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Maratona Passagem Secreta Game Movies – Street Fighter – A Última Batalha (1994)

Introdução

Inauguro com esta matéria minha participação na insana Maratona Passagem Secreta Game Movies, onde pretendemos analisar todos os filmes baseados em games lançados até hoje. A bomba bola da vez é o filme Street Fighter – A Última Batalha, de 1994.

Poucos meses após o lançamento do filme  Double Dragon, estréia nos cinemas dos EUA o filme que prometia ser um arrasa-quarteirões para os gamemaníacos: além de trazer no papel principal um grande astro dos filmes de luta da época, Jean-Claude Van Damme, o filme seria baseado num dos maiores arcades de todos os tempos, quase no seu auge – Street Fighter 2 (mais precisamente a versão Super Street Fighter 2).

trailer do filme

O filme foi supervisionado de perto pela CAPCOM, criadora da série, e mais que isso: ela bancou o filme com seu próprio caixa. Geralmente o máximo que uma desenvolvedora de games faz é prestar uma consultoria, quando muito. Para o cargo de produtor foi chamado Edward R. Pressman, com experiência em administrar problemas de produções cinematográficas – vide o filme “O Corvo”, que teve problemas de produção após a morte, durante as filmagens, de Brandon Lee. Provavelmente a CAPCOM pensou que o problema aqui seria a grande quantidade de personagens do game a figurarem no filme.  O roteirista Steven E. de Souza foi contratado para escrever o script e fazer sua estréia na direção. Roteirista respeitado por seus filmes de ação, como a série Duro de Matar e os filmes Comando para Matar,  O Sobrevivente, Judge Dredd entre outros, como diretor era mais conhecido por seu trabalho em “Contos da Cripta”, uma série para a TV americana. Mal sabia ele que o verdadeiro terror ainda estaria por vir…

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Elenco

Antes de focar na semelhança com os personagens do game, vamos dar uma olhada no elenco escalado para o filme. Como já dito, o ator belga Jean-Claude Van Damme foi contratado para atuar no papel de Coronel Guile, o militar da força aérea Norte-Americana. Ironicamente, o ator recusou um convite para ser Johnny Cage no filme Mortal Kombat, que estava sendo criado paralelamente ao filme de Street Fighter, para poder atuar neste. Pra quem estava dando um passeio em Saturno nas últimas décadas, Street Fighter e Mortal Kombat foram durante seus anos dourados grandes rivais,  e Johnny Cage teve como inspiração  justamente o ator belga, na época muito famoso no mundo todo.

O excelente ator porto-riquenho Raul Julia interpreta aqui o papel do general M. Bison, o vilão do filme. Mesmo com a saúde debilitada devido a um câncer de estômago, o qual ganharia a batalha logo após o encerramento das filmagens, ele participou do filme para agradar aos seus filhos pequenos, fãs do game – os quais inclusive ajudaram com detalhes sobre o mesmo.

Além dos dois atores, o filme traz a cantora pop australiana Kylie Minogue no papel de Cammy e o ator nipônico, na época em ascensão, Kenya Sawada, interpretando o personagem exclusivo do filme Capitão Sawada, meio que um substituto militar para Fei Long, que não aparece no filme.

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Veja o restante do elenco principal:

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Ming-Na (Chun-Li Zang)
Damian Chapa (Ken Masters)
Roshan Seth (Dhalsim)
Wes Studi (Sagat)
Byron Mann (Ryu)
Grand L. Bush (Balrog)
Peter Navy Tuiasosopo (E. Honda)
Jay Tavare (Vega)
Andrew Bryniarski (Zangief)
Gregg Rainwater (T. Hawk)
Miguel A. Nuñez Jr. (Dee Jay)
Robert Mammone (Carlos Blanka)
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Como percebe-se, o filme tem um elenco de atores bastante inchado, sendo um problema para o roteiro, com buracos bem evidentes, não desenvolvendo adequadamente alguns personagens e ainda outros sendo mal aproveitados.

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História

Atenção: Spoilers a seguir (se bem que… quem se importa?).

Um país à sudeste da Ásia, Shadaloo, vive um estado de guerra civil. O lunático general M. Bison e seu fanático exército invadiu o local, tomou como refém 63 pessoas, entre civis e militares, e exige à AN (Nações Aliadas – referência à ONU) o pagamento de US$ 20 bilhões, para que estes sejam libertados – isso no prazo de apenas algumas horas. A real intenção de Bison é usar o dinheiro para financiar a criação de um exército de soldados geneticamente modificados, um super exército com o qual o mundo inteiro seria tomado. “Algo como os soldados da FoxHound (Metal Gear), certo?” Errado! Na verdade seria um exército de… Blankas! Para isso, Bison capturou o cientista genético Dhalsim (hm?) e começou os testes genéticos com o soldado capturado, amigo de Guile, Carlos “Charlie” Blanka. Parece que o filme traz uma maneira mais eficiente de criar aberrações da natureza que não seja simplesmente perder-se na Floresta Amazônica.

