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Os 5 métodos mais inusitados para combater a pirataria nos games

DRMs, distribuição digital, serviços de autenticação online: as distribuidoras de jogos estão criando cada vez mais novas barreiras para bloquear qualquer tentativa de cópia não autorizada – ou, como alguns preferem chamar, pirataria. As coisas estão ficando cada vez mais insanas, a ponto de a Ubisoft requerer conexão constante à Internet para jogar seus games; ou seja, caso sua conexão caísse ou os servidores de autenticação da empresa parassem de funcionar (o que aconteceu), o jogo deixaria de funcionar. A atitude foi desfeita pela empresa no início desse ano, mas só mostra o quão ela está disposta em controlar ao máximo seus direitos sobre determinada obra – assim como os direitos de quem comprou o jogo…

Essa nova abordagem está se tornando ainda mais discutível, graças à insatisfação dos consumidores devido aos abusos praticados pelas distribuidoras. No entanto, antes (e também depois) da Internet, havia diversas formas no mínimo inusitadas para não só combater a pirataria, como também para dar uma bela de uma sacaneada em quem havia adquirido uma cópia de forma não convencional. Em alguns jogos, a coisa se torna sádica e vergonhosa, como você verá a seguir.

5 – Batman meio capenga em Arkham Asylum

Lançado em 2008 para PS3, X360 e PC, Arkahm Asylum não pode ser classificado como um retrogame, mas entra na lista por não somente utilizar de um método bastante interessante para trollar os pirateiros, como também por abrir mão de quaisquer mecanismos modernos de prevenção às cópias piratas, como um sistema de autenticação e registro online…

…como este

A programação do game na versão para PC conta com um código especial que de alguma forma detecta se o jogo é pirata ou não. Caso positivo, o game continua jogável, ainda com uma pequena alteração: O Batman não pode planar! Assim, o jogador pode prosseguir com o game de forma normal, mas trava completamente em partes que exigem a execução do movimento na forma original, já que as asas do personagem se tornam tão efetivas quanto um pedaço de papel preso nas costas.

A pipa do vovô não sobe mais

Um desses jogadores, sob a alcunha Cheshirec_the_cat, sem saber o que fazer e acreditando ter presenciado algum glitch ou bug, decidiu pedir ajuda no fórum oficial da Eidos, já que não conseguia passar de um determinado trecho do jogo. Após alguns outros usuários informarem que a versão para PC nem mesmo estava à venda ainda, eis que aparece um dos administradores para dar uma resposta tão bem feita que provavelmente já estava pronta há meses:

Este problema refere-se a um ‘gancho’ no sistema de proteção de cópia, para pegar as pessoas que tentam baixar versões crackeadas desse jogo.

Não é um bug no código do jogo, é um bug no seu código moral.

 

Fatality, Hyper Combo Finish, ou Coice de Mula? Você quem escolhe.

4 – O sermão em Zak McKracken and the Alien Mindbender‘s

 

Antigamente, os jogos de PC eram tão ou mais fáceis de piratear do que hoje em dia, então a Lucas Arts improvisava bastante para punir aqueles que copiavam seus games de forma indevida. Um dos métodos mais curiosos que a empresa utilizou é o Dial-a-Pirate ” para o clássico The Secret of Monkey Island: o jogo vinha com o manual e uma roleta de papel que, colocada na posição correta, revelava o ano em que determinado pirata foi enforcado, o que deveria ser respondido assim que o game perguntasse.

Mas o adventure Zak McKracken and the Alien Mindbender’s extrapola os limites da autorreferência para provar que você é um crimonoso na vida real. A premissa do jogo é a de encontrar partes perdidas de um mecanismo criado para defesa contra a invasão alienígena iminente. Assim, o jogador precisa viajar pelo mundo todo para encontrar as peças da máquina, sendo que, cada vez que ele sai dos Estados Unidos, o jogo requer um código, presente no manual e que varia de acordo com o destino da viagem.

O surpreendente é que, caso seja colocado o código errado em todas as cinco tentativas disponíveis, o protagonista é preso e o guarda da prisão começa a conversar diretamente  com o jogador, sobre como os desenvolvedores trabalharam duro para produzir este game e blá-blá-blá. É surreal!

3 – Michael Jackson e a experiência excruciante

A Nintendo sempre rejeitou a pirataria mais do que todas as outras produtoras de hardware, buscando desde o início de sua história por novas alternativas para se prevenir e inclusive basear a escolha da mídia de alguns de seus consoles no combate às cópias não autorizadas (o que é parcialmente verdade… Ok, Nintendo 64?). De qualquer forma, o portátil Nintendo DS sofria com o download livre de suas ROMs pela Internet, e a Ubisoft trouxe uma forma bastante interessante para atacar a mente dos pirateiros. A prova disso está na conversão de Michael Jackson: The Experience, lançado no ano passado para o NDS.

