Página Inicial > O Que Estamos Jogando > O Que Estamos Jogando #01

O Que Estamos Jogando #01


Bem amigos do Passagem Secreta! Hoje estamos inaugurando uma nova seção fixa no blog com a pretensão de ser regularmente periódica: O Que Estamos Jogando é o nome da dita cuja. A ideia é a de mostrar o que cada colaborador do site está apreciando no momento, através de uma leve descrição subjetiva que pode servir também como recomendação (ou não) para vocês que nos acompanham – lembrou do Reader Roundtable, do excelente Sega-16? Então, é mais ou menos por aí. Além disso, é uma ótima forma de conhecer melhor essa galera do barulho que pinta o sete em cada um dos artigos do blog, assim como debater as experiências de jogo, que como a gente sabe bem, podem variar de acordo com cada um.

Sem mais delongas, vamos seguir em frente, começando com

 

Plants VS Zombies – PC

Por Flávio Master

Ando um gamer bastante casual devido à falta de tempo causada pelas coisas chatas da vida de adulto. É numa dessas que um game como Plants vs Zombies cai como uma luva. É um game de estratégia tipo Tower Defense onde você defende seus miolos de zumbis famintos usando as plantas do seu jardim e a ajuda de um vizinho não muito normal. Justamente por ser tão absurdamente improvável que o game acabou chamando minha atenção… e me fazendo ter uma absurda perda de produtividade no trabalho, a curto prazo!

Descobri um monte de cheats toscos em conversas com Crazy Dave (o vizinho doidão) e com o cultivo da minha Árvore da Virtude, que já é um baita cedro . Dá pra colocar todos os zumbis de bigode ou com óculos 3D. Também já apareceram outros tipos de zumbi, inclusive um tal Yeti, que eu não entendi pitomba nenhuma o que ele faz, já que ele só aparece na tela e some em seguida, e só nas fases à noite. Existem alguns outros modos de jogo tipo “puzzle”, muito divertidos, embora um seja muito desgraçado de difícil, o Bobsled Bonanza, levei semanas pra conseguir vencer essa. Atualmente estou tentando bater meu recorde nos modos Endless, que são o Zombie Attack e o Vase Breaker. Tenho a impresão que ainda tem mais coisas escondidas aqui, logo, mesmo depois de chegar ao final duas vezes, vou continuar jogando para tentar catar mais uns segredos. Como o game é excelente, não é nenhum sacrifício. Só de produtividade…

Fifa 98 – Road to The World Cup – PC

Por Talude

Lá por 97 eu era um ávido comprador de revistas de games ainda que não tinha nenhum deles que estavam em destaque na época. Quando eu vi que no FIFA 98 dava para jogar com todas as seleções das eliminatórias, eu adorei e joguei algumas vezes as versões de Nintendo 64 e de PC na locadora, sempre escolhendo times que nunca foram e jamais irão a copa.

Tive contato com a versão do PC somente uns anos atrás e então tenho jogado por muitas vezes os confrontos entre times pequenos e o meu preferido, que é o futebol indoor com cinco jogadores por time e quadra fechada. Agora joguei as eliminatórias da Oceania e classifiquei a Austrália (a Austrália somente juntou-se à confederação asiática nas eliminatórias para a Copa 2006) pegando adversários fáceis. Na Copa caí em um grupo formado por Austrália (óbvio), Quirguistão (!?), Suíça e Guatemala (?) na qual ganhei todas por goleada e assim foi até a fase Semi-Final na qual ganhei da Espanha por um parco 1-0. Na final, comecei tomando o gol da Colômbia (que tinha eliminado o Brasil na semi-final) , consegui virar para 2-1 e fazer 3-1. No final, a Colômbia diminuiu. Eu acabei por me sentir tão feliz com isso que penso em jogar outras eliminatórias ou mesmo a liga nacional  o que é dentro do próprio jogo é curioso, já que entre os FIFAs 96 e 98 o jogo tinha a liga da Malásia. e no 97 e 98 o jogo contava com alguns times pequenos do RJ na liga brasileira: América, Bangu, Barreira e Madureira. Bem que poderia ter a narração do Januário de Oliveira…

Carrier Airwing – Arcade (CPS1)

Por Rafael ’00Agent’ Fernandes

Quem me conhece bem sabe que ouço Game Music além da conta, acima de qualquer outro gênero e estilo musical. Não satisfeito em ouvir apenas as músicas dos games que já joguei, procuro também descobrir novos trabalhos e outros álbuns sem necessariamente jogar nenhum dos jogos para os quais a composição foi produzida em primeiro lugar. E a partir desse processo é que descubro jóias inacreditáveis que me levam a conhecer o jogo, ou seja, existem muitos games dos quais conheci primeiro a trilha sonora para depois me aventurar de fato neles. É uma inversão total do processo convencional! Loucura, não? Pois é.

