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Brasil Game Show 2010 – Ou a experiência incompleta de um agente de araque

Esperando uma saraivada de posts e relatos sobre o Brasil Game Show – que aconteceu nos dias 20 e 21 de novembro no Rio de Janeiro –  eu havia planejado não escrever a respeito do evento, já que “mais do mesmo” é sempre chato, não é verdade? Pois bem,  mudei de ideia: enquanto as pessoas ainda preparam seus artigos, terminam de editar seus vídeos ou formam sua opinião, decidi postar aqui para vocês meu singelo relato sobre o domingo que dediquei à apreciação do evento. Mas será que apreciei mesmo? Então, vem comigo para saber e ainda ter de bônus algumas fotos poser merecedoras de uma bela de uma trollagem!

Era uma manhã de céu aberto no Rio de Janeiro. Decidi então partir para o evento com duas pessoas, para evitar o momento Forever Alone: Thiago Lopes, um amigo de longa data, e um tal de Leo, que era amigo do Thiago e que conheci na hora. Grande pessoa, tanto no pessoal quanto no profissional. Viajamos da Taquara – na Zona Oeste – para o Centro, chegando com meia hora de antecedência no Centro de Convenções Sul América, que já estava com uma fila gigantesca. Como vocês puderam ver na foto, estava com uma camisa da Sega, bem chamativa por sinal. Não foi à toa que, enquanto estava passando na fila, alguém gritou “Seeeega!” bem alto. Pensei que fosse o Gagá me chamando para um duelo mortal, mas me enganei. Vida que segue.

O primeiro momento de desorganização do evento se mostrou logo ali: o Leo, que não havia comprado ingresso, entrou em outra fila para comprá-los na hora. Ficamos o aguardando por 10 minutos, até entrar em contato com ele para nos dizer que já estava dentro do local! Ou seja, quem comprou o ingresso com antecedência, teve que esperar até às 11 horas. E estava calor! Vai entender.

Ao entrar, outra zona: Nos encaminhavam para outra fila, que nem as pessoas que nos mandavam para lá sabiam do que se tratava. Se fosse para tomar a injeção letal, uma porção de pessoas iria, na maior vontade. Na verdade, a fila era apenas para fazer um cadastro para uma promoção, patrocinada por uma empresa que no dia seguinte estaria enchendo sua caixa postal de spam e ligando para o seu celular às 8 da manhã. Mesmo assim, vendi minha privacidade ao troco de ganhar alguma coisa.

Pelo menos ali já estavam as meninas maravilhosas, usando aqueles trajes que apenas tapavam algumas coisas. Por um instante, fiquei pensando se ela estariam sentindo frio, mas duvido que elas iriam querer um abraço meu. Não achei fotos, mas no fim do post tem uma parte especial dedicada aos marmanjos tarados que chegaram até o fim do texto. Vamos entrar no evento então, né?

No começo, havia ali um túnel do tempo com “todos” os consoles. Pessoas com tendências retrogamers podiam ver, dar a volta e depois ir para a casa: Não havia mais nada no evento de interessante para nós além da exibição dos consoles. Mais ou menos, na verdade.

Nota: Como eu estava mais interessado em curtir  do que tirar fotos, não tive a pretensão de documentar muito o que estou relatando aqui. Por isso, algumas fotos foram retiradas do google mesmo, como essa abaixo.

Ao entrar de vez no local, num primeiro momento, o número de pessoas era razoável. Isso até as pessoas começarem a brotar de todos os lugares, então o espaço ficou mais ou menos duas vezes mais apertado do que nessa imagem aqui:

Ache o Wally em 60 segundos ou Captain Howdy aparecerá na tela

Ao iniciar a caminhada pelo local, fomos aos estandes pequenos. Ali, demos uma passada no estande da Aiyra, uma empresa  nacional de jogos independentes, que despertou bastante interesse de nossa parte. No local estava a Vivi Werneck,  do Girls of War e também assessora da empresa – além do evento como um todo – lutando para se manter em pé e ser amigável diante de três trouxas. Como pobre não suporta ver gente famosa sem tirar uma foto, ela aceitou fazer uma pose e até que ficou legalzinha, não é?