E qual foi a brincadeira dessa vez? O game detectava se a cópia era pirata e acrescentava uma não tão bem-vinda sonoridade às músicas do jogo. Responsáveis por tornar parte da Copa do Mundo de 2010 praticamente inaudível (ou até inassistível), o som maldito das vuvuzelas serve aqui para destruir o psicológico dos jogadores. Acompanhe um trecho:

A intenção de enlouquecer é tão séria que, a partir dali, o game não permite mais pausar ou sair para retirar a música, trazendo poucas alternativas para a pessoa se livrar disso antes que seu cérebro vire geleia. Espere pela presença do jogo em algum futuro filme da série Jogos Mortais.

“Para fazer isso parar, você terá que platinar Sonic. Mas o de 2006″

2 – Por trás de Metal Gear Solid

Essa é clássica. Em um ponto do jogo, Snake deve encontrar Meryl para ajudá-lo a prosseguir com a missão, porém a única pista que o Coronel dá para contatá-la via codec é a de que “o número da frequência está na parte de trás da embalagem do CD”. Assim, as pessoas começaram a se perguntar que CD seria esse, procurando em todos os lugares do jogo por algum objeto que pudesse revelar alguma coisa. Qual não foi a surpresa ao descobrirem que a frequência estava indicada na embalagem do jogo mesmo, em uma das imagens que mostrava um diálogo via codec entre Snake e Meryl, com o número visível. Ao escolher manualmente essa mesma numeração no jogo, Snake consegue contactar Meryl, e a história continua.

Naquela época, as primeiras pessoas que descobriram foram as que jogaram o Metal Gear 2: Solid Snake de MSX2, onde Kojima fez algo similar, inserindo um momento no jogo em que os personagens, dentro de uma prisão, se comunicariam através de sons de murros dentro da cela. As batidas formariam um código, que estava presente no manual do game, pronto para ser decifrado. Ainda assim, muita gente pouco esperta ficou a ver navios, tendo como última solução buscar Meryl frequência por frequência, o que não demorava muito para gerar um resultado, já que o número em questão é 140.15 – A primeira frequência de contato disponível é 140.00. As coisas se tornaram mais confusas ainda no remake Metal Gear Solid:  Twin Snakes, quando o Coronel Campbell diz que o número “is on the back of the package” (está na parte de trás da embalagem). E só.

É bem provável que Hideo Kojima estava mais interessado em brincar com os jogadores do que em combater a pirataria, mas aqui no nosso país, em que existiam 100 cópias piratas para cada jogo original de PSOne vendido, foi bem mais difícil de descobrir – já que, além da barreira da língua, os jogos piratas, quando vinham com a capa, esta era uma cópia de baixa qualidade, tornando a imagem com o número praticamente ilegível. Sem Internet, então, as coisas ficavam ainda mais desesperadoras.

E o 1º lugar vai para…

1 – O sadismo de Mother 2/Earthbound

Sim, o jogo aparentemente inocente que se revela em seus momentos derradeiros como uma das experiências mais intensas e aterradoras de todos os tempos também guarda uma outra surpresa para os jogadores; mais precisamente, àqueles que compraram de forma ingênua (ou não) um cartucho pirata do game. Primeiro de tudo, a programação do RPG de SNES consiste em constantes verificações que são feitas em diversos momentos chave do jogo, gerando resultados diversos.

As camadas de proteção, ao detectarem qualquer vestígio de alteração, acarretam a princípio nesta mensagem que aparece assim que o videogame é ligado:

Traduzindo: “Você é um ladrão”

A partir daí, o game não pode ser jogado, travando nesse aviso. Mas os pirateiros descobriram uma maneira de driblar essa proteção, tornando-o jogável a partir daí. Ou não, já que o código do game, assim que detecta em um momento posterior que a cópia é pirata, decide se tornar sádico e coloca muito mais inimigos por tela, tornando o jogo extremamente difícil e frustrante.

Para se ter uma ideia, essa tela do jogo originalmente deveria ter um ou dois inimigos, somente

Assim, além de lidar com as constantes checagens (e, consequentemente, travadas), a dificuldade insana torna o game em algo praticamente injogável. No entanto, caso o ser humano ainda assim consiga chegar ao final do jogo dessa forma, é reservada uma última surpresa, logo antes de Giygas ser libertado da Devil Machine…

Simples: o jogo trava e todos os seus saves são apagados. É algo totalmente cruel, que provavelmente a Nintendo viu como a forma mais apropriada de punição àqueles que não contribuíram para aumentar mais ainda sua fortuna. Algo tão maléfico quanto o próprio Giygas, da qual este jogador nunca puderá ver em sua “forma” completa, mesmo que tente novamente.

A Nintendo deve ter gostado tanto da ideia que esta foi a mensagem mais vista pelos jogadores do Nintendo 64:

Uma pena que isso ocorria mais com quem comprava os originais do que qualquer outra coisa…

Conclusão

Ainda existem outros jogos menos notórios com estratégias ainda mais esdrúxulas para tirar uma com a cara do jogador, como a base que explode sozinha em Command&Conquer: Red Alert 2 ou ainda o FPS cujas armas vão perdendo precisão conforme o jogador avança no game. A única opção mesmo é seguir as regras sociais e sempre procurar comprar os games originais, especialmente para evitar surpresas, bugs, armadilhas e, consequentemente, um jogo injusto (não pude encerrar sem um trocadalho).