Em uma dessas andanças pela minha “coleção” em mp3 de Game Music, resolvi jogar no Winamp o Street Fighter II -Capcom GSM IV-. Além da presença da trilha sonora do jogo que batiza esse lançamento em dois CDs de 1991, há também as músicas de outros Arcades da Capcom, como Chiki Chiki Boys (Mega Twins), Magic Sword e a grande surpresa: Carrier Airwing.

Depois do fascínio pelas composições espetaculares (que me parecem ter falhado em impressionar dois amigos aos quais enchi o saco para ouvir também; não é mesmo, Seu Cosmonal e Sr Alexei??), decidi conferir o jogo. Chamado no Japão de US Navy, o shooter lateral de 1990 é um sucessor espiritual de UN Squadron, do ano anterior, e não traz muitas inovações para o gênero. As batalhas são incessantes com uma dificuldade bem típica de um jogo de tiro, com gráficos medianos que se destacam por ótimos cenários de fundo, que retratam um espaço mais próximo à nossa realidade – o que pessoalmente, prefiro muito mais do que os ambientes mais fantasiosos que a gente costuma ver por aí. Me diverti bastante, e agora pretendo “treinar” mais um pouco, vendo até onde posso chegar com uma ficha apenas.

Ah, e voltando: O mais interessante foi a descoberta de que a trilha sonora é composta por Manami Matsumae, mais uma musa em meio ao verdadeiro harém que era o departamento sonoro da Capcom na época, com outras beldades como Tamayo Kawamoto, Yoko Shimomura, e muitas outras bravas guerreiras que se destacaram nesse tão vasto universo espacial de galáxias que… ops!

Taí um par de músicas do jogo, retiradas do álbum, que espero que gostem. Ah, essas batidas de latão…

Angry Birds – Android

Por Marcos “mcs” Valverde

Nunca fui muito fã de games casuais. Não por não considerá-los games de verdade, mas por achar que muitos deles se fecham num mundo à parte do restante do universo gamer, e por duvidar da capacidade de alguns desses jogos de trazer o mero casual gamer – aquele que nunca jogou na vida games complexos de consoles, PC ou portáteis – para o restante deste universo.

Como meu Dingoo comprado no final de 2010 está na UTI dos consoles (me ajuda aí Cosmonal!), com inúmeros problemas desde sempre, tive que dar um tempo à minha segunda tentativa de vencer Final Fantasy I do NES (rom traduzida pelo meu irmão, o Jackal da BR Games, olha só…) e como venho tendo muito pouco tempo para coisas mundanas como diversão, acabei comprando um celular Android e instalando o game (gratuito) Angry Birds.

Pra quem não conhece, Angry Birds consiste num contra-ataque furioso e kamikaze de alguns pássaros que tiveram seus ovos roubados por… porcos(!?). Os pássaros são lançados através de um estilingue e devem quebrar com o impacto as estruturas que alojam os porcos – sim, de alguma forma isso me lembra a fábula dos Três Porquinhos. Com direito a gritos histéricos dos pássaros e risadas sacanas dos porcos.  Olha só… não é que o jogo é mesmo excelente e extremamente viciante?

Estou numa fase de cavernas, depois de passar por mundos como Velho Oeste, neve, cidade e outros. Acho que vou demorar pra vencer este porque, apesar de ser um game simples, há muitas fases e algumas delas são muito difíceis, levando dias para conseguir passar por ela. Consegui destravar a maioria dos bônus do jogo e até descobri um easter egg, devidamente catalogado para futuro post aqui no Passagem Secreta. Ah sim, claro… já baixei e instalei as duas sequências de Angry Birds: Seasons e Rio. Se eu sumir nos próximos meses, talvez eu esteja tendo pesadelos com porcos chauvinistas rindo de galinhas em fúria.

E assim encerramos o 1º O Que Estamos Jogando do Passagem Secreta! E aí, gostaram da ideia? Acha ruim algum desses jogos citados? Está a fim de falar do jogo que está jogando atualmente? Então, os comentários são todos seus! Até a próxima – assim espeeero!

Jornalista de games, editor de vídeo e estudante de Audiovisual, escreve atualmente para a Revista OLD! Gamer. Além dos joguinhos, também dá pitacos sobre cinema, TV e tecnologia; sempre acreditando que a ironia é a melhor forma de sinceridade. Ouve Game Music e trilhas sonoras de filmes durante a maior parte do tempo, mas jura que é uma pessoa legal. Seguista, badernista e exorcista.

