É com muito orgulho que venho através deste post anunciar que atingimos a marca representativa de 100 posts no Passagem Secreta! Uma marca que vem apenas confirmar o crescimento do blog junto a várias outras marcas obtidas este ano: Page Rank 3, 150.000 visitas, 4 recordes de visitas diárias, entre outros. Números estes que nos incentivam a continuar neste caminho que nos custa um tempo precioso, mas com satisfação e o prazer de percorrê-lo garantidos.
Uma das coisas mais legais da Sega é que ela financia maluquices. Infelizmente, essa característica é a que a trouxe ao que ela é hoje. Porém, de vários jogos esquisitos que a empresa lançou – e lança – há algumas joias que nunca chegaram ao nosso lado do planeta. É o caso de Rent a Hero. O RPG, lançado para o Mega Drive em 1991, utiliza uma engine aprimorada de Sword of Vermilion para ilustrar as aventuras de Taro Yamada, uma espécie de “herói-por-acidente-e-de-aluguel”.
A apresentação do jogo é toda feita para passar a impressão de ser uma série de TV, com direito a abertura e música-tema. O absurdo da história também contribui para esse clima de tokusatsu. A família de Yamada se mudou para a cidade fictícia de Corja, no Japão, graças ao novo emprego de seu pai. Ele então resolve fazer uma festa em sua casa, a fim de enturmar-se com seus novos vizinhos. Usando uma fantasia de crocodilo, o chefe de família brinca com todos os convidados, e a festinha parece estar indo muito bom. Yamada resolve pedir uma pizza à SECA (uma abreviação para Service Cafe), mas, quando chega, o entregador acaba dando a ele uma fantasia estranha, e não cobra por ela. Ao vestí-la, Taro, ao tentar brincar com seu pai, acaba arremessando-o longe, percebendo que o uniforme lhe dá poderes sobrehumanos. Assim, ele resolve virar um herói de aluguel, ajudando as pessoas de Corja em troca de grana, que serve se sustentar e comprar novas baterias para seu uniforme. Continuar lendo…
Essa é uma dica para quem curte emulação e já se desfez dos consoles originais. Já imaginou ter um arcade com todos os emuladores de todos os consoles existentes, e todos os jogos, com direito a um menu mostrando a artwork e um vídeo do gameplay de cada um deles? Isso existe! O Hyperspin é um projeto cujo objetivo é reunir em um só lugar todos os jogos de todos os consoles, numa interface super fácil de acessar. É o frontend definitivo para os retrogamers
Como se pode ver pelo vídeo, a interface é super bem feita – produzida em Flash – e torna o acesso aos jogos muito mais fácil. É uma ótima para quem deseja experimentar os jogos interessantes de um sistema sem precisar ter que entrar em cada game para conferir.
O sistema ainda permite uma compatibilidade legal para montar o seu próprio arcade. Ia ficar genial colocar um desses no boteco, não é?
O interessante é que o Hyperspin não se limita apenas a emuladores; dependendo das configurações, ele também pode servir até mesmo de media center. Tudo customizável.
Todos os temas, vídeos, imagens e roms compatíveis estão disponíveis para baixar, assim como tutoriais que mostram como montar a sua própria interface e, caso queira, até seu próprio tema para um jogo específico – você pode trocar o vídeo do gameplay de Altered Beast por este vídeo, por exemplo. Já aviso logo que não é para qualquer um: o Hyperspin completo, com tudo, ocupa mais ou menos uns 1.7 Terabytes, isso excluindo alguns sistemas mais modernos. Mas também dá para colocar apenas os consoles desejáveis; no meu caso, só peguei os emuladores e frontends de Mega Drive, Super Nintendo, Arcade, e alguns outros.
Caso se interesse, tutoriais em português é o que não faltam, como esse aqui
Bem galera, eu havia citado anteriormente que ia colocar uns desafios musicais no PS, a exemplo do que o amigo Jumafas faz no blog dele. No entanto, a seleção de músicas para o desafio terá outro foco: apenas músicas de jogos da era 64/32 bits para baixo!
A princípio, o nível de dificuldade será baixo, assim todos podem participar. Você pode deixar seu palpite nos comentários do blog e, caso ninguém tenha acertado até amanhã, lançarei uma dica sobre o jogo cuja música está tocando. Caso ninguém acerte no dia seguinte, lanço outra dica, e por aí vai. O vencedor ganha um ponto, e inaugura o ranking – que talvez, eu digo, talvez, no fim valha alguma coisa ao vencedor, além de sucesso, dinheiro no bolso e mulheres!