E você já teve alguma experiência ruim com jogo pirata? Fora esse problema com o Metal Gear Solid, lembro de ter sido obrigado a jogar o Sonic 3 sem poder salvar, já que o cartucho não vinha com a bateria embutida… :D

Referências: Cracked, Games Radar, Heard Mentality

Jornalista de games, editor de vídeo e estudante de Audiovisual, escreve atualmente para a Revista OLD! Gamer. Além dos joguinhos, também dá pitacos sobre cinema, TV e tecnologia; sempre acreditando que a ironia é a melhor forma de sinceridade. Ouve Game Music e trilhas sonoras de filmes durante a maior parte do tempo, mas jura que é uma pessoa legal. Seguista, badernista e exorcista.

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  1. 10, julho, 2011 em 21:44 | #1

    No Spear of Destiny: Mission Packs vem com muitas perguntas jogadas para vc de forma aleatória que vc precisa tanto do manual quanto algum conhecimento prévio do game e dos créditos para vc acertar. Ao que parece, você tem de passar a resposta correta de pelo menos duas ou três das questões, é tenso demais!

  2. 10, julho, 2011 em 21:44 | #2

    Parabéns pelo post, eu mesmo desconhecia que antigamente já havia uma preocupação tão grande das empresas quanto a pirataria em seus consoles.

    Sinceramente, eu adoraria que mais códigos como o do Earthbound estivesse presentes nos jogos atuais, além de frustrantes, isso vai de encontro ao que podemos chamar de punir quem pirateia o jogo, ao invés de punir quem compra o original.

  3. 11, julho, 2011 em 02:04 | #3

    Hahhahaha o das Vuvuzelas realmente foi algo que eu não esperava… totalmente inovador e funciona… um verdadeiro #mindfuck UAashuhas muito interessante o post cara

  4. Agent13
    11, julho, 2011 em 05:48 | #4

    Eita! quanta trava anti-pirataria! Fico imaginando como seria a reação de muitos se os Final Fantasies e Pokemons tivessem algo igual ao Mother 2/ Earthbound de apagar save no ultimo chefe!

    A primeira vez que vi algo assim foi no The Legend of Dragoon do Ps1, quando você troca de CD pela primeira vez, após o save, aparece uma tela preta com um sinal de proibido e escrito: “Software Terminated Console May have been modified”. Para burlar isso, eu resetava o jogo e dava load com o CD que dava o problema!

    O Nintendo DS é cheio disso e varia a trava! Por exemplo:

    -Em Umihara Kawase Kazenban, uma coletânea de dois umihara kawase(do Snes e PS1), o anzol não se prende a plataforma e a linha quebra facilmente! Antes achava que era bug de jogo;

    -Em Megaman Zero Collection, o background dos jogos fica bugado;

    -Já no Okamiden, o jogo te prendia em um determinado lugar, no começo do jogo.

    Sobre o Sonic 3, O Megaman the Wily Wars/Rockman Mega World do Mega pirata também nâo salvava. Muitos jogadores(inclusive eu!) ficaram p… da vida, porque sem o save, não dava para habilitar o minigame secreto e para habilitá-lo, precisa ter os três Megamans terminados e salvos no cartucho! Ainda bem que que criaram um Save Sram Patch pra ROM dele. Antes disso, exitia um Save-State hackeado com o minigame habilitado e "bateria" infinita.

  5. 11, julho, 2011 em 06:38 | #5

    Muito interessante, faz a gente lembrar do MS-DOS: muitos jogos usavam métodos extremamente criativos, que envolviam alguma coisa que acompanhava na embalagem. O mais comum era "qual a palavra número tal na página tal do manual", mas haviam pergaminhos, mapas e até um code wheel como este de Out Of This World (não imagino o Eric Chahi tão chato quanto a pirataria, mas o jogo era distribuído pela Delphine né…) http://www.oldgames.sk/en/game/another-world/down

    Eu que gosto de guardar coisas, tenho uma pasta (física, rs) até hoje com fotocópias, transcrições, etc. de vários métodos anti-pirataria quando pegava "emprestado" jogos originais com um amigo…

    Mas nada supera a ira do tal Earthbound… o que é aquilo ali…….

  6. 11, julho, 2011 em 06:54 | #6

    No caso de Michael Jackson: The Experience DS, os crackers já encontraram uma brecha das vuvuzelas e a contornaram, joguei normalmente no meu flashcard. E cá entre nós, não vale tanto assim a compra do original, exceto pelas músicas do Michael.