Twitter YouTube 

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
Categories: O Que Estamos Jogando
  1. 15, agosto, 2011 em 00:08 | #1

    No momento eu estou jogando o Mirror's Edge e sofrendo em alguns trechos. Evito também jogar por muito tempo por conta do estilo do jogo (primeira pessoa).

    • 15, agosto, 2011 em 05:27 | #2

      Eu sempre quis jogar o Mirror's Edge, mas duvido que vá rodar de forma decente aqui no notebook. Mas qual a relação entre você não jogar por muito tempo e por ser em primeira pessoa? Causa enjôo, algo assim?

      • 15, agosto, 2011 em 08:51 | #3

        Rapaz… quando joguei Mirror's Edge aqui, a Sheila gostou muito do início e começou a acompanhar a jogatina. Joguei no PC, mas na TV de 42", a 1.5 metro de distância somente (dado relevante ao que vem à seguir, acho); comecei a cair algumas vezes de cima de um prédio, errando um pulo e tal; Sheila sai correndo… banheiro… "puxa, vomitei." Sim, amigos, não é o que vocês estão pensando (isso tem uns dois anos no mínimo, portanto, posso garantir, rs): ela ficou nauseada com Mirror's Edge! Depois vi que tinha até um pontinho no meio da tela, que foi colocado lá por que os próprios programadores andaram passando mal. Aquele pontinho é pro jogador manter o foco nas cenas de muito movimento e chacoalhar de câmera, inspirado nas bailarinhas (que parecem ficar olhando um ponto fixo pra não vomitarem no palco :P).

        Então Rafael, respondendo a sua pergunta: causa enjôo sim! :)

        • danielgfm
          15, agosto, 2011 em 09:34 | #4

          Mas, crieo eu, que depende muito do jogador. Quem tem costume de jogar games de primeira pessoa dificilmente tem este tipo de problema, como é o meu caso.

          Havia notado esse pontinho no meio da tela e serve justamente para a pessoa ter um foco geral da situação, ter um certo sentimento de "distância" e saber o que fazer na hora certa.

          • 15, agosto, 2011 em 09:57 | #5

            Sim sim, com certeza jogador de FPS não sente nada não, mas a Sheila só joga Alex Kidd e Valis :) e o mais interessante: ela não estava nem jogando, só olhando mesmo. Imagina se estive "imersa", de frente pra tela… rs

            Mas o pontinho na tela, se não me engano, a intenção da DICE era de não ter nada de interface, pra aumentar a imersão; o pontinho veio depois (até porque em Mirror's Edge não se atira praticamente, não teria função de crosshair por exemplo). Na época eu tinha lido isso em algum site grande como IGN, mas achei isso aqui rapidinho:

            "This is actually the reason that DICE added a small white dot to the centre of the screen in Mirrors Edge despite originally wanting to have no HUD at all.

            They found during playtesting that alot of the testers were getting unwell, but by adding the dot it helped to fix the problem."
            http://bit.ly/qw1Gy9

            Ou seja, tinha uma galera que era beta-tester (portanto teoricamente acostumado com FPSes) e andaram nauseando! Ou pelo menos sentindo-se "unwell" rs…

            • danielgfm
              15, agosto, 2011 em 10:06 | #6

              Isso tem muito a ver com foco. E é algo clássico em toda a situação, por exemplo, nos filmes, quando alguém fala: "não olhe para baixo", é o dito pontinho da DICE permitindo que você só olhe para frente. O nosso cerebro fica perturbado quando não existe foco para ele se focar, literalmente.

              Mas, o que podemos dizer, no entanto, que este jogo é um dos melhores FPS fora do Estilo DOOM que existe… eu joguei bastante ele e tive diversos problemas com o mesmo, pois se você não tiver uma boa orientação espacial – que é que o jogo pede – você fica perdidim.

              • 15, agosto, 2011 em 12:58 | #7

                Eu lembro que as únicas vezes que tive certa desorientação e um certo enjôo com fps era quando jogava o Duke Nukem 3D de Mega… O frame-rate era tão baixo que, quando me perdia e tinha que abrir o mapa na tela, dava um nó na minha cabeça…

                • 15, agosto, 2011 em 21:47 | #8

                  Para mim, Duke Nukem 3D erá jogável.
                  Eu sofria de nauseas jogando Doom e Quake, pois as laterais do cenário pareciam desproporcionais com o fundo.

  2. 15, agosto, 2011 em 00:39 | #9

    Desses quatro , só joguei o Angry birds e recentemente ainda, via Googleplus . Achei bem interessante os personagens (embora o estilo de arremessar não seja novidade) e pra quem tem um smartphone deve ser uma maravilha.
    Atualmente tô jogando Final Fantasy Crisis Core (PSP) , bem bacana, diferente dos FF's convencionais, mas repetitivo a lot.