Bem, prevendo que esse desafio possa ser um mega-fail, esse apenas é o primeiro, mas espero desafiar por bastante tempo o que vocês conhecem sobre Game Music. Essa música vai ser fácil para quem se liga nos posts do blog, especialmente em uma matéria sobre uma certa banda… Enfim, não deixem de participar ;D
Infelizmente, principalmente para quem curtiu a época do saudoso programa “Stargame” – com o ótimo Cristiano Gualda, não temos atualmente programas de videogame em rede nacional como no passado. Mas graças à Internet temos opções muito bacanas para que esta lacuna seja suprida – ou para que novidades apareçam.
Uma delas é o videocast (ou GameCast, como gostam de dizer) de games chamado WARPZONE. Apresentado pelo Maurílio, pelo Alexandre e pelo Pedro, é uma divertidíssima opção para quem curte vídeos de games.
Não há aquela formalidade jornalística aqui; a impressão que se tem é a de um grupo de amigos gamers que passa uma tarde jogando videogame, com uma câmera ligada e um objetivo em mente.
Os temas dos vídeos são variados e vão desde mostrar bugs de games a tentar executar alguns desafios conhecidos. Realmente é uma ótima novidade para nós, gamers, que buscamos algo além dos tradicionais reviews e previews, utilizando uma linguagem simples e objetiva.
O episódio mais recente, o #4, é sobre um tema bem conhecido pelo pessoal que visita o Passagem Secreta: um Easter Egg na tela de bios do console GameCube, o qual nós trouxemos a algum tempo, e que acabou inspirando o pessoal do Warpzone a usá-lo como tema do vídeo a seguir:
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Quem quiser assistir a todos os vídeos anteriores e aguardar pelos próximos, é só dar uma conferida na página do Youtube da Aloc Productions. Também há a comunidade Warpzone no Orkut.
Uma das coisas mais legais da Sega of Japan é que ela tem buscado rememorar trilhas sonoras de seus jogos mais clássicos, através de diversos lançamentos comemorativos. Através de seu departamento sonoro chamado Wavemaster, coletâneas como os boxes comemorando os 20 anos de After Burner e Outrun; o álbum do Alex Kidd; dentre outros lançamentos fizeram a alegria dos fãs de Game Music, que poderiam colecionar suas trilhas favoritas em edições de luxo.
Após um lançamento pífio contendo as melhores músicas dos melhores jogos de 32x, a Wavemaster anuncia um projeto mais ambicioso: o Sega System 16 Complete Soundtrack Vol 1. O álbum de três discos cobre uma parte dos jogos mais clássicos da empresa, que utilizavam a famosa placa de System 16, cujo chip FM YM2151 era responsável por gerar os sons da máquina. Na lista, estão os jogos Sega Yakyuu League, Fantasy Zone, Quartet, Sega Joshi Pro Wrestling, Action Fighter, Alex Kid The Lost Stars, Dunk Shoot, Time Scanner, Alien Syndrome, SDI, Bullet. Enquanto que alguns desses já tiveram seu devido relançamento em coletâneas anteriores, outros jogos são inéditos, todos recebendo o tratamento de mixagem e masterização de primeira linha, reduzindo os ruídos “naturais” dos sintetizadores FM e trazendo uma qualidade sonora até mesmo melhor que o dos sistemas originais. Além disso, há versões exclusivas de alguns temas, nunca ouvidas antes, e encarte de luxo, contendo comentários dos compositores, como o Katsuhiro “Funky KH” Hayashi e Hiroshi “HIRO” Kawaguchi.
Infelizmente, não há nenhum arrange ou remix feito pela [H.] ou por algum outro artista, mas vale a pena colecionar, principalmente se for fã da Sega. O título estará disponível na Amazon.jp no dia 16 de agosto, custando 3675 ienes – ou 74 reais, desconsiderando o frete.
Só quero ver o que irão preparar para os 20 anos do Sonic…Fonte: Gamewatch
Todo mundo adorou a idéia de poder utilizar personagens clássicos do Nes no game Super Mario Bros. Crossover. Mas será que todos eles realmente se dariam bem no universo do bigodudo? Vejamos:
Que Michael Jackson gostava de games todo mundo já sabe. Que ele fez um filme chamado “Moonwalker“, que se tornou game em várias plataformas também. O que talvez nem todos saibam é que ele tinha uma coleção enorme e impressionante de arcades dos mais diversos tipos e épocas – e que provavelmente poucas pessoas chegaram a conhecê-la de fato.