embora o jogo tenha alguns problemas de frame-rate e gráficos não tão bons, é realmente muito divertido, cheio de referências e homenagens a outros filmes e jogos da mitologia dos zumbis. Não joguei o tanto que gostaria, por isso não cheguei no final, mas estou repetindo as fases para tentar conseguir mais pontos e abrir novos segredos. Tem um Wii? Arruma uma Wii Zapper, porque esse jogo é indispensável!

Bom: Extremamente divertido e engraçado.

HOTDO4Ruim: Gráficos não tão bem elaborados, problemas de frame-rate.

Quem poderá gostar: Quem curtia os jogos de tiro do arcade.

Status: Ainda não vencido, no momento sob exploração minuciosa.

 

 

Pokémon Crystal (Game Boy Color)

Pkc1Eis o game que, esse ano, com uma ajuda de meu smartphone, virou o grande salvador das filas e salas de espera. Se bem que para jogar no smartphone, RPGs são, com folga, a melhor opção, já que não exigem comandos muito rápidos, na maioria das vezes apenas seleção de ações ou objetos. Minha intenção inicialmente era pegar o jogo sequência de Pokémon Yellow, mas errei feio (Noob!).

Pelo menos o jogo é muito bom. Admito que vi pouca diferença do sistema de jogo e gráficos em relação ao Pokémon Yellow, o único game da série que joguei antes deste. Também há algumas novidades que ainda não aprendi usar direito, como as Cápsulas do Tempo, bem como alguns recursos e itens, além do lance do calendário (descobri, a pouco tempo, que tem alguns pokémons que só aparecem em certos dias da semana). Mas sem dúvida é um jogo que prende a gente, com muitos segredos, truques e reviravoltas interessantes. Só não dá para capturar todos os pokémons porque alguns só podem ser adquiridos por trocas via cabo link do Game Boy e, em emuladores, isso não é uma opção.

Pkc2Bom: Um RPG bem dinâmico e divertido.

Ruim: O jogo demora um pouco a render, tem coisas muito difíceis de achar.

Quem poderá gostar: Quem gosta de RPG e quer um bom game para jogar no smartphone.

Status: Vencido. Mas pelo que fiquei sabendo, há uma segunda etapa, logo, sigo explorando.

 

World of Warcraft (PC)

A Blizzard foi bem generosa no final de 2012. Me liberou uma assinatura “full” de Starcraft II, que eu joguei apenas por 1 mês na época do lançamento, e ainda me deu 1 mês de assinatura de World of Warcraft. Como o Starcraft agora é livre, investi um pouco mais de tempo no WoW, pois não sei se compensaria continuar assinando, além de eu ter curiosidade sobre os tais MMORPG, que nunca havia jogado.

WOW

O jogo, em si, não difere em nada dos RPGs a que estamos acostumados. Missões, armas, subir de nível, missões, armas, subir de nível e por aí vai. O mapa, porém, é enorme e certamente só funciona por estar on-line, pois haja espaço em disco para conter tanta informação. Não que você não precise instalar nada como nos joguinhos de Facebook, mas é certo que o grande banco de dados não fica com você.

Reconhecem esse grandalhão azul? Pois é, sou eu!

Imagino que WoW deve ser bem mais divertido e fazer bem mais sentido quando jogado com amigos ou em guildas, porque para jogar sozinho ele é pouco desafiador, muito repetitivo e traz pouco ou nada de diferente dos RPGs que todo mundo aqui já deve ter jogado. Outro fator imprescindível é algo que só algumas pessoas na fase escolar talvez tenham: TEMPO! Não há pressa em WoW. É o game feito para se gastar tempo, muito tempo, para cumprir missões jogando sozinho ou com sua guilda, que aliás fui expulso de duas por não entender direito como funcionam as convocações. Sem os jogos Multiplayer que, convenhamos, são a essência desse tipo de jogo, WoW sofre daquele velho problema que comentamos lá no início, pois depois de um tempo sozinho o jogo fica completamente sem objetivo, restrito a missões, armas, subir de nível, missões, armas, subir de nível…