Um exército de Blankas? Corram para as colinas!!

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O Coronel Guile, das Nações Aliadas, é designado para resolver o problema. Ele tem como auxílio a agente da inteligência britânica Cammy e seu ajudante T-Hawk, além do capitão Sawada, também das forças da AN. Eles tem a ajuda de dois trambiqueiros golpistas, Ryu e Ken, que tentam ganhar dinheiro passando a perna (vulgo vender armas de brinquedo) para o contrabandista de armas da Shadaloo (exército de Bison) Sagat e seu fiel escudeiro Vega.

Cammy e T-Hawk

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Chun-Li e Bison

Chun-Li e Bison

No meio da história, cobrindo o conflito, está a repórter Chun-Li, aliada ao cinegrafista E-Honda e ao operador de áudio/som Balrog. Na verdade a cobertura jornalística é um pretexto para uma vingança pessoal de Chun-Li contra o General Bison, que matou seu pai a alguns anos. Usando de muita camuflagem e infiltrações ilegais, Chun-Li tenta obter a sua vingança nem que tenha que passar por cima dos planos de Guile. O grupo de vilões de M. Bison, além dos já citados Sagat e Vega, temos Zangief, fiel cão de guarda de Bison, e Dee Jay, um técnico em computadores e ex-empregado da Microsoft! Não… sério, de onde tiraram isso?!

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Personagens

Além do já citado problema do excesso de personagens para dirigir no filme, temos também outros problemas, relacionados ou não com este fator.  Personagens ruins e descaracterizados, além do evidente problema de não ter um desenvolvimento adequado na trama. Vamos aqui analisar cada personagem, sua caracterização e a sua atuação no filme:

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Jean-Claude Van Damme (Coronel William F. Guile) – Van Damme cumpre bem seu papel no filme. Nada muito brilhante, mas convincente. Sua caracterização como Guile também é boa. Só não gostei muito de poses e frases que tentam remeter de maneira forçada ao game. Na verdade isto acontece o tempo todo com praticamente todos os personagens.

Raul Julia (General M. Bison) – Raul Julia é simplesmente brilhante interpretando o General Bison. Ele dá ao personagem uma personalidade de um lunático, egocêntrico e tirano, com uma generosa pitada de humor. De longe a melhor atuação no filme e uma das melhores caracterizações de personagem, apesar de seu peso ser inferior ao M. Bison dos games. Lógico que acaba ganhando mais destaque que Guile/Van Damme no filme, querendo ou não.

Ming-Na (Chun-Li)

 

Ming-Na (Chun-Li Zang) – Uma grande surpresa positiva, esta atriz de Macau (território chinês aonde se fala Português) rouba a cena em muitas partes do filme. Caracterização competente.

Damian Chapa (Ken Masters) – Atuação apagada e personagem mal caracterizado – o ator não lembra quase nada Ken Masters. Sem falar que de lutador no game, aqui, assim como Ryu, ele é um picareta. Deprimente.

Kylie Minogue (Cammy) – A famosa cantora pop até que é parecida com cammy, mas suas roupas poderiam estar mais parecidas com o game. Além da atuação apagada, não tem uma participação muito importante na história, sendo mais um da trupe de Guile a invadir os domínios de M. Bison.

Dhalsim... Dhalsim!?

 

Roshan Seth (Dhalsim) – O mestre de Yoga dos games foi completamente descaracterizado no filme. Aqui, ele é um Geneticista que ajuda, à força, a criar Blanka. Quem não prestar atenção no nome do personagem, provavelmente só reconhecerá Dhalsim ao final do filme. Yoga Flames e “golpes elásticos”? Esqueça, este aqui nem lutador é. Típico caso “não digam que não incluí no filme”.

Wes Studi (Sagat) – Outro personagem ruim. Além do ator parecer sem bem mais velho que o personagem do game, aqui ele é um contrabandista de armas que faz negócios com o General Bison. Apesar disso, lembra fisicamente Sagat (até a cicatriz no peito) mas como lutador é um ótimo atirador.

Ryu e Ken

Ryu e Ken

 

Byron Mann (Ryu) – Assim como Ken, sofre de alteração de identidade, também sendo um picareta (isso é profissão? Bom, em alguns países parece que sim). Mas, ao contrário de Ken, Ryu é parecido com sua versão digital (apesar de faltarem alguns adereços como a faixa na cabeça) e o ator tem uma atuação bem convincente. Apesar disso, de personagem principal do game, aqui foi rebaixado a figurante.

Grand L. Bush (Balrog) – Fisicamente não se parece tanto com o boxeador dos games, mas a roupa até que ajuda neste sentido. O problema é a personalidade que pouco lembra o original, além de ser um personagem sem muita expressividade no filme. Completamente descaracterizado como operador de áudio/video na emissora da repórter Chun-Li.

