Página Inicial > curiosidades > Censura na abertura de Street Fighter II Special Champion Edition do Mega Drive

Censura na abertura de Street Fighter II Special Champion Edition do Mega Drive

Isso não é algo novo, tanto é que sempre é citado nos fóruns e outros posts da vida relacionados a Street Fighter II e as conversões polêmicas para os consoles. Inclusive, se não me engano, foi citado na Old Gamer Nº 1, na extensa matéria sobre o game. No entanto, para quem não conhece ainda a história, há uma diferença na abertura da conversão de Street Fighter II Special Champion Edition para o 16-bit da Sega. Na abertura original de arcade, se analisarmos a cena da forma, er, social, um afro-descendente apanha de um caucasiano, o que foi mantido na versão japonesa do game para o Mega Drive.

No entanto, parece que os responsáveis pela localização para a versão americana tiveram um problema com isso, e trocaram a cor do personagem que leva o soco na cara. Como o game saiu em 1993, ou seja, no ápice da infame audiência no Senado Americano sobre games violentos, até que a decisão faz algum sentido.

Para frisar, à esquerda, a versão japonesa. À direita, a americana.

Sob medo de processo, não farei comentário algum sobre a decisão da Capcom 😛

Ex-colaborador do Passagem Secreta.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
Gostou do post? Então compartilhe!
Categories: curiosidades
  1. 2, julho, 2011 em 22:00 | #1

    Sob medo de processo, não farei comentário algum [2]

  2. 2, julho, 2011 em 22:35 | #2

    Essa alteração só ocorre na versão para Mega Drive, a de arcade (SFII e SFIICE), as para PC e Amiga e mesmo a pirata (SFII NES) que fazem uso dessa mesma cena não tem isso.

  3. Rafael Lima
    2, julho, 2011 em 23:08 | #3

    Na versão do Amiga nem tem o soco, os dois caboclos ficam só olhando um pra cara do outro.

    Mas de fato um é negro e o outro é loiro.

  4. Dactar
    2, julho, 2011 em 23:24 | #4

    Não vejo este caso como censura e sim uma "adaptação preventiva para minimizar possíveis reações negativas ao Genesis nos EUA".

    Classifico de racismo,não o homem afrodescendente levando um soco, mas sim o público!!!observem que tem uma multidão assistindo a luta e nenhum,repito,nenhum personagem afro foi inserido no contexto para torcer pelo adversário que foi modificado.O racismo está em quem desenvolveu esta tela de abertura original e não quem a modificou.

    Por isso defendo a tese de que : -Não há censura na versão americana.

  5. Acid
    2, julho, 2011 em 23:45 | #5

    São tão politicamente corretos que nem a cor do cabelo é diferente, pra não dizer que há supremacia dos louros sobre ruivos, por ex. É praticamente um clone

  6. Acid
    2, julho, 2011 em 23:46 | #6

    Ah, isso lembra o caso do Ghouls and Ghosts, que teve as cruzes retiradas (não sei se foi SNES ou Genesis), e da roupa das piranhas de Streets of Rage e Final Fight.

  7. 3, julho, 2011 em 04:58 | #7

    O cara loiro não é o Cody do Final Fight?

    O negão é o Balrog antes de se tornar boxeador profissional.

  8. 3, julho, 2011 em 05:05 | #8

    Isso só fez provar que essa abertura era mesmo racista, se tivessem deixado o original ninguém teria percebido.

  9. 3, julho, 2011 em 05:57 | #9

    @Leonardo Soler

    Desculpe desmotivá-lo a comentar, mas a situação atual é essa! 😛

    @Talude

    O que me leva a crer que isso foi alguma coisa da Sega… Se não me engano, eles que assumiram a conversão do jogo após a Capcom ter feito aquela cagada toda no Champion Edition original, né?

    @Rafael Lima

    Deve ter faltado memória para os sprites restantes do soco, não?

    @Dactar

    Mas até que faz sentido essa adaptação, viu. Você até me fez pensar… Não confirmo, mas Street Fighter II saiu praticamente na mesma época que começou aquela palhaçada do governo americano contra os jogos "subversivos", como o Night Trap e o Mortal Kombat. Talvez a decisão de modificar o sprite do cara tenha sido realmente para evitar qualquer outra controvérsia imbecil.

    @Acid

    Não sabia dessa das cruzes retiradas no Ghouls and Ghosts… Agora, os cortes nos Streets of Rage são famosos mesmo, como a calcinha da Blaze e o charuto do Mr. X no segundo jogo e a menina lá no terceiro jogo…

    @Txai

    Olha, dizem que sim, mas existem outras teorias acerca de quem são esses caras…. Acho que o Talude deve falar deles em breve1

    @André

    Pior é que acho que pouca gente percebeu… Até os tempos atuais, quando a gente pode pegar as duas roms e comparar no emulador e tal.

  10. Agent13
    3, julho, 2011 em 06:09 | #10

    essa cena parece ser dois personagens do street fighter 1( o negro Mike e o branco Joe) o.O

  11. Rafael Lima
    3, julho, 2011 em 07:41 | #11

    Faltou memória? Dá uma olhada na abertura de Fightin' Spirit, Wolfchild, Premiere, Cannon Fodder, Chuck Rock, The Settlers….. ai você vai poder ter uma idéia de que tipo de abertura o Amiga podia fazer (Alguns desses jogos foram convertidos pro Mega-Drive, e na versão do Mega normalmente além da música cair muito de qualidade, a abertura foi completamente cortada – a falta de memória era do Mega, não do Amiga :D)

    O problema do Street Fighter 2 do Amiga é que ele foi programado por uma galera extremamente incompetente. A versão de PC consegue ser ainda pior.

  12. 3, julho, 2011 em 08:21 | #12

    @Rafael Lima

    Haha, calma cara, que isso! Não conheço muito o Amiga, mas com certeza ele é mais poderoso que o Mega.

    O que eu quis dizer com aquilo seria uma possível desculpa para o fato da abertura ter sido cortada. Mas a forma como coloquei pode ter gerado uma outra interpretação 😛

    @Agent13

    Isso eu também ouvi falar em algum lugar…

  13. 3, julho, 2011 em 09:34 | #13

    <blockquote cite="#commentbody-3847">

    André :

    Isso só fez provar que essa abertura era mesmo racista, se tivessem deixado o original ninguém teria percebido.

    Creio que não, pois nos EUA o racismo é muito maior e mais profundo e poderia gerar maiores polemicas na época.

  14. Erik Serra
    3, julho, 2011 em 10:40 | #14

    Fica bem evidente o medo da reação da abertura original do SF 2 em relação à versão do Mega. E o engraçado disso é: por q a versão USA do arcade não foi trocado nada???

    Eu creio q isso seja obra da Sega of America msm!

  15. Pedro Flag
    3, julho, 2011 em 10:45 | #15

    Cada pais tem um maneira de pensar, e reage diferente sobre o racismos… não sei se a intensão da CAPCOM era preconceituosa em colocar um negro apanhando, fato é, se tornou racista depois desta censura!

    Aliás, o US é famoso por fazer esse tipo de censura como já comentado acima! VIVA A MORAL rsrsrsrs

  16. 3, julho, 2011 em 11:04 | #16

    @Rafael Lima

    O que aconteceu com o Street Fighter 2 de Amiga foi que os responsáveis tiveram zero recursos da Capcom pra começar a trabalhar, então pra conseguir os gráficos eles tiveram que ir em uma máquina de fliperama, tirar fotos de todos os personagens e fundos quadro por quadro, escanear elas de volta pra um computador e dar uma ajeitada.

  17. Rafael Lima
    3, julho, 2011 em 11:31 | #17

    Txai, é verdade… mas isso era o fato com 98% das conversões de arcades japoneses no Amiga. E isso não impediu a Graftgold de fazer uma conversão maravilhosa de Rainbow Islands, ou dos caras da Ocean fazerem um excelente trabalho em Pang, Liquid Kids, Toki, dentre outros.

    No caso do Street Fighter 2… além da Creative Materials nunca ter feito nada de muito relevante no Amiga, ainda tem o fato da U.S.Gold ser conhecida por dar condições absurdas pros seus times de desenvolvedores trabalharem. Normalmente os caras tinham que portar os games para uma dúzia de sistemas diferentes, num tempo incrivelmente pequeno… e eles não davam a mínima pra qualidade final do jogo.

  18. 3, julho, 2011 em 12:28 | #18

    @Erik Serra

    Também acho e, como eu disse na frase ali que acrescentei ao post, deve ter sido influenciado pelo bafafá dos games violentos que tava ocorrendo na mesma época!

    @Txai

    @Rafael Lima

    Nossa, a US Gold era uma das empresas das quais mais tinha asco antigamente… Não lembro de ter jogado algum game dela que me divertisse…

    @Pedro Flag

    Pois é, lá nos EUA a coisa é mais séria, mas aqui no Brasil não tá ficando muito diferente não…

  19. Eduardo Shiroma
    3, julho, 2011 em 14:38 | #19

    Eu concordo com a opinião do Dactar. O que houve em minha opinião foi uma adaptação.

    Os japoneses fizeram essa abertura e não pensaram que ela poderia causar algum mal.

    Partamos desse contexto: um japonês vendo a abertura em que um negro apanha de um branco, rodeados os dois por uma multidão de brancos, para ele não causa nenhum espanto, pois a realidade do Japão é outra – não há quase nenhum negro no país – e a situação é vista como "uma coisa de filmes hollywoodianos" ou "coisa de estadunidenses". Mas ao trazermos a situação para o contexto ocidental, essa situação já pode ser comparada com a nossa realidade, com relação ao racismo.

    "Um negro apanha de um branco, rodeados os dois por uma multidão de brancos" com certeza nos faria pensar se essa torcida não estaria a incitar o homem branco a espancar o negro. A Capcom USA somente viu que isso poderia causar polêmica e fez uma "correção", que a meu ver, foi necessária para evitar conflitos desnecessários.

  20. 3, julho, 2011 em 16:22 | #20

    @Rafael Fernandes

    Serve Olympic Gold? É da US Gold!

    Já vi que vou ter que fazer meu post o quanto antes. Era para ser uam série, enfim, vamos aos poucos 🙂

  21. Rafael Lima
    3, julho, 2011 em 16:38 | #21

    Olympic Gold é uma porcaria.

    A conversão de Shadow Dancer pro Amiga foi produzida pela U.S. Gold e é relativamente boa.

  22. 3, julho, 2011 em 16:48 | #22

    @Talude

    @Rafael Lima

    Odiei com todas as forças Olympic Gold. Foi o 1º do qual me lembro ter jogado com o nome dessa empresa…

  23. Júlio
    3, julho, 2011 em 18:36 | #23

    Para mim uma solução melhor seria colocar pessoas negras na platéia atrás dos lutadores…

    Assim ficaria tudo mais justo… Ou não!?

  24. Celio Alves
    3, julho, 2011 em 19:04 | #24

    Parece que vira e volta, a Capcom vive novamente esse mesmo pesadelo. Prova disso foi a acusação de racismo feita por algumas pessoas sobre jogo Resident Evil 5.

  25. 3, julho, 2011 em 19:13 | #25

    Lembrem-se de que a Capcom é a mesma empresa que nos ensinou que não há nada de mal em bater em travestis porque eles são só mulher-wannabe. 😉

  26. 3, julho, 2011 em 22:49 | #26

    @Rafael Fernandes

    Dei uma pequena editada no post, para manter a surpresa 😉

  27. 4, julho, 2011 em 07:44 | #27

    Sempre tive a dúvida se poderia processar alguém caso me chamem de branquelo :O

  28. Flavio Master
    4, julho, 2011 em 08:58 | #28

    Pergunto aos senhores: e se o "stupid white man" levasse o soco, seria racismo contra os caucasianos ou eurodescendentes?

    @Dactar

    @Eduardo Shiroma

    Não sei se concordo com essa de que quem criou é racista, estou mais na idéia do Eduardo Shiroma. Ganhar do Balrog de Perfect também é racismo? Mas sobre o lance da platéia, faz sentido (inclusive no cenário do próprio Balrog tem um mendigo afrodescendente). Devemos lembrar que essa coisa de racismo é muito mais forte e significativa nos EUA do que no Brasil.

    @Txai

    Queísso, cara, quer ser processado. Corrija: "O afrodescendentão é o Balrog antes de se tornar boxeador profissional".

    @Agent13

    Exato. E digo outra vez: é racismo ganhar do Mike?

    @Júlio

    E se ora o branco socasse, ora o negro socasse? Ficaria menos racista?

    @Mestrechronos

    Que tal formarmos um grupo de pagode "Só Branco sem Preconceito" pra ver o que acontece? O que você acha, vamos ser processador por racismo ou por xenofobia? 😛

  29. 4, julho, 2011 em 10:56 | #29

    @Txai

    @Agent13

    Vou ver se começo a preparar esse post para semana que vem!

  30. pedro12
    4, julho, 2011 em 14:56 | #30

    Na epoca do game ser lançado,o Estados Unidos ja tinha acabado de desaprovar a desigualdade racial.Por isso os caras pensaram:`Pô,isso parece muito compremetedor pra nossa lei de desigualdade´´.Aí eles modificaram isso.Mas não entendi essa censura,pois o Balrog é negro e temos que meter a porrada nele no jogo.Isso comprova por A+B que essa censura não cobre 100% do jogo,não acham?

  31. Flavio Master
    4, julho, 2011 em 15:37 | #31

    @pedro12

    Taí, entendeu meu argumento.

    Na abertura do jogo temos duas pessoas brigando e um bando de farrapos torcendo. Um dos dois é mais rápido e mete um murro na cara do outro. Problema? Nenhum, uma vez que são dois adultos, se propuseram a uma briga e são responsáveis pela consequência de seus atos. Por acaso, o personagem caucasiano é mais rápido. Até aí, nada de mais, mas o cara que apanha, que estava brigando e tentando também dar um murro na cara do oponente, por acaso é afrodescendente, e por isso virou racismo.

    Se a lógica é essa, então não podemos vencer os oponentes afrodescendentes do jogo? A solução seria o game não ter nenhum personagem afrodescendente? Mas se fizermos isso, não estamos segregando os afrodescendentes e impedindo de terem um representante no torneio?

    Como podemos observar, essa lógica é idiota e a conta nunca fecha…

  32. pedro12
    4, julho, 2011 em 17:20 | #32

    @Flavio Master

    Aí está um cara que sabe entender as coisas.

    É claro que a conta nunca fecha,pois sempre vai vir alguém e bater nesta tecla.É CLARO que a SoA achou que isso seria impactante nos Estados Unidos.

    A abertura não tem nada de grande:Dois homens lutam,o branco é mais rápido e dá um soco no nariz do adversário,ou seja o negro.E daí?São adultos,como o Flavio Master disse,então qual o problema?Só por causa do soco é racismo?Meu Deus…

  33. 4, julho, 2011 em 18:10 | #33

    <blockquote cite="#commentbody-3875">

    Flavio Master :

    Pergunto aos senhores: e se o “stupid white man” levasse o soco, seria racismo contra os caucasianos ou eurodescendentes?

    Eu ia comentar exatamente isso. Se fosse o contrário, o negro batendo no branquelo, ia acontecer o mesmo tipo de racismo ("oh meu deus, um negro batendo num branco!" – Diria um texano) . A coisa mais sensata foi o que fizeram. Seria – e é! – uma polêmica totalmente desnecessária já que são lutadores genéricos que não tem NADA A VER com o jogo em si.

    Nisso descordo de todos os argumentos do Master. São falácias e lógicas falhas. E eu digo o porque:

    No final das contas cada lutador é de um país. Tem japones, americano, brasileiro, indiano, até tailandês! E sem contar depois que tem índio (T Hawk), chinês (Fei Long)… Aí a lógica do racismo acaba. Não tem racismo se tem personagens de cada país se matando! Não podemos chamar de racismo bater num negro em um jogo se o seu personagem é um MONSTRO VERDE DA AMAZÔNIA.

    É um jogo plural, diversas etnias são retratadas (seja com estereótipos ou não).

    Acho muito falho – e falacioso, repito – dizer que a abertura não era racista porque no jogo você pode bater em um negro. Se é assim eu também bato no indiano, tailandês, japonês…

    Street Fighter não é um jogo racista, a abertura sim. E enquanto em outros lugares é irrelevante isso, como no próprio Japão, nos EUA não é. E se não tivesse trocado seria considerado racismo e daria merda.

    Fato: concordo que não houve censura, não do jeito que a gente acha. Foi uma censura positiva, como quando você se censura pra não falar palavrão na frente do seu chefe no trabalho. Ou não passar no meio da Gaviões da Fiel com a camisa do Palmeiras.

  34. 4, julho, 2011 em 22:55 | #34

    É um ffato se não tivessem mexido na parada nem seria notado… mas se pensarmos bem foi um tipo de censura para não promover o racismo nem nada sabe… colocar o carinha do JP apanhando poderia falar que é racismo… e trocando tbm parece que foi racismo… então que seja um anti-racismo amigável O_O WOW entendeu? HHaha

  35. 5, julho, 2011 em 08:39 | #35

    Não vejo racismo nenhum, aí. Um cara batendo em outro cara, apenas isso. Normal.

    Se o negro tivesse acertado o branco com um soco, eu também poderia classificar como racismo? Afinal, teria um negro acertando um branco, e isso me ofende.

    Racismo é uma questão muito relativa. Mais racista do que um soco na cara é, sem dúvida, a retirada do personagem negro da tela e a troca dele por um branquelo loiro.

  36. 5, julho, 2011 em 16:33 | #36

    @Israel – Tio Goiabinha

    Não é racismo trocar por um branquelo se você quer evitar que as pessoas achem que é um ato racista um negro tomando um sarrafo do branco.

    Racismo é relativo, como eu disse: pro japonês doido que fez não tinha racismo algum. Pro americano que viu aí tinha racismo.

  37. v786
    6, julho, 2011 em 09:51 | #37

    Por falar nesse jogo… é o pior port de arcade que já joguei… culpa do joystick do mega! xD

  38. 6, julho, 2011 em 10:22 | #38

    @v786

    Depende. Não existe melhor joystick pra jogar Street Fighter II do que aquele de 6 botões, na minha opinião

  39. 6, julho, 2011 em 10:33 | #39

    @v786

    Mas o que mais elogiaram foi o controle que é igual ao do arcade.

  40. 6, julho, 2011 em 17:11 | #40

    É, não adianta jogar SF2 sem controle de 6 botões. Senão tem que ficar apertando start toda hora! Mas eu to acostumado a jogar King of Fighters com o controle do Play. Cada um cada um… auheiuahe

  41. 6, julho, 2011 em 17:55 | #41

    @Kurt

    Ah, King of Fighters é mole, que são só quatro botões

  42. v786
    6, julho, 2011 em 19:51 | #42

    Com joystick de 3 botôes é ruim demais! vocês teriam algum segredo/mistério sobre fatal fury/real bout/art of fighting/king of fighters? eu gosto muito dos jogos da snk

  43. 6, julho, 2011 em 21:11 | #43

    @v786

    Com certeza existem vários, mas eu pessoalmente não lembro de nada agora 😛 Até porque os fãs desses jogos já desvendam todos os mistérios relativo a esses jogos… Então nem seria novidade.

    Mas é engraçado, eu jogava muito KOF e não lembro agora de nenhum rumor…

  44. Iblis
    6, julho, 2011 em 21:58 | #44

    Não sabia dessa modificação e nem sei dizer se foi realmente necessária a única coisa que eu ouvi falar dessa abertura do SF2 que a pessoa negra é o Mike e a branca é o Joe ambos do Street Fighter 1 (não sei se é boato ou é verdadeiro esse assunto).

  45. 7, julho, 2011 em 05:17 | #45

    Esse "negão branco" da versão americana parece mais um char saído do Cho Aniki! XD

  46. 7, julho, 2011 em 14:36 | #46

    @Rafael Fernandes

    Valeria explicar os times do KOF 94 hein? Aguém sabe pq dos países? Ralf e Clark na amazonia?

  47. 7, julho, 2011 em 15:29 | #47

    @Kurt

    Acho que já fizeram isso….

  48. 7, julho, 2011 em 16:23 | #48

    @Rafael Fernandes Já? 😛 Eu sou perdido, vou buscar.

  49. 7, julho, 2011 em 18:50 | #49

    @Kurt

    Não aqui, mas em outros lugares, I mean ^^

  50. Flavio Master
    8, julho, 2011 em 18:38 | #50

    @Kurt

    "Falácia" é um termo meio forte, não? Seria como dizer que plantei uma mentira como sendo verdade, e não é nada disso, Mr. Kurt.

    Quando criança, sofri todo tipo de preconceito nas escolas onde passei. Motivo: eu sou branco e nas escolas onde estudei até a 4ª série, além de ser óbvia minoria, eu era o diferente. E tome bullying! Na época eu reagi como pude, mas se fosse hoje, nesse politicamente correto falaz que pregam hoje em dia, seria racismo eu me defender. Não vou ficar aqui entrando em detalhes, mas digo que essa forma de visao absoluta não funciona e, partindo do pressuposto de um game de luta, é FALÁCIA dizer que isso é racismo. Tanto é que tiraram essa versão apenas nos consoles da SEGA, que deve ter aproveitado pra fazer uma jogadinha oportunista e aparecer como empresa "fair play". Nos arcades e em outros consoles, nada mudou. Se eles mesmos acreditassem na seriedade disso, teriam baixado o sarrafo geral e obrigado a mudar tudo, o que não aconteceu.

    Pedra no assunto, pelo menos pra mim.

  51. 19, julho, 2011 em 12:09 | #51

    Eu prefiro a versão americana, pois tirou a temática de racismo por causa da abertura original do Street Fighter II que tinha nos arcades e na versão japonesa. A Capcom USA tá de parabéns por isso!

  52. 7, novembro, 2011 em 00:58 | #52

    Excelente post, parabéns!!! nostalgia pura! =)

  1. 29, julho, 2011 em 19:04 | #1
  2. 4, junho, 2021 em 15:46 | #2