    • 15, agosto, 2011 em 05:29 | #10

      Putz, eu não sabia que tinha Angry Birds para o Google+…. Valeu pela dica, vou conferir assim que puder!

      • 15, agosto, 2011 em 16:02 | #11

        Saiu essa semana passada junto com os games do Google+ :)
        Só não sei se é a mesma versão dos smartphones da vida porque sou totalmente leigo no assunto.

        • 17, agosto, 2011 em 23:21 | #12

          Eu joguei ontem e é idêntica à de celulares Android. Há um sistema muito legal de comparação de recordes de cada fase com os de seus amigos. Há ainda alguns elementos extras que só aparecem nesta versão. Recomendadíssimo!

  3. Felipe Silva
    15, agosto, 2011 em 01:32 | #13

    Excelente Post ! E Engraçado reparar que desta lista tem dois jogos que estou jogando no momento que é Plants VS Zombies e Angry Birds, excelentes jogos que realmente me supreenderam.

    Agora, o Fifa 98 é um jogo que mora no meu coração, comprei ele quando foi lançado para o Sega Saturn e este foi a versão que mais me divertiu. Tenho várias histórias de Copa Do mundo com este jogo, aliás adorava pegar a seleção do Brasil, convocar jogadores de menor expressão e com esta seleção tentar vencer uma copa.

    Aliás este foi o primeiro jogo de futebol que joguei que tinha a possibilidade de edição de jogadores e times, mesmo com a limitada memória do Saturn, dava para editar uma boa quantidade de times e consertar os uniformes errados dos times brasileiros.

    Parabéns pelo post, me trouxe várias memórias agradaveis =)

    • 15, agosto, 2011 em 05:36 | #14

      Eu lembro que eu pelo menos jogava muito o 97 para o Mega. Já o 98 eu só joguei no N64 e preferi muito mais o ISS 98 do que este. Aliás, foi a última vez que vimos o modo de jogo indoor, não era? Que pena que a EA resolveu tirar na sequências…

      • Felipe Silva
        15, agosto, 2011 em 09:48 | #15

        Sim, o modo indoor teve nos fifas 97 e 98 e depois foi tirado da série. Aliás uma das causas de eu ter trocado a série por Winning Eleven na época foi a forma como os jogos da série Fifa pioraram com relação a versão 98.

        Além da retirada do modo indoor, tivemos diminuição no numero de estádios e seleções, eu mesmo adorava jogar no maracanã no 98 e nas versões posteriores não podia mais :(

        • 15, agosto, 2011 em 13:00 | #16

          Nossa, limaram até o Maracanã? Que absurdo! Eu lembro que aluguei o FIfa 99 de Nintendo 64, mas a taxa de frames dele era tão ruim que acabei desgostando profundamente dele. E depois disso acho que só joguei algumas vezes a versão 2003 para PC.

          É engraçado como a série Fifa sempre veio mudando durante os tempos, não é? Nunca uma mecânica de jogo consegue ser consistente a ponto de durar, sei lá, uns três anos. Pelo menos é como vejo, não que eu seja autoridade para falar… ^^

          • Talude
            15, agosto, 2011 em 19:22 | #17

            Eu acredito que houve mudança na administração da série FIFA na EA Sports a partir da versão 2000 no que resultou numa reestruturação completa do jogo. Talvez tenham transferido a sede deles, do Canadá para o Reino Unido.

  4. 15, agosto, 2011 em 09:24 | #18

    Muito legal, o Marcos está no vício do Angry Birds hein? Aproveita que tá ocupado e manda seu Dingoo aqui pra Salvador que eu levo no Osires consertar e… *musiquinha* "Cosmic Fast! :D

    Coisa de louco, a gente começa a QUERER enfrentar uma fila, QUERER ficar numa sala de espera… só pra matar uns porquinhos. Tem gente que diz que Angry Birds não tem estratégia nenhuma; deixa só o cara chegar numas fases mais distantes, como o Marcos chegou. Eu também já fiquei dias num único cenário, até conseguir! É bizarro. Já dizem que o cara que inventou o Angry Birds é o "Miyamoto do mobile".

    O Flávio no Plants vs Zombies (tem esse negócio de graça pro Android?) e o Talude no FIFA Road To World Cup — caramba, tem o original dele aqui, exatamente o 98 :)

    E Señor Rafael "Chang" Fernandes, foi mais uma ótima dica de trilha sem conhecer o jogo vinda de você o US Navy — ainda mais se tratando de um som megadraiviano/system16-ish como é o caso (mesmo sendo CPS1, I know I know… rs)! Aliás, me confundi ou nas duas que você colocou aí no post, não havia a música da 1a fase dele, que era a que tinha me apresentado — por sinal, lindíssima também.