E-Honda

E-Honda, "o surfista"

 

Peter Navy Tuiasosopo (E. Honda) – De um lutador de sumô nipônico, este aqui acabou virando havaiano no filme! Um E-Honda havaiano! Para piorar, sua profissão é cinegrafista, trabalhando junto a Chun-Li. Caracterização sofrível e personagem irrelevante para a trama.

Jay Tavare (Vega) – Este aqui parece muito com o Vega dos games quando está com a máscara (sem ela, nem tanto). Não aparece tanto na história, mas pelo menos, ao contrário de muitos, é um lutador nato. O problema é que o filme perde uma grande oportunidade de mostrar isso.

Vega

Vega ficou bem parecido

Andrew Bryniarski (Zangief) – Zangief talvez seja o personagem de Street Fighter melhor reproduzido no filme, a semelhança do ator com Zangief é incrível! Sua personalidade é de alguém bem manipulável (como o filme mostra bem numa de suas partes mais engraçadas). O personagem foi bem explorado em cenas de humor, mas poderia ter tido uma relevância maior na história.

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Zangief e Dee Jay

Zangief (em pessoa!) e Dee Jay

 

Gregg Rainwater (T. Hawk) – Sinceramente, só fui perceber que existia um T. Hawk no filme lá pro finalzinho, devido a uma faixa e um colar indígenas no ator. Ajudante inexpressivo de outro personagem inexpressivo (Cammy), é o cúmulo da inexpressividade neste filme. Não culpo o ator, que pouco teve como mostrar seu trabalho. O  índio lutador, maior que Zangief no game, aqui é um militar franzino.

Miguel A. Nuñez Jr. (Dee Jay) – Assim como Zangief, Dee Jay aparece bastante no filme devido à grande relevância de Bison no filme – ambos são capangas dele, lembra? Apesar da boa atuação do ator, é mais um personagem que o filme fez questão de aposentar em suas atividades de lutador: aqui, Dee Jay é um ex-funcionário da Microsoft!! É responsável pela parafernália tecnológica de Bison. Infelizmente, o ator não é tão parecido com Dee Jay de SSFII.

SawadaKenya Sawada (Capitão Sawada) – Como E-Honda não é mais Japonês, foi criado este personagem nipônico exclusivamente para o filme, além de tentar substituir Fei Long, que não dá as caras aqui. Personagem interessante e bom ator, poderia ter sido melhor aproveitado.

Robert Mammone (Carlos Blanka) – Personagem bastante ruim, cria-se uma grande expectativa em torno dele durante quase todo o filme para no fim nada acontecer, sumindo num enorme buraco do roteiro. Pouco lembra o Blanka dos games.

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Análise

“Street Fighter – A Última Batalha” teve um orçamento de US$ 35 milhões, arrecadando nas bilheterias dos EUA cerca de US$ 33 milhões. Com um bom lucro de produtos licenciados e com a boa arrecadação nos cinemas do restante do mundo, aonde conseguiu uma marca próxima de US$ 100 milhões, este foi um dos raros casos em que um filme baseado em game deu um bom retorno do investimento. Sucesso financeiro à parte, o filme foi massacrado pela crítica e, principalmente, pelos gamers. Um grande constrangimento caiu sobre os envolvidos com o filme: Van Damme, por exemplo, viu sua carreira cair muito após o mesmo, em parte também por envolvimento com drogas. A CAPCOM, para tentar amenizar o estrago, não demorou muito para lançar fora do Japão um anime de Street Fighter bem fiel ao game e muito bem recebido pela crítica: Street Fighter II: o Filme.

Ryu dando um "hadouken"

Ryu dando um "hadouken"

O grande problema de Street Fighter – A Última Batalha, na minha opinião, é o eterno problema de grande parte dos filmes baseados em games: descaracterização do jogo. Um filme correto de Street Fighter deveria ser o que o jogo é: uma trama baseada num campeonato e com personagens que são nada mais que lutadores, fazendo o que mais sabem fazer: lutar. Para poder tornar Guile/Van Damme o personagem principal da história, típico herói americano de hollywood, a temática de artes marciais do game deu lugar a uma militarização de Street Fighter. Não é exagero dizer que o filme, em determinados momentos, chega a lembrar mais um Contra do que o game de luta.

"Facão"

Guile dando seu golpe "Facão"

Outro problema que vem na rabeira do anterior é como os personagens do game foram reconstruídos (ou destruídos) para que se adequassem ao foco militar da história. E-Honda surfista (tá, havaino…) e Dee Jay programador é o fim da picada. Ao contrário do que teaser, trailer e pôster possam sugerir, os personagens passam quase o filme todo sem as roupas que todos conhecemos dos games – só lá pela grande batalha final é que todos resolvem deixar de lado o uniforme de trabalho de seu dia-a-dia para se tornar um lutador de Street Fighter, ou algo que lembre isso. Aliás, o esforço do filme em mostrar os atores imitando os golpes dos seus alter-egos no game soam muito forçados, sem naturalidade.