Ainda no stand, tivemos a oportunidade de jogar com Adrian Laubisch – presidente da desenvolvedora –  o Guardião, um simples, porém divertido, jogo de plataforma multiplayer. Pena que éramos muito ruins para competir em alguma coisa; no fim das contas, ele que terminou o game para a gente. Aliás, gostei da música do jogo.

O mais legal de lugares assim, aliás, é encontrar gadgets, blusas e outras coisas nerds/geeks/otakus/[insira tribo aqui] que não são vendidas com muita facilidade por aí. Apesar do preço meio salgado, fui na onda de metade dos frequentadores do evento e comprei uma blusa da Umbrella. Falando nisso, um cara me abordou no evento e perguntou se eu tinha comprado a blusa da Sega ali. Após desapontá-lo com um não, ele rebateu com “Maneira a camisa!”. Tá bom.

Partimos para jogar Mortal Kombat 9 e, apesar da fila consideravelmente grande, não me decepcionei. O jogo tem gráficos incríveis, detalhadíssimos; fiquei embasbacado com os ferimentos que os jogadores sofrem durante a luta, e o sadismo de alguns cenários. Uma pena que os comandos para mandar os golpes – aparentemente – mudaram, então joguei muito mal. Pelo menos dei trabalho para o meu adversário, levando a luta para o 3º round. Aliás, falamos com o Hector para tirar uma foto. O cara é simpático, apesar de nos comunicarmos de forma monossilábica – pois eu não podia deixar transparecer meu sotaque de traficante do GTA.

Dali, fomos direto para a parte da Taicorama, empresa que disponibilizou máquinas de Pump it Up, Marvel Vs Capcom 2, um Wii com Super Smash Bros Brawl, Crusin World/USA, e Street Fighter IV. Bem, todas as máquinas estavam superlotadas, e o fedor no local era pior que de um bar que costuma abrigar coisas desse nível. Joguei um pouquinho de Daytona USA e Smash, mas o número de arcades era escasso e o espaço era horroroso: ao lado das caixas de som do telão do evento, e à frente do campeonato de Pump. E ainda tinha um carro ali no meio fazendo sabe-se lá o quê. Além disso, parece que as peças das máquinas apresentaram defeito; o pedal desse arcade de Daytona USA já estava com problema – o que explica meu tempo bisonho mostrado aí na foto. Em geral, essa parte deixou a desejar, apesar de me divertir um pouco ali.

E então, o que mais tinha no evento? Máquinas de PES, o estande da Sony com jogos em 3D – cujo efeito não impressiona ou acrescenta algo – a parte da NC Games, estande da Blizzard com várias atrações… Só que havia um problema: o local estava cheio demais! Para tudo havia fila (gigante), e as atrações eram inaudíveis e com estrutura limitadíssima para as pessoas se acomodarem e assistir. No fim das contas, ficamos zanzando assistindo as pessoas jogarem e tirando fotos com cosplays randômicos.

Falando neles, havia cada figura: Tinha o Nemesis, a Jill, o Carlos com uma Shotgun de Red Dead Redemption (putz!), o Cyrax, enfim, vários cosplayers dedicadíssimos e divertidos. Claro que o maior destaque de todas fica para a Lucila Siclaco, cover de Angelina Jolie que estava lá, é óbvio, como Lara Croft. Ela tem bastante personalidade – ou pelo menos encarou bem a personagem. Taí uma foto com ela, já que posso ser idiota, mas não besta:

Aliás, vale comentar um pequeno episódio que me rendeu uma homenagem no Snake in The Box: as cosplayers de Starcraft II. Bem, elas deram bastante medo mesmo. A “Nova” não esboçava um sorriso sequer, ela estava realmente ali para não rir de nada, nem ninguém. Devem ter pressionado bastante a coitada para encarnar uma personagem de ficção científica de forma adequada. Por isso, para quem ainda não viu:

Insira a melhor legenda e ganhe prêmios!