  7. Dancovich
    11, julho, 2011 em 07:15 | #7

    Sou muito mais essas formas criativas de Michalel Jackson ou Earthbound do que a porcaria que a Ubisoft fez. Punir pirateiro pode a vontade, mas punir o coitado do jogador que comprou original não né Ubisoft?

    Excelente artigo, só perola brilhante mesmo. O das vuvuzelas foi caso famoso, mas não sabia que usar essas formas criativas já vinha de longe. Isso é bom, quer dizer que nunca pirateei jogo na vida *wink wink!

  8. 11, julho, 2011 em 07:29 | #8

    @Talude

    Como assim… Que loucura! Nem tinha mesmo ouvido falar nesse jogo. Parece que essas coisas anti-pirataria são mesmo mais comuns do que parecem!

    @Felipe Silva

    Valeu :D Mas é mesmo né, de certa forma é injusto que alguém que não pagou nada pelo jogo tenha a mesma experiência com quem pagou caro por ele. Ninguém gosta quando isso acontece.

    @Leonardo Soler

    Hehe, o das vuvuzelas foi infernal mesmo ^^

    @Agent13

    Se isso acontecesse comigo jogando Pokemon, com certeza o Game Boy ia voar longe, de tanta raiva. Aliás, não sabia desses casos dos outros jogos de DS, valeu por ter colocado aqui! E você me lembrou também que o Megaman de Mega que joguei também era piratão… Como eu odiei aquele jogo de cara, nem cheguei a me lembrar se o cartucho salvava ou não, kkkkk!

    @Cosmonal

    Então você pirateou a proteção anti-pirataria? TIME PARADOX!

    @Kyo

    Mas é, para a maioria dos métodos descritos ali, os crackers deram um jeito. Acredito que esse do Arkham Asylum também tenha sido crackeado… Mas àquela altura, o glitch intencional pegou muito garoto por aí!

    @Dancovich

    Valeu por ter lido esse negócio gigante, Danilo! Quer dizer que você nunca pirateou nada, mesmo? Jogo Justo nele então!

  9. Agent13
    11, julho, 2011 em 08:12 | #9

    @Rafael Fernandes

    No DS, as travas são distintas demais e varia do jogo. Muitos conhecidos tem pelo menos uma trava! Mas logo sempre tem um patch pra ROM ou atualização pro Flashcard!

    Pokemon no DS que é bizarro! Não sei quais(não acompanho muito os jogos XD), mas tem uns que possuem mais de uma, como por exemplo: o pokemon não ganha Experiencia no fim da batalha, ou o jogo trava em algum momento…

  10. 11, julho, 2011 em 08:46 | #10

    Porra, o esquema anti-pirataria do Batman é uma voadora seguida de um mortal carpada de cuesta. Provavelmente os produtores do jogo ficavam apertando F5 nos fóruns esperando pela questão do não conseguir planar.

    O do Earthbound também é bem felodaputa. De alguma maneira, está correta a iniciativa das empresas em esquemas anti-pirataria, desde que eles não incomodem muito os jogadores que possuem o jogo original, claro.

  11. pedro12
    11, julho, 2011 em 09:57 | #11

    Bela matéria,Rafael!Essa ´´proteção´´ do game do Batman já conhecia,existia outro que caso o game fosse pirata,o Bat-gancho dele (aquele treco que ele usa pra se balançar nas gárgulas) iria estar bugado pois não existe a corda no gancho na versão pirata!

    A do Mother 2 que é má.Pô,o cara se mata a derrotar os inimigos a mais, chega na batalha final e o game trava e apaga os saves?Se isso acontecesse comigo o SNES voaria longe!

  12. 11, julho, 2011 em 10:38 | #12

    @Agent13

    Praticamente cada jogo é uma surpresa então… Não sabia dessa! E nem pretendo conhecer melhor, se não enlouqueço :P

    @Israel – Tio Goiabinha

    Esse é o problema. No caso do Command&Conquer Red Alert 2 citado ali no fim do post, a base explosiva afetava alguns jogadores que possuíam o jogo original. Aí é froids.

    @pedro12

    Ainda tenho que jogar o Arkham Asylum… Comprei na promoção do Steam e tenho medo de baixar 8 GB e não rodar aqui direito, hehe

    Agora, a do Mother 2 é maldade pura mesmo. Mas eles não estão errados.

  13. Agent13
    11, julho, 2011 em 11:12 | #13

    Nossa… Até Donkey Kong Country 3 tem isso? Medonha essa tela:
    http://www.youtube.com/watch?v=E0bHrfPa7uo

  14. cabesa
    11, julho, 2011 em 12:00 | #14

    Eu sofri tbm com o metal gear na época… mais recentemente eu fui literalmente "tisourado" pela microsoft, jogo muito Super Street Fighter 4 online, mais o meu jogo era pirata " acho um roubo um game original custar 200 mangos " de repente, o meu xbox deixou de ser destravado por uma atualização SATÂNICA!

    Moral da história, meu xbox virou um causador de porta e eu chupando dedo!