Como os personagens mudaram, histórias diferentes às do game precisavam ser construídas. Isso, aliado ao numeroso elenco, ajuda a derrubar qualquer roteiro. O filme também exagera ao centrar demais no conflito entre o Guile e Bison – mas isso até é um fator positivo quando o ator em questão é Raul Julia.

Dee Jay

"Bison me paga melhor que Bill Gates!"

Alguns pontos positivos no filme são o som, que não compromete, e os cenários, bem adequados àquilo que se espera, principalmente a ilha de Shadaloo e as dependências de Bison. Um outro ponto positivo do filme é a sua forte vertente humorística, com algumas boas  tiradas. Destaque para a conversa entre Dee Jay e Zangief no final do filme, as caretas engraçadas de Bison, e a cena dantesca da luta entre Zangief e E-Honda sobre a maquete da cidade  “Bisonlândia”, destruindo seus prédios, com direito a câmera lenta e sons de monstros gigantes gritando, uma referência a Godzilla e afins (acredite se puder!).

Os defensores de Street Fighter – A Última Batalha dizem que ele é despretensioso, que deve ser assistido como se fosse um filme genérico de ação e luta, típico de Sessão da Tarde, sem grandes pretensões, e não tentar enxergar uma adaptação de um game. Eles até têm razão, mas se pararmos para pensar, que gamer nesse mundo assiste a um filme baseado num dos maiores arcades de todos os tempos esperando assistir um filme de Sessão da Tarde!? Qual gamer espera assistir a um filme aonde os personagens do jogo foram em sua maioria descaracterizados? E que pessoa no mundo, gamer ou não, aceitaria um roteiro tão esburacado e vago?

Street Fighter – A Última Batalha poderia ser simplesmente um filme fiel ao game ou um que agradaria mesmo alguém que não conhece Street Fighter, mas não atinge nehuma desses objetivos: é mais uma adaptação horrível de um game famoso.

Curiosidades

– Bison usa uma espécie de planador redondo para movimentar-se e controlar dispositivos de sua fortaleza. Durante a cena aonde ele tenta acertar a lancha de Guile com minas, vê-se o tipo de controle usado por Bison no planador:

Controle arcade

– Um suposto Sheng Long faz uma ponta, rapidamente, no filme (imagem abaixo). Consegue encontrá-lo?

Sheng-Long

– A tampa do tambor aonde Chun-Li faz um truque de mágica leva o nome da CAPCOM:

CAPCOM

– Na cena em que Carlos Blanka aparece conversando com Guile, a bandeira do Brasil no uniforme de Blanka aparece de cabeça para baixo:

Bandeira do Brasil

– O sino do cenário de Bison no game reaparece no filme, no meio do hall central de sua fortaleza:

Sino

– Dois jogos baseados no filme (que foi baseado num jogo…) foram lançados. Um para Saturn e Psx e outro para Arcade que, diferente da versão dos consoles, ficou bem ruim. Por suas características (personagens digitalizados), atraiu mais fãs de Mortal Kombat do que os da própria série:

Street Fighter - The Movie - Arcade

– Uma edição de luxo do filme foi lançada em 2009, contendo vários extras como comentários do diretor e making of. Ela foi analisada no blog parceiro Santuário do Mestre Ryu.

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Próximo Filme

O próximo filme da Maratona Passagem Secreta Game movies é: Mortal Kombat!

Depois de muita luta e fatalities para decidir quem analisaria o filme, o Flavio acabou ganhando a disputa.

Game Over.

Idealizador e criador do Passagem Secreta, vencedor do prêmio Top Blog, cientista da computação, pós-graduado em Educação, professor e, nas horas vagas, gamer.

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  1. 19, novembro, 2010 em 13:01 | #1

    cara eu vi esse filme na primeira vez que fui ao cinema… lembro que meu pai fez um mistério e quando fui ver estávamos no cinema… nossa, que trauma hein? mesmo sendo bem moleque eu tinha discernimento suficiente pra O-D-I-A-R o filme (filme?)… putz, depois dessa BOMBA o van-damme (que, por que não) era um ídolo nunca mais fez um filme "assistível"… o "anime/filme" foi infinitamente superior a esse (embora o meu personagem preferido akuma tenha sido rebaixado a vendedor de vasos hehehe). pior que esse filme só aquele desenho americano "mequetrefe" que passava de manhã no sbt… putz, e ainda vem mortal kombat por ai… fujam pras montanhas!

    • 19, novembro, 2010 em 13:09 | #2

      Cara, esse filme me proporcionou 2 traumas: o de infância, pela decepção ao assistir, e agora, fazendo esta matéria.

      Olha que Mortal Kombat é um dos mais cultuados filmes de games hein! Mas será que é tudo isso mesmo? O Flavio que responda. 😀

  2. Rafael '00Agent
    19, novembro, 2010 em 14:27 | #3

    Rapaz, a análise está excelente! Destrinchou bem o filme e, por increça que parível, me fez despertar curiosidade sobre esse filme.