Minha assinatura promocional acabou essa semana. Embora o jogo seja interessante em alguns momentos, admito que não serve pra mim na atual conjuntura, por isso não vou renovar. E meu desabafo: algo muito chato na minha opinião é esse esquema da Blizzard com os jogos, obrigando você a jogar on-line e com mais pessoas. Até que WoW foi feito pra ser assim, mas por que raios eu tenho que estar on-line pra jogar Starcraft II, um jogo que é meu (em tese)? E por que eu necessariamente tenho que jogar “de galera”? Saudade dos bons tempos de Starcraft I e de Diablo I, onde eu podia jogar sozinho e chegar no final ou jogar de novo sem depender de nada disso!

Bom: Mundos gigantescos para serem explorados, o que desperta a curiosodade.

Ruim: Falta um objetivo final, só faz sentido como game multiplayer.

Quem poderá gostar: Quem tem muuuuuito tempo disponível e curte um esquema RPG Action multiplayer.

Status: Impossível de ser vencido, pois não tem um objetivo final.

 

Wii Fit Plus (Wii)

Ano novo, pança nova! O que fazer quando você odeia academia, detesta correr e não pratica nenhum tipo de esporte? Claro, a verdade é que ninguém quer ser gordo e que não tem milagre pra perder peso, mas quem sabe usando uma forma alternativa de aparelho de ginástica?

wii fit 1

O Wii já deixava meus braços doendo após algumas horas de Wii Sports, de repente poderia ter algum exercício mais completo sem ter que arrastar minha carcaça de nerd sedentário pra uma academia e aturar um personal trainer na minha cola ou marombas se exibindo pra um espelho. Foi onde adquiri outro acessório para meu videogame, a Wii Fit Board.

wii-fit-board-0

A pranchinha, junto com o jogo, te pesa, calcula sua massa corporal de acordo com a altura, localiza seu centro de equilíbrio e sugere os exercícios principais, uma agenda de exercícios e uma sugestão de como distribuir isso no tempo, indicando quanto tempo por semana você deve fazê-los.

wii_fit_soccerEmbora alguns sejam apenas ginástica pura e simples, como poses de Yoga e abdominais, alguns exercícios normalmente chatos são colocados de maneira mais divertida, como Step ou Corrida. Também há outros como Corda Bamba, Futebol (cabeceadas) ou Eski, que lembram mais o Wii Sports. Mas é verdade que todos eles te fazem suar a camisa mesmo. De fato, aliando uma dieta  à agenda que ele propõe, até que o Wii Fit Plus realmente serve como academia portátil, o que comprovei depois lendo até mesmo publicações de videogame e , pasmem, científicas.

Ainda vou comprar outros jogos que usem a Wii Fit Board e que não tenham relação direta com ginástica para averiguar a versatilidade da pranchinha. Quanto ao jogo, não é tão divertido quanto um Wii Sports, pois seu objetivo principal é exercício, não entretenimento. Mas de longe é uma opção bem melhor que a academia (pelo menos pra mim!). Cheguei a perder uns 2 Kg após um mês, mas depois do Natal e Ano Novo, eles voltaram, dessa vez com reforços.

wiifit stepBom: Exercitar jogando videogame. Quer mais?

Ruim: Não é tão divertido quanto outros jogos do gênero esporte. Mas acho que é pra ser assim mesmo.

Quem poderá gostar: Na verdade é “quem poderá precisar”. Estou falando com você, gordinho.

Status: No meu caso, 2 Kg em um mês, se você levar a sério.

 

Batman: The Brave and The Bold (Wii)

Quem disse que os Beat n’ Ups estão mortos?

BtBB2

É interessante ver um jogo desses para um videogame mais recente, totalmente side scrool, nada de 3D, nada de efeitos visuais de tirar o fôlego. Mas ainda assim, um joguinho bastante divertido, que ainda oferece interface com o Nintendo DS (o que, infelizmente, não pude testar). Você já viu o desenho? Aqui você joga o desenho. Mesmo! Cada fase se inicia com uma luta ou perseguição rápida, onde você saberá quem é o heróis que acompanhará o Batman no “episódio”. Em seguida, vem a abertura, idêntica ao desenho da TV, que apresentará o nome do episódio/fase.

BtBB3Quando o desenho foi lançado, a Warner deixava claro que não era uma produção tão séria e sombria, mas sim algo muito mais heróico, muito mais “Era de Ouro” dos super-heróis, onde o objetivo era um desenho mais aventuresco. O jogo é a mesma coisa: o negócio é enfiar porrada nos malvados, impedir os planos do vilão e seguir em frente. O legal é que você pode jogar a fase tanto com o Batman quanto com o ajudante da vez, já que os dois seguem juntos, ao estilo Sonic-Tails, e o segundo jogador pode entrar a qualquer momento do jogo. Nos intervalos entre uma etapa e outra, você pode atualizar as armas usando os pontos que você ganha durante as fases. O terceiro player é o do DS, que só tem uma opção de personagem, o pentelho Batmite. Ainda tem os heróis secundários, que vão sendo abertos à medida que se avança. Na jogabilidade, nada muda, exceto que o acelerômetro do Wii ajuda nos golpes especiais. E, copiando os jogos mais modernos, não se preocupe em tomar tanto cuidado, pois os continues são infinitos.

O desenho é retrô, a temática é retrô, o gráfico é retrô, a dinâmica do jogo é retrô, logo, é um jogo para jogadores que curtem essa estética, ou seja, se seu tipo de jogo tem que ter gráficos fodaçorônicos de última geração e usar 20.000 comandos diferentes, passe longe. Mas se você estava com saudade dos tempos de Final Fight e Streets of Rage ou se gostava do clássico Adventures of Batman e Robin, vai adorar.

BtBB1Bom: Muito divertido, ótimo para uma jogada rápida sem ser casual.

Ruim: Os Loading Wait são demorados demais, poderia ter aproveitado um pouco mais os recursos do Wii.

Quem poderá gostar: Jogadores velhos rabugentos que curtem jogos beat n’ up.

Status: Em andamento, pois fico aguardando algum parceiro pra jogar comigo.

 

No mais é isso, caros amigos. E reiterando o que o Marcos já disse, um ótimo 2013 a todos, com muitas fases de bônus e várias vidas extras. Let’s play!

Conheça os participantes do meme “O que você jogou em 2012?

– Gamer Caduco (http://gamercaduco.com/)
– Vão  Jogar! (http://vaojogar.com.br/)
– Revista Game Sênior (www.gamesenior.com.br/)
– Video Game.etc (http://videogame.etc.br/)
– The Twosday Code (http://yoritoshi.wordpress.com/)
– Passagem Secreta (http://passagemsecreta.com/)
– Gagá Games (http://www.gagagames.com.br/)
– Cosmic Effect (http://cosmiceffect.com.br/)
– Edi (FZ2D) Retro Reviews (http://edireviews.blogspot.com/)
– Forum SEGA Forever (http://segaforever.forum-livre.com/)
– Fúria: blog sobre games (http://furia94.wordpress.com/)
– Zir0 Video Game Nerd (http://emulaziro.blogspot.com/)
– Espaço João Roberto (http://espacojoao.blogspot.com/)

Flavio Master

Retrogamer assumido, técnico em eletrônica, leitor de livros e quadrinhos, empreendedor individual, eventual colecionador de videogames e amante da cultura gamer em geral. Mas apanho um monte pra usar um tablet…

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  1. leandrobelmont
    18, janeiro, 2013 em 18:15 | #1

    Boa a sua lista de jogos, Tekken 4 apesar de ter trazido o Kazuya de volta, meio que não gostei muito dessa versão. até mesmo porque o Paul está sem moral nesse game. e WOW, eu joguei um pouco, mas MMO são games que não tem fim e gosto de jogos que tenham começo, meio e fim.

    até mesmo porque, o cara pode ser achar demais estando num nível alto e maltratar os noobs. nem todos agem assim, mas a maioria….

    e sobre o jogo do Batman, é interessante, mas não tenho Wii.

    • Flavio Master
      18, janeiro, 2013 em 21:27 | #2

      Na verdade, o Paul sai de Tekken 4 sem moral, pois entra muito confiante e é derrotado pelo Kuma.

      Eu também achei esse lance do MMORPG não ter fim meio sem graça. Sei lá, até jogos de Atari cujo objetivo é fazer a maior quantidade de pontos possível são mais compensadores do seu esforço. Imagino que quando você vira o fodão-mor nesses jogos, a pouca emoção que sobra deve se esvair completamente.

  2. Dactar
    18, janeiro, 2013 em 19:02 | #3

    Gostei da sua lista,bem diversa.Você jogou dos casuais ao Hardcore,mas o que me chamou atenção foi o Wii Fit Plus (Wii),sempre pensei que essa prancha era só enganação da Nintendo.Tipo,sei lá,a Power Glove do NES que não funcionava mas chamava a atenção.kkkk.
    Flavio,não sou personal nem nada mas, vai por mim ,a alimentação correta é responsável por 50% do sucesso de um bom programa de exercícios.Seja pra perder peso ou ganhar músculos.

    • Flavio Master
      18, janeiro, 2013 em 21:50 | #4

      Cara, acho que sou o jogador menos hardcore do passagem, tanto que escolhi o Wii, e não PS3 ou Xbox 360, como meu videogame "next gen".

      Penso que até a era 16 bits, os acessórios eram meio sem graça, com uma pequena exceção para os do Master System. Os da Nintendo, então, pfff! Já experimentou jogar um jogo de tiro com aquela singela bazuca do SNes, a tal Menacer, que usa 4 pilhas grandes?

      O Wii tirou um pouco essa imagem ruim da Nintendo com os acessórios. Quase tudo é baseado no que já existe, o Wiimote, bastando aplicar de maneira correta. E o que é avulso, como a Wii Fit, é de excelente qualidade. O Kinetic, do Xbox, também é um acessório muito interessante, penso às vezes em comprar um 360 só por causa dele.

      E sobre a dieta, sim, você está certo, o Wii Fit Plus sozinho não faz milagre, mas dieta sem uma ralação em paralelo não dá resultado.

      • Dactar
        18, janeiro, 2013 em 22:39 | #5

        O WII tem muitos jogos casuais sim,e além disso carrega muito a sombra dos games oldschool(que curto demais)devido as suas franquias mega-clássicas.Jogar WII é de certa forma permanecer com os clássicos.Você rompe mesmo a barreira quando está com o XBOX e o PS3.
        Em geral eu vejo os acessórios com desconfiança "nível máximo",ha ha ha e a bazuca do SNES então ,mesmo no seu lançamento,lembro que na época eu já achei estranho, hoje acho ridículo mesmo.Sou muito conservador neste quesito,se for jogar é joystick ou teclado.Existem exceções,claro.O WII deu uma "mexida" nesta coisa de jogabilidade.
        Flavio se for comprar um 360 só por causa do kinect…não sei não,ou você é muito casualgamer ou você vai se arrepender da compra.O "universo" do 360 é muito maior que o kinect.O 360 pode oferecer muito mais que isso.
        Abraço.

        • Flavio Master
          20, janeiro, 2013 em 11:59 | #6

          Eu não me expresei bem. Quis dizer que, se eu fosse comprar um outro videogame next gen, o 360 seria uma escolha natural por também ter o Kinetic. Se bem que até sem o Kinetic ele é uma escolha muito mais acertada em relação ao PS3, justamente pelo "universo" que você mencionou.