Infelizmente, por volta das 12 horas, se você não quisesse entrar numa fila, não havia mais nada para se fazer ali. Não fazia sentido esperar por atrações que, no fim das contas, o espaço e a acústica não possibilitariam acompanhá-las. Comparando ao ano passado, o evento foi muito maior, mas não foi grande o suficiente. Ano que vem, mesmo dividindo o evento em cinco dias, eles terão que ver uma estrutura melhor para abrigar os gamers – que já não mais se surpreenderão com um evento desse nível, e passarão a exigir mais qualidade. Era simplesmente patético ver o tamanho daquele Mister Pizza presente ali, assim como ver que não havia nem espaço para sentar no chão para comer uma iguaria da lanchonete. Aliás, comemos em um self service, que dava direito a uma latinha de refrigerante e uma sobremesa. 30 Reais do cheque especial.

O local aonde fomos comer. Desculpa, não pude conter a piada.

Depois do almoço, descansamos um pouco e fomos jogar Sonic&Sega All Stars Racing com as crianças, no Wii. Éramos muito ruins, mas ganhamos delas. Ainda pretendia esperar pelo Megadriver, porém; mas eles só viriam às 18 horas. E ainda eram duas da tarde! O estopim para resolver ir embora foi quando as mulheres de trajes mínimos resolveram dançar no Just Dance. Não consegui ver nada porque o local estava entupido de gente. Pensei comigo mesmo: “Se não consigo assistir a nada nessa budega, que dirá o Megadriver, aonde as pessoas pulam, gritam e cospem fogo pela boca”. Decidimos ir embora, ainda mais porque a viagem de volta era longa e ainda tem a questão da violência do Rio de Janeiro e a possibilidade do assaltante ser Nintendista e resolver me matar. E por aí vai.

Falando sério agora, como muita gente disse, o evento foi realmente mais maduro. Mas muitos aspectos do evento foram elaborados no “Brazil Way of Life”, ou seja, nas coxas. A primeira coisa que podemos apontar é na organização do local, e no investimento feito num espaço daqueles, que contava mais com um número mínimo de pessoas do que com o que realmente aconteceu. O sucesso de público e crítica, creio eu, se deve às novidades e exclusividades que tivemos lá, como no stand da Sony e da Warner. Mas e o quanto não tivemos que sofrer em pé na fila para jogar Mortal Kombat 9? O evento divertiu e valeu o ingresso pago, mas há aquela sensação que poderia ter sido muuuuito melhor.

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Em resumo, posso apontar aqui os prós e contras da Brasil Game Show 2010. Vamos lá:

Prós

  • Iniciativa de luxo, com muitas exclusividades
  • Local de acesso a todos, no Centro da Cidade
  • Cosplays muito legais
  • Foco nos games, sem puxar sardinha para o anime (nada contra, mas… É um evento de jogos!)
  • Divulgação excepcional, respeito à cobertura dos jornalistas que estiveram no local
  • Distribuição gratuita de pipoca

Contras

  • Estrutura falha, que não se preparou para a lotação do evento
  • Orgia acústica – da próxima vez, toquem Game Music como música ambiente!
  • Expositores que deixaram a desejar – talvez pelo fator logístico também
  • Atrações pouco divulgadas, com horários mal distribuídos (Gata Gamer às 19 horas? Praticamente o enterro dos ossos!)

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E a pergunta que não quer calar: Valeu a grana? A minha opinião é que sim. Para uma iniciativa pioneira e grandiosa desse tipo, é algo louvável mesmo. Só esperamos que o retorno que os organizadores tiveram conosco nesse ano se reflita em melhorias para 2011. Só lamento que não aconteceu o esperado encontro retrogamer, mas, mesmo que houvesse, seria algo impraticável. Fica para a próxima, e espero que tenham curtido esse artigo, cheio de anedotas. Desculpa qualquer coisa.

Para quem sentiu falta de meninas na foto, aqui está um Behind The Scenes  da apresentação das românticas no Just Dance 2. E você achou que o Gagá dançou bem, né? Abre teu olho!

boobs, big butt, tits, chicks, hot women, brazillian woman

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Agradecimentos ao Thiago e ao Leo pelas fotos!

Jornalista de games, editor de vídeo e estudante de Audiovisual, escreve atualmente para a Revista OLD! Gamer. Além dos joguinhos, também dá pitacos sobre cinema, TV e tecnologia; sempre acreditando que a ironia é a melhor forma de sinceridade. Ouve Game Music e trilhas sonoras de filmes durante a maior parte do tempo, mas jura que é uma pessoa legal. Seguista, badernista e exorcista.