    Isso mesmo, eu nunca o assisti – mesmo apesar do SBT, por volta da 1999/2000, passar esse filme de dois em dois meses na Tela de Sucessos. Agora preciso tirar esse atraso, já que, diferente do Double Dragon, devo dar uma risadinha em meio a todo o ridículo do filme.

  3. 19, novembro, 2010 em 14:35 | #4

    Muito boa a análise!

    Agora vai a charada: Na primeira imagem da parte 'personagens', quem são:

    -O cara entre o Honda e o Ken
    -O cara do canto direito ao lado do Ryu

    Figurantes?

    • Flavio Master
      19, novembro, 2010 em 15:02 | #5

      – O cara entre o Honda e o Ken é o tal substituto do Fei Long.

      – O cara do lado do Ryu (acredite) é o Thunder Hawk, aquele indígena mexicano gigante que costumava ser maior que o Zangief. Esqueceram de bombar o coitado nesse filme…

  4. 19, novembro, 2010 em 15:04 | #6

    Ainda não li tudo, mas fico no aguardo da resenha do filme SF2 com a Kristen Kreuk. 😛

  5. 19, novembro, 2010 em 15:27 | #7

    Na boa, o filme Street Fighter é bom como filme de comédia, é muito trash…. mas não é de todo ruim, como citadas algumas caracterizações. É um filme que diverte, apesar dos pesares e diferente do Tekken que além de ruim é chato.

    Ótima análise, espero vida longa nesta série que é bem interessante!

  6. 19, novembro, 2010 em 15:28 | #8

    Ah, e para mim, na época… eu sempre achei que Dolph Lundgreen combinaça mais com o Guile que o Van Damme!

    • Flavio Master
      20, novembro, 2010 em 13:42 | #9

      Também acho que o Dolph Lundgreen seria um Guile melhor, mas, ainda mais nessa época de "fim de guerra fria", penso que estúdio americano nenhum toparia um filme com um RUSSO no papel de um militar americano.

  7. Flavio Master
    19, novembro, 2010 em 15:46 | #10

    Hahaha, "run to the hills" para um ataque de Blankas foi ótima!

    Eu não coloco em dúvida a capacidade de Raul Julia como ator. Em termos de atitude, não há o que falar, está simplesmente hitleresco, mas, putz, o que sobra de inspiração falta de mocotó nele! Raul é baixinho, tem aquela cara de Chico Mendes e não se parece com o Bison troncudo e truculento a que estamos acostumados.

    Pegando por essa lógica, o que falar do Thunder Hawk então? Como usar um sujeito com aquele físico de filé de borboleta pra representar um índio mexicano maior que o Zangief??? O Sagat, então, parece mais o Wanderley Luxemburgo careca e com tapa olho, sendo que poderia perfeitamente ser interpretado por um Tong Po (Michel Qissi), que já encarou o João Cláudio Van Damme em "Kickboxer – O Desafio ao Dragão". (In)dignos de nota também são o Honda havaiano (por favor, mcs, esse cara só seria surfista num tsunami com essa "massa" toda…), O Ken fajuto que arrumaram (quase achei que era o mesmo cara de Double Dragon) e o "doutor" Dhalsin, que faz seu discursinho humanista a la Ghandi e tira a peruca no final.

    Alguns até nem foram tão mal, como a Chun-li, que não é só uma bonitinha com trancinhas enroladas e que de fato foi muito bem interpretada, e o Vega, que foi mal aproveitado pra burro e, pelo menos, é melhor que aquele cara do Black Eyed Peas nesse papel.

    Agora, me desculpe quem gosta do trabalho do bailarino belga, mas acho o Van Damme tão canastrão e sem graça quanto nos demais filmes que viriam a seguir. Se bem que sempre o achei um péssimo ator, então acho que não sou referência pra avaliar o infeliz, mesmo neste filme, onde a idéia da mudança de personagem principal foi simplesmente uma burrada americanóide da Capcom.

    No final, ainda vem a fotinha "vergonha alheia da década" e um gancho para uma sequência que, graças aos Elder Gods, nunca aconteceu! Pobre Raul Julia, fechou sua carreira com chave de m…