  15. cabesa
    11, julho, 2011 em 12:04 | #15

    Por falar em atualizações SATÂNICA… esse tal de mother 2 ai em rsrsrsrs

  16. 11, julho, 2011 em 12:44 | #16

    kkk, me diverti bastante com o post. Nunca imaginei que existissem estes tipos de trava.

    Eu tenho andando pelo lado negro da força ultimamente, ainda mais agora que consegui rodar backups de GameCube no meu Wii.

  17. 11, julho, 2011 em 13:50 | #17

    Sim, fui recentemente vítima de Metal gear Solid.

    Me interessei pela série, e a versão "não-oficial" foi minha única saída (e não, não me orgulho disso). Quando cheguei na parte de Meryl, fiquei rodeando os cenários várias vezes, até que pensei "Deve ser uma medida anti-pirataria ou inabilidade minha!". Logo, recorri à Gamespot para procurar dicas, e eis que lá estava a medida anti pirata. Porém peguei o Codec e segui com o jogo.

    Achei genial todas essas medidas criativas de "trollagem" dos produtores, mas ficar conectado a internet o tempo todo e demais procedimentos eu considero desconfortável e irritante, pois parte da diversão e paciência se vão.

    Ótima matéria, 00! E no fundo eu sabia que Metal Gear estava no meio disso. Dá-lhe Kojima!!!

  18. 11, julho, 2011 em 17:24 | #18

    @cabesa

    Zé do Caixão estaria orgulhoso disso que aconteceu com você! kkkkkkkk

    @Sandro Tandrilion

    Quando o preço do Gamecube estiver relativamente baixo, com certeza farei isso também… Tenho muita vontade de comprar o console pra conferir os jogos maravilhosos que ele tem! Claro, tudo backup né!

    @Léo

    Você não foi o único, cara, sofri muito nessa parte. Travei nessa parte em 2002, quando peguei um PSX emprestado de um amigo, e só fui retomar em 2006, no emulador. Aí, foi só apelar para o Google para passar dessa parte! Mas dá-lhe sofrimento, hehehe!

  19. 11, julho, 2011 em 17:30 | #19

    Essa é para o cara se arrepender de comprar um piratão!

    Lembrei do slogan da Rolex (aprendi essa na faculdade, até parece que poderei comprar um): "Se você usa uma imitação, é que você merece!" Essa ornou bem com a do jogo do Batman.

    A vuvuzela do jogo do Mchael Jackson me lembrou um site criado na época da C opa. E descobri que o Passagem secreta também tem suas armadilhas para os piratas!

    http://www.vuvuzela-time.co.uk/www.passagemsecret

    E pra finalizar, a Sega também tinha a sua armadilha:

    http://www.youtube.com/watch?v=eo-d4sLKC1k&fe

  20. 11, julho, 2011 em 18:22 | #20

    @Eduardo Casola Filho

    RAPAZ! AUAHUAHUHAUUAH QUE SENSACIONAL ESSE SITE! Pena que o "hype" das vuvuzelas passou, senão colocava isso no trabalho, com certeza!

    Agora, no caso dessa suposta tela anti-pirataria para o Sonic, acho que não chega a ser necessariamente um aviso desse tipo… Na verdade, essa mensagem aparecia caso você inserisse qualquer cartucho que não fosse Sonic 2 e 3 em cima do Sonic&Knuckles. Apertando A+B+C nessa tela, vai aparecer o minigame das esferas. Tanto é que estão xingando o cara bonito ali nos comentários, rs

    Mas é curioso, porque agora queria saber se a Sega usou alguma artimanha contra a pirataria…

    • Marlon
      24, julho, 2012 em 02:44 | #21

      Cara lendo seu post lembrei que nunca consegui zerar sonic 2 no mega drive ! ( só anos depois no ps2 ). Eu e meu irmão revesavamos jogando , quem perdesse uma vida passava , ficamos bons e chegamos até a última fase sem nenhum macete ! só que agente andava, andava, andava… e nada de achar o fim ! sendo que no ps2 em menos de 2 minutos vc chega no robotinik ! Sei que vc fez uma pergunta e eu pela lógica tinha que responder , mas espero que meu caso ajude a responder !

  21. 11, julho, 2011 em 18:41 | #23

    @Rafael Fernandes

    Para outros sites funciona, aqui é que não entra direito.

  22. 11, julho, 2011 em 21:35 | #24

    @Eduardo Casola Filho

    @Rafael Fernandes

    Realmente, essa tela do Sonic & Knuckles não é antipirataria, o "No way" somente diz uma coisa: que o jogo não é compatível com o S&K. O Sonic Special Stages está escondido na memória do próprio jogo. Mesmo assim, não sei se em jogos mais antigos ou mais atuais acontecia dessa tela não aparecer.

  23. Isaias Ramos
    12, julho, 2011 em 00:17 | #25

    Rapaz, que matéria genial, muitíssimo divertida!

    O que dizer então do chefe do Mother! (Cliquei no link da matéria do chefe mais assustador, aquela matéria também ficou showzaço!)

    Agora fiquei na angústia… será que alguém poderia spoilar o final do Mother 3? Por que é triste?

    Sobre telas nos jogos, me lembrei das tela que travavam o jogo de região diferente no mega Drive. Isso para mim era pura falta de sacanagem! Jogo original europeu em console original japonês.. simplesmente não entrava! Tem culpa eu?

    A trava dos cartuchos japoneses já era mais fácil de quebrar… simplesmente "ralei" a beirada do cartucho Hellfire e Puyo Puyo até caberem no slot do Genesis, MAahuaahau.. aí ele entrava.. nem dava tela de proteção! >)

  24. 12, julho, 2011 em 03:53 | #26

    @Isaias Ramos

    Aparecia aquela tela vermelha, se não me engano, não é? Quando apareceu pra mim, quase fiquei cego!

    Agora, eu nunca joguei o Mother 3, mas muito provavelmente deve haver por aí vários resumos da trama, ou vídeo com o final do jogo, pra você ter uma ideia se é triste ou não/

    E obrigado por ter lido esse negócio e achado divertido, a ideia foi essa ^^

  25. Erik Serra
    12, julho, 2011 em 06:52 | #27

    Muito boa a matéria Rafael! Só acho "sacanagem" das produtoras essas coisas de "atualização" ou algo semelhante… e se o caboclo mora lá na Amazõnia e não tiver internet, fica sem jogar o game???

    Algumas aí eu já conhecia, a parada do Metal Gear eu achei foda (ainda mais por q as cópias piratas da época realmente vinham com uma impressão horrível da parte de trás do CD).

    O bug que eu lembro era do Kid Chameleon pirata do Mega (o que eu tinha, rsrrsr). Se vc tentasse fazer o código para ir da segunda fase à última (subindo em cima do último bloco P da fase) e fizesse o comando, o jogo travava… Vai ver foi por isso que eu decorei o jogo inteiro na época…

  26. 12, julho, 2011 em 07:34 | #28

    E por mais manjado que meu discurso seja, a pirataria é um meio do brasileiro "se virar", pois ele realmente gostaria de adquirir o produto, mas é muito caro.

    Pense bem: Um cara tem um carro "não muito bom". Mas se ele pudesse ter um carro bom ele não teria? Sim!

    Sei que as campanhas anti-pirataria tem sua importância (principalmente pros bolsos dos fabricantes) porque muita sonegação fiscal deixa de ser feita, mas fica meio difícil rolar esse tipo de coisa no Brasil. Espero que isso seja somente por enquanto.

  27. Isaias Ramos
    12, julho, 2011 em 08:19 | #29

    Bem isso. Hoje em dia o fator replay de um jogo é bastante dependente do seu modo online, ou seja, todos que compram pirata acabam perdendo muito por não terem essa possibilidade de jogo. O duro é ter que pagar 200 reais no Brasil por um jogo que custa 40 reais lá fora.

    Aí amigo, como é que não vai ter pirataria…

  28. 12, julho, 2011 em 11:02 | #30

    @Erik Serra

    É péssimo mesmo… Tô jogando amarradão o Left 4 Dead 2, por exemplo, e eu caio do servidor porque perdi conexão com o servidor de autenticação… Fala sério!

    Agora, eu não sabia essa do Kid Chameleon, boa! Se bobear, acho que você ainda tem o jogo guardado na sua memória…

    @Léo

    Haha, não sei porque, mas seu discurso me lembro desta imagem… rsrs

    http://25.media.tumblr.com/e2szWQjMkq4ur8f9geessy

    @Isaias Ramos

    Pretendo comprar um PS3 ainda esse ano, e até fiquei meio contente em ver nas lojas alguns jogos a 99 reais. Mas ainda tem muito a melhorar esse preço, na minha opinião, principalmente os jogos de catálogo. Ainda bem que temos iniciativas como Jogo Justo, maaas… Acredito que o que rola mesmo é muita ganância de alguns lojistas.

  29. 12, julho, 2011 em 12:36 | #31

    Já que todo mundo ta citando jogos com sistemas "super avançados" anti-pirataria não posso deixar de citar o método clássico utilizado em Where in the World Is Carmen Sandiego, onde se me lembro bem após achar cada criminoso você deveria colocar um código para poder prosseguir com o jogo que variava de criminoso para criminoso e vinha no manual do jogo. Deve ser um dos primeiros jogos com o sistema anti-pirataria, pois se trata de um jogo do meio da década de 80

  30. Flavio Master
    12, julho, 2011 em 13:31 | #32

    Que sacanagem do capeta essa do Earthbound…

    @Cosmonal

    Um de DOS que eu gosto pra caramba é o Prince of Persia. No game original, logo após a primeira fase, há uma "fase tranca", com poções de A a Z. A poção a ser tomada segue um sistema aleatório, onde ele sempre indica que a correta é a da letra que se encontra no manual, na página tal, linha tal. Ou seja, a cada vez que você passa a fase, qualquer das poções pode ser a que abre a porta para a fase 2. Você tinha duas chances e errou, começa a primeira fase de novo!