  3. Maxwel_Gamer
    18, janeiro, 2013 em 20:06 | #7

    Concordo 100% sobre Tekken 4, eu simplesmente acho ele o mais equivocado e desnecessário da série. A primeira coisa que eu reparei logo de cara é que faltava carisma no jogo e tudo parecia muito purpurinado, além da baixa colossal no número de personagens. Em minha opinião o Tekken 4 é o KOF XI da Namco, um jogo que prometia mas não cumpriu, tanto que foi o que eu menos joguei da série (depois vem o 1º e o 2º jogo da série). Tekken 3 dá uma surra de pau mole no 4 (claro que não dá para comparar os 2 graficamente falando). Abraços.

    • Flavio Master
      18, janeiro, 2013 em 21:57 | #8

      "Purpurinado" acho que define bem. Veja que, embora a luta final seja num octógono, parece mais uma rave! É o jogo da série que mais lembra aquele filme equivocado, logo… urgh! Também achei que minimizaram a importância dos personagens místicos, como Devil, Unknown e Ogre. Quer dizer, nos outros jogos, o final de todo mundo tem alguma relação com eles. Aqui, só Heihachi e Kazuya tem alguma treta com o Devil Jin. A história é tão rasa que, se tirarmos o Kazuya da história, dá pra passar do 3 pro 5 sem ninguém notar.

  4. 18, janeiro, 2013 em 22:23 | #9

    Outro que entrou de cabeça nos jogos "casuais", hwa hwa hwa. Isso só reforça minha opnião que jogo é jogo, apenas com objetivos diferentes.

    Interessantes também esses jogos do Wii, e pela primeira vez vi alguém empolgado com a Zapper, no final do ano passado eu quase comprei Crossbow Training que vinha com ela, mas pelo que li e a galera comentou eu acabei desistindo.

    Abraço!

    • Flavio Master
      20, janeiro, 2013 em 12:05 | #10

      Para o jogo em questão, a Zapper é um acessório e tanto, pois me fez ter a mesma sensação que tinha quando jogava HOTD no arcade e chegava ao final com uma ficha só. Mas pretendo buscar mais jogos do tipo, porém que usem os recursos do Nunchuck também.

      E, particularmente, nunca tive preconceito com jogos casuais. Ainda mais depois de casado, autônomo e, agora, pai.

  5. Talude
    19, janeiro, 2013 em 15:32 | #11

    Eu tinha conta no Marvel Avengers Alliance, acabei desistindo, não gostei do jogo.
    O único Tekken que joguei foi o 1. Pokémon é semrpe interessante, mas tem de ter paciência. Do Wii, só joguei o Sports.

    • Flavio Master
      20, janeiro, 2013 em 12:07 | #12

      De fato, o Sr. Talude era um dos meus aliados mais relapsos, rsrsrs…

  6. 21, janeiro, 2013 em 23:42 | #13

    Lista bem eclética e curiosa Flavio!

    Talvez eu tenha deixado a impressão de odiar jogos casuais, o que não é lá bem verdade (e, de certo modo, nem mentira ^^). O que penso é que uma experiência exclusivamente servida de jogos casuais é algo incompleto para a maioria dos jogadores (ainda mais um xiita-rato-de-fliperama-fanático-por-RPG como eu). É como comprar um Xbox 360 SÓ para jogar FIFA, por exemplo. Há muitos jogos casuais excelentes (desnecessário citar Angry Birds), mas não consigo viver sem um jogo complexo.

    Eu até gosto de MMORPGs, joguei muito Ragnarok e Perfect World, mas você resumiu bem o negócio: é um porre ter que fazer tudo em grupo, ganhar 0,00015 Exp a cada 1000 inimigos derrotados e não haver um objetivo máximo senão a própria experiência de jogo. Lógico que aqui falamos de modelo de negócio (jogos grátis, venda de itens, estímulo a atividades sociais e blá-blá-blá) mas eu gostaria muito de jogar um MMORPG que teria um grande objetivo global, cercado por outros parciais, seguindo um enredo e roteiro prévios.

    Enquanto isso não acontece, vou sonhando aqui…

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