  8. 19, novembro, 2010 em 17:48 | #11

    Ahh, queria ter sido o primeiro a postar. Sou apreciador (e colecionador) de carteirinha de Street Fighter e adoro ler matéria a respeito – tanto de fãs quanto de profissionais. hehe! Tô acompanhando os especiais sobre filmes e curtindo bastante. Show! Lembro de ter assistido esse filme no cinema 1 semana depois da estréia. O dia em que eu fui assistir com a família, numa noite, os ingressos estavam esgotados (O dia da estréia foi numa sexta, como de costume) e, nesse mesmo dia, à tarde, estava saindo de um treinamento de um campeonato de Super Street Fighter II para SNES, era um evento patrocindo pela revista Super Game Power – notálgia pura, eu até ganhei uma revista gratuita (era um edição que falava sobre a guerra de Street Fighter e Mortal Kombat nos Arcades – falando de Street Movie e o Street Zero, grandes lançamentos da época). Nessa época, lançamento do filme no Brasil (meados de Abril de 1995), até saiu no Jornal O Globo o número de "mortos" no filme e algumas curiosidades raras.
    Outra coisa também, que me lembro, era a propaganda do filme nos cinemas sendo exibida pela TV, aqui no Brasil. Não sei quem fez o script para a Paramount, mas eles resgatavam o espírito dos jogadores e do game. Aonde citava personagem tal vs personagem tal (ex: Guile versus Mister Bison) – citando uma cena do filme, em tela dividida, com a cena de determinado personagem lado a lado. Esses materiais são uma relíquia – não acredito que ninguém do you tube postou, as propagandas da Tec Toy dos games para Mega Drive também eram demais.

    E, como um bom conhecedor e pesquisador da obra, eu também fiz algumas análises do filme, 2 foram para o meu blog – a mais recente foi citada aqui, nesta edição do Game Movies. A primeira, de 2009, foi um atualização estendida da versão de 2005 – juntando análises da adaptação em quadrinhos que, curiosamente, aproveita segmentos não utiizados no filme, e da trilha sonora. A segunda, foi a do DVD de 2009 (Obrigado por linkar na análise, amigo MCS). Mas, como eu descrevi na minha primeira análise, eu considero o filme morno (dei 2/5 estrelas, conforme os critérios de pontuação). Quando eu sai do cinema, eu senti que não era aquilo que eu esperava, pois a minha expectativa era muito grande, principalmente pelo trailer bem feito (como citado na matéria de vocês também – o segundo teaser, meu favorito – e apareceu no comercial daquela fita promocional da revista videogame). Mesmo assim, este papel do Van Damme é um dos melhores de sua carreira.

    Mais uma ótima análise do Passagem Secreta. Parabéns a todos!

  9. 19, novembro, 2010 em 21:13 | #12

    @Rafael

    Valeu! O objetivo de uma boa análise também é fazer o leitor ficar com vontade de conhecer por si mesmo o produto, na minha opinião. Mesmo que este seja uma porcaria. Se existe uma coisa boa neste filme são as cenas engraçadas. Há várias sacadas bem legais.

    @ Bode de Boina

    -O cara entre o Honda e o Ken: Capitão Sawada.
    -O cara do canto direito ao lado do Ryu: T-Hawk (ou pelo menos era pra ter sido ^^)

    Valeu pelo comentário!

    @Flavio

    Certo, é isso aí! Deveriam ter dado a mesma combinação de substâncias de Blanka para o T-Hawk. Do jeito que está, parece o filhinho dele. Fico imaginando aqui uma invasão de Blankas numa charge dessas que vemos todo dia na Internet. Cara, Chico Mendes foi justamente um dos últimos papéis do Raul Julia antes de morrer. HAuhauhAh!! Olha a pose do E-Honda na foto em "Personagens" e me diga se é ou não um surfista (lógico que não, é apenas uma ironia minha)! O Van Damme é um ator limitado e burocrático, mas eficiente (porrada!) em determinados papéis. Mas até que gostei um pouquinho dele aqui. O filme até tem atores bons, mas os personagens que eles tem que interpretar são vazios e sem graça (culpa do filme, não do jogo). Raul Julia realmente merecia muito mais.

    @Talude

    Ainda não assisti o filme da Chun-Li com a Kristen Kreuk, provavelmente é uma droga, mas esta aqui salva qualquer filme… 😀

    @Nesbitt

    Valeu pelo prestígio cara! Não sei você, mas quando eu assisti novamente a este filme para escrever a análise, eu sentia momentos muito trash e ruins e outros em que parecia que o filme ia engrenar e ficar legal, o que infelizmente não acontece. Eu tenho Tekken (ando comprando muitos filmes de game devido a essa Maratona) mas ainda não assisti. É tão ruim assim? o0 Dolph Lundgreen é muito parecido mesmo! Seria um Guile perfeito se a história não girasse em torno dele, como no game. Não vejo Guile como um herói no jogo.

    @Mestre Ryu

    Valeu por acompanhar a Maratona cara! Muito legais as suas informações, quem sabe alguém que esteja lendo isso não possa subir estas raridades pra gente? Para analisar o filme eu andei lendo muito do que existia sobre ele na Internet, pra tentar encontrar opiniões diferentes da minha, e encontrei sua análise deste DVD. O link é para que os leitores do blog ampliem ainda mais seus conhecimentos sobre o filme, mais especificamente sobre esta edição especial. Parceira é pra essas coisas né rapaz. Abraço!