    É pra dizer o que a gente tá jogando também? Bom, estava meio addicted com o Super Stardust HD, que é uma espécie de "Asteroids reloaded", isso no PS3. Como de costume nesses jogos de nave atuais, trilha sonora techno pouco inspirada, mas o jogo é fabuloso, é quase que um gameplay perfeito de um Pac-Man DX, só que no espaço. E devagarzinho no Vagrant Story no PS1, que tem as músicas daquele cara que compôs Radiant Silvergun. Aí rolam trechos dungeon crawler que eu lembro do jogo de nave do Saturn, sensação é bizarra, rs

    • 15, agosto, 2011 em 13:02 | #19

      Não entendi o trocadalho do "Chang", mas enfim… A música da 1ª fase é espetacular, mas ainda prefiro essa que coloquei aí no post. Tanto a primeira quanto a segunda do "medley" ^^

      Eu lembro que você me mandou um vídeo mostrando o Vangrant Story no telão ai… O estilo gráfico do jogo é inconfundível, não é? E esse tio Hitoshi Sakimoto deve tornar as coisas melhores ainda… Aliás, fui ouvir a trilha de Radiant Silvergun em avulso e não gostei muito não. Acho que vou ter que jogar para ouvir direito mesmo

      • 15, agosto, 2011 em 19:14 | #20

        Concordo com você, não é a melhor trilha que já se ouviu num jogo de nave não… ainda que durante a jogatina, funciona como uma luva. Mas nunca me empolguei de levar as MP3 pra escutar no carro por exemplo, o que acontece com Ikaruga e 9 entre 10 shmups antigos. A do Vagrant tb não é tão brilhante não, até então. acho que o tao Hitoshi Sakimoto pode ser um Danny Elfman da video game music…

    • Dancovich
      22, agosto, 2011 em 13:53 | #21

      Que? Angry Birds não tem estratégia? Então pq cargas eu to preso na mesma porcaria de fase desde sempre? Eu devo ser burro! Hahaha.

      Brincadeiras a parte, Angry Birds começa bem suave e depois fica BEM complicado. Dá pra ver isso baixando os spin-offs Angry Birds Seasons e Rio, parece que eles pensaram "agora todo mundo já sabe como funciona, vamos por pra quebrar" e logo a primeira fase de ambos os jogos já dá trabalho.

      Eric, o Plants Vs. Zombies no dia do lançamento tava de graça na Amazon App Store, peguei ele mas infelizmente nada de rodar no nosso Milestonezinho :( Roda no Xoom lindamente contudo.

      No momento revivi mais uma vez, após a aquisição de meu gamepad especial, Super Street Fighter 4. Agora com a última expansão está Super Street Fighter 4 Arcade Edition – ah, que nostalgia de falar 14 palavras para pronunciar um nome inteiro de um Street Fighter, chamar de Street Fighter 4 estava chato já.

      Outra coisa que estou fazendo, descobri que o Xoom (pra quem não tá me acompanhando, Xoom é um tablet) tem EXCELENTES emuladores e um plugin massa que permite conectar o classic controller do Wii via bluetooth, então estou no vicio de Zelda Link to the Past, Sonic, UN Squadron, Castlevania, etc. etc.

      Pra melhorar testei copiar o save de Zelda LttP que eu já estava bem longe no Dingoo e tentei abrir no Xoom, funcionou lindo. Resumo: Zelda a 720p com controle clássico onde quer que eu vá.

      • 22, agosto, 2011 em 15:19 | #22

        Ó, eu já vi Danilo jogando no Xoom desse jeito (com classic controller) e é simplesmente perfeito. Não estou falando só pela simples gadget-novidade de "jogar retrogame no "ipad" " não; é por causa da emulação 100%, a tela fabulosa (o contraste e o alcance do Xoom, pelo menos, são a par com a LCD grandona aqui de casa), o som razoavelmente alto… e tudo portátil. Uma partida de Super Contra nesse setup do Danilo que vi outro dia ele jogar, dá a maior vontade de ter um tablet com Android só por isso ^_^ e outra: o negócio roda Black Thorne do MS-DOS praticamente perfeito, vi também.

        Essa possibilidade de emular com tela grande, sem precisar de notebook, até o os jogos de MS-DOS, numa ida numa cafeteria… é tentadora, Danilo que o diga.

        Valeu, no Plants vs Zombies pra mim então ainda né? :(

  5. danielgfm
    15, agosto, 2011 em 09:35 | #23

    Atualmente estou jogando Batman Arkham Asylum, e me viciando muito nele, juntamente com Mass Effect, pois quero poder continuar o jogo, novamente, no Mass Effect 2 e já deixar o meu save guardadinho quando sair Mass Effect 3.