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Categories: artigos
  1. 23, novembro, 2010 em 16:35 | #1

    Fala Rafael! Vendo a primeira foto do post eu lembrei de um fato bizarro na exposição: o pôster falando do Atari dizia "Atari 2006"! Cansei de rir em casa (nem percebi na hora) de tão rápido e "empolgante" que foi o "curral do tempo dos games"! Inclusive num outro post que devo soltar no blog ao estilo "pegadinha do malandro" vou arrumar essa foto e exibir que não é sacanagem minha! No mais, muito bom post, ressaltando bem os pontos positivos e negativos do evento, pois já deu para ver que na opinião do meu amigo Fagner não foi lá muito "ótima" (risos)! Um abraço!

    • Rafael '00Agent
      23, novembro, 2010 em 16:45 | #2

      Haha, eu nem vi essa do Atari 2006, que fiasco!

      Tô aguardando mais posts malhando o evento!

  2. 23, novembro, 2010 em 17:06 | #5

    Realmente um evento bom, que poderia ter sido melhor.Otimo post de qualquer forma porque relembrei de todas as cenas narradas.(Perceba a memoria curta) hauahauahuahauh

    Leo que não está habituado ao mundo dos jogos foi quem salvou, ja que vendo as pessoas no Just Dance 2, ficou de cara com o palco no momento das meninas…se eu lembro: Baby, Happy, Sexy, e a outra com o y no final tbm lol.

    Uma ultima coisa do evento. O animo para as fotos:
    Leo=176% / Thiago=57% / Rafael=19% lol

  3. 23, novembro, 2010 em 19:08 | #6

    Putz Rafael! E eu perdendo tempo vendo vídeo do Gagá dançando… bota o vídeo da loira ae!!! haha E diz ae, pelo menos a comida do "serve-serve-se" era boa? ;p Valeu os 30 do cheque especial??
    Ah, e vc esqueceu de listar nos "Contras" o "fedor no local era pior que de um bar que costuma abrigar coisas desse nível" na parte da Taicorama.
    Abraço!

    • Rafael '00Agent
      24, novembro, 2010 em 02:42 | #7

      Ah, vídeo deve ter, mas gravado por outras pessoas. Quem tirou essa foto da menina foi o Leo, então vai saber porque ele não gravou logo um vídeo.

      Já a comida do serve-serve-se era bom sim! Como era nesse esquema, fiz questão de fazer um prato de peão, misturando estrogonofe com farofa… Enfim, valeu a pena sim!

      Agora, quanto ao fedor como um contra do evento… Acho que isso não era culpa da organização do evento não, mas das pessoas que o frequentam… A não ser que o Centro de Convenções já tivesse esse cheiro natural, o que duvido muito 😀

      Valeu!

  4. 23, novembro, 2010 em 20:39 | #8

    Fala Rafael!

    Cara, li seu post aqui, e serio, fiquei muito feliz de saber que você gostou do nosso jogo! É justamente nesses momentos em que o trabalho duro de tantos meses se paga: quando vemos as pessoas se divertindo, de verdade, com aquilo que fizemos.
    Queria agradecer, de coração, pelo carinho e pelos elogios!

    Abraços e até a próxima feira!

    • Rafael '00Agent
      24, novembro, 2010 em 02:47 | #9

      Quem faz um bom trabalho merece todo o incentivo mesmo! A gente tava até pensando em voltar no stand para se redimir, mas aí já tinha bastante gente jogando lá, com uma fila considerável 😀

      Até!

  5. 23, novembro, 2010 em 20:41 | #10

    Ah! Só um comentário: O nome da empresa no texto e nas tags tá errado =P
    É Aiyra e não ayira hehehehhe

    Abraços!

    • Rafael '00Agent
      24, novembro, 2010 em 02:31 | #11

      Opa, valeu, vou corrigir aqui! Tenho problemas com nomes com "i" e "y" ! Vou corrigir agora!

  6. Rebeca
    23, novembro, 2010 em 23:58 | #12

    "Como pobre não suporta ver gente famosa sem tirar uma foto, ela aceitou fazer uma pose e até que ficou legalzinha, não é?"

    Legalzinha, Rafael??? Com uma Girl of War na foto tinha que dizer que ficou linda, maravilhosa, estonteante! u__U

    heuehueh brinks

    O seu texto (e o da Vivi tb, lá n o blog) me fazem frustrada por ter perdido o BGS. Mas em algum ano próximo eu irei. 😉

    Bebs

    PS: Serve serve-se! haueheuaheauheauh

    • Rafael '00Agent
      24, novembro, 2010 em 02:36 | #13

      Olha, Rebeca, eu tava pensando em me acabar em elogios, mas acho que isso ia deixar ela constrangida! Afinal de contas, sou um mero mortal! Aliás, eu pedi pra ela mandar um beijo pra vocês, mas acho que ela nem mandou 😀

      E vê se aparece no ano que vem mesmo. Mas venha com uma lata de Bom Ar na mão caso não suporte odores desagradáveis!

  7. 24, novembro, 2010 em 05:17 | #14

    "ela mandar um beijo pra vocês, mas acho que ela nem mandou"

    eu esqueci. naquela hora já nao raciocinava mais nada direito! rss

  8. 24, novembro, 2010 em 05:58 | #15

    Ainda vou num desses. APesar do fedor, da má organização, sou brasilieiro. Ficaria em pé numa fila daquelas tranquilo!

  9. 24, novembro, 2010 em 07:07 | #16

    Ficou ótimo o seu relato, rs… pelo visto tivemos opiniões parecidas sobre o evento. Tava legal, tinha cara de evento de gente grande, só faltou uma organização melhor e um limite de cabeças no local.

    <blockquote cite="#commentbody-2460">
    Leo S. :
    Putz Rafael! E eu perdendo tempo vendo vídeo do Gagá dançando…

    Ok, está decidido: no evento do ano que vem eu vou tirar a camisa durante a dança. Assim ninguém vai preferir ver o vídeo das moças dançando 🙂

  10. 24, novembro, 2010 em 19:50 | #18

    O Rafael tinha dito no Twitter que não faria uma matéria sobre o evento, logo depois vi algumas fotos dele com algumas garotas de lá e pensei: ele foi cobrir apenas essa parte do evento… 😀

    Ficou muito boa a matéria! Muito legais os contatos com o Hector, o Adrian, a Vivi do GoW, entre outros.

    No final das contas, parece que o saldo foi positivo, apesar dos problemas. Parece que MK9 foi exibido para gameplay com exclusividade mundial na BGS2010.

    Esse serve-serve-se é alguma nova mudança na Língua Portuguesa que eu não saiba? Tomara que o cuidado com a comida seja diferente do trato com o Português. 🙂

    Já tinha visto essa camiseta da SEGA, bem legal. Aliás, quando eu ir a um evento desses (preciso sair de Silent Hill antes) vou com uma camisa personalizada do nosso blog, talvez com este avatar. Se alguém reconhecesse já ficaria feliz. 😀

  11. 25, novembro, 2010 em 10:59 | #19

    Fazer eventos grandes dese naipe é sempre um problema. o apoio não veio de nenhuma empresa representante de fora.. mas de um único organizador – que também foi o fundador do Rio Game Show. E, concordo com os pontos positivos e negativos. Embora, eu devo reconhecer que o evento leva vantagens em não limitar participantes, como por exemplo, referente as palestras. Em eventos de Anime, como os da Yamato, por e exemplo (Anime Friends e Family) o número de participantes se limita devido o espaço, fazendo com que muitas pessoas, que dobraram estradas e muros por horas, perdessem a viagem.

  12. 25, novembro, 2010 em 23:01 | #20

    Po 00Agent Rafael Bond, eu li até o final por que vc disse que teria uma parte especial para os marmanjos tarados, e vc só me coloca uma foto desbotada e escura de uma mina DE ROUPA? MORRA!!!

    KKKKKKKKKKKKKKKKKK

    Belo relato cara! E eventos são assim mesmo: o publico dobra ou até triplica de uam edição para a outra, e os organizadores parecem nunca enxergar isso. Mesmo assim, eu queria ter ido! Pena que eu raramente vou para o Rio!

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