    A trava, contudo, justificava sua paciência. A cada vez que você tentava e morria, eliminava duas letras. Se você tivesse paciência para insistir na primeira fase 13 vezes (a menos que você acertasse na cagada), acabava acertando por eliminação e o game continuava normalmente. Fiz isso algumas vezes, pelo menos até descobrir o "prince megahits". :P

  31. 12, julho, 2011 em 16:30 | #33

    @Rafael Fernandes

    HUASHUASHUAS

    É só baixar as partes, montar em uma pasta e descompactar.

  32. 12, julho, 2011 em 17:00 | #34

    Na nebulosa decada de 90 eu não comprei tanto jogo pirata. Eu tinha originais do mega. Poucas fitas, mas tinha! E essa do Sonic é furada, já foi explicado.

    Eu jogava muito jogo shareware e isso era a coisa mais legal do mundo. Deveriam voltar com isso, o nego joga o jogo um pouquinho e no final das contas gosta e compra o jogo.

    Ah, jogos do DOS…

  33. 12, julho, 2011 em 17:03 | #35

    E quanto ao MGS, eu tbm travei naquela parte, mas provavelmente eu li em alguma revista ou vi na internet. Acho que foi em alguma revista!

  34. pedro12
    12, julho, 2011 em 18:52 | #36

    A Nintendo era ou é uma empresa que se preocupa muito com a pirataria e não me surpreende ter dois jogos dela na lista (EarthBound e Michael Jackson The Experience) com proteção anti-pirataria.

    @Rafael Fernandes

    No lance do EarthBound eles estavam certos…Se isso acontecece com você,tu jogaria o SNES na parede (ponto de interrogação) (leve esta pergunta na brincadeira,por favor!).

  35. John
    12, julho, 2011 em 23:23 | #37

    Ha muito boa a matéria!!

    Eu desde novo já sabia inglês, até porque jogava bastante jogos em inglês o que me incentivou a pegar um dicionário pt-br/inglês, então o do MGS foi bem sussa.

  36. 13, julho, 2011 em 06:23 | #38

    @Kurt

    Acho que shareware não volta porque é fácil de burlar, né? Eu não tinha PC na época, mas lembro de uns esquemas que os caras faziam, tipo alterar a data do computador e tal… Num era isso?

    @pedro12

    huauahua, eu jogaria o cartucho na parede! Não sou maluco de tacar o videogame longe!

    @John

    Eu também tinha um nível razoável de inglês, mas mesmo assim sofri nessa parte =/

  37. v786
    13, julho, 2011 em 11:02 | #39

    Eu vi que se usar flashcard no 3ds, e atualizar depois a nintendo pode brickar. nem me arrisco a atualizar =(

  38. 13, julho, 2011 em 16:45 | #40

    @Rafael Fernandes

    Não, cara! Shareware era tipo uma Demo do jogo. Era tipo uma parte só do jogo e não tinha o resto. E era de graça. Não entendo porque essa cultura deixou de existir no mundo.

  39. 13, julho, 2011 em 17:49 | #41

    @Kurt

    Confundi shareware com aqueles programas que só liberavam por um tempinho de uso. Mas se for o caso que tu falou agora, esse tipo de coisa existe até hoje, né, só que em menor quantidade.

  40. 14, julho, 2011 em 12:16 | #42

    <blockquote cite="#commentbody-4133">

    Eduardo Casola Filho :

    @Rafael Fernandes

    Para outros sites funciona, aqui é que não entra direito.

    Não contavam com minha astúcia! :D

    O Passagem Secreta é 100% livre de vuvuzelas.

    ————————————————————————

    Faça um mundo melhor. Dê uma vuvuzela a um plagiador cara-de-pau.

  41. 14, julho, 2011 em 13:15 | #43

    <blockquote cite="#commentbody-4117">

    Rafael Fernandes :

    @Talude

    Como assim… Que loucura! Nem tinha mesmo ouvido falar nesse jogo. Parece que essas coisas anti-pirataria são mesmo mais comuns do que parecem!

    Eu tinha me esquecido de falar, esse jogo é a continuação do Wolfenstein 3D, e os Mission Packs são duas missões complementares que vc podia comprar em disquete (cada uma) ou em CD (as duas juntas) e aplicar no SoD original.

  42. 14, julho, 2011 em 17:47 | #44

    @Rafael Fernandes Ah sim, existe, e eu to reclamando da quantidade mesmo.

    Antes tinha revista que só liberava isso. Sei lá, internet killed the shareware star. Sem shareware Doom e Duke Nukem não seriam nada.

  43. 15, julho, 2011 em 14:06 | #45

    Cara, ri muito com o da vuvuzelas e a do sermão (com o cara olhando para a tela e não pro personagem).

    Depois que li esta matéria, fiquei pensando em algumas coisas estranhas que me aconteceram em games antigos, se não era algum sistema anti-pirataria sacana (se é que eram games piratas…) ou simplesmente bug mesmo:

    Robocop Vs Terminator (Mega) – Ultimo chefe imortal, levando bala durante 40 minutos ininterruptos e nada de morrer.

    Quarantine (PC) – Um password que o próprio jogo fornece não funciona quando vc tenta passar de fase (4a. fase?).

    Lembro também que FFVIII (Psx) tinha uma proteção ferrenha, não deixava criar uma nova partida (criar um savegame). Tinha que usar um savegame externo.

  44. 15, julho, 2011 em 19:27 | #46

    Me fez lembrar do Dragons Lair do SNES na qual vc tinha que colocar a password correta para passar de fase. Mas é vc levando uma bola até um cavaleta e tinha que ser certa.

    Não sei se o beta para Mega Drive liberado essa semana tinha esse problema.

  45. 14, agosto, 2011 em 22:29 | #47

    Um que eu não vi comentarem aqui era no "Spyro the Dragon" (Acho que o "Year of the Dragon", se não me engano) pra PS1.

    O jogo funcionava normalmente até o último mundo. Ai você prestes a terminar entra no portal para as últimas fases e… Volta pro primeiro mundo. Em um primeiro momento eu achei estranho e não entendi, tentando mais de uma vez, sem sucesso.

    Ai passei em um check-point, que tinha a fada amiga do Spyro que dava umas dicas sobre o jogo e ela me fala algo mais ou menos assim: "Está com problemas para prosseguir? Isso provavelmente acontece porque você está usando uma cópia pirata do jogo!". E só. Você ficava eternamente preso ao primeiro mundo sem poder ver o final do jogo. XD

    Encontrei uma ss aqui: http://www.dragonsbandicoots.com/spyro3_bug.jpg

    Maldade. O jogo é bem bacana mas até hoje nunca terminei XD

  46. 11, setembro, 2011 em 17:31 | #49

    Parabéns pela postagem, li todas, gostei demais, a do Batman para mim foi a melhor, o cara ligando para saber se era bug… HAHAHAHAHAHAHA… Muitas vezes, a gente não sabe dessas coisas, parece mesmo que é erro de jogo e não algo proposital anti-pirata. Tanto que tenho um exemplo que não sei se é o caso… Em Landstalker do Mega Drive, existem versões do jogo que na última parte do jogo um item chave simplesmente NÃO funciona… E o jogo termina ali para você, não há como continuar… Por sorte, tem um código de Game Genie que força o funcionamento do item, tipo ele inclui no seu inventário o item que você ganharia em seguida, daí você pode pular a parte que não funciona e ir para a próxima… Não sei se tem algo a ver com anti-pirataria.

    • 18, setembro, 2011 em 15:17 | #50

      Hum, isso aí do Landstalker eu não sei… Mas esse seu caso me fez lembrar do trauma que tenho com o Sword of Vermilion… Lá, dá para usar todos os itens, até mesmo os itens-chave. O tosco é que, quando você os usa, aparece a frase "Nothing Happened" e ele é descartado do inventário! Acabei usando um item que não devia e, quando cheguei na parte que ele era necessário, não tinha mais… Putz, que vontade de jogar o cartucho pela janela e amaldiçoar o Yu Suzuki até a quinta geração!

  47. pedro12
    18, setembro, 2011 em 14:25 | #51

    Agora jogando Comodoore 64 descobri um método anti-pirataria ou não (não sei se podia piratear disquetes de borracha que se balançavam como loucos).O jogo Superman para Comoodore 64 tinha uma trava que ao colocar o disquete no leitor (que pesa uns 5 quilos) entrava uma tela que pedia a entrada de um código que estava no manual página tal,linha tal.Se o jogador não soubesse o código,não poderia jogá-lo.Também tinha outro que a caixa do game tinha um papel chamado “Code Card´´onde na tela inicial do game pedia uma letra ou número que estava numa coluna tal,fila tal.Como anteriomente,se o jogador não tivesse o cartão,não poderia jogá-lo.Não sei se outros jogos do Comoodore 64 tem esses sistemas.

    • 18, setembro, 2011 em 15:21 | #52

      Olha só, mais um caso de trava inusitada. Como o Commodore 64 utilizou floopies, então deve ter sido realmente comum esse tipo de proteção mesmo.

    • kurtrizzo
      19, setembro, 2011 em 13:13 | #53

      Olha, essas dos manuais são bem comuns, assim como o Code Card! O próprio Mckraken do post fala sobre isso.
      Eu já vi diversos jogos com essa trava, tem que ir no manual e pegar a linha certa, ou usar o disco e tal.

      Só que essa trava hoje é mais inútil que os seriais! Eu baixo jogos (legais) do DOS que o próprio site já te dá o manual pra não ter erro.

  48. Rodolfo
    9, outubro, 2011 em 23:04 | #54

    No GTA IV pra PC tem aquele negócio da visão de bêbado em cópias pirata! hahah

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