    • 15, agosto, 2011 em 13:03 | #24

      Eu comprei o Batman numa promoção do Steam, e até agora nem joguei… Tenho medo do download de 9 GB que terei que fazer… =/

  6. 15, agosto, 2011 em 09:46 | #25

    E eu sempre jogando NEOGEO, SNES, kkkkk, não evoluo mesmo.

    Mas falando sério, ontem testei o Geometry Wars no Wii e adorei!

  7. 15, agosto, 2011 em 11:48 | #27

    Muito bacana o post, legal ver o Talude ainda curtindo um FIFA 98, um game que joguei muito na época também. Carrier Airwings é viciante também, mas nunca terminei. Já os jogos flash só experimentei uma vez o Angry Birds e não gostei.

  8. 15, agosto, 2011 em 14:20 | #29

    Um que eu tô morrendo de saudades de jogar é o Ikaruga de Dreamcast. Jogaço.Um que eu tô morrendo de saudades de jogar é o Ikaruga de Dreamcast. Jogaço.

    Ultimamente fiquei mais na fome de jogar os jogos antigões de PSX tipo CyberSled, Wipeout 2097 (Que, particularmente, prefiro esse ao Wip3out, apesar do último ser mais bonito), Sanvein, Skullmonkeys, além de ficar ouvindo direto a trilha sonora de Castlevania: Symphony of the Night, por sinal uma das melhores OST's de jogo que eu ouví so far…

    Acho que tá bem variado, mas é só coisa velha xDDDD

  9. Giulian Steel
    15, agosto, 2011 em 18:22 | #31

    Carrier Air Wing é um belo shmup, acho muito bom shmups com cenários urbanos, sobre oceanos, é simples, mais funciona.
    Estou sempre jogando games do Mega Drive, mas ultimamente eu tenho jogado Final Fantasy XII

    • 15, agosto, 2011 em 21:11 | #32

      E você acaba de me lembrar que nunca joguei nem um Final Fantasy sequer de forma decente =S

      • Giulian Steel
        17, agosto, 2011 em 23:00 | #33

        Eu até recomendaria o XII, mas o problema é a extensão dele, pra lá de longa, eu mesmo estou jogando faz um tempo já e ainda não completei tudo.
        O VII, VIII e IX já tem uma duração menor (se jogado sem side quests, extras e etc.)
        E no Snes, com a duração menor ainda, cada jogo tem um ponto alto na minha opinião, o visual no IV, a trama e as batalhas no V e o dinamismo e variedade no VI

  10. 15, agosto, 2011 em 18:43 | #34

    Andei jogando o Teenage Mutant Ninja Turtles IV do SNES e comecei ajogar o Caddilacs And Dinossaurs.
    :3

    • 15, agosto, 2011 em 18:51 | #35

      Peraí, você nunca havia jogado Caddilacs antes??

      • 15, agosto, 2011 em 20:12 | #36

        Por incrível e ridículo que isso pareça, sim, nunca havia jogado C&D. ;_;
        Está chegando no nível de Streets of Rage 2 pra mim (melhor Beat 'em Up da história).

        • 16, agosto, 2011 em 07:43 | #37

          E olha que é uma boa comparação mesmo… C&D e SOR 2 são praticamente definitivos, com a vantagem de que o Arcade da Capcom é mais rápido… Porém bem mais difícil. Você vai ver só quantas transformações o chefe final tem; parece que não vai acabar nunca aquela p…

  11. Talude
    15, agosto, 2011 em 19:17 | #38

    Eu, sinceramente, não tenho muito interesse nas séries novas do WE (PES) e do FIFA. De futebol, além do FIFA (na qual comecei uma eliminatória com quatro times agora) tenho jogado o Sensible Soccer e raramente, o Elifoot 98. O interessante da lista que fizemos é que são dois títulos old school e dois jogos recentes com gráficos old school. No meu caso, vai ser impossível ver jogos pós Play 1 aqui.

    • 16, agosto, 2011 em 07:28 | #39

      Eu sugiro você testar depois os ISS de Nintendo 64, principalmente o primeiro, de 1997, ou pelo menos o ISS 98. Eles são incríveis, melhor jogo de futebol que já joguei.

      • Talude
        16, agosto, 2011 em 18:27 | #40

        Ah, eu conheço, já joguei as três versões. Os três jogos também fazem parte da mesma engine ao contrário das versões para GBC e GBA que são levemente diferente, mas que mudam muito.