    • 20, novembro, 2010 em 16:16 | #13

      Claro! Estaremos sempre juntos, cara. Não é querendo fazer propaganda, apasar de parecer, mas pra mim, a citação da análise do DVD foi uma honra. Eu precisava comentar esse momento. Orgulho meu. hehe! Embora eu sei que o assunto tem tudo a ver mesmo. Eu também ensaio fazer uma análise do filme de Mario Bros há tempos, conforme pedidos. E espero que satisfatório. Serão duas matérias sobre o filme de Mario e, como imenso agradecimento, farei uma referência ao episódio Game Movies de Mario. Abraço em dobro do Mestre Ryu em nome do Santuário. o/ *ps: ainda precisamos concluir algumas missões (secretas)*

      • 20, novembro, 2010 em 19:21 | #14

        Valeu Mestre! Quero ver sua análise, quem sabe crio coragem e assisto ao filme? 😛

  10. Leo
    20, novembro, 2010 em 05:27 | #15

    Muito bom a análise! Mas o filme é uma droga mesmo, rsrs, diferente do

  11. 20, novembro, 2010 em 05:33 | #16

    Ops, desculpa ae, publiquei o comentário anterior sem terminar, burrice mesmo.
    Voltanto ao assunto:
    Muito bom a análise! Mas o filme é uma droga mesmo, rsrs, diferente do anime/filme que fizeram depois.
    Já Mortal Kombat eu gostei muito na época, o Van Dame teria se dado melhor se aceitasse fazer Johnny Cage ao invés do Guile.
    Realmente, Raul Julia foi a única atuação decente no filme.

    Abração!

    • 20, novembro, 2010 em 19:27 | #17

      Eu me pergunto: se o Van Damme tivesse aceitado ser Johnny Cage em MK, será que Liu Kang continuaria a ser o personagem principal? Talvez não, e acho que foi por isso que ele preferiu participar do Street Fighter: pra ser o personagem principal. Se deu mal…

      Cara, eu gostei muito da atuação da Chun-Li, ela rouba o filme em vários momentos.

      Abraço!

  12. 20, novembro, 2010 em 05:41 | #18

    Eu lembro que também não gostei do filme, mas não me arrependo ter assistido. É tão tosco que é engraçado 🙂

    Para mim, a gota d'água foi o Dhalsim como cientista… nossa, que terror. De qualquer forma podia ser pior — não vi o filme do Mario, mas pela crítica que li aqui no Passagem Secreta eu nem me arrisco a chegar a menos de cinco quilômetros do DVD.

    • 20, novembro, 2010 em 08:11 | #19

      Gagá, acredite, perto do filme do Mario, SFII merecia o Oscar!!!!

    • 20, novembro, 2010 em 19:38 | #20

      O Dhalsim e o T-Hawk não fariam a menor falta para o filme, do jeito que estão.

      Um desavisado que olhe as fotos do filme do Mario pode acabar achando que se trata de um filme de terror. Antropomorfizar seres fantasiosos foi mesmo uma idéia "genial".

  13. 20, novembro, 2010 em 11:57 | #21

    vcs viram double dragon, agora street fighter, cara vcs tem coragem xD

    • 20, novembro, 2010 em 19:40 | #22

      Lá pra metade da maratona não estaremos sendo chamados de corajosos, mas sim de malucos. 😀

  14. 20, novembro, 2010 em 20:10 | #23

    Pessoal, as fotos de Sagat e Balrog estão naquela lista de atores, na parte "Elenco", ok?

    Não achei um lugar para elas na matéria mantendo a lógica do texto.

    Dêem só uma olhada neste vídeo, que o @ikarileo (Léo Mendes, o amigo que fez o review de Sonic 4 para o blog) recomendou. Muito bom!

  15. Eduardo Shiroma
    21, novembro, 2010 em 10:14 | #24

    Boa, mcs!

    Eu criei um certo vínculo com esse filme, relacionando-o a minha infância! Ele é ruim, mas é tragável, tanto que o assistiria numa boa agora.
    Realmente a descaracterização das personagens deixou os fãs muito desapontados, e isso acontece sempre em filmes que são adaptados de jogos eletrônicos. É por essas e outras que filmes baseados em jogos são ruins, em minha opinião.

    Ah! Pena eu não estar com o filme aqui, mas vi que você não citou uma curiosidade que conheço. Se não estou enganado, o presidente da Capcom, Kenzo Tsujimoto, faz uma aparição especial no filme, como um soldado da A.N.! Acho que era numa parte em que o Guile está discursando para os soldados, que estão de prontidão, antes de atacar a Shadaloo.

    • 21, novembro, 2010 em 12:39 | #25

      Antes de escrever essa matéria fiquei pensando porque os filmes de games em geral me desagradam tanto, e cheguei à conclusão de que é porque eles fogem muito do game no qual foram baseados. Tentei dar uma ênfase nesta questão.

      Cara, ótima informação, não encontrei nenhuma menção a isto nas minhas pesquisas aqui! Eu lembro que tem um soldado japonês muito velho pra ser um soldado, aparecendo nesta cena. Tenho quase certeza de que se trata dele.

  16. 21, novembro, 2010 em 19:53 | #26

    HUASHUSAHASUH Tava devendo uma leitura da análise do Marcos, e ri muito, principalmente relembrando das tosqueiras apresentadas pelo filme. Sim eu vi! @_@

    Só um adentro… Flávio deu é sorte. Mortal Kombat é um bom filme, e uma ótima adaptação, sendo extremamente fiel ao primeiro jogo(tá único filme de sir Paul Anderson que prestou).

    • Flavio Master
      22, novembro, 2010 em 13:16 | #27

      Sorte nada, você não viu como foi o quebra-pau…:P

    • 22, novembro, 2010 em 21:17 | #28

      Hehehh, valeu Fox.

      Se o Flavio falar muito mal do Mortal Kombat prevejo uma chuva de visitantes querendo dar um fatality nele.

      😀

  17. Ipitácio
    22, novembro, 2010 em 15:44 | #29

    Revendo esse filme nos dias de hoje, parece como um Fan Movie de Luxo.

    • 22, novembro, 2010 em 21:19 | #30

      Não sei quem escreveu uma vez que esse filme parecia um monte de cosplay mal feitos. Realmente… tem feiras por aí que dão de 10 nas roupas e maquiagens usadas no filme.

  18. KZDUARDO – RJ
    28, novembro, 2010 em 17:22 | #31

    Otima Analise, como sempre!!
    Como diria uma amiga minha: o filme é RUIM mas é BÃO!! hehe
    Alguem mais aí tambem acha que Ken , Ryu , Balrog e Honda são Os Trapalhões
    Norte-Americanos no Filme??

    Sem mais comentários..

    Capricha no MK , Flavio Master XD

    • 28, novembro, 2010 em 18:17 | #32

      Valeu pelo elogio KZDUARDO!

      Temos três ótimas análises até agora, e vamos manter o nível até o final da maratona, mesmo que para isso atrasos ocorram.

      Abraço!

  19. 18, fevereiro, 2011 em 14:19 | #33

    A análise está perfeita… Mas sobre a bandeira do braZil invertida, é para o Blanka poder ver… Tendeu?

  20. 3, julho, 2011 em 07:04 | #34

    Eu gostei desse filme, mas certamente não chegou aos pés do filme do Mortal Kombat. Achei fraco, mas gostei -q

    Ótima análise!

  21. PJ
    8, novembro, 2011 em 17:29 | #35

    Esse é um filme que seria impossível de ser feito, na minha opinião, porque Street Fighter tem uma história muito ruim e cliché.

    • Flavio Master
      8, novembro, 2011 em 20:25 | #36

      Cara, isso é relativo. O segredo para isso está na capacidade de adaptação do roteiro. Tentaram adaptar para um roteiro um pouco mais palpável, dispensando os golpes "mágicos" e tentando calcar a coisa mais no realismo, o que foi, na minha opinião, o grande erro dessa produção, além do que já foi dito. Quanto ao enredo, convenhamos que jogos de luta não se aprofundam tanto assim na história. O roteiro de Mortal Kombat é bem rasinho para um filme, mas conseguiram uma adaptação mais decente, justamente com uma fenomenal adaptação de roteiro. O mesmo vale para o anime de Street Fighter, que conseguiu tornar a pauta do game em algo com mais nuances dos personagens, tornando a trama interessante.

  22. 10, novembro, 2011 em 19:19 | #37

    @Flavio Master

    Eu acho o roteiro do Mortal Kombat muito muito bom, um dos melhores entre os games que eu já joguei. E fica cada vez melhor, porque eu gosto de coisas complicadas, e o roteiro do MK fica com um escopo enorme do 3 pra frente (a ponto de ser muito difícil juntar tudo em um filme).

    É verdade que o filme poderia ter sido bem melhor. Mas eu chego a preferir a trama do filme de SF do que a dos games.

    • 19, abril, 2012 em 14:52 | #38

      Tudo bem que a história da maioria dos games de luta soam apenas como um pretexto não convincente para a pancadaria. Mas sério que você prefere a história do filme? o0

  23. 16, abril, 2012 em 15:39 | #39

    Ótima análise! Bem completa e com muitas curiosidades sobre o filme. 🙂

    Lembro fiquei super empolgada quando vi o cartaz desse filme na locadora, mas quando fui assistir me decepcionei… O filme é divertido se você assistir como um simples filme de ação, mas como um filme de Street Fighter ficou muito ruim. E esse jogo? Joguei a versão de arcade e achei cômico. Além de ser muito fake de Mortal Kombat… Essa screen do post mesmo lembra muito aquele cenário do MK que tem a Sônia e o Kano presos atrás.

    • 19, abril, 2012 em 14:50 | #40

      Valeu Sora!

      Como o filme está mais para piada de mal gosto, talvez ele caia melhor mesmo como uma comédia trágica ou algo parecido.

      Realmente lembra muito MK mas, ao contrário deste, é um jogo sem personalidade nenhuma, que consegue ser tão ruim ou pior que o filme!

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