  12. 16, agosto, 2011 em 00:13 | #41

    Da relação, Angry Birds jamais testei e o Plants VS Zombies também, apesar de já terem me recomendado. O FIFA 98 – Road to The World Cup joguei muito na época de lançamento a versão de PlayStation, especialmente o modo indoor que mais se assemelhava à categoria Show Ball, porque havia um gramado mesmo, não um piso de taco como no N64. Hoje, porém, lamento o excesso de horas gastas neste jogo; imagino o tanto de RPGs que deixei de conhecer naqueles tempos e hoje me fazem falta no currículo gamístico, como Suikoden I e II, Legend of Dragoon, Wild Arms, Alundra I e II, Breath of Fire III e IV.. fora outros que viria terminar depois como Grandia, Star Ocean e Valkyrie Profile.

    Agora isso de buscar trilhas de jogos que você não conhece… não vejo vantagem nenhuma nisso. Eu só ouço as músicas dos jogos que joguei e olhe lá. XD Falando sério, não que nós não gostemos… Talvez não tenha ficado tão extasiado, mas gostei para caramba da trilha do Carrier Airwing. Melhor: as composições. Só achei que a qualidade da timbragem da CPS-1 não faz por merecer a excelência das faixas.

    • 16, agosto, 2011 em 07:41 | #42

      Eita, essa é a primeira vez que ouço alguém falar que se arrependeu de jogar algo por deixar de conhecer outras coisas! Ainda bem que não tive esse problema no Nintendo 64, uma vez que, digamos, a biblioteca de títulos dele não era tão abrangente como a do PSX :D

      Agora, sacanagem viu, pensei que você fosse apoiar minha loucura! Mas realmente o chip de som usado nessa época na CPS1 era precário, com sons bem abafados e timbres bem limitados… E essas batidas esquisitas aí. Mas eu já me acostumei e até acho que tem um certo charme; aliás, até denuncia se o jogo é da Capcom ou não. Mas acho que te entendo: enquanto que curto muito os sons sintetizados por FM, às vezes não consigo engolir certas músicas geradas pelo chip de som PCM do SNES ou de outros consoles com pouca memória… TUM!

    • Giulian Steel
      17, agosto, 2011 em 22:54 | #43

      Se você não jogou todos esses RPGs para PS1, jogue. Foi o início da solidificação dos RPGs de longa duração com bons títulos e história.
      Outros bons RPGs para PS1 são: Chrono Cross, Azure Dreams, Beyond The Beyond (pra quem gosta de um estilo mais antigo), Legend Of Mana, Lunar, Tales Of Destiny II, Vagrant Story, Xenogears, e os táticos Hoshigami, Vanguard Bandits e Final Fantasy Tactics. Não irá se arrepender xDD

      • 17, agosto, 2011 em 23:16 | #44

        Putz, alguém que conhece e gosta do Azure Dreams!

        Adoro o sistema desse jogo, uma mistura danada de estilos que se assemelha apenas a Vandal Hearts. Descobri uma dica (um sistema secreto) nesse jogo que provavelmente é a mais complexa e complicada de todas as outras que descobri, coisa de anos jogando para desvendar. E ainda não a finalizei.

        Futuramente vou criar uma sessão aqui para publicar essas descobertas todas (ando esquematizando já a algum tempo).

        Na sua lista, eu ainda acrescentaria Wild Arms. WA II é um jogaço, com músicas memoráveis e uma história marcante.

        • 18, agosto, 2011 em 10:40 | #45

          Meu irmão jogava ad aeternum o Azure Dreams, eu nunca fui muito fã porque era muita coisa…

          Mas concordo com o Wild Arms. O segundo não joguei, mas o primeiro é um dos melhores RPGs que eu já joguei na vida. Junto com FF7, Chrono Trigger e BOF3.

          Só pra trollar, Valkyrie Profile pra mim não é RPG. Tá mais pra um filme interativo adventure de plataforma.

        • 18, agosto, 2011 em 11:20 | #46

          Ainda estou meio perdido com esse sistema do Debate Intenso, desculpa não ter respondido. Pior que não é nada muito relevante: eu confesso que mal lembrava do Azure Dreams!

      • 18, agosto, 2011 em 11:12 | #47

        Wow! Assim você me derruba completamente. Ainda bem que você não citou o gigantesco Dragon Warrior VII. XD Dessa lista que você falou joguei muitos, mas terminar efetivamente apenas o Chrono Cross. É, tem um longo caminho a ser percorrido… =S

        • 18, agosto, 2011 em 11:30 | #48

          Não se preocupe, também ando gastando mais borracha do que lápis com o Debate dos Infernos e tal. ^

          Em relação ao negócio dos chips de som, parece que a gente divergiu em relação aos costumes mesmo… Por isso que ainda preciso me adaptar ao som macio demais do SNES, assim como você ao esporro que o Mega Drive às vezes gerava. Mas tu também pegou o pior exemplo pra falar de possíveis ruindades do Mega. Poxa, Sonic Spinball é apelar demais!

          Agora, quanto ao longo caminho a ser percorrido, faça como eu: Diga a todos que não curte muito RPGs e não jogue nenhum ^^

  13. 17, agosto, 2011 em 21:59 | #49

    Nunca joguei nenhum desses jogos… –'

    Gostei da idéia… Quero ver os próximos se vocês tem algum jogo de RPG pra indicar Ú.u

    HEhehhe boa galera ^^

    • 17, agosto, 2011 em 22:36 | #50

      Hehe, RPGs não são minha praia… Então isso não é comigo! kkkk

      • Talude
        18, agosto, 2011 em 19:31 | #51

        Talvez mês que venha tenha um de minha parte. Mas ainda não garanto.

      • joeycaruzo
        11, setembro, 2011 em 19:09 | #52

        A minha também não kkkkkkkkkk! estava jogando FF3 no meu ds e desisti na parte do castelo '-'

    • 5, setembro, 2011 em 17:57 | #53

      RPGs são minha praia completamente, mas do jeito que anda minha vida, sem tempo pra nada, vai demorar pra aparecer algum RPG da minha parte aqui.

      Porém, se alguém resolver me doar um Dingoo (ou algum produto melhor), posso mudar de idéia. :D

  14. 18, agosto, 2011 em 14:26 | #54

    Legal esse post, adorava acompanhar a Reader Roundtable do Sega 16, e agora vou acompanhar esta nova série de posts também! =)

    No momento to jogando Toki e Strider Hiryu, ambos do Genesis. O primeiro sempre foi um dos meus jogos prediletos na minha infância, achava muito legal a idéia do jogo. Já o Strider impressiona pelos gráficos e pela semelhança com o arcade, embora seja um rio de freezes e bugs, mas é um bom port.

    Abraços

    • 18, agosto, 2011 em 21:19 | #55

      Opa, valeu Adinan!

      Aliás, Toki e Strider eram dois dos jogos que tinha medo no Mega Drive… Principalmente da abertura do Toki. Aquela música era muito medonha, e depois ele virava um macaco desengonçado… Não sei, a natureza exótica do jogo me assustava um pouco.

      Já o Strider nem precisa falar, da risada do chefe e de algumas músicas sinistras…

      • 22, agosto, 2011 em 16:15 | #56

        Jogava o Toki quando ia viajar para Águas de Lindóia com a familia. No hotel tinha arcade e além do Toki tinha Golden Axe. Reencontrei com o Toki a alguns meses atrás e sem querer. O jogo nao é dos melhores, mas o fator nostalgia que eu tenho compensa.

  15. 5, setembro, 2011 em 14:34 | #57

    Jogo o Angry Birds pra Google Chrome, pois meu celular não roda esse jogo.
    É um bom jogo e viciante. Conseguir três estrelas em todas as fases se torna obsessão.

  16. joeycaruzo
    11, setembro, 2011 em 17:34 | #58

    E eu jogando megaman x2, snk vs capcom pro, knuckles chaotix

    __________________

    Não estou jogando muito, mas vou ficar "viciadão" quando comprar o zelda de 3ds

    • 11, setembro, 2011 em 19:10 | #59

      Knuckles Chaotix eu joguei recentemente, inclusive para fazer um review para o parceiro Sonic Tales!

      Eu gostei do jogo, não é aquela coisa que se diga "minha nossa, que jogo espetacular do Sonic", mas é divertido.

      • joeycaruzo
        11, setembro, 2011 em 19:12 | #60

        É bem legal, mas aquela fase da arena que tem que ativar a luz é meio irritante kkkkkkkk (chaotix arena ou algo assim)

  17. joeycaruzo
    16, setembro, 2011 em 17:59 | #61

    Agora zerei o Megaman x2! estou jogando FFIII de DS no lugar, desta vez estou mais "paciente" ahshaushuashus

  18. Henrique
    12, março, 2012 em 18:38 | #63

    Plants x Zombies é viciante demais!
    Conheci esse jogo numa palestra. (por incrível que pareça, é verdade. O palestrante, professor em uma faculdade do interior de SP usou o telão para brincar um pouco. HUAHEA)
    Quando vi, achei uma merda. Mas resolvi baixar e experimentar.
    1 dia e eu não saia mais da frente do pc jogando isso. Jogo muito simples, sem nada de original ou estrondoso, mas perdi várias horas na frente do computador derrotando tudo que é tipo de zumbi. Não cheguei a zerar todos os mini-games, mas uma boa parte deles eu fiz.

    No geral, um jogo leve, interessante e muito bom pra quem tá de cabeça cheia pra resolver quebra-cabeças, dar tiros e esfaquear mobs. :D

  1. Nenhum trackback ainda.
Você deve estar autenticado para enviar um coment´rio.
%d blogueiros gostam disto: